O Acórdão que não acorda os docentes

 

Este acórdão traz a inevitabilidade do futuro em qualquer luta docente, mas está tudo de férias com as costas ao Sol…

Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul – Processo: 2025/17.8BELSB

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    • Sorceress on 9 de Agosto de 2020 at 14:27

    Os links não funcionam.

    • maria on 9 de Agosto de 2020 at 14:36

    Os mais graduados ficam em horários completos e numa segunda fase ficam colocados os menos graduados em horários incompletos passando à frente dos mais graduados na escolha das preferências.
    Uma outra consequência será a sobra de horários muito pequenos de 2, 4 e 8 horas face à redução (artº 79) de horário dos mais graduados (mais velhos).
    Os docentes com redução da componente letiva deveriam poder concorrer a horários correspondentes à sua componente letiva (20h , 18h, 14h ). Uma solução passará pela possibilidade de colocarem a concurso horários com essas horas e só os docentes com redução poderem concorrer aos mesmos.

      • Manuel on 9 de Agosto de 2020 at 14:43

      Oh Maria, claro. Tu ao seu jeito.
      Já agora, poderiamos mudar também o código da estrada ao jeito e,em cada circunstância, ao livre arbítrio de cada condutor.

        • maria on 9 de Agosto de 2020 at 15:03

        Confuso, homónima.

          • maria on 9 de Agosto de 2020 at 15:15

          vou mudar, pois só agora vi que já existe maria.

    • maria on 9 de Agosto de 2020 at 14:54

    Não se trata de fazer as coisas ao meu jeito mas de uma gestão mais correta de recursos.

    • maria on 9 de Agosto de 2020 at 14:59

    Porque é que colegas com 20 h, 18 h ou 14 h letivas tem que concorrer a horário completo?

      • Pedro on 11 de Agosto de 2020 at 10:30

      Na constituição existe o princípio da igualdade onde está subjacente que todos têm as mesmas oportunidades. Não creio que possa haver a diferenciação que refere. Se assim fosse haveria muita diferenciação a fazer. O melhor? Reformas antecipadas ou votar noutro partido que mude as coisas já que o actual mostrou que era esta a sua intenção e os sindicatos andaram a dormir como sempre.

    • Luis on 9 de Agosto de 2020 at 15:41

    O autor deste tópico o Rui tb está com as costas ao sol em férias? Ou já foi gritar para a porta do parlamento?

    O autor do tópico não sabe que apenas as ORGANIZAÇÕES de professores podem fazer algo? Que atitudes individuais leva-as o vento?

      • maria on 9 de Agosto de 2020 at 16:18

      Cá pela planície – no #EstudoNa Venda – rejeitamos o formalismo passivo dos engenheiros de Lisboa e adoptamos um algoritmo muito condizente com a latitude , o clima , a lentidão , o nascer do sol e os costumes de Traseiras de Judas.
      E assim, na selecção, são tidos em conta diversos parâmetros que vão da antropometria ao colesterol, passando pela dieta cetogénica, flexitariana e outras, pelo timbre da voz ( adequado ao Cante), pela adesão à sesta e ao mata-bicho.
      No fim, o Coxa – homem isento – tem a última palavra.

        • Pirilau on 9 de Agosto de 2020 at 23:34

        Muito bom!

    • Torrão on 9 de Agosto de 2020 at 17:19

    Pois, e não sei bem o mal que é de estar de férias, depois de um ano INTENSO de trabalho e atrapalhações. Já basta ver que há colegas que nem aproveitam o tempo de paragem para descansar o cérebro, ansiosos com a saída das listas. Entendo que as nossas vidas estão numa roleta russa constante, mas desesperar durante o mês de agosto (ou aderirmos ao desassossego despertado de forma algo perversa, na minha opinião, como se pararmos para descansar e descontrair fosse um crime), não só é verdadeiramente inútil, como destrói qualquer forma de nos prepararmos para um novo ano que se avizinha difícil e trabalhoso, por todos os motivos e mais alguns, é darmos uma machadada no nosso próprio bem-estar. Sou contratado, não tenho nada garantido, mas recuso-me a estragar a altura do ano que me traz tempo para mim, me permite sossegar o cérebro que nunca pára durante o ano letivo, como todos sabem, nem nas chamadas interrupções letivas, com ansiedades e desesperos que não levam a nada e trazem ainda muito menos. Sosseguem, aguardem, desliguem durante este tempo. Sofrer por antecipação estraga-nos a qualidade de vida e de descanso a que temos direito, sejam com as costas viradas para o sol, seja com outras partes do corpo.

      • 550 on 9 de Agosto de 2020 at 19:24

      Fazendo contas assim por alto, digamos que começas a trabalhar aos 25 e acabas aos 65, segundo a tua lógica em toda a tua vida só tens direito a 40 meses com “qualidade de vida” até perderes a “força na verga”.

        • Torrão on 10 de Agosto de 2020 at 3:51

        Fazendo contas assim por alto, há pessoas que envergonham a classe docente com a postura que o caro colega demonstra no seu infeliz comentário. Não sabe nada da vida dos outros, saberá da sua, pelas suas contas e pelo que fica nas entrelinhas. A sensação que dá é que não trabalhará o que deve, preocupar-se-á ainda menos. Ou simplesmente sofre de iliteracia. Comece a interpretar textos de forma correta, saiba ler nas entrelinhas, não ataque “só porque sim”, fica-lhe mal e dá a sensação de que não sabe ler e interpretar. Mas vou dar-me ao trabalho de lhe explicar, para não puxar demasiado pela cabeça, que já se viu que está lenta: eu não referi que só tenho qualidade de vida no mês de agosto. Porque seria mentira. Eu escrevi que eu, todos nós, os que trabalham, preparam aulas, têm secundário e afins, só se desligam completamente da escola, do trabalho no mês supramencionado. Deve ser daqueles que passa a vida a atacar e menosprezar o próximo… pelas costas, claro. Perceba o que lê antes de se pronunciar e de mostrar que não tem formação, nem educação para ser professor. Grande exemplo para os alunos.

          • Alecrom on 10 de Agosto de 2020 at 9:29

          Também sentes a docência como uma vocação inata?

    • Torrão on 9 de Agosto de 2020 at 17:23

    *seja*

    • SapinhoVerde on 10 de Agosto de 2020 at 10:39

    Depois de ler as trapalhadas todas deste acórdão, ou sou muito burro ou não sei interpretar.
    Se por um lado ao ler os diferentes recursos penso que os colegas terão razão (ou lhes será dada razão) quando cheguei à parte final verifico o dito por não dito.
    Depois, e também ao ler os comentários dos colegas contratados que aplaudem esta medida não percebo … é que desta maneira a Norma Travão nunca mais se aplicará ou será residual…

    Agora uma solução e SINDICATOS vamos com isto para o Tribunal Constitucional.
    O DL132/2012, com as sucessivas alterações refere que os horários são anuais, não referindo em algum lugar que será completo.
    Pergunto: Integrado nos quadros poderia concorrer a horários (completos e incompletos) sendo eu contratado em QZP x na MI tenho que concorrer a horários só que agora alguém mudou as regras … e só pode ser completos.
    Qual será a constitucionalidade de mudarem as regras de uma entrada nos quadros baseada num decreto lei o 132/2012, de me permitir a concorrer a horários completos e/ou incompletos e agora só a completos?

      • João da Ega on 10 de Agosto de 2020 at 12:25

      Se calhar avizinha-se uma mudança do 132/2012…

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