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Claro que há reuniões importantes! – Alfredo Leite

 

Claro que há reuniões importantes!

Claro que o trabalho colaborativo entre os docentes, começa a ganhar cada vez mais sentido, logo, felizmente, cada vez mais adeptos.

Mas alguém duvida de que existem muitas reuniões onde se perde demasiado tempo? O tempo, esse bem cada vez mais precioso, não é mal tratado? É.

Por vezes, por incompetência de quem prepara a reunião. Ou, simplesmente, por falta de jeito para estruturar com antecedência os objetivos. Falamos de liderança. E de falta dela.

No final de uma boa reunião, a questão “qual é a próxima ação?” deve estar clara na cabeça de todos. Isso começa numa boa preparação.

Abençoados os líderes que preparam bem as reuniões.

Outro motivo comum para reuniões inúteis, é a ação perversa, quase guerrilheira, do “chato de plantão”.

Aquele participante que é do contra e que não tem uma atitude positiva.

Aquele docente que, talvez por não ter nada melhor para ocupar o seu tempo, espera pelo momento certo -para ele!- para dizer que não concorda, não entende, ou, simplesmente, que não está nada bem…

Nada?

Nada?!

Abençoados os docentes que tentam focar nos pontos positivos.

Conheço bem este tipo de docente, o “complicado”. Encontro-o de vez em quando, nas (trans) Formações que levamos às escolas. Eles, uma minoria, que no entanto, pode ser -muito!- barulhenta, também não está a escutar a Formação. Como não escuta a reunião. Ele ouve. Só ouve. Para depois criticar. Gastando assim o tempo de todos.

Há traços culturais capazes de estragar uma reunião. Desenrascar, não é um bom caminho. Falta de pontualidade também não.

Se formos, por exemplo, perfeccionistas, isso também pode virar-se contra nós. Se pode fazer numa hora, não faça em duas.

O pessimismo (aquela profecia que se realiza a si mesma) também pode ferir uma reunião de docentes.

Abençoados os docentes que enfrentam as reuniões com o espírito aberto.

Por vezes, estou a dinamizar uma Formação numa sala e, na sala ao lado, há um diretor da reunião, com dificuldade em começar a reunião, porque o grupo não colabora…

Abençoados os docentes que levam o espírito aberto para as reuniões, tentando não dificultar a tarefa do dinamizador.

Nas nossas ações com docentes, quer sejam Colóquios, Oficinas ou Formações, fazemos tudo para ser práticos. Claros. Sem a chamada “palha”. E acreditam que há quem não gosta? Há quem prefira “palha”, longas apresentações, teorias atrás de teorias, frases feitas…

Falamos de temas demasiado importantes (Prevenção da Indisciplina na Escola Atual, Flexibilidade Curricular na Prática, Gestão de Stress e Inteligência Emocional para Docentes, As Competências do Professor do Futuro, Educar com Otimismo – Psicologia Positiva Aplicada,…)para perdemos tempo a “encher chouriços”.

Os docentes merecem o melhor. Boas reuniões, excelentes Formadores, sessões organizadas, objetivos claros e dinamismo.

Abençoados os docentes que organizam reuniões simples, com pontos bem definidos, com chamadas de ação bem determinadas.

Quatro pontos para reflexão final:

  • O que queremos atingir com a reunião?
  • É necessário virem todos?
  • Quais os três objetivos principais?

E no final:

  • Qual é o próximo passo?

Boas reuniões para todos! Menos para o “chato de plantão”. Esse, já se auto-sabotou. Ou será sem hífen?

Alfredo Leite

 

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O Que Mudou na Legislação Desde Então (AEC)?

Esta nota informativa da DGAE foi feita para o concurso externo de 2012.

Desde essa altura já se mudaram as prioridades do concurso externo, criando uma primeira prioridade para quem reunia os requisitos para a vinculação através do concurso externo anual, no entanto a antiga primeira prioridade que passou atualmente para a segunda nunca foi alvo de alteração a não ser na duração do tempo de serviço para a obter. Primeiro “ter exercido funções docentes num dos dois últimos anos” para “ter exercido funções docentes em 365 dias nos últimos 6 anos escolares“.

E o que dizia em 2012 era o seguinte:

O que dizia nessa altura a alínea a) do n.º 3 do artigo 13.º?

 

3 — Os candidatos ao concurso externo são ordenados, na sequência da última prioridade referente ao concurso interno, de acordo com as seguintes prioridades:

a) 1.ª prioridade — indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam, que tenham prestado funções docentes com qualificação profissional num dos dois anos lectivos imediatamente anteriores ao da data de abertura do concurso em agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas públicos;

5 — Para efeitos do disposto na alínea a) do n.º 3, consideram-se as funções docentes prestadas nos seguintes estabelecimentos de educação ou de ensino:
a) Os integrados na rede de estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário do Ministério da Educação e das Regiões Autónomas;
b) As escolas profissionais públicas e os estabelecimentos de ensino superior público, independentemente do título jurídico da relação de trabalho;
c) Os estabelecimentos e instituições de ensino dependentes ou sob tutela de outros ministérios com paralelismo pedagógico;
d) Os estabelecimentos ou instituições de ensino português no estrangeiro, incluindo ainda o exercício de funções docentes como agentes da cooperação portuguesa, nos termos do correspondente estatuto jurídico.

 

E o que diz a atual alínea que tem a mesma semelhança jurídica da altura?

 

3 — Os candidatos ao concurso externo são ordenados, na sequência da última prioridade referente ao concurso interno, de acordo com as seguintes prioridades:

b) 2.ª prioridade — indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam, que tenham prestado funções docentes em pelo menos 365 dias nos últimos seis anos escolares, nos estabelecimentos referidos no número seguinte;

4 — O disposto na alínea b) do número anterior é aplicado aos docentes que tenham exercido ou exerçam funções em:
a) Estabelecimentos integrados na rede pública do Ministério da Educação;
b) Estabelecimentos integrados na rede pública das Regiões Autónomas;
c) Estabelecimentos do ensino superior público;
d) Estabelecimentos ou instituições de ensino dependentes ou sob a tutela de outros ministérios que tenham protocolo com o Ministério da Educação;
e) Estabelecimentos do ensino português no estrangeiro, incluindo ainda o exercício de funções docentes como agentes da cooperação portuguesa nos termos do correspondente estatuto jurídico.

 

É bom que se conheça um pouco desta história, porque recentemente alguém disse que nada mudou na prioridade dos “técnicos” das AEC e que tudo se mantém igual aos últimos anos.

 

 

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Posição da FPP – AOS COLEGAS QUE EVENTUALMENTE AINDA ESTEJAM INDECISOS

 

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Recurso Hierárquico – Açores

 

 

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Vais-te Manifestar pelo que te “roubaram?

 

 

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