Início do ano letivo 2020/2021 entre 14 e 17 de Setembro

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23 comentários

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    • Helder on 23 de Junho de 2020 at 13:34
    • Responder

    exames nacionais acabam dia 7 setembro
    afixaçao das notas de exame com todo o trabalho inerente dia 16 setembro

    e as aulas começam a 14 setembro … boa

    pq nao começar as aulas logo dia 1 de setembro para confinarmos logo mais cedo via covid19 escolar?

      • Roberto Paulo on 23 de Junho de 2020 at 13:46
      • Responder

      Não é suposto, naqueles dias que medeiam entre o regresso das férias e o início das aulas, vocês, os professores, fazerem as reuniões de preparação do ano letivo, as planificações e mais não sei o quê?


      1. Diz quando começam, mas não COMO começam!!!

        • Carapins on 23 de Junho de 2020 at 15:29
        • Responder

        Não é suposto as pessoas estarem a vigiar exames, no secretariado de exames e, posteriormente, a corrigir exames?


    1. Hélder, diga lá o dia que as aulas deviam começar? Para si está tudo mal, anda mal disposto ?

        • Pedro on 23 de Junho de 2020 at 14:53
        • Responder

        Porquê?
        Na sua opinião acha que a data é a indicada?
        Se responder “sim”, justifique e não critique apenas.

          • TM on 23 de Junho de 2020 at 16:27

          Na minha opinião , sim.
          As aulas têm de recomeçar, sejam em que moldes forem.
          Os exames não são para todos os níveis de ensino, além disso envolvem poucos alunos .
          Não vejo porque não podemos recomeçar.
          Aliás vejo, até o facto de haver a possibilidade das turmas terem menos alunos serve de discórdia, ou seja o que se quer é criticar, não entendo.
          O ministério anda à deriva, é correto, mas temos de voltar à escola, ou vamos criticar tudo que se diz, muitas vezes sem fundamento algum…

        • Ana Costa on 23 de Junho de 2020 at 15:08
        • Responder

        As aulas a começar apenas uma semana depois do que em qq outro ano quando há uma época de exames a começar a 1 de setembro, também acho muito complicado de organizar. Há turmas cuja constituição depende do resultado desses exames. É necessário que os professores tenham disponibilidade para planificar o novo ano letivo – e com vigilâncias e correções de exame tudo isso fica mais complicado.
        Para mim, que estou no terreno a dar aulas, devo dizer que, mesmo não andando mal disposta, tenho dificuldade em dizer bem de alguma coisa que o ME tenha feito desde que esta crise começou. Não organizou, não previu, não apoiou. As orientações que tem emanado cá para fora (e refiro-me em particular ao regresso dos 11 e 12) foram contraditórias e feitas em cima do joelho. As escolas e os professores acabaram por ignorar algumas delas para não prejudicar alunos nesta fase.
        Enquanto que noutros países se tentam encontrar soluções alternativas – novos espaços para funcionar como escolas, por exemplo – por cá vai tudo começar normalmente. Se correr mal, logo se vê. É o espelho de um ME inútil e sem ideias.

    • Helder on 23 de Junho de 2020 at 13:35
    • Responder

    e eu a pensar que so ia começar dia 22 setembro!

    • Helder on 23 de Junho de 2020 at 13:36
    • Responder

    ops reparei agora na imagem televisiva do post
    afinal estão a falar do ano letivo 2010

      • Roberto Paulo on 23 de Junho de 2020 at 13:44
      • Responder

      2010/2021: é tudo um mundo novo, este da COVID-19, ou 190, ou lá o que é.


  1. Governar por anúncios…

      • Rui Manuel Fernandes Ferreira on 23 de Junho de 2020 at 15:43
      • Responder

      É essa a estratégia de governação, o anúncio, não sabem mais. A discussão que se segue irá fazer ferver o composto maioritariamente nepotista onde a levedura resultante alimentará a decisão governamental. Navegar à vista, dizem.

    • Pirilau on 23 de Junho de 2020 at 14:33
    • Responder

    Estamos salvos.:
    1. Já há uma data.
    2. Vamos recuperar 10 semanas de aulas em cinco semanas
    3. Vamos acabar com o amianto (onde é que já ouvi isto?)
    4. Com aulas presenciais poupamos 400 milhões da digitalização eletrónica, metemo-los num banco falido e passamos a outro tipo de digitalização : contar pelos dedos.
    5. Digitus impudicus.

    • Ana Costa on 23 de Junho de 2020 at 14:46
    • Responder

    Conclusão: o ME fez um comunicado informando que as aulas começarão uma semana depois do que tem acontecido em anos anteriores – mesmo com uma fase extra de exames a começar a 1 de setembro – e que os professores devem passar 5 semanas a recuperar aprendizagens – sem no entanto alterar as aprendizagens a adquirir no ano letivo 2020/2021. Não diz como. Como vem sendo hábito, atira cá para fora e as escolas e os professores que se amanhem. Ainda continuam a delirar com soluções B-learning e turmas desdobradas? Deixem-se de lirismos…começará tudo como num qualquer outro ano e depois é o logo se vê…

    • Paulo on 23 de Junho de 2020 at 14:57
    • Responder

    Fica aqui uma sugestão para o Srº Ministro, ir visitar todos os dias uma escola do país.

    • Maria on 23 de Junho de 2020 at 15:55
    • Responder

    Ano letivo 2010/2021 😂

    • Matilde on 23 de Junho de 2020 at 16:11
    • Responder

    Sejamos honestos e realistas:

    Não se pode esperar de ninguém que responda com seriedade àquilo que efectivamente desconhece e àquilo que objectivamente não pode saber…

    Nas circunstâncias actuais, e dadas todas as incertezas patentes quanto à evolução pandémica, as afirmações do Governo devem ser entendidas como uma mera Declaração de Intenções… Ou seja, devem ser interpretadas como uma vontade, como um desejo, como uma expectativa, nada mais do que isso…

    E, neste momento, quem quiser ir muito além disso, ficará, por certo, “por sua conta e risco”…

    Mas cada um é livre para viver ou acalentar as ilusões que muito bem entender…

    Apesar disso, não queiram, por favor, transformar estas afirmações em verdades absolutas e inexoráveis porque o que hoje é verdade pode perfeitamente vir a ser desmentido pela realidade dos factos daqui a um mês ou dois… Ter essa noção talvez não faça mal a ninguém…


  2. O início das aulas não será mudado (mal claro), seja presencial seja remoto.

    Deviam começar no mínimo dia 22 setembro.

    • Jorge on 23 de Junho de 2020 at 17:20
    • Responder

    Bom, como faço parte dessa venerável confraria que se chama Bolsa de Professores Classificadores, estarei a classificar exames. Logo, por força da lei, estou dispensado de TODO e QUALQUER serviço que não seja letivo (ou relacionado com os exames nacionais) até ao dia 10 de setembro…a ver se me apanham na escola!!!


  3. A nova diretiva para Lisboa, dos ajuntamentos com mais de 10 pessoas, aplica-se às reuniões de CT nas escolas?

    • Filipe on 23 de Junho de 2020 at 21:13
    • Responder

    Gente que (des)governa Portugal ao sabor dos manicómios . Ainda este ano letivo não acabou , nem se sabe se o fiasco das notas do final do ano vão dar e entupir os tribunais com providências cautelares , principalmente as do acesso à universidade , andam a anunciar peixe podre para os desprevenidos mamarem na brasa . Não queiram anunciar já um confinamento durante 15 a 20 dias a SÉRIO com o fim de protegerem a economia e eventual explosão de casos de infetados para breve e assim a continuarem a apanhar moscas com vinagre , irão no fim colher a tempestade dos sistema de saúde arrasado , mais mortos e uma economia fracassada , pois com vírus ativo não vai resistir mais tempo . As pessoas não compram vírus , querem é que os casos novos sejam reduzidos para zero quanto mais a 5 a 10 novos casos por dia . Propaganda de mercado municipal …

    • Paulo Pereira on 25 de Junho de 2020 at 20:53
    • Responder

    Sejamos objectivos:
    Existe Pré-escolar, 1.º Ciclo, 2.º Ciclo, 3.º Ciclo, Ens. Secundário e Cursos Profissionais.
    E existem equipas de trabalho que têm de se manter activas enquanto a maioria dos restantes colegas está de férias (veremos se não haverá redução excepcional do n.º de dias de férias…).

    O início das actividades lectivas espero bem que seja desfasado, pois, por exemplo, no caso do Ens. secundário, este terá de ser iniciado mais tarde devido a todo o processo inerente aos exames nacionais.

    O grande quebra-cabeças está do lado das Direcções de Escolas e Agrupamentos, pois têm de planear o início do ano lectivo com uma infinidade de variáveis, dependentes das orientações que a tutela irá definir, o que ainda não aconteceu. E quanto mais tarde forem dadas a conhecer as orientações superiores, mais caótico será o início do ano escolar.

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