Esta petição destina-se a todos os professores que estão cansados de serem humilhados pelos diferentes governos. No dia 23 de julho surgiu mais uma ameaça à nossa existência e dignidade enquanto professores: a prova de ingresso. Considero que já estudei muito durante a minha formação académica, que continuei a investir na minha formação após a conclusão da licenciatura e esta dita prova só serve para me afastar do ensino. Entendo que é ao mesmo tempo um atestado de burrice a todos os professores que contribuíram para a minha formação e a todas as escolas onde fui avaliado. Para quem que sente nas mesmas condições, está contra a realização da prova e não pensa comparecer à sua realização, peço que assine a petição, pois se não estivermos unidos hoje, amanhã não haverá hipótese. Professores Contratados de Portugal, uni-vos!
Entretanto no site do Público existe uma sondagem sobre a prova de ingresso que também podem votar.
A proposta de resolução n.º 338 de 6 de Junho de 2008, assinada à cabeça pelo actual líder da bancada parlamentar do PSD Luís Montenegro, recomendava ao Executivo que os docentes que tivessem celebrado contrato “durante um ano, nos últimos cinco anos” e que tivessem obtido uma avaliação de desempenho de Bom ou mais deveriam ser “dispensados”. Os deputados queriam corrigir o que consideravam uma “injustiça”.
Nesta lista estão incluídos todos os docentes que foram enviados para a mobilidade na lista de 1 de Agosto de 2012 e os que permaneceram na lista de 31 de Agosto (chamo a atenção que na lista de 31 de Agosto estão incluídos os não colocados por aproximação à residência)
O ficheiro pode ser filtrado pelas diversas reservas de recrutamento até à Reserva de Recrutamento 35.
Incluí o campo do QZP de origem em cada um dos docentes (QZP antigos)
Que vos sirva este ficheiro para alguma coisa apesar de este ano voltar tudo a zero para os QZP e os QA/QE com horário zero ainda não serem conhecidos.
Mas a manifestação de preferência está aí à porta e quanto mais dados tiverem para analisar melhor.
… que há escolas que validam qualquer coisa e passam impunes aos erros.
Chegou-me este relato no FB e que confirmei antes de o publicar.
Das duas uma: ou o docente disse a verdade no concurso externo extraordinário e era contratado ou diz a verdade agora e é do quadro. Uma coisa é certa, a escola que validou as duas situações é a mesma.
Boa tarde!
Será que me pode ajudar?
O que se pode fazer quando se detectam erros nas listas?
Mais concretamente na lista do grupo 600?
Reparei agora que uma pessoa que aparece na lista de não colocados do concurso extraordinário passou a professor efetivo nas listas definitivas… e ainda por cima numa escola de Lisboa que não me parece ser fácil conseguir lugar – Agrupamento de Escolas Eça de Queirós!!!
A pessoa de quem falo chama-se OXXXXXXXX de OXXXXXXXX. Aparece na posição 188 na lista ordenada do concurso extraordinário publicada em abril.
O Governo quer avaliar os conhecimentos a todos os professores não integrados na carreira docente. Nessa prova os professores candidatos aos concursos terão de obter 14 valores. Declarações de João Dias da Silva, da FNE.
Está aberta desde hoje e até às 18 horas do dia 29 de Julho a aplicação para as escolas indicarem os docentes com ausência da componente letiva.
Acompanha esta fase, a circular CIRCULAR Nº B13021106K onde se procura desfazer a dúvida relativa à adequada formação científica, não fosse o preferencialmente estar entre vírgulas, claro.
13. Entende-se por adequada formação científica ser detentor, preferencialmente, de uma qualificação profissional para o respetivo grupo de recrutamento ou de uma licenciatura/mestrado na área científica da disciplina.
O secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE) manifestou-se hoje contra a proposta do Governo de que os professores têm de ter 14 valores numa prova de avaliação para lecionarem, considerando que “põe em causa” a formação inicial.
O Ministério da Educação e Ciência disse ter enviado aos sindicatos três diplomas destinados a “implementar a prova de avaliação de conhecimentos dos candidatos aos concursos de seleção e recrutamento prevista desde 2007 na legislação em vigor, a adaptar o estatuto da carreira docente a essa implementação” e a regulamentar a formação contínua de professores.
“A FNE mantém uma total oposição à realização de uma prova depois da formação inicial de professores feita em instituições de ensino superior, que reconhecem através do respetivo diploma que aquela pessoa reúne conhecimentos e competências para poder ser professor”, disse à agência Lusa João Dias da Silva.
O secretário-geral da FNE criticou que, depois da certificação feita pelo ensino superior, “haja uma prova com a duração de duas horas que põe em causa tudo aquilo que foi o percurso realizado na formação inicial”.
O sindicalista lembrou que a ideia desta prova foi estabelecida no estatuto da carreira docente, na revisão que foi promovida pela então ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues.
“Nós sempre nos manifestámos contra a existência de uma prova desta natureza”, frisou, adiantando que o ministério quer fazer aquilo que nunca foi feito até agora, a regulamentação dessa norma do estatuto da carreira docente.
Para o sindicalista, “não há qualquer razão” para a existência desta prova, defendendo outra solução: Quando o professor é colocado numa escola deve ter um “período de indução” de um ou dois anos e ser acompanhado por um docente com “mais experiência e qualificações que o ajude a ultrapassar as dificuldades do dia-a-dia de ser professor”.
No final desse período, verificar-se-á se o docente reúne as condições para continuar na carreira docente, explicou.
“Esta seria uma solução preferível a esta solução que é iminentemente teórica e com uma duração de apenas duas horas que não nos parece suficiente para estar a determinar se uma pessoa reúne o conjunto de competência para ser professor quando isso já foi feito pelas instituições do ensino superior”, reiterou.
Por outro lado, “também não achamos correto que um professor que serviu o sistema educativo durante 10, 15 anos seja agora sujeito a uma prova desta natureza”, disse, afirmando que “é uma forma de desconsideração do percurso de formação inicial e das instituições de ensino superior”.
A proposta do Governo prevê um regime de exceção para o “candidato com dez ou mais anos completos de serviço docente efetivo que não obtenha aprovação na prova”, que “poderá repeti-la uma única na vez na edição seguinte, sem prejuízo da admissão ao concurso de seleção e recrutamento de pessoal docente imediatamente subsequente à data de realização da primeira prova”.
O desrespeito que o MEC de Nuno Crato revela pelos professores é enorme e, então, se for pelos professores sem vínculo (contratados ou desempregados), é total.
Depois de decidir não pagar a compensação por caducidade dos contratados, de apenas colocar 3 em 45.431 candidatos e de anunciar a não realização de uma importante fase do concurso, a “contratação inicial”, o MEC aprofunda a perseguição ao professor sem vínculo, agora com a intenção de promover um exame de acesso à profissão que se destina, inclusivamente, a professores com 20 ou 30 anos de serviço, avaliados de Bom ou classificação superior.
É uma vergonha esta postura do MEC, como também é vergonhosa a intenção de “negociar” esta matéria em pleno período de férias dos professores. Se já era baixa a credibilidade política da atual equipa ministerial com estes procedimentos fica de rastos essa credibilidade.
Neste post apresento 3 documentos de interesse para todos os docentes dos Quadros de Zona Pedagógica (devem clicar em cada imagem para aceder ao documento em pdf – se não conseguirem abrir os documentos experimentem clicar com o botão direito do rato e fazer guardar destino como...)
O primeiro documento apresenta a lista dos docentes em QZP ordenados conforme a lista de ordenação definitiva do concurso Interno/Externo de 2013.
A primeira coluna indica o número de ordem na lista de ordenação definitiva;
A segunda coluna indica o número de ordem dos docentes de Quadro de Zona Pedagógica na lista de ordenação definitiva. (quando existe falha de numeração isso quer dizer que os docentes dessas linhas entraram em Quadro de Escola/Agrupamento e retirei-os desta listagem)
A terceira coluna representa a ordenação dos candidatos de Quadro de Zona Pedagógica ao concurso de Mobilidade, que é obrigatório para todos eles.
A quarta coluna representa a posição dos docentes de Quadro de Zona Pedagógica dentro da sua Zona Pedagógica, por grupo de recrutamento.
O segundo documento está ordenado com os candidatos de Quadro de Zona Pedagógica para o concurso da Mobilidade que é diferente do primeiro porque os docentes da 4ª prioridade passam a concorrer em pé de igualdade com os restantes QZP.
O terceiro documento está ordenado com os candidatos dos Quadros de Zona Pedagógica por Grupo de Recrutamento e Zona Pedagógica.
A somar a estes 11456 candidatos obrigatórios à mobilidade estão a ser indicados os docentes dos quadros de Escola/ Agrupamento que vão engrossar esta lista.
Como eu disse, estes docentes serão os novos contratados dos próximos tempos que irão andar a saltar de escola em escola e serão poucos os que ficarão estabilizados por 4 anos.
Só faltava virem dizer que também estes precisam de uma prova de avaliação.
Ordenação dos candidatos de Quadro de Zona Pedagógica para o concurso da Mobilidade
Ordenação dos candidatos dos Quadros de Zona Pedagógica por Grupo de Recrutamento e Zona Pedagógica
NOTA: Como este trabalho foi efetuado apenas por mim e não tive ninguém a verifica-lo agradecia que caso detetassem algum erro que me avisassem.
São 11456 os docentes dos quadros de zona pedagógica que ficaram por colocar após a publicação das listas de colocações no concurso Interno/Externo de 2013.
Neste momento já tenho todas as listas em Excel e durante a tarde vou colocar um post com a listagem de todos os docentes de QZP por:
ordenação de acordo com o concurso interno;
ordenação para a fase de mobilidade;
ordenação por zona pedagógica.
Lembro que a ordenação dos candidatos em QZP para a fase de mobilidade será diferente da fase do concurso interno, visto que a 4ª prioridade desaparecerá e ficam todos em pé de igualdade contando apenas a graduação.
E existem inúmeros alterações.
O post da tarde nenhum docente em QZP pode perder, tanto mais que poderá influenciar algumas decisões para a fase de candidatura à mobilidade.
E quanto melhor informados estiverem com mais segurança podem efetuar as vossas escolhas.
O Ministério da Educação e Ciência enviou hoje aos sindicatos três diplomas que serão alvo de negociação sindical na próxima sexta-feira. Os diplomas destinam-se a implementar a prova de avaliação de conhecimentos dos candidatos aos concursos de seleção e recrutamento prevista desde 2007 na legislação em vigor, adaptar o estatuto da carreira docente a essa implementação e regulamentar a formação contínua de professores.
A futura Prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências destina-se a professores não integrados na carreira docente. Terá uma componente específica, relacionada diretamente com o nível de ensino e área disciplinar ou grupo de recrutamento do candidato, e uma componente comum. A sua elaboração será coordenada pelo Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) – e posteriormente pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), que sucederá ao Gabinete. A apreciação e a classificação das componentes da prova serão feitas pelo Júri Nacional da Prova, integrado na Direção Geral de Administração Educativa (DGAE), em articulação com o GAVE/IAVE.
O Regime Jurídico da Formação Contínua dos Docentes vem reforçar a importância da formação contínua para os professores. O diploma prevê a criação de uma bolsa de formadores internos composta por docentes dos estabelecimentos de ensino integrados nos Centros de Formação de Associação de Escolas e a possibilidade de criação de planos plurianuais com a fixação de prioridades identificadas nas escolas. Possibilita também o reconhecimento de modalidades de formação de curta duração e o reconhecimento do ensino à distância como uma metodologia válida para as formações, dando assim aos professores a possibilidade de frequentarem formações às quais normalmente não teriam acesso. O diploma introduz ainda mecanismos de monitorização da formação pela DGAE, e a implementação de avaliação externa pela Inspeção Geral da Educação e Ciência.
Com esses dois diplomas, o MEC prossegue o caminho de uma qualificação cada vez maior daqueles que os estudos internacionais identificam como sendo o factor crucial para a qualidade do ensino: os professores.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/07/projeto-de-diplomas-sobre-a-prova-de-acesso-formacao-continua-e-adaptacao-do-ecd/
Crato exige 14 valores na prova de acesso à profissão para os contratados, a partir de Janeiro de 2014.
Todos os professores contratados vão ter de passar a realizar uma prova de acesso à carreira, a partir de Janeiro de 2014. Além disso, só os professores com mais de 14 valores na prova são considerados como aptos e podem dar aulas.
Estas são duas das regras que vêm inscritas nos diplomas enviados pelo Ministério da Educação aos sindicatos, hoje ao final da tarde, e que vão ser alvo de negociação na próxima sexta-feira.
Os professores com dez ou mais anos de serviço e que tenham uma nota inferior a 14 valores na prova “podem repeti-la uma única vez na edição seguinte” e “sem prejuízo da admissão” no concurso que se segue à data de realização da primeira prova. No caso dos professores com menos de dez anos de serviço e que não fiquem aptos para dar aulas, só poderão realizar a prova no ano seguinte.
A futura prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências vai ter uma “componente específica, relacionada directamente com o nível de ensino e área disciplinar ou grupo de recrutamento do candidato, e uma componente comum”, explicou o ministério em comunicado. A duração do teste, que vai ser desenhado pelo IAVE, será de 120 minutos com data a fixar através de um despacho da tutela.
Recorde-se que a implementação da prova de acesso à carreira foi uma das primeiras medidas anunciadas por Nuno Crato quando assumiu o cargo de ministro e que está “prevista desde 2007 na legislação em vigor”, refere o Ministério da Educação.
… decore o concurso extraordinário até ao dia 26 de Julho ao mesmo tempo que decorre inscrição obrigatória, até ao dia 24 de Julho, para o concurso interno/externo e Contratação Inicial da RAM para quem não está a exercer funções na Madeira ou não exerceu entre o dia 1/9/2012 até à data de hoje.
Muitos semblantes carregados, olhos marejados de lágrimas, alguns choros, suspiros e desabafos, muita resignação, muito conformismo, muita angústia reprimida: eis o estado de espírito dos professores após a distribuição de serviço. A hecatombe esperada pelos realistas (atenuada pela manutenção do artº 79º e da componente letiva da DT), onde vários QUADROS DE ESCOLA se apresentam com horário incompleto ou sem horário.
O modelo de escola que se configura inexoravelmente, preconiza que num agrupamento com 1000 e poucos alunos, em várias áreas disciplinares, apenas sejam necessários 5 a 7 professores para assegurar os níveis de ensino desde os 5º ao 12º anos. E quando 1- for extinto o artº 79º 2- for extinta a componente letiva da DT e 3- ocorrer a agregação dos mega-agrupamentos em giga-agrupamentos, no máximo 5 professores dessas áreas disciplinares asseguram a componente letiva desses níveis todos…!
Em tempos idos, nesse mesmo agrupamento, o serviço (com inclusão de ensino profissional) era assegurado por 14 a 16 professores!…
Tempos de uma sociedade humanizada, onde se valorizavam a união conjugal, a família e a educação dos filhos, se respeitava o envelhecimento, se reconhecia o beneficio do lazer, se aceitava naturalmente a limitação biológica, se promoviam os afetos…
Uma educação pública mínima, copiada do modelo anglo-saxónico, reservada a um punhado de funcionários, sobrecarregados com centenas de alunos cada um e demais tarefas não letivas, onde a qualidade é critério a ignorar. Vai existir algum ensino público, para garantir a existência de estruturas ministeriais que supervisionam esse sistema, criando lugares para os boys do partido e dos que apoiam o partido; é isso que acontece nos EUA e na Inglaterra, onde se estabelece a educação mínima do saber ler, escrever e contar, suficiente para a mão-de-obra não qualificada que ainda é necessária no setor dos serviços e alguma indústria. A educação de qualidade e avançada, é reservada a uma elite que a pode pagar, e que será aquela que ocupará os lugares hierárquicos superiores dos vários setores económicos. Para conter e suster a miríade de pobres não qualificados que têm de recorrer a métodos ilícitos para sustentar as suas necessidades de consumo, as elites cultas e letradas, contratam os pobres com educação mínima para a prestação dos serviços de segurança interna e defesa nacional (e por isso é que os EUA são o país com o maior número de presos em relação à população total…).
Portanto, a médio prazo, Portugal terá a educação de índole anglo-saxónica, criada num caldo explosivo de aumento da população e infiltração tecnológica em todos os setores económicos com a consequente diminuição da quantidade de mão-de-obra humana. O destino dos milhares de professores inseridos numa faixa etária económica e socialmente indesejada, será dramático, não muito diferente dos restantes da faixa etária ainda económica e socialmente desejada, que ainda terão ter lugar no porão da escravatura…
O pessimismo e otimismo são previsões emanadas de um estado de espírito, enquanto o realismo fundamenta-se nos fatos que aconteceram e acontecem. Infelizmente, o meu pessimismo concretiza-se em realismo…
É estranho que a Rede de Bibliotecas Escolares precise de aguardar uma resposta da DGAE (pergunta 3) quando ela própria responde à pergunta 2 que é idêntica.
… que os colocados no concurso Interno/Externo têm de aceitar a colocação obtida na aplicação dos concursos. E só o podem fazer até às 18 horas do dia 29 de Julho.
Já se encontra disponível o aviso de abertura do concurso interno e externo da RAM.
Curiosidades:
– Existem 25 vagas no Ensino Especial mas curiosamente também existe 25 vagas negativas neste grupo;
– De resto é fácil contar o resto das vagas… são 2 e ambas no grupo 200.
– Para quem não trabalha na RAM tem hoje e amanhã para se inscrever!!
PS – Eu fartei de avisar que só haveria vagas para o extraordinário e que o secretário andava a enganar os docentes com a teoria que o mérito seria recompensado neste concurso. Já precisamos de mérito é na secretaria da educação.
Para aceder ao Concurso Interno/Externo da RAM entrar aqui.
E esses números só serão possíveis de se repetirem se voltar a haver um apagão na DGAE e as listas ficarem apenas disponíveis aqui.
Resta reconhecer que apesar da proximidade no número de visitas as páginas visualizadas foram em número muito superior e isso mostra que o conteúdo deste blog não se esgota na página inicial.
O Próximo quadro identifica as candidaturas sem colocação no concurso Interno/Externo de 2013 por grupo de recrutamento, tipo de candidato e por prioridade.
Com estes dados é possível afirmar que ainda existem 11722 docentes dos quadros de zona pedagógica por colocar em quadro de escola/agrupamento (2ª e 4ª prioridade).
Ficaram por colocar 34 docentes do quadro de escola/agrupamento e que se encontravam na 1ª prioridade.
Existiram 66173 candidaturas provenientes do concurso externo, sendo que 54169 eram de docentes que se encontravam em 1ª prioridade.
92 candidaturas de docentes que se encontram em Licença de Vencimento de Longa Duração não conseguiram regressar aos quadros do MEC.
Ficaram por colocar em quadro de escola/agrupamento 598 docentes que vincularam recentemente através do concurso externo extraordinário e como apenas um docente nesta situação obteve lugar em QA/QE podemos também dizer que 4 docentes vinculados através do concurso externo extraordinário não concorreram ao concurso Interno. Pela resposta da Helena neste post pode ter isso acontecido por razões muito justificáveis.
ADENDA: dos 11124 docentes dos quadros de zona pedagógica que se encontram identificados no quadro dos QZP na 2ª prioridade, 269 são das Regiões Autónomas. Assim. onde se lê que existem 11722 docentes dos Quadros de Zona Pedagógica deve ler-se, existem ainda 11453 docentes dos quadros de zona pedagógica do continente por colocar em quadro de escola/agrupamento.
O quadro seguinte apresenta o número total de candidaturas sem colocação no concurso Interno/Externo de 2013.
Já tenho todos os dados preparados com mais detalhe para apresentar mais logo, colocarei inclusive o ficheiro em Excel dos docentes não colocados.
Nos próximos dias passarei para Excel a lista de ordenação de todos os candidatos de forma a ser possível ordena-los pela graduação, podendo assim colocar os docentes da 4ª prioridade em pé de igualdade com os restantes docentes de quadro de zona pedagógica.
Das 12003 vagas negativas o MEC fechou apenas 253, o que quer dizer que andam cerca de 11750 professores dos quadros de escola/agrupamento a mais na dotação de vagas das escolas.
Existem ainda cerca de 11000 docentes QZP que não entram nas contas de cima.
Assim, no total devem existir cerca de 23 mil docentes dos “quadros” que ficarão ao dispor do MEC para fazerem o papel que os professores contratados têm feito até aqui, ou seja, andar a saltar de escola em escola com alguma frequência.
Claro que muitos deles ficarão por 4 anos na mesma escola, mas outros não.
…são estes os novos contratados dos próximos 4 anos.
As primeiras colocações nas reservas de recrutamento para as necessidades transitórias vão retroagir no tempo de serviço ao dia 1 de Setembro.
Tendo em conta o comunicado do MEC e os meus dados quase se vai o sigilo da colocação anunciado em todas as listas de colocação. A diferença entre os meus números e os do MEC é de 1 docente QA/QE, agora bastava pegar nas listas de ordenação e retirar os colocados e descobria facilmente quem beneficiou deste sigilo de colocação. 😀
Já estão disponíveis no site da Direção Geral da Administração Escolar as listas definitivas do Concurso Nacional Interno e Externo 2013. O concurso realiza-se de quatro em quatro anos, e tem como objetivo o preenchimento de lugares permanentes disponíveis nos quadros de agrupamento de escolas e escolas não-agrupadas (QA/QE) por educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário.
O concurso interno visa a mobilidade dos docentes de carreira que pretendam transferência de agrupamento de escola ou de escola não agrupada, passagem de Quadro de Zona Pedagógica (QZP) a QA/QE ou transição de grupo de recrutamento. O concurso externo destina-se ao recrutamento de candidatos não integrados na carreira que pretendam aceder a vagas dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas. A este concurso apresentaram-se como docentes dos QZP os professores vinculados no concurso extraordinário concluído em abril.
Neste concurso, foram disponibilizadas 618 vagas e encerradas 253 vagas negativas. Mudaram de escola 1147 professores de QA/QE, 188 docentes de QZP passaram a QA/QE, 6 docentes em licença sem vencimento de longa duração (LSVLD) obtiveram vaga e 3 docentes até então não-pertencentes aos quadros do Ministério da Educação e Ciência obtiveram igualmente vaga no quadro de escola ou quadro de agrupamento de escolas. Inicia-se agora um período de 5 dias úteis durante os quais os professores deverão aceitar na plataforma online o lugar no qual foram colocados. A DGAE chama a atenção para a necessidade de os professores nesse período verificarem a plataforma e aí fazerem a aceitação da sua colocação.
Na fase seguinte, que se inicia na próxima semana, os docentes sem componente letiva e os docentes dos quadros de zona pedagógica não colocados terão obrigatoriamente que se candidatar à mobilidade interna, de acordo com a legislação aplicável. Também os docentes que procurem mudar de escola nessa fase concorrem à mobilidade interna. Os resultados serão conhecidos no final de agosto.
Os candidatos externos (contratados) fazem a manifestação de preferências para o concurso de contratação inicial no princípio de agosto. Por forma a haver melhor aproveitamento dos recursos humanos das escolas, a colocação de docentes contratados para as necessidades transitórias serão conhecidas a partir das reservas de recrutamento, sendo que as primeiras decorrerão no início de setembro, com efeitos para a contagem de tempo de serviço a 1 de setembro para os colocados.
Seguem-se os dados relativos a este concurso:
Lugares a concurso para QA/QE
618
Lugares negativos (1) encerrados
253
Lugares preenchidos
Vínculo de origem
Colocados
Candidaturas válidas
QA/QE
1147
18 001 (2)
QZP
188
11 916 (3)(4)
LSVLD
6
53
Sem vínculo ao MEC
3
45 431
Total
1344
75 401
(1) Lugares indicados pelas escolas como a encerrar caso haja saída de professores daquele grupo. Esses lugares só são encerrados no caso de saída dos professores da escola (por exemplo, por obtenção de vaga no concurso ou por aposentação).
(2) Os candidatos não colocados permanecem nos seus QA/QE de origem.
(3) Os candidatos não colocados permanecem nos seus QZP de origem.
(4) Todos os docentes em QZP concorrem à vinculação em QA/QE.
Aqui no blog voltou a estar de novo operacional a aplicação das permutas que pode servir para procurarem colegas que pretendam efetuar uma permuta.
Teve de ser feito um reset à base de dados para resolver um pequeno problema interno e todos os pedidos de permutas que estavam inseridos desapareceram. Por isso, devem de novo voltar a inserir os dados que pretendem para a vossa permuta.
Em princípio, só a partir de amanhã e por um prazo de 10 dias é que estará disponível na aplicação dos concursos do site da DGAE a plataforma oficial para a permuta.
A aplicação que está alojada neste blog é meramente de apoio à permuta e não tem nenhum valor oficial, ok?
Sempre que quiserem entrar na aplicação basta seguir o link que se encontra na barra horizontal do blog onde diz “PERMUTAS”
A legislação com as condições da permuta encontra-se aqui.
No fim do comunicado a FNE acompanha a ideia que tenho sugerido há algum tempo, a realização de novo concurso em 2014 que coloque em cada escola os docentes que são permanentementenecessários.
Os resultados do concurso de docentes que acabam de ser divulgados demonstram que os quadros das escolas vão continuar insuficientemente dotados em relação às necessidades de funcionamento do nosso sistema educativo em geral e de cada uma das escolas em particular.
Com efeito, o que este concurso permitiu foi uma muito reduzida mobilidade geográfica de docentes dos quadros – pouco mais de 1000 conseguem mudar de escola, sendo que genericamente a razão desta mobilidade se prende com a aproximação à residência dos candidatos. E embora a expressão desta mobilidade seja muito pequena em função do número de interessados, esta é a componente mais expressiva do concurso, concretizando mais de 80% das movimentações que este concurso permite.
Por outro lado, não chega a 200 o número de docentes de quadros de zona pedagógica que conseguem entrar em lugares de quadro de escola ou de agrupamento de escola, deixando vários milhares em situação de incerteza quanto à sua colocação, o que se tornou particularmente grave e de efeitos muito negativos para a vida destes docentes em resultado do alargamento geográfico dos QZP imposto este ano letivo pelo Ministério da Educação. E dos cerca de 600 docentes contratados com mais de 20 anos de serviço e que este ano entraram em QZP por efeitos do concurso extraordinário de vinculação, apenas um entrou em lugar de quadro de escola.
Sendo realizado só de quatro em quatro anos, um concurso como este deveria ter tido uma perspetiva mais consistente de resposta duradoura a necessidades que o sistema educativo continua a reclamar.
Com efeito, ainda estamos longe de ter uma cobertura aceitável do ensino secundário, para se dar resposta à determinação de uma escolaridade obrigatória de 12 anos; ainda temos insuficiências graves de oferta formativa para adultos que devem ser envolvidos em ações de aumento das respetivas qualificações; ainda temos excesso de abandono escolar precoce que deve ser combatido e que exige mais docentes do que os que agora estão nos quadros para enquadramento de todos esses alunos que abandonam a escola e que devem permanecer na escola.
Perdeu-se desta forma uma oportunidade para se promover um correto ajustamento entre as necessidades do sistema educativo e os recursos humanos que lhe devem estar afetados.
É por estes motivos que a FNE considera que, em face de um correto dimensionamento das necessidades de funcionamento do sistema educativo, se deve promover no próximo ano de 2014 um novo concurso geral que coloque em cada escola os docentes que são permanentemente necessários.
Dos mais de 45 mil docentes candidatos a um lugar nos quadros do Ministério da Educação, apenas três conseguiram vincular: dois de Espanhol e um de Educação Moral e Religiosa.
Para os restantes 45.428 candidatos – o universo varia entre quem nunca deu aulas e os que acumulam mais de 10 anos de contratos – resta agora a segunda etapa do concurso para tentar conseguirem um contrato. Mas essa hipótese só estará ao alcance de uma minoria.
Eu confesso que perante os dados que tinha surpreendeu-me pela positiva que houvesse 3 novos vínculos ao MEC. Nunca contei que dois docentes do grupo 350 pudessem entrar nos quadros já que as 6 vagas abertas foram exatamente as mesmas que as 6 vagas da vinculação extraordinária e nenhum destes vinculados do Concurso Externo Extraordinário conseguiram colocação em Quadro de Agrupamento.
Eleição de diretor travada em tribunal. Presidente da câmara diz ter provas de aliciamento
Suspeitas de aliciamento, assaltos, feitiços, queixas em tribunal, já houve um pouco de tudo na ‘guerra’ travada em Monção pelo controlo do agrupamento escolar resultante da fusão da Secundária de Monção com os agrupamentos Deu-la-Deu Martins e Vale do Mouro.
Já em Junho tinha postado isto sobre Monção e ao que parece o feitiço ainda por lá anda.
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) disponibilizou 618 vagas e fechou 253 no concurso nacional interno e externo para este ano. Este acontece de quatro em quatro anos e destina-se ao preenchimento por educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário de lugares disponíveis nos quadros de escola e escolas não-agrupadas (QA/QE) .
Segundo a tutela, em comunicado, mudaram de escola 1147 professores de QA/QE, 188 de quadro de zona pedagógoica (QZP) passaram a QA/QE, seis docentes em licença sem vencimento de longa duração (LSVLD) obtiveram vaga e três docentes até então não-pertencentes aos quadros do ministério obtiveram igualmente vaga no quadro de escola ou quadro de agrupamento de escolas.
Os professores têm agora cinco dias úteis para aceitar na plataforma online o lugar no qual foram colocados. A Direcção-Geral da Administração Escolar chama a atenção para a necessidade de os professores nesse período verificarem a plataforma e aí fazerem a aceitação da sua colocação.
Na próxima semana, os professores sem componente lectiva e os QZP que não foram colocados terão de se candidatar à mobilidade interna. Também os que queiram mudar de escola nessa fase concorrem à mobilidade interna. Os resultados serão conhecidos no final do próximo mês, informa o ministério.
Como só me deu 1146 docentes que mudaram de escola vou rever de novo os meus dados, mas todos os outros dados são coincidentes com os meus.
Mas tendo em conta o que disse neste post até é provável que ambos os números estejam corretos e que tenha havido uma única colocação sigilosa. 😀
Os outros 602 vão ter de concorrer à mobilidade interna e no caso de não ficarem colocados em 30 de Agosto serão colocados administrativamente pela DGAE numa escola das suas preferências.
Ainda não existem datas para essa fase de concurso, mas tudo aponta para que seja na próxima semana.
Este quadro apresenta o número de QZP colocados por grupo de recrutamento e pelo seu QZP de origem bem como os candidatos colocados provenientes das Regiões Autónomas.
Como já esperava, foram colocados no grupo 910 um elevado conjunto de docentes provenientes das Regiões Autónomas.
Atendendo ao disposto nos artigos 3.º, 20.º e 42.º da Lei nº 112/2009, de 16 de setembro, poderão existir colocações que, pela sua natureza sigilosa, não constam da presente lista.
Mas que é isto????
ADENDA: Já fui ver. Tem a ver com a proteção da violência doméstica.