Gostei da frase quase acabada “Este governo ao contrário dos outros…”
Professores acusam ministro da Educação de empatar os problemas
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Mai 12 2018
Gostei da frase quase acabada “Este governo ao contrário dos outros…”
Professores acusam ministro da Educação de empatar os problemas
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Mai 12 2018
Cada um tem a sua opinião…
Qual é o problema mais grave das escolas? Para os diretores são as “centenas de funcionários de baixa médica há vários anos”
Depois de ouvir diretores de agrupamentos escolares de norte a sul do país, a associação que os representa faz o diagnóstico dos principais problemas. Falta de recursos humanos é o mais apontado.
Greve dos trabalhadores não docentes de 4 de maio foi das maiores de sempre e fechou perto de 700 escolas no país
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Mai 11 2018
O segundo filme do tema Religião e Cultura chama-se “Dip N’ Dance” e foi realizado por Hugo Cierzniak.Bom filme!
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos
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Mai 11 2018
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 30ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 14 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 15 de maio de 2018 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Mai 11 2018
Aperfeiçoamento das Candidaturas – Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário
Aplicação disponível entre o dia 11 de maio e as 18:00 horas de 15 de maio de 2018 (hora de Portugal continental), para efetuar o aperfeiçoamento das candidaturas ao Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário.
Aperfeiçoamento das Candidaturas – Concurso Interno Antecipado
Aplicação disponível entre o dia 11 de maio e as 18:00 horas de 15 de maio de 2018 (hora de Portugal continental), para efetuar o aperfeiçoamento das candidaturas ao Concurso Interno Antecipado.
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Mai 11 2018
O Conselho Geral e de Supervisão da ADSE aprovou um parecer que solicita ao Conselho Diretivo a apresentação de uma proposta de Decreto-Lei que viabilize o alargamento aos trabalhadores permanentes da Administração Central, Regional e Local, nomeadamente os Hospitais Públicos Empresariais com Contrato Individual de Trabalho (CIT), que neste momento não têm direito de acesso à ADSE, bem como aqueles que anularam a sua inscrição, mas que agora estão interessados em ser reintegrados, e também aqueles que tendo direito a inscrever-se não o fizeram no prazo estabelecido.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Parecer-nº-3_2018-Regime-Beneficios.pdf”]
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Mai 11 2018
Mais um documento que me chegou da Cláudia Soares para publicação no Blog.
Não posso deixar de estar solidário com este grupo que luta como pode pela consideração do tempo de serviço nas AEC como fazendo parte da 2:º prioridade do concurso externo, porque foi sempre essa prática que aconteceu e que agora de um momento para o outro é alterada a regra num simples manual de validação de candidaturas.
O aviso de abertura do concurso, publicado em Diário da República, no ponto 9, alínea f), é completamente contradito num mero manual de validação. Tendo gerado controvérsia, o Ministério da Educação não se dignou a esclarecer o imbróglio que o mesmo criou, numa tão singela nota informativa, limitando-se prestar declarações díspares e dúbias, tanto à Comunicação Social, como através do CAT da DGAE a todos os professores lesados, aumentando cada vez mais a já instalada salgalhada na qual envolveu milhares de professores que estão ou estiverem em AEC nos últimos 6 anos.
Exemplo de um esclarecimento dado no CAT da DGAE, a 10/05, (desmentido a vil informação anterior, que afirmava a 2ªprioridade no caso de ser o agrupamento a entidade promotora):
Acabei de falar com a DGAE… Apenas conta para 2a prioridade as AEC que foram dadas enquanto o professor era docente contratado por Concurso nacional, bolsa de recrutamento, oferta de escola e ao seu horário foram adicionadas horas de AEC. Mesmo contratados diretamente pelos Agrupamentos não contará para 2a. Prioridade dado que não é um concurso “promovido” pela DGAE – esta apenas empresta a plataforma SIGRHE.
1º mentira: Não há professores de AEC contratados por BCE, nem oferta de escola, nem CI nem RR, porque o ME considerou ilegal.
2º Emprestou a plataforma? Já agora, emprestou também as escolas públicas? Emprestou os alunos da escola pública? Emprestou os contratos vindos diretamente do Ministério da Educação? Emprestou os fundos públicos para pagar vencimentos? Emprestou os livros de ponto? Emprestou as declarações de tempo de serviço docente passadas pelos agrupamentos?
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Mai 11 2018
… mas há quem tenha visto o “Desaparecido em Combate” ,vezes sem conta, enquanto menino…
E enquanto uns pedem explicações sobre o inexplicável, os professores ainda esperam pelo “radicalismo” do sr. ministro…
BE quer explicações do ministro da Educação sobre os concursos
in Público
Nota: Se necessitar de algum esclarecimento, esteja à vontade sr. ministro, contate o Blog DeAr Lindo, alguém o esclarecerá…
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Mai 10 2018
Lamento, Paulo, é.
Somos desgovernados por calhaus com olhos.
E os professores não abrem a pestana. Enfim…
Cada vez mais tenho mais vergonha de ser professor. Somos uma cambada de tansos que nem para defender os próprios interesses se mexem!
Já agora não assinem. Não divulguem.
Ou andam a trabalhar para os alfinetes?
Vamos em 9688 assinaturas: 9.000 Assinaturas – A Caminho das 10.000 » Blog DeAr Lindo
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Mai 10 2018
Mal-estar docente e Ordem dos Professores
Devido ao facto de a docência ser uma profissão de caráter eminentemente ético, muitos professores ao longo dos anos têm colocado a hipótese da criação de uma Ordem dos Professores.
A democratização do acesso ao ensino e a chamada escola de massas que, em si, são um fenómeno positivo nas sociedades hodiernas, colocam novos desafios à escola estatal e, não raro, têm contribuído para exaurir e abalar a autoridade, estatuto, respeito e imagem social do seu Corpo Docente.Na comunicação social surgem cada vez mais notícias de agressões, por parte de algumas famílias, a professores. Também ao Gabinete Jurídico da Pró-Ordem dos Professores chegam pedidos de ajuda técnico jurídica por parte de docentes que, estando dentro da sua escola, veem a respetiva sala de aula invadida por ditos familiares de alunos, numa atitude de desafio, humilhação e de assédio moral. A frequência com que este tipo de situações vem ocorrendo não pode deixar de gerar um profundo mal-estar em toda a Profissão Docente. A indisciplina, particularmente de alunos adolescentes, e o facto de termos atualmente um corpo docente significativamente envelhecido, potenciam e agravam muitas situações de “burnout” que estão a fazer aumentar o número de baixas por doença prolongada.
À falta de respeito pelo múnus dos professores na sala de aula e no respetivo processo de ensino aprendizagem, junta-se a permanente instabilidade no regime legal dos concursos para a docência – alimentada por sucessivos governos – e, acresce, praticamente uma dezena de anos sem direito a progressão na carreira, por força do período de “congelamento” do tempo de serviço, que se iniciou ainda antes do período da Troika.
Devido ao facto de a docência ser uma profissão de caráter eminentemente ético, na qual a dimensão deontológica da praxis pedagógica assume aspeto relevante, muitos professores ao longo dos anos têm colocado a hipótese da criação de uma Ordem dos Professores. Neste setor da classe, existe o entendimento de que só uma Ordem profissional (a exemplo do que tem vindo a suceder nos últimos anos com os psicólogos, arquitetos, economistas, biólogos, engenheiros técnicos, nutricionistas, contabilistas – e, mais recentemente, com os enfermeiros) e não o Ministério da Educação, poderá vir a dar resposta cabal às especificidades da Profissão Docente.
Nessa perspetiva, há alguns anos atrás foram apresentadas petições à Assembleia da República no sentido da criação da Ordem dos Professores, mas, as mesmas, depois de devidamente tramitadas de acordo com os procedimentos legais e regimentais, não lograram obter deliberação favorável. É certo que, durante muito tempo após o 25 de abril de 1974, ainda havia quem conotasse as ordens profissionais com o deposto Estado Novo, dotado de uma Câmara Corporativa, e esse facto não terá, então, ajudado ao respetivo voto favorável. Porém, a atual Constituição da República (no seu art. 267º) prevê expressamente a existência de ordens profissionais que designa por “associações públicas”, conquanto estas não exerçam “funções próprias das associações sindicais”.
Esta possível confusão entre atribuições e competências, ou seja, entre aquilo que é escopo de uma ordem profissional e o que está constitucionalmente reservado aos sindicatos (v. g. “exercer o direito de contratação coletiva” – nº 3, do art. 56º da CRP – para “a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores” – nº 1, do mesmo artigo) parece levar alguns dirigentes sindicais docentes a “recearem” a formação da Ordem dos Professores. Salvo melhor opinião, essa mundividência parece-me infundada, pois, a avaliar, por exemplo, pelo caso dos médicos e dos enfermeiros, aquilo que se tem verificado é uma grande convergência na ação entre as respetivas ordens e sindicatos. Pois, não sendo competência das ordens a entrega de pré-avisos de greve, temos visto, repetidas vezes, os bastonários com intervenções públicas bastante politizadas e, se não a apelarem à greve, pelo menos a solidarizarem-se com ela.
No caso dos Professores, há quem considere que não há necessidade de uma Ordem, na medida em que, tradicionalmente, as suas organizações sindicais sempre apresentaram preocupações de caráter ético, deontológico e de profissionalidade, tendo até oferecido primeiramente jornadas pedagógicas e ações de formação contínua, mesmo quando esta não era obrigatória, nem financiada por fundos europeus. Seja como for, sendo certo que os professores têm razões para se sentirem atacados, desvalorizados e desrespeitados por sucessivos governos, não é menos certo que esse ataque, ao seu Estatuto Socio Profissional (ECD), só não foi levado às últimas consequências (v. g. no caso do Governo Sócrates/Maria de Lurdes Rodrigues) porque souberam ultrapassar divergências sindicais, então existentes, e foram capazes de coletivamente convergirem no essencial. O que, aliás, também, então, se verificou com movimentos surgidos na blogosfera.
Passada uma dezena de anos sobre essa histórica movimentação, os Professores voltam a sentir a necessidade de saírem à rua em uníssono! Não que o sentimento de revolta seja agora tão grande e tão generalizado como o foi então. Porém, pese embora a disponibilidade dos senhores Secretários de Estado em reunirem amiúde com as organizações sindicais (já que o Sr. Ministro parece ter “desaparecido” das negociações, mesmo se o 1º Ministro delegou recentemente nele receber os sindicatos) as reuniões ou não são formalmente de carater negocial, ou, se o são, não tem sido possível chegar a acordo, v. g. quando as matérias têm incidência financeira ou, nem sequer ainda existiram reuniões formais, como é o caso relativamente a um regime específico de Aposentação.
Nestas circunstâncias, resta aos professores e educadores participarem na Manifestação Nacional do próximo dia 19 em Lisboa, convocada por todos os sindicatos de professores, exceto um. A avaliar pelo elevado número de inscrições nos autocarros que estão a ser alugados por todo o país, será um dia marcante na defesa da Profissão Docente.
Presidente da Pró-Ordem
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Mai 10 2018
Há risco de alunos acederem a dados internos do ministério e das escolas
A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência diz que há alunos com privilégios de acesso à internet em escolas que só deveriam ser de professores e administrativos, o que constitui “um risco de segurança gravíssimo” .
Há escolas que estão a dar aos alunos privilégios de acesso à internet que só deveriam ser de professores e administrativos. A alerta parte da própria Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), que o usa para justificar os bloqueios na rede da educação das últimas semanas, e que numa mensagem recente enviada aos diretores escolares lembra que a situação se “afigura como um risco de segurança gravíssimo”, por poder expor aos estudantes informação dos servidores das escolas e dos sistemas do Ministério da Educação.
…
Quanto a testes, Filinto Lima adianta que os enunciados não estão disponíveis nos servidores e que os exames nacionais são sempre entregues pela polícia fisicamente. Quanto às provas de aferição que estão a decorrer este mês, “são enviadas pela internet”. Já Arlindo Ferreira, diretor do agrupamento de escolas Cego do Maio, da Póvoa de Varzim, e autor do blogue Arlindovsky, onde publicou a mensagem da DGEEC, lembra que os privilégios dos professores e administrativos no acesso à internet têm que ver com a velocidade de navegação, embora não saiba se “um especialista em informática consegue chegar a outra informação por ter acesso a essa rede”.
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Mai 10 2018
Pagamos, e ainda andamos a pagar, por uma crise da qual não tivemos culpa nenhuma. Não me venham com a treta do viver acima das possibilidades, que foi o povo que elegeu os que o desgovernaram, ou qualquer coisa do género. Todo isso apenas serve para desresponsabilizar os verdadeiros culpados.
Qualquer professor que tenha começado a trabalhar antes da primeira metade da década passada, já devia estar posicionado dois ou três (conforme os casos) escalões acima da atual posição remuneratória.
Esta, é, apenas, uma das razões de se andar farto disto tudo…
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Mai 09 2018
Para verificar a validação das candidaturas não existem contratos de trabalho nos processos individuais, apenas declarações de tempo de serviço.
Quase todas a dizer:
… prestou funções docentes nas atividades de enriquecimento curricular
… leccionou…
… professor das atividades de enriquecimento curricular…
Um técnico não lecciona, não presta funções docentes, nem é professor.
Espero ter sido claro. 🙂
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Mai 09 2018
…ou é “técnico” ou não… para se ser “técnico” é necessário uma licenciatura ou mestrado em ensino?
O professor de AEC contratado por um agrupamento de escola, na plataforma SIGHRE do Ministério, através de um concurso onde foi exigida profissionalização num determinado grupo de recrutamento é técnico? É 3ª prioridade?
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Mai 08 2018
Iniciativa legislativa | Consideração integral do tempo de serviço docente prestado durante as suspensões de contagem anteriores a 2018, para efeitos de progressão e valorização remuneratória
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/ILC-final-2.pdf”]
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Mai 08 2018
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Mai 08 2018
Contratados que perderam a oportunidade de concorrer ao “abrigo” da norma travão…
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Mai 08 2018
Uma rede de internet nas escolas do Século XX.
Muito motivador para implementar tecnologia do Século XXI.
Na última semana assistiu-se a uma forte degradação do acesso à Internet de todos os locais servidos pela Rede Alargada da Educação (RAE). Tal degradação foi sentida em todas as escolas, organismos centrais e regionais do Ministério da Educação (ME) e no acesso externo a portais e sistemas de informação do ME.
Tal degradação deveu-se a um comportamento anómalo das regras existentes no software que gere as interligações físicas de todos os locais e que faz também a gestão da largura de banda e de segurança a toda a rede.
Foram envolvidas quatro equipas técnicas na análise ao problema e, não se tendo na altura identificado qual das regras estaria a causar problemas, partiu-se para a criação de novas regras de raiz. Este trabalho foi realizado nos dias 02 e 03 de maio e o constrangimento sentido nestes dias já se deveu ao facto de todo o tráfego estar concorrencial – ou seja: todos os alunos, professores, serviços e portais concorriam, com igualdade de critérios, ao acesso à Internet.
A situação ficou totalmente resolvida sensivelmente pelas 15 horas do dia 03 de maio.
Contudo, e apesar de ainda não termos todo o diagnóstico efetuado, admite-se que o problema também possa ter surgido pelo facto de muitas escolas estarem a colocar os alunos com privilégios nas redes de professores e administrativos. Como é sabido, a largura de banda nacionalmente disponível não é a suficiente para conferir, em igualdade concorrencial, todos os perfis das comunidades educativas. Como tal, a DGEEC decidiu priorizar os acessos provenientes de determinados perfis de utilizadores. Esse processo, que designámos por “Nova matriz de conetividade” foi iniciado há um ano e, neste momento, 628 estabelecimentos com a rede gerida pela DGEEC já procederam a essa migração. Restam 530 estabelecimentos por migrar (que podem ser consultadas neste link) e, em alguns destes, os alunos estão a ser autenticados na rede como professores ou administrativos. Ora, tal situação, além de se afigurar como um risco de segurança gravíssimo – na medida em que pode expor aos alunos acessos diretos aos servidores das escolas e aos sistemas de informação do ME – faz também com que as métricas que definimos centralmente para a fluidez dos professores e administrativos seja seriamente colocada em causa. Nesta medida, e durante a fase de degradação, foram as redes de professores e administrativos as que foram mais severamente atingidas. Com o crescente agravar de condições, a degradação alastrou às redes das escolas que ministram o 1.º ciclo, às redes das Salas TIC, aos organismos centrais e regionais do ME e, por fim, ao acesso externo aos sistemas de informação do ME.
Assim sendo, voltamos a apelar a todas as escolas que ainda não migraram para a nova matriz (identificadas no ficheiro em anexo) que realizem tal ação, mediante agendamento no Portal de Apoio TIC (https://apoio.dgeec.mec.pt).
Por último, e atendendo aos milhares de chamadas e às centenas de mensagens de correio eletrónico que recebemos e às quais, por vezes, já não tínhamos capacidade de resposta, agradecemos a vossa compreensão e lamentamos o sucedido.
Cumprimentos,
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Mai 08 2018
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Mai 08 2018
Vaga para docente de Estudos Portugueses na Universidade de Los Andes em Bogotá.
No âmbito de um Protocolo de Cooperação entre o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., e a Universidade de Los Andes, encontra-se aberta uma vaga para Docente de Estudos Portugueses, a exercer funções no Departamento de Línguas e Estudos Sociais da Faculdade de Ciências Sociais e na Faculdade de Artes e Humanidades em colaboração com a Cátedra Fernando Pessoa naquela Universidade.
A seleção dos candidatos será feita por um painel composto por elementos do Camões, I.P., e da Universidade de Los Andes.
Os candidatos de perfil mais consentâneo com o lugar a preencher serão submetidos a uma entrevista.
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Mai 08 2018
O Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros da Universidade de Aix-Marseille aceita candidaturas para docente de língua e cultura portuguesas (contratação e seleção pela Universidade). Mais informações em: (anexo com a descrição infra).
APPEL A CANDIDATURES
L’Université d’Aix-Marseille recrute, pour son Département d’Etudes portugaises et brésiliennes un LECTEUR DE LANGUE PORTUGAISE.
QUALIFICATIONS : Les candidats doivent être titulaires d’un Doctorat
PRE-REQUIS : Portugais Langue Maternelle
DUREE DU CONTRAT : Une année universitaire 1 septembre 2018/30 août 2019 – Contrat renouvelable en 2019-2020.
TEMPS DE SERVICE EN PRESENCIEL : Septembre-avril + 15 juin/10 juillet
REMUNERATION SERVICE STATUTAIRE : environ 1200 euros par mois sur 12 mois
OBLIGATION DE SERVICE STATUTAIRE : 200 heures de cours par an
LOGEMENT : Studio en résidence universitaire (entièrement équipé, tous frais inclus) – 500 euros/mois
SERVICE : Selon spécialité du candidat : enseignement de la langue et de la culture de langue portugaise
EXPÉRIENCE SOUHAITÉE : un an minimum d’enseignement dans le supérieur
DELAI DE REMISE DES CANDIDATURES: 18 mai 2018
Merci d’adresser vos candidatures (CV + lettre de motivation en français et portugais + copie certifiée des diplômes) à
[email protected] et [email protected]
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Mai 08 2018
Despacho que determina o calendário de adoção de manuais escolares para 2018 e altera o despacho n.º 11421/2014, de 11 setembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação atual
A Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto, na sua redação vigente, e o Decreto-Lei n.º 5/2014, de 14 de janeiro, preveem que o calendário de adoção de manuais em vigor pode ser alterado, no sentido de alargar o período de vigência da adoção de manuais escolares, tendo em vista, nomeadamente, ajustar e regularizar no tempo o procedimento de adoção dos manuais escolares.
O Anexo I do Despacho n.º 11421/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, alterado pelos Despachos n.os 15717/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 251, de 30 de dezembro, 4734-A/2015, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 88, de 7 de maio, e 13331-A/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 214, de 8 de novembro, estabeleceu o calendário de adoção de manuais escolares relativo aos anos de adoção de 2015 a 2022.
Com o presente despacho procede-se à suspensão do processo de adoção de novos manuais escolares nas disciplinas do 3.º, 7.º anos de escolaridade do ensino básico e de Biologia e Geologia do 11.º ano de escolaridade dos cursos científico-humanísticos do ensino secundário, a realizar no ano de 2018, constante do Anexo I do Despacho n.º 11421/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação vigente, e prorroga-se, em conformidade, o período de vigência dos manuais escolares atualmente adotados naquelas disciplinas e anos de escolaridade.
Neste quadro, torna-se necessário proceder à alteração do calendário de adoção de manuais escolares constante do Anexo I do Despacho n.º 11421/2014, de 11 de setembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação vigente.
Foram ouvidas a Igreja Católica, através da Conferência Episcopal Portuguesa e as entidades representativas dos editores e livreiros.
Assim, ao abrigo do estabelecido no disposto no artigo 35.º da Lei n.º 47/2006, de 28 de agosto, na sua redação vigente, no disposto nos artigos 3.º, n.º 1, e 14.º, n.º 2, do Decreto-Lei n.º 5/2014, de 14 de janeiro, e no uso dos poderes que foram delegados pelo Despacho n.º 1009-B/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 13, de 20 de janeiro de 2016, determino o seguinte:
1 – No ano de 2018, com efeitos a partir do ano letivo de 2018-2019, é suspenso o processo de adoção de novos manuais escolares nas disciplinas do 3.º, 7.º anos de escolaridade do ensino básico, a que se refere o Anexo I do Despacho n.º 11421/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação vigente.
2 – É prorrogado, até data a determinar por despacho do membro do Governo com competência para o efeito, o período de vigência dos manuais escolares atualmente adotados nas disciplinas e anos de escolaridade a que se refere o número anterior.
3 – No ano de 2018, com efeitos a partir do ano letivo de 2018-2019, é suspenso o processo de adoção de novos manuais escolares na disciplina de Biologia e Geologia do 11.º ano de escolaridade dos cursos científico-humanísticos do ensino secundário, a que se refere o anexo I do Despacho n.º 11421/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série n.º 175, de 11 de setembro, na sua redação vigente.
4 – É prorrogado, até data a determinar por despacho do membro do Governo com competência para o efeito, o período de vigência dos manuais escolares atualmente adotados na disciplina e ano de escolaridade a que se refere o número anterior.
5 – Em caso de inexistência de manuais avaliados com a menção de Certificado, a adoção de manuais escolares para o ciclo, o ano de escolaridade e a disciplina em causa efetua-se de acordo com os procedimentos legais e regulamentares em vigor, designadamente os critérios de apreciação constantes do Sistema de Informação de Manuais Escolares do Ministério da Educação.
6 – O presente despacho entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.
5 de maio de 2018. – O Secretário de Estado da Educação, João Miguel Marques da Costa.
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Mai 07 2018
Um dia, mudou a minha vida. Uma professora. Disse-me que a empatia e a paciência eram as armas mais nobres que um professor podia usar.
Na altura, há muitos anos, não entendi. Eu pensava que era importante o conhecimento científico, a matéria e algum controlo do grupo. Hoje, depois de centenas de escolas visitadas, entendo um pouco melhor o que a professora quis dizer e tento colocar isso no trabalho nas escolas.
Tenho muita pena, de que alguns docentes já estejam rendidos. Infelizmente, terá sido mais forte do que eles. Há alguma desvalorização de uma profissão tão nobre e importante. Todos reconhecemos.
Mas, infelizmente, alguns dos que têm poder de decisão, não agem em conformidade. Tenho pena quando alguns docentes parecem não poder ouvir falar em empatia, e, muito menos, em paciência.
Eu próprio, tenho momentos difíceis. Perante grupos de alunos que não corresponderam como desejava. E é sempre uma professora a resgatar a minha esperança. Periodicamente, um pouco por acaso (será?) surgem nas sessões professoras capazes de me inspirar. E todas trazem nas palavras, ou nos gestos, um pouco das palavras dessa professora empática e persistente.
Cada aluno é uma realidade. Ouvir torna-se pouco. Ouvir torna-se vago. Cada realidade precisa de alguém capaz de escutar. Escutar com a cara, com o corpo, com o cérebro e, principalmente, com o coração.
Também os professores precisam de alguém que seja empático com eles. Mas na relação com os alunos, terão de ser eles a fazer esse papel. A tomar a iniciativa. A serem, no fundo, os adultos. E os profissionais.
Fica a reflexão para os educadores que ainda não desistiram. Ficam as perguntas que encontro para me dar força. Ficam as questões adaptadas do testemunho das professoras e professores que vão mudando a minha vida, num rasgo de nobreza, esperança e num sopro capaz de avançar este navio com vela triangular para águas mais transparentes.
- A sua linguagem corporal, mostra que está a escutar?
- Está com atenção à sua linguagem corporal?
- Afetivo, cognitivo…tem tido atenção às componentes da empatia?
- Tem lido sobre os neurónios espelho?
- Tem estado com capacidade de focar numa questão?
- Está a ler com atenção, ou para descobrir aqui no artigo algumas falhas?
Ser empático não é desculpar tudo. Nem perdoar atos graves. É seguir o exemplo dos melhores professores. Boa semana e obrigado por continuarem a inspirar. Já sabe, demasiadas queixinhas, desfocam da empatia e só vão atrair uma plateia de pessoas tristes. Ninguém quer saber de queixinhas (só os tristes). O mundo precisa dos empáticos e dos persistentes.
Alfredo Leite
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Mai 06 2018
Dizem os estudos que 3,5 é o número de vezes que os irmãos se pegam por hora. Ou seja, a cada quinze minutos, ouvimos Oh, mãe, ele está a chatear-me e Não sou eu, é ela!.
Os conflitos entre irmãos são um dos grandes motivos de stresse e cansaço dos pais, para quem o maior objetivo é que os filhos se deem bem e sejam amigos para a vida.
Neste livro, Magda Gomes Dias traz-nos um novo olhar sobre as dinâmicas familiares e a relação que os filhos criam entre eles, fugindo de clássicos como Não batas no teu irmão que vais apanhar por cima ou Agora deem um beijinho, peçam desculpas e façam as pazes. Já passou.
Nestas páginas estão reunidas as melhores ferramentas para, enquanto pais, entendermos porque não existem relações isentas de conflito, olharmos para as necessidades de cada filho e promovermos a reparação e a conciliação dentro da nossa família.
Com casos reais, exercícios práticos e conselhos, Magda Gomes Dias prova-nos que, se educar uma criança é um desafio grande, educar irmãos é-o ainda mais, mas é possível fazê-lo em harmonia, gerindo diferenças, conciliando personalidades opostas e ajudando cada filho a sentir-se único, tendo a noção de que é escutado e amado.
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Mai 05 2018
Os professores das AEC são contratados pelos Agrupamentos de Escola, em concurso público lançado na plataforma do SIGRHE para cumprirem funções em escolas públicas, com alunos do setor público, com fundos públicos, devidamente habilitados para estas funções letivas em Grupos de recrutamento para a docência. Os agrupamentos de escolas precisam de professores licenciados para serem técnicos ou professores das AEC, para servirem as necessidades do sistema. Grande parte aufere menos de 300 euros mensais, pois têm horários reduzidos, sendo os precários do sistema de Ensino.
O tempo de serviço em AEC sempre relevou para efeitos de concurso docente e para 2º prioridade se estes colegas fossem profissionalizados, ou seja, só é contabilizado o tempo de serviço em AEC desde que os candidatos, à data em que prestaram serviço nessas atividades, fossem detentores de uma qualificação profissional para a docência” como diz a legislação.
O Aviso de Abertura do Concurso, que anexo no mail, publicado em Diário da Republica, decreta que o tempo de serviço em AEC releva para efeitos de segunda prioridade no concurso docente,na alínea f) mas agora o manual de validação enviado para as secretarias das escolas CONTRADIZ a informação publicada em Diário da Republica, violando o que foi estabelecido por lei.
Assim, o Ministério da Educação comete erro crasso ao dar indicações às escolas, no manual de instruções de validação do concurso docente(pág. 22), para não considerar o tempo de serviço prestado nas AEC( Atividades de Enriquecimento Curricular), como tempo de serviço que releva para segunda prioridade, empurrando milhares de docentes que têm vindo a servir as necessidades da escola pública nos últimos anos, lecionando nas escolas do 1ºciclo de forma precária, para a 3ºprioridade, que representa um despedimento coletivo, em massa. Isto é muito grave, pois estes docentes NUNCA mais poderão trabalhar na escola pública! ISTO É MUITO GRAVE!
Isto acontece ao mesmo tempo em que:
Outro aspeto que agrava o que está a acontecer é que:
2. Existem horários de AEC atribuídos aos docentes de quadro para preencher horários zero ou para completar horários incompletos. A estes, AEC conta de forma igual para a prioridade do concurso.
Os professores precários que sempre serviram a escola pública não aceitam esta armadilha do Ministério, que os está a empurrar, inexplicadamente, para terceira prioridade(desemprego garantido), ao mesmo tempo que dá segunda prioridade a profissionais que nunca lecionaram um dia sequer na escola pública.
O ME não pode contrariar o que foi publicado em Diário de República, no Aviso de Abertura do Concurso, devendo esclarecer as escolas, a tempo útil, para considerar estes docentes de AEC segunda prioridade.
Não se admite esta contradição da lei nem se admite e justifica este DESPEDIMENTO COLETIVO E EM MASSA DE DOCENTES QUE TÊM VINDO A SERVIR AS NECESSIDADES DA ESCOLA PÚBLICA.
SE O MINISTÉRIO NÃO RECUAR, NUNCA MAIS PODERÃO LECIONAR NA ESCOLA PÚBLICA.É MUITO GRAVE!
05 de Maio de 2018
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Mai 05 2018
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Mai 05 2018
Fenómeno Educacional – Provas de Aferição a Disciplinas sem programa (o obscurantismo do sistema)
Aproxima-se a realização das Provas de Aferição (para os alunos, nem de aflição), este ano, pela primeira vez nas disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica no 2.º ciclo (5.º ano de escolaridade).
Nas últimas dezenas de anos tem aumentado a implantação da sociedade da tecnologia, da automação, da robótica, da inteligência artificial e da manufaturação, neste país (nesta selva onde tudo é possível e alguns fazem tudo o que querem e nada lhes acontece), mas no sentido inverso têm caminhado as políticas educativas dos vários Ministérios da Educação, ao diminuírem as cargas horárias e/ou acabarem com as disciplinas artísticas, artesanais/manuais e tecnológicas no ensino básico obrigatório, bem como têm reduzido e/ou eliminado os investimentos em recursos humanos, instalações, equipamentos e materiais de consumo diversificados.
No 2.º ciclo foram reduzindo a carga horária da disciplina de Trabalhos Manuais até acabarem com ela e reduziram a carga horária da disciplina de Educação Visual. Criaram uma disciplina de Educação Visual e Tecnológica com menos carga horária e por fim retiram dela o par pedagógico (2 professores por turma/sala). Separaram-nas voltando a reduzir a carga horária e com um professor com os alunos da turma toda ao mesmo tempo, a funcionarem numa “autentica batalha campal” para uma disciplina que deveria ser eminentemente prática e com utilização de equipamentos e ferramentas. Para o próximo ano letivo, ao abrigo da “autonomia” (mini-selva) podem as Escolas diminuí-las ou até eliminá-las.
No 3.º ciclo diminuíram a carga horária até acabarem com a disciplina de Trabalhos Oficinais e com a divisão da turma em 2 grupos com 2 professores. Substituíram-na pela disciplina de Educação Tecnológica com uma reduzida carga horária e apenas com um professor para os alunos de toda a turma para darem continuidade à “batalha campal”. Finalmente extinguiram-na pura e simplesmente, possibilitando a oferta de disciplinas pela referida “autonomia” dos interesses “duvidosos” também já instalados nas Escolas.
Posto isto, regresse-se às Provas de Aferição a realizar nas disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica, nos seguintes termos:
– Disciplinas sem programa, mas com Metas, ou seja, o Ministério da Educação manda os professores lecionarem as disciplinas sem definir programas individuais para elas, contudo define Metas a atingir obrigatoriamente, reportando para que sejam organizadas as atividades daquelas disciplinas com base num programa de uma disciplina que já não existe e está completamente desatualizado com dezenas de anos (o da disciplina de Educação Visual e Tecnológica), ou seja, não serve para ser lecionada, mas serve para “esventrar” o seu programa;
– Deverão os professores apoiarem-se no programa da antiga disciplina de Educação Visual e Tenológica que tinha mais carga horária e par pedagógico (2 professores por turma), “inventando”, “desenrascando”, “assegurando” o que o Ministério da Educação não tem competência e nem sabe fazer ou o que é um programa para cada uma daquelas disciplinas;
– Em cada Escola são os professores a “parirem” programas para estas disciplinas com o intuito de preparem os alunos para uma Prova de Aferição nacional cujos moldes desconhecem por completo e para as quais não lhes foram dadas quaisquer orientações nem sequer matrizes/informações/exemplos de provas relativamente aos conteúdos programáticos.
Pergunta-se/Questiona-se:
– Como é possível obrigar os alunos a realizarem uma Prova de Aferição em disciplinas onde nem sequer existe programa? Em centenas de disciplinas nos vários ciclos são as 2 únicas disciplinas que não têm programa.
– Será que a realização da Prova de Aferição nestas disciplinas sem qualquer tipo de orientação é para avaliar a capacidade dos respetivos professores que as lecionam relativamente à incompetência do Ministério da Educação? Certamente com eles aprenderão o que não sabem, pois a maioria dos professores são os mais antigos e experientes no sistema educativo e estão diretamente relacionados com a capacidade de trabalho, organizativa e produtiva.
– Onde estão os encarregados de educação e a sua preocupação com o que o Ministério de Educação manda fazer aos seus educandos para avaliar os professores (ou o sistema falido, como o país)? Estarão certamente preocupados com o que os professores mandam fazer aos seus educandos e com o que lhes exigem relativamente aos comportamentos e atitudes corretas que devem ter e não têm na sala de aula, especialmente nas disciplinas práticas, em que é preciso transformar materiais utilizando técnicas complexas e diversificadas.
– Se isto se passasse com as disciplinas ditas “importantes”, o que já teria acontecido e quantos “experts na matéria” já tinham vindo “partir a louça toda” e defender o “ego”? Aqui se vê a importância das diferentes disciplinas (teóricas ou práticas) e porque é que os alunos não querem esforçar-se no trabalho produtivo, em que o Ministério da Educação é o primeiro a desvalorizar as componentes artísticas, tecnológicas e artesanais, salvo as áreas desportivas, musicais e da representação (relacionadas com o espetáculo). Não esquecer que tudo o que existe e que é utilizado é sempre produzido, mas para ser concebido é necessário saber ver (EV) e saber fazer (ET).
O Ministério da Educação com este tipo de política educativa vem, mais uma vez, desvalorizar, enxovalhar e nitidamente extinguir os já poucos professores das antigas disciplinas de Trabalhos Manuais e Trabalhos Oficinais e os atuais professores das disciplinas de Educação Visual e de Educação Tenológica, não aproveitando mínima e adequadamente as suas valências. O Ministério da Educação não soube fazer os programas das disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica, mas sabe fazer Provas de Aferição para as avaliar e vir colocar em causa o que os professores lecionaram aos seus alunos, mandando depois às Escolas os relatórios incriminatórios.
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Mai 05 2018
Na sequência do artigo “Soma de disparates”, da autoria de Marco Capitão Ferreira, no passado dia 2 de maio, no jornal Expresso, o grupo “Docentes Lesados a 25 de agosto” fez chegar um esclarecimento,
através dos seus advogados, ao diretor do Expresso e em que invocaram o Direito
de Resposta.
Fica aqui o esclarecimento que o Grupo nos fez chegar…
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/DL25AGO-Direito-de-Resposta-sobre-Soma-de-disparates-de-Marco-Capitão-Ferreira.pdf”]
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Mai 04 2018
Porque muitos foram os que manifestaram vontade em ler o “dito”, aqui fica “ele” para que todos o leiam…
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Parecer-da-Procuradoria-Geral-da-República-relativo-à-contabilização-do-tempo-de-serviço-anterior-à-profissionalização-para-efeitos-do-reposicionamento-docente-.pdf”]
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Mai 04 2018
Que se deu uma vaga de demissões no JNE? Pergunto, por não saber e porque, a esta altura do campeonato, seria algo a lembrar a demissão da ex-dgae mesmo antes dos concursos.
Não sei se o erro de cálculo dos tempos nas provas de aferição práticas possam ter alguma coisa a ver com essa suspeita de uma vaga de demissões.
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Mai 04 2018
https://www.arlindovsky.net/2018/04/6333-a-caminho-das-10-000-assinaturas/
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/ILC-final-1.pdf”]
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Mai 04 2018
Já o ano passado alguns professores receberam como resposta que o tempo de serviço nas AEC não contava para a 2.ª Prioridade do concurso Externo.
Este tempo de serviço sempre foi considerado para efeitos da 2:ª prioridade, mas desta vez torna-se explícito no manual de validação das candidaturas que não conta.
No entanto o aviso de abertura do concurso diz o seu contrário:

Mais uma vez se assiste a uma inversão de posições ao que o próprio aviso de abertura do concurso diz.
Mas tendo em conta que uma boa jurista está com esta pasta da educação é muito provável que seja tudo perfeitamente legal. 🙂
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