Professores que garantem aulas presenciais e não presenciais no 11.º e 12.º ano

Há quem não concorde com as diretrizes do governo sobre as aulas no 11.º e 12.º ano, continuando a assegurar aulas não presenciais aos alunos que não vão à escola. Isto sim, é um ato de revolução, de profissionalismo e ética.

11.º e 12.º anos. Há professores que continuam a garantir ensino a alunos que faltam

A presença nas aulas presenciais que arrancaram no dia 18 de maio para os 11.º e 12.º anos não é obrigatória, mas “grande parte dos alunos estão a ir” e “o número deve aumentar à medida que o tempo passa”. A certeza é de Filinto Lima, dirigente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP). Para aqueles que faltem, a escola não está, de acordo com as diretrizes do Governo, obrigada a garantir-lhes o ensino à distância, a não ser aos alunos que pertençam a grupos de risco (mediante apresentação de um atestado). Mas há professores que têm ido além do seu horário laboral nas salas de aula para garantir o acompanhamento de todos.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/06/professores-que-garantem-aulas-presenciais-e-nao-presenciais-no-11-o-e-12-o-ano/

25 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Valentim on 3 de Junho de 2020 at 10:51
    • Responder

    Na minha escola, em 2 turmas do 11º ano nenhum aluno está a frequentar as aulas presenciais. E nas restantes os que vão são bem menos de metade. Creio haver um percentagem de abstencionismo acima de 80% no 11º ano.

      • Luluzinha on 3 de Junho de 2020 at 13:10
      • Responder

      Não será: “Absentismo”? Enfim…


      1. A Luluzinha é pessoa que nunca se engana. É a PIDE da ortografia

        • Valentim on 3 de Junho de 2020 at 14:59
        • Responder

        Vergo-me à sua sabedoria. Mas olhe, saiba que abstencionismo também significa “não participar” . Portanto não está assim tão mal empregue. Mas você deve ser daquelas que “raramente se engana”.
        Olhe, ENFIM…

    • José Carvalho on 3 de Junho de 2020 at 11:19
    • Responder

    Na turma da minha filha do 11º ano menos de 50% dos alunos estão a participar nas aulas presenciais.

    • maria on 3 de Junho de 2020 at 11:56
    • Responder

    Para os professores que – com sacrifício – garantem as aulas presenciais e a distância, poder-se – ia dizer : “não fazem mais do que a sua obrigação” ; para os “professores ” das disciplinas ” a brincar” diz – se -ia : ” olha que sorte” – sem nada fazerem , ganham o mesmo … ou mais. É o nivelamento por baixo, senhores! ( verifiquem, na V. escola ou agrupamento se é verdade ou mentira).

      • Luluzinha on 3 de Junho de 2020 at 13:09
      • Responder

      Não será “dir-se-ia”? Um vexame para todos nós!

        • maria on 3 de Junho de 2020 at 14:04
        • Responder

        Hás beses somos atraissoados pelo rayo da tequela ou dos ólicos. Mas bale que à sempre alguém muita atenta (o) que nos esquelare-se-se.

        Por uma vez – e só por uma vez – esta maria ( que nem o próprio nome sabe escrever), dá-se ao trabalho de comentar..
        Açunto inçerrado .

    • Parabéns! on 3 de Junho de 2020 at 13:06
    • Responder

    Parabéns aos colegas que não deixam para trás ninguém e compreendem situações não contempladas na lei em que o aluno não é de risco mas algum familiar com quem convive, diariamente, sim e, que devido a isso, os pais não autorizaram a ida dos filhos para as aulas presenciais.

    • Luluzinha on 3 de Junho de 2020 at 13:12
    • Responder

    A avaliar pelas imprecisões que aqui se cometem, diga-se, em abono da verdade, que muitos colegas não fazem falta nenhuma nas aulas presenciais.


    1. Andas à procura de quem te faça feliz. A avaliar pelo teu espírito ,percebe-se a grande carência de afetos.


    2. Tu tb não deves fazer falta no teu emprego e certamente no mundo. Pessoa ressabiada com a vida!

        • Parabéns! on 3 de Junho de 2020 at 14:13
        • Responder

        Amy amei! A Luluzinha só sabe mesmo é dizer mal dos outros. Poderia olhar para si um pouco, talvez aprendesse a estar calada.

      • 🤣🤣🤣 on 5 de Junho de 2020 at 9:18
      • Responder

      Não percebi o que queria dizer, Luluzinha!
      Uma dupla negação equivale a uma afirmação…. Atendendo ao contexto parece que gostaria de ter escrito “… não fazem falta alguma”. Só que não! Terá sido da escrita ou da escritora “inteligente”

    • Vitor Amado on 3 de Junho de 2020 at 19:59
    • Responder

    Boa tarde
    Venho muitas ler os artigos deste blogue. Concordo muitas vezes, outras vezes nem tanto.
    Na minha escola, a grande maioria dos alunos do 11 e 12 anos está a frequentar as aulas.
    Uma nota que não posso deixar de referir. Pouco me importa que venham criticar e dizer que sou o polícia da língua…é lamentável, é vergonhoso até, os erros que se encontram nos comentários! Somos todos professores de Português!
    Sim, podem ir confirmar quem sou! Sou professor de Português numa escola em Viseu!

      • maria on 3 de Junho de 2020 at 21:36
      • Responder

      Olhe que a sua primeira frase (será uma frase?) não está bem escrita. Há ali qualquer coisa que não está bem… mas não sei o quê… será melhor chamar um professor de português.

    • Alecrom on 3 de Junho de 2020 at 21:19
    • Responder

    O abstencionismo às aulas é terrível.
    Terá alguma coisa haver com o vírus?

    Viram a limpeza como na Casa da Música calaram a boca a quem desalinhou o passo?
    Cuidado com a língua quando se referirem a questões como esta dos testes ou outras da atual modernidade.

    Esplendor socialista?
    https://expresso.pt/cultura/2020-06-03-Casa-da-Musica-dispensou-funcionarios-que-se-manifestaram-contra-precariedade

      • Paulo Pereira on 3 de Junho de 2020 at 23:11
      • Responder

      Que raio, Alecrom, também você? Chiça!

      “Terá alguma coisa haver com o vírus?”

      É “ter a ver” ou “ter que ver”!

      “Ter a haver” não tem mesmo nada a ver!

      https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/ter-a-ver-e-ter-a-haver/1427

        • Alecrom on 4 de Junho de 2020 at 8:01
        • Responder

        Não chegastes lá, pois não?

        • Alecrom on 4 de Junho de 2020 at 8:09
        • Responder

        Não comestes bem ao pequeno almoço?
        Tive-ses comido.

        • Alecrom on 4 de Junho de 2020 at 8:20
        • Responder

        Paulo, mudo o tom da minha anterior resposta.
        Escrevi “tem haver” e “chegastes” para brincar com o abstencionismo e também para expor/escancarar duas calinadas típicas e recorrentes de alguém com responsabilidades na recente destruição do chat aqui do blog.

    • maria on 3 de Junho de 2020 at 22:17
    • Responder

    Saúdo a minha homónima . O tom dos seus comentários é, exemplarmente, contido.

    • 🤣🤣🤣 on 5 de Junho de 2020 at 9:16
    • Responder

    Não percebi o que queria dizer, Luluzinha!
    Uma dupla negação equivale a uma afirmação…. Atendendo ao contexto parece que gostaria de ter escrito “… não fazem falta alguma”. Só que não! Terá sido da escrita ou da escritora “inteligente”?

    • Andmen on 5 de Junho de 2020 at 9:30
    • Responder

    Um aluno com atestado médico a dizer que não pode ir à escola , deve ser avaliado como?


    1. Um aluno com atestado médico deve assistir às aulas por videoconferência e ser avaliado como qualquer um dos outros alunos, excetuando os testes de avaliação que possa vir a realizar, presencialmente, sendo que, nessa situação, na média ponderada dos testes, são apenas contabilizaados os realizados no 1º e 2º períodos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores:

x
Gosta do Blog