Os docentes com 5 ou mais anos de serviço anual, completo e consecutivo que exercem funções no EPE com contrato assinado atualmente com o Instituto Camões, mas até há bem pouco tempo com o MEC, não podem entrar na “norma travão” dos 5 anos.
Concordam?
Não deveriam estes docentes entrar nas regras da norma travão, visto terem contrato assinado com o estado português para o exercício das mesmas funções?
Quantos docentes contratados estarão nestas condições?
Não há razões para estes docentes seguirem para tribunal?
Tudo por causa desta retificação, que julgo ter sido mal feita e ter equiparado os docentes do EPE aos docentes das regiões autónomas e aos docentes do ensino particular e cooperativo.




8 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Os docentes no EPE não têm direito a vínculo nem fora nem dentro de Portugal. Estamos em total desigualdade com as RA e restantes docentes em qualquer escola ou estabelecimento de ensino.
Aqueles que se sacrificaram em prol de uma futura carreira estão a ser postos de lado. É vergonhoso, injusto e provavelmente ilegal. Esperemos que esta gente seja corrida brevemente do Ministério da Educação.
Certo… Qual a diferença entre estes docentes , outros…e os docentes do ensino particular e cooperativo. Ups… São piores profissionais ?Alguém sabe responder?
A diferença está na estabilidade e carreira. Os docentes das regiões autónomas podem vincular. Os docentes do particular podem entrar nos quadros da empresa que gere o estabelecimento de ensino. Os professores do Ensino Português no Estrangeiro não podem ter vínculo automático nem em Portugal nem no estrangeiro.
Acho muito bem. Aprovadíssimo.
Achas bem o quê Ludvig? Enfim…sejamos sérios e justos e deixemo-nos de olhar só para o nosso umbigo. Precisam-se pessoas sérias e pelos vistos cada vez somos menos
Ludvig se fosses levar no cu
Boa tarde. O que está errado é o estabelecimento de uma prioridade baseada em «5 ou mais anos de serviço anual, completo e consecutivo». – É discriminatório e injusto para quem trabalha. Média de licenciatura + tempo de serviço, todo. Experiência de trabalho é experiência de trabalho. Força, professores! Abaixo um concurso discriminatório, que mais uma vez discrimina, divide, exclui.