Há quem não concorde com as diretrizes do governo sobre as aulas no 11.º e 12.º ano, continuando a assegurar aulas não presenciais aos alunos que não vão à escola. Isto sim, é um ato de revolução, de profissionalismo e ética.
11.º e 12.º anos. Há professores que continuam a garantir ensino a alunos que faltam
A presença nas aulas presenciais que arrancaram no dia 18 de maio para os 11.º e 12.º anos não é obrigatória, mas “grande parte dos alunos estão a ir” e “o número deve aumentar à medida que o tempo passa”. A certeza é de Filinto Lima, dirigente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP). Para aqueles que faltem, a escola não está, de acordo com as diretrizes do Governo, obrigada a garantir-lhes o ensino à distância, a não ser aos alunos que pertençam a grupos de risco (mediante apresentação de um atestado). Mas há professores que têm ido além do seu horário laboral nas salas de aula para garantir o acompanhamento de todos.




24 comentários
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Na minha escola, em 2 turmas do 11º ano nenhum aluno está a frequentar as aulas presenciais. E nas restantes os que vão são bem menos de metade. Creio haver um percentagem de abstencionismo acima de 80% no 11º ano.
Não será: “Absentismo”? Enfim…
A Luluzinha é pessoa que nunca se engana. É a PIDE da ortografia
Vergo-me à sua sabedoria. Mas olhe, saiba que abstencionismo também significa “não participar” . Portanto não está assim tão mal empregue. Mas você deve ser daquelas que “raramente se engana”.
Olhe, ENFIM…
Na turma da minha filha do 11º ano menos de 50% dos alunos estão a participar nas aulas presenciais.
Para os professores que – com sacrifício – garantem as aulas presenciais e a distância, poder-se – ia dizer : “não fazem mais do que a sua obrigação” ; para os “professores ” das disciplinas ” a brincar” diz – se -ia : ” olha que sorte” – sem nada fazerem , ganham o mesmo … ou mais. É o nivelamento por baixo, senhores! ( verifiquem, na V. escola ou agrupamento se é verdade ou mentira).
Não será “dir-se-ia”? Um vexame para todos nós!
Hás beses somos atraissoados pelo rayo da tequela ou dos ólicos. Mas bale que à sempre alguém muita atenta (o) que nos esquelare-se-se.
Por uma vez – e só por uma vez – esta maria ( que nem o próprio nome sabe escrever), dá-se ao trabalho de comentar..
Açunto inçerrado .
Parabéns aos colegas que não deixam para trás ninguém e compreendem situações não contempladas na lei em que o aluno não é de risco mas algum familiar com quem convive, diariamente, sim e, que devido a isso, os pais não autorizaram a ida dos filhos para as aulas presenciais.
A avaliar pelas imprecisões que aqui se cometem, diga-se, em abono da verdade, que muitos colegas não fazem falta nenhuma nas aulas presenciais.
Andas à procura de quem te faça feliz. A avaliar pelo teu espírito ,percebe-se a grande carência de afetos.
Tu tb não deves fazer falta no teu emprego e certamente no mundo. Pessoa ressabiada com a vida!
Amy amei! A Luluzinha só sabe mesmo é dizer mal dos outros. Poderia olhar para si um pouco, talvez aprendesse a estar calada.
Não percebi o que queria dizer, Luluzinha!
Uma dupla negação equivale a uma afirmação…. Atendendo ao contexto parece que gostaria de ter escrito “… não fazem falta alguma”. Só que não! Terá sido da escrita ou da escritora “inteligente”
Boa tarde
Venho muitas ler os artigos deste blogue. Concordo muitas vezes, outras vezes nem tanto.
Na minha escola, a grande maioria dos alunos do 11 e 12 anos está a frequentar as aulas.
Uma nota que não posso deixar de referir. Pouco me importa que venham criticar e dizer que sou o polícia da língua…é lamentável, é vergonhoso até, os erros que se encontram nos comentários! Somos todos professores de Português!
Sim, podem ir confirmar quem sou! Sou professor de Português numa escola em Viseu!
Olhe que a sua primeira frase (será uma frase?) não está bem escrita. Há ali qualquer coisa que não está bem… mas não sei o quê… será melhor chamar um professor de português.
O abstencionismo às aulas é terrível.
Terá alguma coisa haver com o vírus?
Viram a limpeza como na Casa da Música calaram a boca a quem desalinhou o passo?
Cuidado com a língua quando se referirem a questões como esta dos testes ou outras da atual modernidade.
Esplendor socialista?
https://expresso.pt/cultura/2020-06-03-Casa-da-Musica-dispensou-funcionarios-que-se-manifestaram-contra-precariedade
Que raio, Alecrom, também você? Chiça!
“Terá alguma coisa haver com o vírus?”
É “ter a ver” ou “ter que ver”!
“Ter a haver” não tem mesmo nada a ver!
https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/ter-a-ver-e-ter-a-haver/1427
Não chegastes lá, pois não?
Não comestes bem ao pequeno almoço?
Tive-ses comido.
Paulo, mudo o tom da minha anterior resposta.
Escrevi “tem haver” e “chegastes” para brincar com o abstencionismo e também para expor/escancarar duas calinadas típicas e recorrentes de alguém com responsabilidades na recente destruição do chat aqui do blog.
Saúdo a minha homónima . O tom dos seus comentários é, exemplarmente, contido.
Não percebi o que queria dizer, Luluzinha!
Uma dupla negação equivale a uma afirmação…. Atendendo ao contexto parece que gostaria de ter escrito “… não fazem falta alguma”. Só que não! Terá sido da escrita ou da escritora “inteligente”?
Um aluno com atestado médico a dizer que não pode ir à escola , deve ser avaliado como?