… em especial nos grandes centros e nos QZP mais cheios.
Já o tinha dito aqui e agora alguns docentes começam a perceber.
A Mobilidade Por Doença não pode originar insuficiência da componente lectiva aos docentes dos quadros de agrupamento, mas irá retirar horários para a Mobilidade Interna.
E chegou-me este relato por e-mail para divulgação.
Não sei como está o panorama nacional, mas aqui por Viseu, os destacamento por DCE este ano são imensos ao ponto de me questionar se os agrupamentos conseguem enviar 1 ou 2 vagas para o concurso da mobilidade interna este ano! (nos anos anteriores mandavam sempre 10, 12 vagas)A colega Isabel está a mobilizar os colegas, pedia-lhe se nos pode dar uma ajuda nesse sentido.
Olá colegas, envio a dita carta, eu vou enviar, registada com aviso de receção.
para: Inspeção-Geral da Educação e CiênciaAv. 24 de Julho,1361350-346 Lisboapara: Direção-Geral dos Estabelecimentos EscolaresPraça de Alvalade, 121749-070 Lisboapara: Gabinete do Ministro da Educação e CiênciaAv. 5 de Outubro,1071069-018 LisboaDevemos unir-nos e enviar o número máximo de cartas, estamos a ser altamente prejudicadas, pois pensem se os agrupamentos têm já elevado número de professores destacados, não vão pedir mais recursos, o que significa que vagas por perto não vai haver, e nós iremos ficar a centenas de Km.Pode não servir de nada, mas pelo menos tentamos, alertamos para as situações que estão a acontecer debaixo do nosso nariz. Sei que:em Mangualde há já 12 professores destacadosZona urbana de Viseu – 42Infante D. Henrique – 12Se tiverem conhecimento quantos professores há destacados nos vários agrupamentos, vão-me enviando. Enviem para outras colegas que se encontrem na mesma situação que nós.



222 comentários
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Há muitos que não conseguem por concurso e depois conseguem através do médico de família e nem estão doentes. Se têm doentes em casa… mas isso não teremos todos! A MPD tal como está é uma vergonha. Pelo menos devíamos impor a criação de juntas médicas para avaliar todas os casos e quem mentiu fosse realmente punido com um processo disciplinar a valer.
O meu Distrito está cheio e encontra se num QZP enorme…
Nao Condeno quem realmente é doente ou tem familiar nessa situação, antes pelo contrario, mas à minha volta só vejo colegas cujo único desejo é ficarem à porta de casa alegando doenças ridículas. Muitos com graduação bastante inferior à minha, pertencentes inclusive a outros QZP.
Não sou propriamente uma pessoa saudável, mas enquanto eu puder, faço questão de ir trabalhar para onde sou efectivamente colocada, de cabeça erguida!
É uma vergonha o que se passa em muitos casos. Sou a favor que todas essas pessoas sejam chamadas a uma junta médica competente!
se vê casos desses deve denunciá-los!
Ora a MPD é referente ao ano letivo 2015/2016. Até 31/08/2015, o docente mantém-se no AE de provimento ou de colocação, apresentando-se no AE para onde requereu a MPD em 01/09/2015.
As vagas à Mobilidade Interna devem ser sinalizadas para concurso pela Direção, não contando com os docentes que tenham ou venham a ter MPD, dado que os mesmos só pertencem ao AE em 01/09/2015.
Assim e de acordo com o Despacho n.º 4773/2015, de 8 de maio, diz:
8 — A mobilidade dos docentes ao abrigo do presente despacho não pode originar insuficiência ou inexistência de componente letiva dos docentes do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada onde seja efetuada a colocação.
9 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, é atribuída componente letiva quando o destacamento tenha por fundamento a situação de doença do cônjuge ou da pessoa que com aquele viva em condições análogas às dos cônjuges, dos ascendentes ou dos descendentes, ou sempre que a situação da sua própria doença o permita.
A partir de 01/09/2015, antes de lançar a vaga a concurso, nas vagas que venham a existir, deve ser perguntado ao docente colocado por MPD, se o destacamento é:
– pelo cônjuge, por ascendente ou descendente – não pode lançar a vaga a concurso e atribui-lhe C.L.;
– se é pelo o próprio – tem de este manifestar se aceita ou não C.L. e caso não aceite, então é lançada a vaga para concurso.
Dado que há muitos docentes que só este ano têm destacamento por MPD, os mesmos são estranhos ao agrupamento onde foram colocados e neste momento não é possível, e não podem, ser contactados para saberem se aceitam, ou não, C.L. Como tal as vagas apuradas têm que ser manifestadas para a M.I., sob pena do Diretor estar a cometer uma ilegalidade.
Julgo ser esta a interpretação e também a de muitos Agrupamentos, tal como aconteceu este ano (2014/2015). Também foi esta a interpretação da IGEC aquando da atividade inspetiva à OAL de 2014/2015.
Espero ter ajudado.
Gostaria de falar mais sobre este assunto…
OAL de que escola? Pode dizer qual, por favor?
AE Abade Baçal, Bragança.
E acreditas nisso? Não foi o que ouvi!
Eu não compreendo o formato desta “reclamação”, porque como o Arlindo referiu, baseado na legislação, a MPD não pode tirar horários aos docentes do agrupamento, mas é óbvio que terá implicações no número de professores que serão chamados por MI. Se a questão é desconfiar das declarações/atestados médicos que os colegas apresentam, então a reclamação devia ser feita à ordem dos médicos ou exigir uma boa “fiscalização” das situações que foram deferidas. Basear a reclamação no facto de que quem fica colocado não é tão graduado como aqueles que estão a concorrer na mobilidade, não faz sentido e tem fracas possibilidades de ser atendido.
Atenção que eu também vou concorrer à MI, não estou só a dar opiniões sobre a vida dos outros, mas se alguém por MPD ficar em escolas nas quais estou interessada, terei que o aceitar, antes ficar um pouco mais longe do que ter razões para concorrer à MPD. Estar a pôr em causa este tipo de mobilidade é muito sério. Se conhecem situações fraudulentas denunciem-nas.
Concordo com a Sofia. Se sabem de casos fraudulentos façam queixa a quem de direito. Não tem pés nem cabeça este requerimento…
Concorro à MpD e quem me dera não precisar.
Boa sorte a todos na nas lutas em que estão.
Concordo com o Files…
Dizer aos médicos para irem contra os colegas médicos…acredita no que diz???
Os QZpolas estão aflitos porque os destacados por DCE lhes passam à frente mas acham-se no direito de passar à frente dos QA/QE. Ora tomem para verem como é bom!
Você é burro ou faz-se? Foram os QZP que fizeram a lei? Foram eles que decidiram concorrer à frente dos QE/QA? Você é professor? Por amor de deus…
Tome um Compensan que isso passa…ou não!
Olha o burro outra vez! Deves ser daqueles larilas, só pode!
Escusas de falar para o teu espelho!
O Zé Manel tem razão. Ninguém os obrigou a concorrer a QZP. Se estão no QZP sabem que podem ficar em qualquer escola desse mesmo QZP. Não é justo um QZP com 10 anos de serviço ficar em “casa” e um QA/QE com 20 anos de serviço não se poder aproximar de casa. Muitos não concorrem ao QA/QE porque têm ficado perto de casa.
Os QA tiveram oportunidade de passar a QZP aliás este concurso extraordinário surgiu em grande parte com esse intuito.
Ai surgiram com esse intuito? Oh que mente iluminada! Que sapiência!
Até agora foi o único concurso em que permitiram aos QA concorrerem a QZP. Não é preciso uma mente iluminada, só alguma atenção!
Foram os DCE que fizeram a lei? Você é burro ou quê?
Zé manel burro! QE e QZP são rótulos para dois professores iguais. A 1ª prioridade é para professores de carreira, independentemente do rótulo.
Está a misturar alhos com bugalhos, porque os burros têm tendência para essa confusão!
E ele insiste em zurrar para o próprio espelho!
Concordo. Todos os colegas do QZP concorrem na 1ª prioridade e os QA na 2ª . Não é respeitada a lista de graduação.Injustiça!
Concordo INTEIRAMENTE!!!
Este ano, a única maneira que arranjei de concorrer na 1ª prioridade foi voluntariar-me para MI.
Bem dito, contudo, segundo a lista de graduação há muitos QA com graduação muitíssimo inferior a muitos QZP, vai daí… Quanto a injustiças bem… elas estão por todo o lado, a começar pelos QZP que nestes dois últimos anos vincularam só ao fim de 10 e 20 e mais anos de serviço, começando a sua carreira partindo do zero que em comparação com os que começaram a carreira há 15, 20 anos ou mais. Muitos (em tempos idos) vincularam e até ficaram QA com 0 dias de serviço e uma média de curso/graduação profissional de 14 ou 15,0 ! E pior, nessa altura, quase ninguém ia efetivamente trabalhar para onde vinculava pois conseguiam destacamento; eram reposicionados na carreira mediante o tempo de serviço; o calendário escolar e as burocracias eram bem diferentes e menores; as reduções nos horários, quer pela idade quer pelo tempo de serviço eram mais que muitas; as reformas eram dadas em modo pré-reforma de modo bastante facil… E agora? Nada, vezes nada, começa tudo do zero e com exigências bem maiores! Vale a pena pensar nisto…
Há quem não concorra, vai na prioridade antes da 1ª, os da MPD
Pode ir na 1ª se se voluntariar, mas isso não lhe interessa pois não?? Os QZP não têm horário ao contrário dos QA!
O seu problema não é a falta de horário, é ficar numa escola perto de casa à custa de uma prioridade sem qualquer sentido de justiça, metida a martelo na lei, sabe-se lá por quem e com que obscuros objetivos, e que ignora completamente a graduação profissional. E não, não me venha com o argumento de que “existem muitos QZP com melhor graduação profissional do que os QA/QE”, pois tal número é bem pequeno, como facilmente se pode constatar nas listas publicadas neste blog. E mesmo que, por hipótese, todos os QZP tivessem melhor graduação do que todos os QA/QE, tal seria mais um motivo para que os QZP lutassem pela prevalência da graduação profissional em detrimento de prioridades artificiais e injustas. Mas não, só defendem a graduação profissional precisamente num dos dois casos em que tal não faz sentido, a DCE – o outro caso é a ausência de componente letiva, vulgo horário zero.
O que diz reflete a sua ignorância! No QZP2 grupo 110 se vir a lista a nível nacional perceberá que é a realidade.E sim queremos que sejam todos colocados por graduação!
Não, não quer nada disso, agora que já lhe desmontei os pseudo-argumentos é que diz querer…
A sua falta de atenção é total. Aqui fala-se da MPD não DCE. Quanto a argumentos …
DCE (Destacamento por Condições Específicas) era o nome dado ao que agora se designa por MPD. Se tem tanto tempo de serviço como diz já devia saber isso…
Os contratados também não têm horário. Assim, de acordo com o seu argumento, teriam de concorrer na primeira prioridade.
Os QA sem horário concorrem na primeira prioridade na MI!!
Sim e não é isso justo? É que para mim isso nem se põe em causa…
Estava a responder ao Zé Manel, porque parece que não quer entender, só porque lhe apetece.
Concordo consigo Zé Manel. E, também já era tempo dos professores de QA/QE começarem a lutar por uma lista de graduação na mobilidade interna (ex: por zona), porque desta forma continuo a ter colegas de QZP colocados em escolas perto de minha casa, com graduação bem inferior à minha! E, eu lá vou continuar a fazer cerca de 80 KM por dia. Basta de injustiças!…
O egoísmo dá nisto! O problema é que o sr. tem uma escola onde ficar e um QZP não tem coisa nenhuma e só vai ocupar necessidades transitórias, não ficando para sempre na escola onde é colocado tal como o sr. tem esse direito (ter sempre uma escola de colocação). Se os QA/QE ainda não se apreceberam… um QZP é praticamente um “contratado de luxo”- tem uma zona atribuída, mas não uma escola- e todos os anos pode ter de mudar de escola. Os QZP não tiram lugares aos QA/QE, mas estes tiram aos QZP.
Mentira!!!
A verdade é que os QZP em Coimbra estão há mais de 10 anos sempre em casa… E eu é que ando 120 Km por dia!!!
Estão tão revoltados com os lugares que vão perder, mas na verdade há anos que andam a tirar os lugares aos QA/QE. Agora não gostam!
Este ano houve um concurso nacional que permitiu aos QA mudarem para outra escola. Concorreu?! No meu grupo os QZP ficaram todos de fora pq eram centenas de QA a concorrer para mudar de escola. Não vi nenhum QZP a passar à frente de QA!!!!!
Há anos que os QZP podem concorrer para QE. Concorreu?
Sim mas como não houve vagas suficientes pois os QA de outros distritos ficaram com as poucas vagas que houve.
Se ficaram com as vagas é porque tinham melhor graduação profissional.Simples.
Este ano houve um concurso. Concorreu?! No meu grupo os QZP ficaram todos por colocar. Só os QA ficaram colocados nas escolas para onde concorreram. Lógica que na MI, os QA só concorrem para onde querem e os QZP têm de concorrer para todas as escolas da sua zona. Eu sou obrigada a concorrer para escolas em que a mais perto fica a mais de 20 KM de casa e ainda sou obrigada a concorrer para escolas de outro distrito que acrescentaram ao meu anterior QZP sem me perguntarem se estava de acordo. Nunca concorria para esse distrito, por isso não me queixava dos que lá ficavam. A diferença nas colocações de QZP e de QA está aqui: um QA só concorre para onde quer enquanto um QZP é obrigado a concorrer para tua a sua zona( tem mais probabilidades de ficar, mesmo que seja onde não quer).
Fácil. Mudasse para QZP, ficava com o problema resolvido.
O objetivo da criação dos QZP era exatamente o suprimento das necessidades transitórias…
Está enganado. Isto do suprimento das necessidades transitórias é recente.Mas como tem pouco tempo de serviço não o sabe.
30 anos de serviço é pouquinho, tem razão…
Então não deveria referir que os QZP foram criados para suprimento das necessidades transitórias, se realmente tem esses 30 anos.
Os QA/QE deveriam obrigatoriamente de trabalhar nos agrupamentos onde estão afetos. Há muitos QA que estão atrás de mim na lista de graduação, mas metem DCE e tiram-me o lugar na minha Zona.
Pois, e o facto de os QZP concorrerem em 1ª prioridade na MI também tiram o lugar a muita gente.. Se há tantos QA atrás de si na graduação (isso é o que todos dizem!) e continua em QZP, então é porque não quis concorrer para QA na devida altura…preferiu ficar na zona de conforto…
O que diz é falso sou QZP e sou do tempo em que concorria a uma ZONA, obrigatoriamente!
Teve muitas oportunidades de concorrer a QE…mas não lhe interessava, não é?
Sabe o que é obrigatoriamente???
Não foi sempre obrigatório e, se tem tanto tempo de serviço, já teve inúmeras oportunidades de concorrer a QA/QE…Se não concorreu foi porque não lhe convinha; se concorreu e não foi colocado é porque os que for am colocados tinham melhor graduação. É simples.
Já estive 9 anos a 1.500 Km fora da minha zona de conforto. Tenho estado, como você diz, na minha zona de conforto a fazer 200 km diariamente e dou apoio a familiares que necessitam do meu apoio. Com estas brincadeiras irei para mais longe e sim, não concorri porque se o fizesse deixaria de apoiar os que de mim dependem. Mas, terei de fazer como os outros. Neste país os justos, os que nunca se negaram ao trabalho é que ficam para trás.
Sabia que há muitos QA/QE a mais de 200 km de casa, que também possuem familiares a necessitar de apoio, mas que estão a ser ultrapassados na MI por centenas e centenas com graduação inferior mas que têm a seu favor um sistema de prioridades injusto?
Você será dos que metem DCE, dos que vivem em grandes centros, dos que não sabem o que é estar longe sem poder apoiar os familiares, não conhece o termo desertificação ….Se você tem 30 anos de serviço, eu não estou longe disso, já fiz muitos concursos. Se há tantos QA que estão a ser ultrapassados na MI, porque é que quiseram continuar como QA, tinham mudado para QZP, não quiseram, foi? Olhe, boas férias.
Muito bem fala quem nada sabe… Por acaso moro tão perto da escola onde sou QE que até costumo ir a pé, logo não estou a olhar para o meu umbigo, contrariamente à maioria. Mas tal não me impede de ter opinião. A questão não é mudar de QA/QE para QZP, a questão é não ser respeitada a graduação profissional. E à sua pergunta “porque é que quiseram continuar como QA?” eu contraponho esta: se, como afirma, não está longe dos 30 anos de serviço, já teve inúmeras oportunidades de concorrer a QA/QE; se não o fez é porque não lhe interessava; se o fez e não foi colocada é porque foram colocados os que tinham melhor graduação do que você. Tão simples quanto isto.
Desde quando a MPD respeita a graduação? Seja coerente!No caso de Bragança não abriram vagas ao contrário de outros locais em que abriram em demasia e agora esses QA com 6 anos de serviço retiram as vagas, como já me aconteceu!
1. Onde é que eu disse que a MPD respeita a graduação? Ou inventa ou não sabe ler.
2. Aos QZP só interessa o argumento do tempo de serviço quando a prioridade beneficia os da MPD mas quando a prioridade beneficia os QZP relativamente aos QA/QE já não lhes interessa.
O termo correto não é “desertificação”, é “despovoamento”.
No caso de Bragança os da MPD, grupo 110, são QA com poucos anos de serviço e que assim se aproximam de casa…então e a graduação???
Pois é, só lhe dói a fazenda quando é “ultrapassado” pelos MDP mas quando a 1ª prioridade lhe permite ultrapassar os QA/QE com melhor graduação já considera justo… Temos pena.
Decididamente a sua realidade é diferente da minha. Deve viver num grande centro! Certamente não sabe o que é concorrer todos os anos nem sabe o que é andar continuamente na estrada, nem sabe o que é ser-se continuamente ultrapassado por colegas com menos de metade do tempo de serviço e que usam a MPD como forma de aproximação, e em número cada vez mais acentuado.
Mas os colegas em Mobilidade por doença não tem ficado sempre sem componente letiva, até aqui, o que mudou este ano?
Ficam sem componente letiva, porque são colocados na sua 1º escolha e se não houver serviço ficam com 40 horas semanais, que muitas vezes é interrompido para os respetivos tratamentos e consultas em hospitais…. é raro ficaram com serviço letivo atribuido…
Tenho conhecimento de colegas que têm horário normal, com componente letiva…
Mas são poucos…
Isso é o que diz a colega.
Não ficam sem componente letiva, retiram as vagas antes de haver concurso.
Está a esquecer-se dos que ficam em MPD devido aos pais doentes, que estão sempre a seu cargo (mesmo quando vivem em casa de irmãos ou asilos)
E aqueles que têm pais a seu cargo, falta da sua própria saúde e horário zero não podendo, por isso, concorrer a MPD porque está já no seu con celho. Vai ficar sem horário e ver os outros a ocupar todos os horários do seu concelho. Ainda vai ficar mais doente.Este é o meu caso.
Eu tenho pais a meu cargo com 82 anos e com doenças da lista, mas n concorro a MPD, mesmo se concorresse não ma davam. A MPD deveria ser atestada por junta médica presencial e só ser atribuída a quem realmente precisa. Há pessoas com ligeiras deficiências que concorrem e são colocadas nesta mobilidade sem necessidade, podem deslocar-se melhor do que eu a quem problemas na coluna, tendinites num joelho e numa mão, às vezes, limitam bem a mobilidade.
Então estão a seu cargo e vivem em casa de irmãos, lares e…ANEDOTA
Os Colegas por DCE ficam com componente letiva… há colegas, por exemplo, no 1º ciclo que ficam com turma
Infelizmente há muitos a usar a MPD como aproximação à residência e como os senhores doutores não são fiscalizados…
Mudou… que foram colocados agora e como no caso da minha escola, está a ser atribuída componente letiva a um professor de MPD que é menos graduado do que eu, estando ambos no mesmo QZP. Esse colega passou-me à frente!
Infelizmente é o que mais acontece! Usam a MPD para passar à frente de colegas…
Está a ver como é bom provar do próprio veneno?
Eu sou a favor da graduação.
Veneno é o que me parece estar a destilar visto que se está tão bem em casa e é QA nem sequer concorre. Se andasse constantemente a concorrer não se pronunciava dessa forma. O que deveria acontecer era uma lista de graduação e que acabassem com QA e QZP, talvez assim alguns não falassem sobre realidades que desconhecem totalmente.
Concordo consigo mas acabe-se também com a distinção, a partir de agora não há qa, ficamos todos qazp sem escolas definidas e sem regalias em relação a área de concurso obrigatória. Todos obrigados a concorrer pelo menos a 1 qzp. Pode ser?
Por mim podia ser, assim como grande parte dos colegas QZP do grupo 110.
Ora aí está uma ideia que já não agradará a muitos.
Com comentários como estes… explica-se tanto da nódoa que é a nossa ‘classe’! Vou enviar a carta sim pelos seguintes motivos: os casos que conheço estão no final da lista e não estão doentes, nem ninguém na família; todos os casos deveriam ser situações excepcionais, conforme o é uma doença, logo nunca com componente letiva; sou penalizada por ser honesta e saudável.
Concordo com a MPD/DCE para os casos que são efetivamente válidos, concordo com a denúncia de fraudes, concordo com a fiscalização apertada de casos que sejam fraudulentos, porque há casos de pseudodoenças. Há casos em Braga de professores que pedem mobilidade para dar apoio ao pai ou à mãe e que lhes “mudam” a residência sem os mudar de sítio. Expliquem-me como isto é possível? Como é possível que se defiram pedidos deste género de situações sem as averiguar de facto?
Em Coimbra o número de “doentes” é assustador!Alguma coisa terá de ser feita.
A lista das pessoas que estão a usufruir deste destacamento não é divulgada.As pessoas com horário zero não vão ter hipóteses quase nenhumas de ter horário no próximo ano. Estes é que vão ficar doentes!!
Colega, como sabe?
São de todos os grupos?
Principalmente no 110, mas está a generalizar-se.
Abaixo assinados em força, denuncias é o que tem de se fazer
É médica para conseguir afirmar com tanta certeza que não os casos que conhece são falsos?
É vidente, ou aliás evidente. “duas centenas num grupo, numa cidade”
Agradeço que na sua carta cite o nome das pessoas que cometeram fraude, pois é grave o que afirma, ao colocar todos no mesmo barco. Se conhece situações irregulares é o seu dever denunciar. Boa sorte.
Muito se fala sobre os concursos e sobre quem passa à frente de quem! Mas antigamente também acontecia, apenas as listas “corriam” de forma separada e havia muito bom professor que nem sabia o que se passava, pois apenas olhavam para si próprios e para o que lhes interessava.
Neste momento é feito às claras e acham uma injustiça…
Não sei se é a “colega Isabel” quem escreveu esta “petição”, mas arrisca-se (tal como o Filipe e a Oriana) a levar um processo da ordem dos médicos, pois apenas está a insinuar que as declarações médicas são fraude…
Atacar a nossa classe não costuma ajudar e apenas nos separa.
As leis é que poderão estar mal… mas neste caso acho que não está tão mal assim, aquela lista de doenças não a queria nem para mim, nem para os meus… e talvez precisem de apoio, o resto é orgulho puro – “eu não sou saudável, mas” enquanto mexer o rabo não me apanham nisso? nunca digam nunca, pois podem vir a precisar e não há mal nenhum nisso.
PS: estejam descansados, sou um mero indivíduo com qualificação profissional para a docência que está a fazer 14 anos de serviço… não vos irei tirar o lugar 😉
Às claras? Onde estão as listas? A MPD não é um concurso é um destacamento, sem listas!
Intimidações??? O Senhor é que devia levar um processo da classe docente por estar a intimidar uma colega que tenta exercer um ato de cidadania. O Senhor em que mundo vive? Quero ir para lá, porque, ao que parece, nesse mundo não existem “Chicos Espertos”.
Pois eu tenho mais de 25 anos e estou farto que mais de uma centena de colegas com menos de metade do meu tempo de serviço me mantenham a mais de 100 km de casa. O número não pára de aumentar de ano para ano, deve ser pela ausência de condições de tratamentos que temos aqui…
Não há maneira de saber quais os lugares ocupados pelos colegas em MPD, pois não? Não existindo lista de colocação na MPD, torna-se muito difícil saber em que escolas se verificaram essas colocações…
Logo é muito difícil de controlar!
Mas é assim tao fácil conseguir mobilidade por doença? No meu caso não necessito apesar de ter uma limitação ligeira.Lembro-me que aqui há 6 anos tentei pedir para estar perto de um dos meus progenitores bastante idoso e não consegui.Sei inclusivamente de uma colega numa grande cidade, que tem uma deficiência motora e visual e só este ano conseguiu ir para uma escola mais perto da sua casa.Desloca-se em transportes públicos e não é acompanhada por ninguém.
Não, não é fácil. Pelo menos no meu caso é porque tenho uma daquelas doenças e, sinceramente, preferia não a ter…
Precisas do “profissional” certo.
Mas os colegas ao serem destacados por doença, em princípio, libertam horários nos agrupamentos de onde saem, ou seja, não é por este motivo que irá surgir um número significativo de horários zero. Estarei a raciocinar mal?
Eles não criam horários zero mas impedem que os professores que estão com horário zero e que pertencem aos grandes centros urbanos possam ter horário no seu próprio concelho.
Ok, já percebi…
Pois, mas não se esqueçam que a maior parte desses professores que estão nos grandes centros urbanos são QZPs que passaram à frente dos QA que continuam desterrados!!!! Podem sempre ocupar as vagas dos QAs que se aproximem por MDP!
Mas os QZP também vão concorrer, não estão a cativar lugares. Apenas os de MPD o estão.
Adoro esta de “cativar horários” ! Eh, eh, eh!
Então a MPD é a nova arma do QA/QE para combater os QZP?
Não, é uma arma para APROXIMAÇÃO sem respeito pela lista graduada.
No meio de tanta injustiça,
há sempre alguém que se vai safando…
Olha quem fala! E a primeira prioridade dos QZP na MI respeita a lista graduada? Gente sem escrúpulos!
Sim… Infelizmente só assim se consegue alguma justiça!
Justiça? Quer dizer vig…
Não está em causa os colegas pedirem destacamento por condições específicas! É um direito que ainda temos, por favor! O problema é que estes pedidos são deferidos antes dos concursos e, por ignorância pura, os agrupamentos distribuem horários a estes colegas, componente letiva! Ignorância pura, digo eu, pq estes DCEs poderiam ficar com horários de apoio (que tanta falta faz nas nossas salas!) e levariam a concurso as vagas reais sem prejuízo para ninguém!
“Ignorância pura” Maria?
Já leu o número 9 do despacho 4773/2015 de 09 de Maio?
Se SIM explique lá como é que não dá componente lectiva aos professores que foram colocados ao abrigo da MPD para assistência a familiares?
Como é um destacamento e não concurso só deveria ocorrer após o concurso!!!!
Ofereço o meu linfoma conjuntamente com o deferimento da minha MPD. Quanto a denúncias pois façam…
confesso que nunca vi coisa assim. Que cambada esta!!!!
As tuas melhoras, José. Não desistas. Como te compreendo…
Não me parece que alguém se insurja contra situações semelhantes à sua. O problema são as pessoas que estão a usar algo que deve sempre existir mas para quem precisa. Conheço situações dos dois tipos. Não me importo nada de ser ultrapassado por pessoas que precisam, mas revolta-me ser ultrapassado por “estrategas” pouco/nada honestos.
Desejo sinceramente as suas melhoras e não se incomode com este problema porque não se destina a pessoas verdadeiras.
Concordo com o José
Também ofereço a minha Neuromielite ótica e o deferimento a quem quiser….
Ainda não percebeu qual é o problema em análise ou simplesmente não quer perceber?
Eu também conheço um colega com o mesmo problema que o seu.Está colocado por MPD devido a isso onde quis, no entanto isso não o impede de tirar o mestrado em Espanha. Maravilhoso!
Alguém me consegue explicar de onde saíram estes MPD intrujões? São seres vindos de outro planeta que nunca tiveram horário e chegaram à Terra com a única missão de roubar aquilo a que os QZP honestos têm direito? Porque não se organiza já uma missão de extermínio dessa raça de MPD ladrões de horários da MI? Nunca tinha lido tanta imbecilidade junta e sinto vergonha e muita tristeza por estar englobada nesta «classe»…
Sempre podes sair desta classe… fica mais um lugar e talvez evite que alguém concorra com MPD fraudulenta para ocupar esse lugar.
1. Prove que são intrujões.
2. “roubar aquilo que os QZP honestos têm direito”- a senhora não tem mais direitos do que os outros, muito menos o direito de lhes chamar ladrões!
3. Defender o extermínio “dessa raça de MDP” mostra uma de duas coisas: ou não tem consciência do que diz ou é tão ignóbil e monstruosa como os nazis; em qualquer dos casos, demonstra claramente que não tem perfil mínimo para educadora e deveria ser liminarmente impedida de entrar numa escola!
5. Diz que sente vergonha e tristeza por estar englobada nesta “classe”. A senhora não tem é um pingo de vergonha na cara, um pingo de dignidade, você envergonha a raça humana!
Boa noite,
É vergonhosa a situação da Mobilidade Por Doença (MPD). Algo está errado, começando pela ausência de divulgação de uma lista dos docentes que a requereram, tal como sucedia há alguns anos, em que as regras eram claras e exigentes. É bom que as entidades competentes averiguem as situações, pois existem casos vergonhosos de docentes que pediram MPD para acompanharem o pai ou a mãe e estes vivem com outros familiares ou sozinhos , mas a muitos kms da residência do docente que ficará perto, mas da sua própria casa. Só não vê quem não quer. É uma vergonha, primeiro por se usar um mecanismo de destacamento que deveria sê-lo apenas para quem dele necessita; depois porque se ultrapassam colegas mais graduados que por serem honestos trabalharão a muitos kms de casa. A desonestidade, afinal, anda por vários meandros. Já desisti de lutar por muitas coisas, algumas relacionadas com a ultrapassagem vergonhosa que é feita na Mobilidade Interna. Vencem-nos pelo cansaço. Deverão ser as entidades competentes a investigar (SERIAMENTE) o que se passa. Que algo errado se passa ninguém duvida!
Bom dia! Uma vergonha é colocar todos no mesmo saco: quem efetivamente precisa da MPD e quem não precisa. Assim sendo, denunciem os casos fraudulentos, pois quem já tem os problemas de saúde grave, não necessita de ainda ler a incompreensão dos colegas. Boa sorte para todos.
Acha normal 60 num agrupamento em MPD num só grupo?Na cidade de bragança ultrapassaram a centena no grupo 110. http://www.mdb.pt/noticia/mais-de-200-professores-do-qzp-arriscam-se-ficar-sem-colocacao-no-distrito-1313
Corvo Mon, essa notícia é de 2013.
Foi quando se começou a denunciar…no entanto nada se alterou.Ainda piorou, são mais ainda em MPD
Devemos analisar por que razão aumentaram este ano, em relação ao ano anterior. Não será porque abriu concurso este ano e, por isso, os QE/QA com horário zero e os QZP ainda vão concorrer e, por conseguinte, ficam depois deles? Que oura explicação pode existir para o aumento explosivo de MDP?
Penso que ninguém se insurge contra as situações honestas mas sim como meio de aproximação da residência.
A verdade é que são QZP e QA com menos tempo de serviço que utilizam a MPD como forma de aproximação à residência.
Claro, são esses que estão longe de casa, logo precisam da MPD. Se eu estivesse efectiva perto de casa, não pedia…
E quem está a mais de 80km e que por causa dos abusos passa a ficar a mais de 200km???
Entretanto entrou mais gente no quadro. Entretanto houve gente que envelheceu…
Denuncie, se acha que há situações fraudulentas. Nao coloque todos no mesmo saco.
Denunciamos e ninguém resolveu nada até hoje. Era simples de resolver. Quem ficasse em MPD não teria turma atribuída! Acha normal mais de duas centenas só no grupo 110 e no distrito de Bragança?E quase todos são de fora do QZP2 .
Será que o Ministério da Educação se vai preocupar com este problema?
Ah, é verdade, este ano há eleições, não dá muito jeito haver problemas!!!
Mas vai…
Se todos denunciarem os casos fraudulentos que conhecem, acaba-se com a suspeição. Não é bonito avaliar quem está verdadeiramente doente, por alguns que não o estão. Alguém na mesma situação gostaria de ser acusado injustamente, ainda para mais estando a passar por uma fase delicada da sua vida? É como dizer que toda uma turma se comportou mal e marcar falta injustificada a todos, quando não temos a certeza de quais foram os elementos da turma que se comportaram mal… e mais não digo…
Mas alguém aqui meteu tudo no mesmo saco? Arre que não diz outra coisa….
Ao redigir um documento do modo que está escrito, sim.
Esta a ser cobarde! Se sabe porque não coloca os nomes em cima da mesa? Esta a espera que outros o façam por si? Para seu bem e para o nosso. Estou a espera, nomes…
Sou professora QZP e tenho 19 anos de serviço. Não questiono destacamentos deste tipo porque não sou médica mas sejamos realistas, será possível tantas situações deste género (estou no meu direito)? Acredito que esta é uma situação que exige moralização, mais rigor. E porque não “juntas médicas”? Assim só os que realmente precisam, poderiam usufruir. Agora não posso aceitar que a presença destes destacados nos agrupamentos interfira diretamente com o pedido de vagas. Eles estão a ocupar vagas que não lhes pertencem. Eu fui prejudicada no último concurso e por este andar, vou voltar a ser. Não posso aceitar!!
Sou professor(a) do grupo 110,pertencente ao QZP 2. Possuo ____ anos de serviço docente, com _____anos de idade e a residir em ________.
Sinto-me ansiosa e desiludida, pois a minha colocação está em risco, dado o grande número de professores a quem foi deferida a mobilidade por doença nos três Agrupamentos de Escolas da cidade de ___________.
A atribuição de turma a estes docentes redunda, deste modo, na inexistência de vagas para o QZP, com a agravante injustiça de estes se verem ultrapassados por colegas com menos tempo de serviço.
Não será pois justo nem humano que para atender às problemáticas de saúde de uns, se prejudiquem outros docentes, que já contam com alguma idade, tempo de serviço bastante longo e que vêm exercendo funções docentes nestes agrupamentos há longos anos, não esquecendo a continuidade pedagógica, desestabilizando a sua situação familiar com repercussões ao nível físico, psicológico e motivacional.
Venho deste modo, solicitar a V. Excelência, que perante os factos ora apresentados, instrua os agrupamentos no sentido da disponibilização das vagas existente e necessárias nos diversos agrupamentos, e aos docentes colocados na mobilidade por doença lhes sejam atribuídas outras funções pedagógicas, que decerto os agrupamentos saberão gerir a bem do sucesso educativo dos alunos e do suprir de necessidades das escolas de cada agrupamento.
Dificilmente perco o meu tempo com tanta mesquinhice mas hoje resolvi abrir uma exceção: Os iluminados comentadores são professores ou médicos? Afirmam com tanta segurança os casos fraudulentos que conhecem que mais parecem médicos…já sei a polivalência que a nossa profissão nos dias de hoje exige já vos habilita a tecer os mais disparatados comentários acerca da saúde dos outros.
A MPD só é concedida por doença incapacitante elencada em despacho próprio. Acham mesmo que os médicos passam o referido atestado a quem não padeça ou tenha a seu cargo pessoa que não padeça das patologias elencadas? O diagnóstico que vocês – profmédicos (classe operária nova que surge da fusão professor+médico) é baseado em quê? Olham para as pessoas e acham que elas estão com bom aspeto e por isso não sofrem de doença nenhuma???? Difamação é crime passível de punição por lei! Já agora…sim, tenho MPD autorizada e sequelas inerentes a um aneurisma da aorta abdominal com perfuração…querem? Eu ofereço de bom grado…e levam ainda de bónus a medicação associada, os exames, a operação e as consultas! Acredito que os profmédicos aqui presentes se se cruzarem comigo na rua comentem: ” Olha lá, o que é que aquela tem para ter MPD? “. Isto porque aparentemente pareço ser uma pessoa saudável…mas nem tudo o que parece, é… Para terminar, não se maçem a deixar comentários desagradáveis ao post que acabei de escrever porque não vou dar resposta; não alimento mesquinhices e há uma coisa que a doença me ensinou…a VIVER E A APROVEITAR A VIDA! SSA
Boa… deveria estar na praia ou a passear e não a ler e a escrever por aqui. As melhoras e aproveite a vida a fazer coisas boas:)
O problema está nas pessoas a cargo e não me refiro aos filhos. Não é a quem padece das doenças, esses estão e muito bem em MPD e nem deveriam ter turmas atribuídas para conseguirem de facto melhorar.
Os médicos erram diagnósticos…No entanto não se esqueça que aquilo que se refere são os abusos. Acha que alguém acredita que cerca de duas centenas num só grupo e num só distrito são todos casos reais?
Começa nos cursos, é Piaget, Portucalence, Moderna, etc… Depois não têm emprego, continua o circo. é TEIPs é BCEs, é privadas. Depois, já têm o tempo de serviço, é o atestado à medida para aproximar à porta de casa!
Conheço uma, louraça, que tem problema de coluna, entrou em QE, tem destacamento por doença mas o face é só fotos da coluna doente a nadar na praia ou nas discotecas à noite!
Infelizmente, não há vergonha na cara e começa pela formação. Começam com cursos de treta, tirados ao desenrasca e terminam a vida a seguir as mesmas regras.
Convém dizer que essa louraça entrou em QE nas vagas especiais, por causa da dita coluna… e claro, curso tirado na privada! Nem sabia falar, aulas fantasma, mas o cabelo louro resplandecia nas escolas e era adorada pelos diretores!
Invejoso… 🙂 Também há casos desses, infelizmente. É como aqueles que declaram insolvência e é vê-los a fazer férias e a passear por locais que até desconhecia. É bons carros e etc… pobre de que fica a arder.
Por acaso não invejo a louraça! Prefiro às louras e não as loiraças de sobrancelha e sovaco preto!
Também não invejo a sua posição porque continuo à frente dela.
Mas tenho nojo dela, isso podes crer que tenho! E tenho pena dos que prejudicou…
Errata: Prefiro as louras naturais e não as loiraças de sobrancelha e sovaco preto!
Essa cota de deficiência deveria também ser seriamente revista nas condições de acesso à mesma.
A louraça se entrou nas vagas especiais é porque a junta médica lhe concedeu pelo menos incapacidade de 60%…não me diga que essa louraça tem tantos dotes que consegue ludibriar uma junta médica? É poderosa…Nem sabia falar e tirou um curso superior? Deve ser mesmo um espanto essa louraça que desde médicos a professores universitários e diretores de escola, ela dá a volta a todos! O mal dela são as fotos do face pq sendo ela doente, não pode ir à praia nem à discoteca! As pessoas doentes estão impedidas de fazer isso, sabiam?
E és tu e mais quem que fiscaliza???
Não, não fiscalizo nada…os fiscais da MPD e da quota de deficiência são os demais comentadores deste post! Esses são professores, médicos, inspetores, coordenadores de juntas médicas e sei lá que mais…já agora pelo facto da loura ter incapacidade não pode ir à praia nem à discoteca!
Exato também conheço casos idênticos.
Caros colegas que tanta inveja têm dos MPD: quando eu morrer da minha doença daqui a 10 ou 15 anos (ou talvez menos), podem ficar com a minha vaga com todo o gosto!
Ninguém tem inveja das doenças. A verdade é que há muitos que utilizam a MPD como aproximação. Quem tivesse MPD não deveria ter turma atribuída e acabavam-se os abusos, ou pelo menos a maioria.
A MPD serve para aproximar pessoas que estão doentes, doenças essas que estão tipificadas num despacho, ou pessoas que têm a seu cargo descendentes ou ascendentes com uma dessas doenças. Há fraudes? Talvez. Têm provas? Denunciem-nas. Mas não é, como eu vi aqui, dizer que alguém não precisa da MPD porque tem no facebook fotografias em que anda a fazer algo que supostamente não devia. Mas desde quando é que uma fotografia no facebook é prova do que quer que seja? Ou quem está doente tem de estar deprimido, fechado em casa, com ar contrito, porque afinal tem uma doença grave? Eu tenho uma doença incapacitante que me torna, não digo todos, mas a maioria dos dias difíceis. Tenho dores. Tenho consciência todos os dias de que esta doença me vai roubar anos de vida. Asseguro-lhe que a maioria das pessoas à minha volta não se apercebe, porque eu não mostro nem tenho de o mostrar. Continuo a rir-me e a ser uma pessoa normal, a fazer a minha vida normal dentro do possível, e tenhos fotos no facebook que se calhar fazem as pessoas pensar: “Doente? Tá nada!” Ao ler os comentários aqui, primeiro, tenho vergonha de pertencer a esta classe. Segundo, percebo cada vez melhor como é possível a MIlu e o Crato fazer os estragos que fazem. É claro que conseguem, nós fazemos metade do trabalho ao bater uns nos outros com esta facilidade toda… Se acham que é assim tão fácil conseguir MPD, tentem sem estar realmente doentes e vão ver se algum médico vos passa um atestado que, se se descobrir que é falso, lhes pode dar no mínimo um processo disciplinar. E repito: se têm provas de que há alguma fraude, denunciem. E parem de pôr em causa os pedidos de MPD como um todo abstracto, que é só isso que este tipo de comentários fazem (mesmo com as ressalvas de que não têm nada contra quem está realmente doente). E já agora, por que não hei-de ter turmas atribuídas, se por enquanto não estou impedida de dar aulas? Já bastará um dia quando não conseguir…
Que eu saiba está-se a criticar os abusos.Num grupo, numa cidade quase duas centenas em MPD! E garanto que não é pelos cuidados médicos.
Todos ralham e ninguém tem razão…pensem que o que o nosso querido Ministério da Educação quer é que os professores se revoltem uns contra os outros: “Dividir para reinar!”. Os MPD não sabiam que este ano as coisas iam ser feitas um bocadinho mais cedo e que iriam, sem culpa,” retirar lugares” a outros colegas, sejam eles QZP ou QA. O que o ME fez este ano foi um golpe bem pensado possivelmente com interesses económicos. Não culpem os MPD pois estes nunca retiraram lugares de quadro… a legislação era bem clara em relação a isto. Só depois de estarem colocados os professores, é que atribuíam horários a estes MPD. Este ano, as escolas souberam mais cedo que podiam contar com estes MPD e assim possivelmente não pediram tantos professores como esperado… Se querem atribuir culpas a alguém, só pode ser ao nosso querido ME. Claro que concordo que, se souberem de fraudes, estas devem ser denunciadas mas não se virem uns contra os outros… os MPD não têm culpa do nosso desagrado e revolta, apesar de ser legítima.
O problema é que são muitos e não há fiscalização!!!Também não percebo com doenças tão incapacitantes como podem trabalhar. Quando é por terceiros também não percebo como conseguem não dar uma falta durante um ano letivo, alguém percebe???
A verdade é que não há uma fiscalização eficiente nem o processo é transparente. Conheci dois casos na escola onde estou (dos vinte e cinco colocados por DCE) em que uma das colegas, colocada por DCE (questões do foro psicológico (separação do marido há cinco anos provocou graves depressões), admitiu que já não tem qualquer problema, mas aproveitou-se da situação para ficar colocada na escola do seu interesse. Uma outra colocada por DCE, por prestação de auxílio a familiares, sendo que esses familiares moram a 80 km de distância (Porto) e ela foi colocada em Viana. (Eu sei…é só mudar a residência fiscal do familiar em questão, mesmo que ele nunca ponha os pés nessa respetiva morada).
Fazer queixa…? Difícil quando o processo não é transparente, visto que nada disto vem mencionado na sua colocação, nem as escolas conhecem o motivo (doença) pela qual os colegas são colocados (a não ser que os próprios contem). Relativamente aqueles colocados por questões do foro psicológico e decidem ter componente letiva(e agora vou ser mauzinho), “medo, muito medo em ter um colega com estes problemas a lecionar os nossos filhos”. E a fiscalização a funcionar, e quando fossem detetados casos fraudulentos como estes que mencionei, estes colegas nunca mais davam aulas e eram imediatamente exonerados da Educação.
Nada contra quem realmente tem problemas e justamente é colocado, os outros, os que “mentem”, os que inventam doenças, é metê-los na cadeia ou então atirá-los ao rio agarrados a uma pedra bem grande.
A verdade é que não há uma fiscalização eficiente nem o processo é
transparente. Conheci dois casos na escola onde estou (dos vinte e cinco
colocados por DCE) em que uma das colegas, colocada por DCE (questões
do foro psicológico (separação do marido há cinco anos provocou graves
depressões), admitiu que já não tem qualquer problema, mas aproveitou-se
da situação para ficar colocada na escola do seu interesse. Uma outra
colocada por DCE, por prestação de auxílio a familiares, sendo que esses
familiares moram a 80 km de distância (Porto) e ela foi colocada em
Viana. (Eu sei…é só mudar a residência fiscal do familiar em questão,
mesmo que ele nunca ponha os pés nessa respetiva morada).
Fazer
queixa…? Difícil quando o processo não é transparente, visto que nada
disto vem mencionado na sua colocação, nem as escolas conhecem o motivo
(doença) pela qual os colegas são colocados (a não ser que os próprios
contem). Relativamente aqueles colocados por questões do foro
psicológico e decidem ter componente letiva(e agora vou ser mauzinho),
“medo, muito medo em ter um colega com estes problemas a lecionar os
nossos filhos”. E a fiscalização a funcionar, e quando fossem detetados
casos fraudulentos como estes que mencionei, estes colegas nunca mais
davam aulas e eram imediatamente exonerados da Educação.
Ora a MPD é referente ao ano letivo 2015/2016. Até 31/08/2015, o docente mantém-se no AE de provimento ou de colocação, apresentando-se no AE para onde requereu a MPD em 1/9/2015.
As vagas à Mobilidade Interna devem ser sinalizadas para concurso pela Direção, não contando com os docentes que tenham ou venham a ter MPD, dado que os mesmos só pertencem ao AE em 01/09/2015.
Assim e de acordo com o Despacho n.º 4773/2015, de 8 de maio, diz:
8 — A mobilidade dos docentes ao abrigo do presente despacho não pode originar insuficiência ou inexistência de componente letiva dos docentes do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada onde seja efetuada a colocação.
9 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, é atribuída componente letiva quando o destacamento tenha por fundamento a situação de doença do cônjuge ou da pessoa que com aquele viva em condições análogas às dos cônjuges, dos ascendentes ou dos descendentes, ou sempre que a situação da sua própria doença o permita.
A partir de 01/09/2015, antes de lançar a vaga a concurso, nas vagas que venham a existir, deve ser perguntado ao docente colocado por MPD, se o destacamento é:
– pelo cônjuge, por ascendente ou descendente – não pode lançar a vaga a concurso e atribui-lhe C.L.;
– se é pelo o próprio – tem de este manifestar se aceita ou não C.L. e caso não aceite, então é lançada a vaga para concurso.
Dado que há muitos docentes que só este ano têm destacamento por MPD, os mesmos são estranhos ao agrupamento onde foram colocados e neste momento não é possível, e não podem, ser contactados para saberem se aceitam, ou, não, C.L. Como tal as vagas apuradas têm que ser manifestadas para a M.I., sob pena do Diretor estar a cometer uma ilegalidade.
Julgo ser esta a interpretação e também a de muitos Agrupamentos, tal como aconteceu este ano (2014/2015). Também foi esta a interpretação da IGEC aquando da atividade inspetiva à OAL de 2014/2015.
Espero ter ajudado.
Muito bem! Obrigada por ter iluminado algumas mentes perturbadas.
Podem ser contactados, e estão a ser. No meu agrupamento até lhes foi pedido fotocopia dos atestados para averiguar a situação no sentido de lhe darem um lugar de titular de turma.Se isso é legal não sei, mas foram todos ao agrupamento a semana passada apresentar-se.
Se assim é…? É ilegal. A situação deve ser denunciada à DGAE e à IGEC. Os Diretores não podem pedir fotocópia do atestado-médico para ver a situação de doença, dado que no período de validações estes documentos não estão acessíveis aos agrupamentos. Deve pedir informação ao docente, mas só a partir de 01/09/2015. Tudo o que está a ser feito nesta altura é ilegal, dado que o destacamento por MPD é referente ao ano letivo 2015/2016.
Reclamem e não se calem. a legislação é para cumprir e a IGEC sabe muito bem desta situação.
Sabes que no distrito de Bragança os diretores estão a atribuir turma aos de MPD?
Desculpe mas não é o que estão a fazer. Leia os procedimentos concursais.Os de MPD estão a retirar as vagas à MI!
Se assim é, neste momento(???) é ilegal. Se ler bem com atenção o Despacho n.º 4773/2015, de 8 de maio, o mesmo refere-se aos docentes do QA/QE, as vagas resultantes têm que ser manifestadas para a MI e só a partir de 1/09/2015 é os docentes com MPD podem, ou não, ocupar vaga.
Lê os procedimentos concursais.
Então vê lá se ajudas os diretores por estes lados pois estão a atribuir turma aos de MPD, logo retiram as vagas antes da MI.
Na minha escola (concelho de Leiria), há um colega colocado em MPD a quem já foi atribuída componente letiva e que tem uma graduação inferior à minha em cerca de 1 centena de lugares. É do meu QZP e, desta forma, passou-me à frente. Pondero concorrer a este tipo de mobilidade no próximo ano letivo. Eqto for assim tão fácil concorrer e obter uma colocação onde quero!!!!!!!!!!! Sou QZP há 10 anos, com cerca de 18 de contratos e estou em vias de ficar sem colocação graças a estes atropelos! Nem toda a gente que concorre a MPD precisa mesmo desta mobilidade!!!!! Contudo dá jeito para passar à frente de pessoas mais graduadas!!!! Estamos em ano de eleições… estes senhores já não contavam com o meu voto, mas desta forma é que não vão contar mesmo!!!!!!
Não devo perceber nada disto…
Quem pediu a MPD este ano, teria de escolher um agrupamento dum concelho diferente daquele em que esteve neste ano letivo que termina agora, certo?
Como se explica então que colegas tenham sido colocados no mesmo agrupamento???
Não. Conheço pessoas que se mantêm na mesma escola há 6 anos e como não podia deixar de ser, uma capital de distrito.
Só 6 ? Conheço muitos com mais de 10 anos! E têm 13 a 14 anos de serviço.
A maioria pertence a um QA ou QZP , mas no qual quase nunca trabalharam pois têm estado sempre em DCE ou MPD.
Agora é que os QZP estão aflitos? Já se esqueceram que tem tido uma grande sorte? Eu sou QA e desde 2007 que estou a mais de 100Km de distância de casa com 2 filhos portadores de doença incapacitante, não consigo aproximar-me de casa através de concurso, mas tenho tido MPD. Porque será que não cosigo aproximar-me, porque tenho dezenas de colegas qzp a ocupar lugar.
Colegas antes de falarem pensem um bocadinho!
Luísa, parece me que deve reclamar com o sistema e não com os colegas!!!
Digo eu…
O facto de seres QA não quer dizer que tenhas mais graduação do que os QZP! Eu sou QZP e ando mais, sempre, que os teus 100km . Tenho mais graduação que a maioria dos QA que chegam em MPD e me tiram os lugares!
vamos todos denunciar estas situações que todos sabemos e conhecemos que na sua maioria são fraudes. Se forem muitas denuncias a inspeção e o ME terão que atuar e prevenimos situações para o futuro porque atualmente isto está a tomar proporções escandalosas que estão a prejudicar quem tem um bocadinho de pudor e consciência. Se não prejudicasse colegas ainda poderiamos fechar os olhos mas partir do momento em que as fraudes prejudicam terceiros, tudo muda de figura.
A última inspeção limitaram-se a chamar 2 num universo de 200, como sabiam que iam ser inspecionados, salvaguardaram-se!
Haverá muitos pedidos de MPD para escolas TEIP? Quer-me parecer que vai tudo parar às escolas do costume…
Os Agrupamentos receberam orientações da tutela para atribuir componente letiva aos colegas colocados em MPD, caso estes reunam condições para isso.
Mais uma vergonha os MPD às custas do “médico de família” que ao ajudar um amigo prejudica uma classe profissional. Para quando a obrigatoriedade de apresentar certificado multidefeciencia… este já permite regalias para apoio à doença ao não contar as faltas tanto para o tempo de serviço como para a remuneração. Mais um caso de duplo beneficio onde talvez 80% não tem horario e fogem da requalificação, atirando outros para a supracitada.
Alguém consegue explicar porquê que a maioria da MPD é pedida por professores sem componente letiva? e porquê que não continuam sem componente letiva, fazendo as 40horas? E sabendo que a MPD é suportada por uma lista de doenças incapacitantes salvaguardadas pela legislação, o porquê que não entregam atestado multiusos que comprovam pela junta médica as doenças que padecem??? acabava-se com os chico espertos …
Para quem necessita deveria ser atribuída, mas tantos não será demais????…. onde há fumo há fogo….
A maioria das pessoas que solicitam MPD por si têm Certificado de Incapacidade Multiuso e enviam-no, sim. E não sei se o sabe mas para requerer o ter é preciso sujeitar-se a uma Junta Médica da Delegação de Saúde Pública, constituída por 4 médicos (sendo um deles o Presidente da Junta Médica, que é o Delegado de Saúde Pública – do Distrito em que a pessoa reside). Têm que ser enviados os relatórios médicos referentes ao(s) problema(s) de saúde da pessoa atestados pela equipa médica que acompanha o doente, todos os exames médicos realizados que comprovem a(s) doença(s), relatórios dos internamentos e cirurgias quando estes ocorreram. No decorrer da Junta Médica que pode ser de um ou mais dias podem ser efetuados ainda mais exames complementares para comprovarem a doença. Antes de falarem é conveniente informarem-se. Muita saúde para todos.
errata: onde se lê “para requerer o ter” deve-se ler “para o requerer”
Discordo da maioria…a minoria! Quanto a Junta Médica nem comento porque aqui, sim, a maioria, não sabe o que é!
Por acaso já foi a alguma Junta Médica? É que para se falar de alguma coisa convém conhecê-la… Falo com conhecimento de causa, uma vez que já tive que me sujeitar a mais do que uma. Até lhe digo mais, tendo a pessoa apresentado relatórios médicos e exames clínicos que comprovem doenças de foros diferentes, os médicos convocados para a Junta Médica são de especialidades também diferentes. E é devido a isso, que muitas das vezes que o doente, tem que ser avaliado mais de que um dia, para se aferir o grau de incapacidade com todo o rigor. Pois o grau de incapacidade resulta do somatório das incapacidades resultantes de cada uma das doenças (após confrontação com a tabela de incapacidades e a utilização de uma fórmula que deita “fora” o excedentário)…
Esse até pode ser o eu caso mas não é o de muitos!!!!!!!!!!!!!!
Falo dos casos que conheço. E sou a favor que denunciem os casos que dizem conhecer de fraude, mas de forma nominativa. Acusar todos, isso não contem comigo, pois é tomar todos por desonestos, quando a maioria é honesta.
Não sei avaliar a percentagem de honestidade mas surgirem de um ano para o outro um “explosão” de MPD dá pelo menos para duvidar da tal honestidade, não lhe parece?
O ano passado o nº de pedidos já foi mais elevado e, este ano também o foi e, há três motivos legais que também o justificam: houve entrada de colegas novos nos quadros; os colegas envelhecem e ficam doentes; os seus ascendentes e descendentes também ficam doentes. Depois no meio disso pode haver como dizem pessoas que podem ter mentido e, quem conhece esses casos tem o dever de os denunciar, mas não têm o direito de denunciar todos, sem provas.
Por acaso sim.
Se conhece, força. Há que diferenciar o trigo do joio. A MPD existe com um propósito e não deve ser desvirtualizado, esse mesmo propósito.
Na cidade de bragança no grupo 110 ,para já, ultrapassa uma centena!!!
Relativamente ao certificado incapacidade multidão, qual a explicação da opção ser facultativa… Conheço casos em que as pessoas pediram MPD e estão aflitas porque não tem atestado incapacidade multiusos e o pedido foi deferido – estão com medo de serem implementadas juntas médicas pela dgae
Onde se lê multidão deve ser multiusos
A explicação de a opção ser facultativa é que a lei não exige que a incapacidade resultante para MPD seja de 60% ou mais que 60%, enquanto que, o certificado de incapacidade multiuso é um documento que é utilizado, inclusivamente, para fins fiscais e, para essas percentagens de incapacidade. Ou seja, quem tem certificado multiuso tanto pode ter uma doença da lista do despacho como não ter, ou seja pode ter uma doença das consideradas incapacitantes por aquele despacho de 89 ou não a ter. Tendo esse certificado essa pessoa é considerada para todos os efeitos legais deficiente e tem direito a concorrer p.ex. por quota por deficiência, à função pública. Ou seja quem tem o certificado multiuso não tem obrigatoriamente uma das doenças do despacho de 89, que permite pedir MPD e vice-versa.
Pode ter outras doenças que não previstas nesse despacho de 89…
Incapacidadade não significa MPD!
Não, obrigatoriamente, Corvo Mon. Pode ter um certificado de incapacidade multiuso que não implique qualquer MPD. É isso mesmo que expliquei ao colega António. Assim como, pode não ter certificado de incapacidade multiuso e ter uma doença que implique MPD. A MPD rege-se por doenças elencadas num despacho de 89, enquanto que o certificado de incapacidade multiuso é muito mais abrangente.
Assim tão doentes nem sei como conseguem trabalhar
Tão insensível também não sei como consegue ensinar…
Deve ser por tanta sensibilidade que os MPD ultrapassam os colegas mais graduados. É outro tipo de desGRADUAÇÃO.
Corvo Mon não ultrapasso nenhum colega, pois não terei componente letiva. Para além disso, não sou daquelas pessoas que vivi acomodado. Já percorri o país, enquanto tive saúde. Deixei de a ter. Pode acontecer a qualquer um. Pelo que apenas utilizo um direito, previsto na lei, sem prejudicar, absolutamente, ninguém. Fui sujeito a Junta Médica que atesta os meus problemas de saúde. Não preciso se quer de mostrar o multiuso para atestar um dos meus problemas de saúde. Por isso, quanto a sensibilidades, espera-se que um professor, que é aquele que educa, tenha uma postura perante os outros bem diferente daquela que aqui demonstram ter.
Também não deveriam, como no caso que estou a referir utilizar a MPD como aproximação a um distrito que é sobejamente conhecido por escassez de cuidados médicos na maioria das especialidades. Duas centenas num grupo???
Salvo raríssimas exceções, o primarismo dos comentários que aqui se leem envergonha qualquer professor digno dessa designação!
A dificuldade em conseguir DAR e o alargamento dos QZPs leva, obviamente, ao aumento do número de pedidos de MPD. Esta é a consequência lógica daquilo que foi acordado com os sindicatos, nomeadamente com a FNE!
E quem está com 25 a 30 anos de serviço num distrito que vá…é isso?
Ou seja o que diz é que existe falsidade na MPD?
Nada disso, lamento! O que quero dizer é que colegas que antes não necessitavam pedir MPD, por poderem ser colocados a distâncias razoáveis, quer por via de DAR, quer por pertencerem a um QZP com limites geográficos adequados e compreensíveis, perante as alterações que têm vindo a ser feitas (com o amistoso aval da FNE) são quase obrigados a usufruir deste direito para que possam zelar pela sua saúde e/ou dos seus descendentes ou ascendentes. Repetindo: o aumento destes pedidos tem a ver, logicamente, com as medidas absurdas que colocam pessoas com décadas de tempo de serviço numa situação de emergência pessoal e familiar!
Quanto à reclamação (inveja?) dos outros colegas, não sei que lhe diga! Não padeço de falta de compaixão!
Fique bem!
Sim, esse é mais um dos motivos…