2020
1488
Nº de profs na lista de espera para subir ao 5º escalão
857
Nº de vagas para o 5º escalão
2348
Nº de profs na lista de espera para subir ao 7º escalão
1050
Nº de vagas para o 7º escalão
0
Nº de profs na lista de espera para subir ao 5º e 7º escalão nos Açores
Todos
Nº de profs com acesso ao 5º e 7º escalão na Madeira
Conclusões:
– se o ritmo de vagas se mantivesse igual ao deste ano, o último da lista tinha de esperar 2 anos e meio para subir de escalão
– como há flutuações, facilmente se compreende que em média, espera-se mais 4 a 5 anos para subir de escalão
– também facilmente se compreende que deste modo, a maioria dos profs vai chegar à idade da aposentação ainda no 6º escalão
– Há docentes de 1ª categoria e de 2ª categoria, e pelos vistos os primeiros trabalham nas ilhas…
A grande ironia, é que os professores são avaliados quantitativamente de forma normativa, com critérios de subjetividade suprema e com efeitos coercivos e penalizadores, sendo a avaliação formativa inexistente, o que é um enorme paradoxo, quando é exigido que, como avaliadores, estabeleçam critérios de avaliação para os alunos antagónicos àqueles a que são sujeitos como avaliados. Isto evidencia uma hipocrisia e cinismo dos dirigentes governamentais, que criaram um artificialismo para implementar o modelo da categorização dos professores em titulares e não titulares sugerido em 2008, discriminando negativamente a maioria dos docentes, condenando-os a um ‘congelamento’ remuneratório implícito.




8 comentários
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Estamos todos muito parecidos…ilhas e Continente. Não iremos passar do 5º escalão. Nos Açores, quem não trabalhou no dia que saiu o diploma algures Abril de 2008, nos açores, não descongelam 2 anos e tal, mesmo que se tenha trabalhado os 364 dias de 2008. O primeiro escalão tem duração de 7anos ao contrário do continente que são 4anos. Posso dizer, eu com 15 anos serviço Açores, ainda terei que esperar + 1 ano para subir para o 2ºescalão. Interpretem como quiser, quem sai beneficiado… Continente ou Ilhas (Açores), uma coisa é o que dizem os papéis, outra coisa é estar no terreno… no meu caso, se tivesse no Continente estaria a passar para o 3º escalão.
Tanta contestação no tempo da MLR por causa da criação da figura do titular , mas ainda assim era bem melhor que os escalões. Com este modelo, a grande maioria ficará pelo meio da escada ,ao contrário do primeiro que era garantida a chegada ao equivalente 2/3 dos escalões.
Não, não era melhor. Era bem pior. O esquema da MLR previa vagas para titulares que ao serem preenchidas nunca mais admitiam novos candidatos. Para se ser titular, o professor tinha que iniciar novo calvário pelo país numa fase em que provavelmente já estaria a leccionar perto de casa. Não levante esqueletos nem dê ideias…
Sei o que digo. Quanto o que eu possa dizer ou não, esta decisão é exclusivamente minha.
Quanto ao resto, mantenho o que disse e ,infelizmente, a realidade confirama-se
Não, não sabe o que diz… Se conhecesse verdadeiramente como era o sistema, não vinha para aqui defende-lo. E já que sabe o que diz, corrija o seu primeiro comentario. Os titulares seriam uma minoria nas escolas e 2/3 dos professores nunca alcançariam o topo da carreira. Ninguem o impede de dizer disparates, está no seu direito. Como eu tenho o direito a indignar-me com comentários infundados, como o seu. O sistema que defende só teve um merito: foi o principio do fim dessa ministra que tanto mal fez à classe docente.
O colega não sabe ler corretamente. Apenas, lê de forma preconceituosa com base em estigmas.
Se voltar a ler ,outra vez, verá que os 2/3 são relativos aos escalões e, não, como refere, aos professores. Para além de que eu não disse que defendia algum o sistema, apenas, mencionei qual seria um mal menor…
Face ao exposto, considero que seja difícil comunicar com alguém que não sabe ler o que os outros escrevem, fico-me por aqui.
Olá valentão! Quanta asneira em tão poucas palavras.
Deus te perdoe, filho, que a mente já deu o que tinha a dar. Tão novo e já com ideias…
“A grande ironia, é que (…)” ?!?!