Parece que não são apenas as organizações sindicais que têm poder de negociar com o Ministério da Educação o diploma de concursos.
A provedoria de Justiça elabora este documento com algumas das queixas que lhe fizeram e recomenda algumas mudanças.
A ler com alguma atenção.
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4 comentários
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Com tantas coisas de importância maior para a nação, anda o Provedor de Justiça a perder tempo com os concursos dos professores… Enfim!
Que comentário triste.
Este já se safou. Deve ter emprego garantido. Os que, ano após ano, lutam pela sobrevivência profissional, que passam anos e anos na precariedade sem nunca terem tido, por exemplo, umas férias descansadas por não saberem o que lhes espera no ano seguinte, não têm importância nenhuma. É caso para dizer que “As cólicas dos outros nunca me doeram”.
Coitadiiiiiiiinhos… Uma vela vou acender por ti!
Não tão triste como o teu… Nisso bates-me aos pontos, anónimo.
Devia ser permitido que docentes que tenham qualificação profissional para o Ensino através de um mestrado, possam ensinar uma outra disciplina desde que tenham o CAP e atestem capacidade para tal como acontece na Suiça. Por exemplo, um professor de um grupo onde há muito desemprego, em vez de ficar la lista de desempregados se este tem o CAP e capacidade para ensinar outra disciplina considerada suplementar porque não lhe é permitido fazer? Além de poder concorrer normalmente aquando dos concursos nacionais, ser recrutado como habilitação “suplementar”? Isto acontece em alguns países europeus e sem complicações.
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