Como o Compreendo
Mas a força muitas vezes renasce quando menos se espera. Já houve fases que tive vontade de parar de vez e ter espaço para mim próprio e para aqueles que mais precisam de mim.
Fui contornando os mais diversos obstáculos para manter aceso este espaço com variadíssimos prejuízos pessoais e profissionais, mas a força de continuar renascia sempre por saber que existe quem faz deste espaço um ponto de encontro e de procura de informação.
Perder o Umbigo é como perder parte da história da educação.
Ao Paulo Guinote desejo as maiores felicidades pessoais e profissionais e que continue a ser como sempre foi até aqui.
Livre para dizer o que pensa como só ele sabe escrever.
Abraço, Paulo Guinote.
A suspensão do Umbigo resulta de uma decisão tomada já há algum tempo e adiada mês após mês porque mais uma “novidade” merecia comentário.
Não é por qualquer tipo de pressão ou tentação.
Muito pelo contrário.
Foi um caminho em que o passado começou a ficar longo e o futuro se adivinha de continuidade, de uma forma ou outra, parecendo-me uma quase total perda de tempo argumentar com as criaturas que nos governam, tal como as que nos governarão e as que se adivinha que governarão.
Irão restar umas prosas de periodicidade mais ou menos mensal para o Público e, num horizonte visível, pouco mais, apenas um ou outro compromisso por liquidar.
Um enorme obrigado a quase tod@s os que por aqui passaram.

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6 comentários
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O Crato deve estar maravilhado e a rezar para que o Arlindo seja o próximo… A Educação do Umbigo e o Arlindovsky são uma referência para todos os que defendem um papel central da Educação para o futuro de Portugal.
É triste perder o Umbigo! Faço minhas as palavras do Arlindo: “Perder o Umbigo é como perder parte da história da educação”. Boa sorte ao Paulo e sobretudo que continue livre e se saiba livrar de tentações!
Lamento, mas respeito, a decisão do Paulo Guinote a quem agradeço o imenso tempo – esse bem tão precioso – que dedicou a todos os professores. Bem haja, Paulo! Fica mais só o Arlindo… Que o altruísmo o continue a vencer para que continuemos a ter este porto de abrigo. Obrigada aos dois.
Lamentável.
Agora que poderiamos ter oportunidade de mudar alguma coisa que fosse neste panorama cinzento, desistem?
Incompreensível.
Se o anónimo acha lamentável, pode criar o seu próprio blog para agarrar a oportunidade de mudar alguma coisa neste panorama cinzento.
E quem disse a você que não o faço já?
Provavelmente até o visita. Não tem é o número de page views diário que outros têm. Nem é reconhecido na “blogosfera” como esse e outros o são.
O timing escolhido, apesar de ter toda a legitimidade para isso, como não poderia deixar de ser, é que é imcompreensível. Ou então não. Mas isso fica para cada um reflectir. Principalmente para quem acompanhou esse e outros que foram activos em momentos políticos semelhantes.