É tudo uma questão de ponderação , bem poderada…
Marcelo diz que cortes salariais terão de ser “ponderados”
Questionado pelos jornalistas a propósito das palavras da ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, que garantiu que os cortes salariais “não serão a primeira opção” do Governo num cenário de austeridade, Marcelo Rebelo de Sousa lembra “que isso terá de ser ponderado no quadro de um orçamento complementar que ainda está a ser ponderado”.




10 comentários
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É muito fácil governar em tempos de vacas gordas, com uma economia limpa, onde o único caminho que tem é crescer.
Quando chegam as vacas magras, uns “fogem” de fininho pró banco de Portugal, e os que ficam, limitam-se a aplicar a mesma fórmula que no passado tanto criticaram: AUSTERIDADE!
Com afeto dói menos…
Pois, dói…
E se as “vítimas” ou os “agredidos” conseguirem, ainda assim, desenvolver sentimentos de admiração, simpatia, carinho e apreço pelos seus agressores, tanto melhor…
Este país está num marasmo completo e doentio, assim numa espécie de Síndrome de Estocolmo colectiva… Tanta indolência, tanta inércia e tanta apatia e indiferença, começam a causar muito enjoo e muitas náuseas…
Ohh Matilde,
Quando frequentaste a escola, como aluna, ninguém te ensinou o que é a ironia e o sarcasmo?
Mas o Marcelo, por acaso, tem demonstrado algum “afeto” ou um mínimo de preocupação com os professores????
Por amor da Santa, o que me causa náuseas mesmo é a falta de inteligência e de capacidade de ler e entender o sentido de uma frase, num dado contexto.
Falcão, pensou mesmo que o meu comentário era para ser entendido de forma literal? Por favor…
Quando afirmei isto:
Pois, dói…
E se as “vítimas” ou os “agredidos” conseguirem, ainda assim, desenvolver sentimentos de admiração, simpatia, carinho e apreço pelos seus agressores, tanto melhor…
Estava a corroborar consigo, em termos irónicos…
(Pronto, já sei, devia ter posto um “smile” à frente, talvez tenha sido isso que faltou…).
Lamentavelmente não o compreendeu e passou de imediato ao ataque pessoal ( “falta de inteligência e de capacidade de ler e entender o sentido de uma frase”), o que não é minimamente aceitável, sobretudo vindo de alguém que terá por certo um QI acima dos 144 pontos, como será o seu caso…
Informo que, e para que não subsista qualquer dúvida, estou novamente a utilizar a ironia e o sarcasmo como figuras de estilo… 🙂
Tente, se conseguir, não ser tão lesto e precipitado a julgar os outros e, sobretudo, tente evitar interpretações erradas como justificação para os seus ataques pessoais… Vai ver que, afinal, não custa nada…
Cara Matilde,
Não me custa nada aceitar a sua justificação, mas não se trata apenas de um smile a mais ou a menos, aquilo que escreveu, e como escreveu, pode perfeitamente ser entendido como eu entendi. Com a sua explicação agora, pode também ser lido como concordância, mas tb lhe digo que, assim sendo, não veio acrescentar nada de novo e foi também por isso que li o comentário de outro modo. De qualquer forma , fico mais tranquilo se me confirma que as coisas são como diz, sempre é menos um néscio a pastar por aqui. E sim, ando muito sarcástico, com o que temos passado, só pode. Mas apresento as minhas desculpas se ficou sensibilizada e ofendida com as minhas palavras, confesso que ando com pouca paciência para quem parece tresler o que escrevo.
Como o Povo diz: “Ainda há de chegar quem de mim bem falará!”
Ora então estamos com um problema económico grave? E falta de liquidez? E desemprego?
E uma dívida pública de uns euritos a mais? (-262.100.000.000 Euros, o valor mais alto desde 1995)
Ora bem, já tivémos disso há uns poucos anos. Por culpa de um fulano de nome Sócrates…
A diferença é que os governantes que na altura sucederam, governavam com cara de pau.
Hoje governa-se com sorriso cínico e meias-palavras.
Veremos o que nos espera…
O fulano não fugiu de fininho, como diz.
A minha teoria é que, como sempre acontece nos governos socialistas, os ministros das Finanças com dois dedos de testa entram em confronto com a retórica ideológica do seu “chefe”, quando as coisas extravasam.
O alegado “não incidente” com a injecção de uns quantos milhões de euros para o Novo Banco a mando do Ministro das Finanças foi a gota de água para o mandarem para fora do governo. Entre sorrisos cínicos e o pacto de que “está tudo bem”.
Ou seja, uma súcia de cínicos, incluindo o cata-vento.
Centeno fez o papel do Teixeira dos Santos.
Ainda não repararam que esse Marcelo é um revolucionário autentico…
Descubra as diferenças entre o Novo Banco, mais rápido que a própria sombra e os funcionários públicos/caranguejos!
Ver soluções em Marcelo, Costa e Leitão.