9 de Agosto de 2020 archive

A Análise dos Docentes Colocados em MI em 2018/2019 dentro e fora do seu QZP em horários incompletos

Quando se começam a elaborar estes quadro dá para perceber que o anúncio feito recentemente que os docentes colocados em Mobilidade Interna apenas em horários completos é um quase não assunto, isto porque a larga maioria dos docentes colocados nestes horários ficam colocados no seu QZP de provimento. E não imagino que não se atribua um horário incompleto a um docente QZP dentro do seu QZP para entregar esse horário incompleto a um docente contratado.

Para se ter uma melhor perceção do que escrevi em cima deixo a lista dos docentes QZP colocados em horário incompleto na Mobilidade Interna de 2018/2019 de acordo com o seu QZP de provimento.

Dos 2.636 docentes QZP colocados em horário incompleto apenas 950 foram colocados fora do seu QZP de provimento. A análise global por QZP pode ser vista aqui.

É no QZP 7 que mais docentes desse quadro são colocados em outros QZP (305) e é o QZP 1 que mais docentes recebe de outros QZP (371). Tem de se analisar o quadro deste artigo para compreender estes números.


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Colocados em Mobilidade Interna em Horários Incompletos (2018/2019) Retificação

Neste artigo o Davide Martins contabilizou a existência de 1.824 horários incompletos atribuídos na Mobilidade Interna no ano de 2018/2019. Após alguns reparos à lista fui verificar os dados e de facto o número de horários atribuídos na Mobilidade Interna nesse ano em horários incompletos foi de 2.636 e não de 1.824.

O QZP com mais horários incompletos atribuídos nesse ano foi o QZP 1 com 1.014 colocados.

Percebe-se com estes números porque o ME insiste em atribuir apenas horário completo  na Mobilidade Interna aos docentes QZP.

No entanto, muitos destes docentes QZP ficaram colocados em horários incompletos no seu QZP de provimento e é necessário também analisar esses dados para perceber se justifica-se a mudança que vai acontecer em 2021/2022 em não atribuir horários incompletos na Mobilidade Interna.

Por curiosidade em 2019/2020 foram colocados os seguintes docentes em horário incompleto na Mobilidade Interna.

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O Acórdão que não acorda os docentes

 

Este acórdão traz a inevitabilidade do futuro em qualquer luta docente, mas está tudo de férias com as costas ao Sol…

Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul – Processo: 2025/17.8BELSB

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Como as escolas reabrem pelo mundo a fora…

 

Mundo fora, com ou sem máscara, alunos já estão a voltar às aulas

Mais de 70 países já anunciaram os seus planos para a reabertura das escolas, depois de meses de encerramento e ensino à distância na medida do possível. E em todos eles o debate é o mesmo. É seguro? O que pode ser feito para minimizar os riscos? Há um conjunto de regras a aplicar e comportamentos a evitar que são neste momento consensuais e que se repetem de país para país. E há um princípio que todos querem seguir: o ensino deve voltar a ser presencial para todos e só perante a deterioração das condições sanitárias se deve passar a outros cenários que, como ficou demonstrado, prejudicam quem já tem mais dificuldades.

É com esta orientação que 150 mil estudantes da região de Meclemburgo-Pomerânia Ocidental, no nordeste da Alemanha, regressaram esta semana às aulas. São os primeiros na Europa a iniciar o ano letivo 2020/21, já sob as novas orientações. A região teve até agora poucos casos de covid e, para já, as regras permitem que os jovens não tenham de usar máscara nas aulas — apenas quando circulam nos corredores — nem cumprir um distanciamento físico mínimo. Mas estão separados por grupos, cada um com a sua área de recreio, cacifos e espaço de refeições, descreve o canal de notícias alemão DW.

Mas esquecem-se de mencionar isto:

Hundreds of students were sent home from school on Friday in Germany because of fresh coronavirus infections, mere days after they reopened.

The state of Mecklenburg-Western Pomerania became the first in Germany to reopen school full time when children returned to classes after the summer holiday at the beginning of this week. However, almost 1,000 students were sent home from a high school in Ludwigslust Friday morning after a teacher tested positive for COVID-19. Although the teacher had not yet given a class since the school students returned, all members of staff will now undergo testing.

Separately, an elementary school near Rostock also closed for two weeks beginning on Monday after one student tested positive. Because of the short notice in the closure, classes on Friday went ahead — but took place outside.

 

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Como é que se pode acreditar nos dados e preparar o ano letivo?

Depois vêm os receios mais do que justificados…

Homens grávidos e falhas na proteção de dados: As “incongruências” dos ficheiros Covid da DGS

 

 

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