Dezembro 2013 archive

Resposta de Hoje

… nas perguntas frequentes da PACC.

Inacreditável como este pedido de resposta apenas foi colocado hoje no site oficial da PACC.

 

 

Encontro-me na situação de gravidez de risco e não me posso deslocar para realizar a PACC. Como devo proceder?

Todas as candidatas inscritas na prova de avaliação de conhecimentos e capacidades devem justificar a sua ausência, comprovando perante o Júri Nacional da Prova que o seu estado físico não permite a presença no local de realização da mesma no dia e hora determinados.

 

No dia previsto para a realização da prova, encontro-me de licença de maternidade. Existe algum impedimento legal à realização da prova?

Não. As licenças parentais (maternidade/paternidade) não são impeditivas da realização da prova. Porém, as candidatas inscritas na prova de avaliação de conhecimentos que estejam no gozo de licença de maternidade podem justificar a sua ausência, comprovando perante o Júri Nacional da Prova que se encontram em situação que, manifestamente, não permite a presença no local de realização da mesma no dia e hora determinados.

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As Duas Provas e os Critérios de Classificação

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Critérios de Classificação

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O Enunciado 02 da PACC

Retirado daqui.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/12/1000-02.pdf”]

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Ainda no Porto

Numa escola que se realizou VIGILÂNCIA e que possivelmente faz parte da normalidade apregoada por João Grancho.

 

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Na Alexandre Herculano no Porto

Cada sala onde se realizou a prova teve apenas um vigilante.

 

Terá sido ordens do diretor em fazer a distribuição dos vigilantes existentes (9) pelas restantes salas para a prova realizar-se em todas elas.

E isto não é motivo suficiente para anulação da prova?

Depois vem o Secretário de Estado dizer que a prova decorreu com normalidade na maioria das escolas.

 

 

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Já Podem Começar a Analisar a Prova

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Concordo com a Mensagem

… deixada neste quadro.

 

Hoje, Nuno Crato deixou definitivamente de ter qualquer condições para se manter como ministro da educação.

A insistência no ERRO desta prova deve ter consequências políticas fortes e essa consequência só pode ser a saída do lugar que ocupa.

 

 

crato

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Em Direto da Filipa de Vilhena no Porto

Às 11:06 da manhã encontram-se mais de 100 professores na cantina para fazer a prova.

Apenas existe um vigilante na “SALA” e estão a preparar a sala com mesas redondas para a prova ser feita por 4 professores em cada mesa.

A inspeção está presente na escola.

Ouvem-se gritos de revolta ao telefone e acredito que aquilo dê para o torto.

 

 

 

 

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A PACC

Para relatarem na caixa de comentários o que se vai passando pelos 118 locais da prova de avaliação.

 

post em atualização ao longo da manhã.

 

t shirt

 

Podem enviar fotos e relatos para aqui.

 

 

Escola André Soares – Braga

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ESCOLAS SEM PACC

Agrupamento de Escolas de Ponte de Lima – nenhuma prova realizou-se apesar de estar a inspeção na escola

Faro – boicote total (pelo menos numa das duas escolas com PACC)

Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama – Boicote total à prova

Escola Marquesa de Alorna – Não se realizou

Escola Secundária do Restelo – Não se realizou

Nem um professor para vigiar no AE Piscina dos Olivais. Ninguém fez a prova. (Benditos colegas!)

Escola Secundária de Santa Maria Maior – Viana do Castelo – não houve

EB2,3 GIL VICENTE – Guimarães a prova foi anulada

Filipa de Vilhena – Porto (Prova anulada)

Em FARO (imagem recolhida no FB)

faro

Em Mirandela cerca de 75% dos inscritos não fizeram a prova

Mirandela

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Comprovadamente

… não existe o mínimo de condições para a realização da prova.

 

E a manutenção desta prova para o dia de hoje é um enorme erro de um ministro que de dia para dia se encontra em decadência.

 

 

Tribunal do Funchal defere providência sobre prova, diz Fenprof

 

O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) do Funchal deferiu uma providência cautelar interposta por sindicatos, para impedir a realização da prova de avaliação dos professores, disse hoje a Federação Nacional dos Professores (Fenprof).

 

Em comunicado, a estrutura sindical, que interpôs a providência cautelar para anular a prova, por a considerar ilegal, explica que a decisão do TAF tem a data de quinta-feira e que o Ministério da Educação tem agora dez dias para “deduzir oposição”.

Como a avaliação está marcada para quarta-feira, o Governo tem até à hora do início da prova, para “apresentar resolução fundamentada” junto do Tribunal, diz o sindicato.

A Fenprof, segundo o comunicado, tinha pedido a anulação da prova de conhecimentos marcada para quarta-feira.

A situação “reforça a necessidade” de os professores, na quarta-feira, “realizarem uma greve a todo o serviço relacionado com a aplicação” da prova, “pois a partir de agora também no plano jurídico se adensam dúvidas quanto à sua ilegalidade”.

Sindicatos da área da educação têm criticado a realização de uma prova de conhecimentos de professores com menos de cinco anos de carreira. A Fenprof marcou uma greve para quarta-feira, dia de realização da prova.

 

 

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A Aguardar Confirmação

… e veracidade do SMS.

Mas acredito que os mesmos esquemas usados por algumas escolas, nos exames de Junho, possam estar a ser pensados para esta altura.

Recebido por SMS anónimo, cito:

“Já estão postas 200 cadeiras numa sala (oficinas) para q amanhã façam a prova……foi o plano B….quando viram q mta gente ia fazer greve. É na Escola d Beja.

 

 

UnivTailandiaCopiarCAPA

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Eles Que Fiquem Sozinhos a Vigiar

… porque nós vamos todos para as caraíbas e só regressamos para o ano. 😉

 

euromilhoes 17 dezembro

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A Im(EX)plosão em Marcha

Revolução nas escolas começa em Óbidos

 

Até ao final deste mês, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) deve alterar toda a legislação necessária para que arranque no próximo ano lectivo a primeira escola municipal do país com total autonomia pedagógica. Foi esse o compromisso assumido com a Câmara de Óbidos, concelho que servirá de projecto-piloto.

 

Docentes recrutados pela autarquia

 

Mas não é só a oferta formativa que será da total responsabilidade do município. Uma das grandes inovações deste projecto passa por um novo modelo de contratação de docentes e funcionários – algo que tem sido mal visto por professores e sindicatos, que temem uma precarização dos vínculos laborais. Humberto Marques assegura que “os professores do quadro do agrupamento manterão o vínculo com o MEC”, mas admite que “todas as outras necessidades serão recrutadas pelo município, de acordo com o perfil traçado para dar resposta às exigências do projecto”.
E este pode, aliás, ser um dos pontos mais polémicos deste projecto-piloto, que para já funcionará apenas em Óbidos, mas que está à espera de candidaturas de outros municípios.

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O Trabalho Escravo das AEC

… que tem ficado abafado por tudo o que diz respeito à PACC.

 

E já tinha alertado aqui para isso.

E o que se verifica é uma alteração às condições contratuais que estiveram na abertura destes concursos. E pergunto também se já alguém assinou um contrato quando a entidade promotora é o agrupamento.

 

Fica aqui parte de um mail que me chegou para ser mais fácil perceber o que está a acontecer nestes últimos dias.

 

 

Este ano fui selecionada para um horário de AEC a 65km de casa, de 12h letivas. Aceitei pois sabia que os horários este ano seriam quase sempre de 5h. Rejeitei passado uns dias um horário na minha localidade de 6h porque já tinha aceite aquele e porque o dobro das horas faz diferença no tempo de serviço, embora não faça diferença no ordenado que me sobra ao fim do mês depois da despesa em gasóleo.
A partir daí foi só surpresas:
  • na plataforma a indicação dada era “vencimento de acordo com tabela de índice remuneratório, indicado no anexo (a que se refere o artigo 43º), do Decreto-Lei nº 132/2012 de 27 de junho [mas afinal no contrato o que consta é índice 126, 10,58€ por tempo letivo]
  • requeri, nos termos da Circular da DGRHE N.º 6/05, de 18/05/2005, sobre dispensa para amamentação de docentes, as horas correspondentes. Ainda não obtive resposta, desde início de outubro, pois pelos vistos não somos propriamente ‘professores’ e teve de ser pedido esclarecimento superior;
  • hoje recebo a bela notícia que amanhã é o último dia em que tenho salário, só volto a receber em janeiro, devido ao documento que anexo. Pelos vistos também não terei de ir às reuniões, uma vez que não sou paga para isso. O meu contrato não fala em lado nenhum de suspensão de funções nas férias escolares! O meu contrato diz inclusivamente que fico obrigada a “desempenhar funções complementares relacionadas com a participação direta e assídua em reuniões de trabalho e/ou atividades letivas e extraletivas, sempre que para tal seja convocado.” Já fui convocada duas vezes e participei nas reuniões, numa delas até fiz a ata. Pelos vistos é tudo trabalho grátis. E agora? Tenho direito a desemprego durante estas 3 semanas?
  • há opções para todos os gostos: AEC lecionadas por professores que ainda estão em horário 0; AEC lecionadas por professores de quadro remuneradas pelo seu escalão e índice habitual; AEC lecionadas por professores profissionalizados aos quais querem chamar técnicos para poder poupar e pagar pelo índice 126; AEC que ‘suspendem’ no Natal, outras que não. Já para não falar da variedade de remunerações existente, porque o desgraçado que trabalha para o Município ainda tem a proporção do salário (1201,48€) para as 40h quando trabalha 5 ou 6 (150€). Há na plataforma situações em que 6h semanais são pagas a 416,65€; 12h a  549,98€ base não me parece uma conta muito bem feita, ou de uma parte ou de outra.

 

informação DGEST

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Moção do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais

… em Caminha e que foi lida ontem, numa daquelas reuniões de preparação para a PACC em que foram convocados todos os docentes do agrupamento, com excepção dos educadores de infância.

 
 

Moção de apelo à adesão à greve a todo o serviço relacionado com a PACC

 

4ª feira – 18 de dezembro

 

 

1)      Sobre a prova de avaliação (PACC) não há muito a dizer.

2)      Muitos se pronunciaram, dizendo, e explicando porque o dizem:

a)      porque está cheia de ilegalidades na origem e aplicação,

b)      porque é injusta,

c)      porque desrespeita a dignidade docente e

d)      porque põe em causa o profissionalismo de pessoas devidamente habilitadas e com larga experiência (mesmo os que têm menos de 5 anos de serviço).

3)      Claramente esse é um balanço que não suscita dúvidas a nenhum professor português e que nem merece mais gasto de palavras.

4)      A pergunta que, no momento presente, se impõe é:

a)      O que vão fazer os professores/educadores do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais perante a injustiça imoral, que está a ser praticada contra colegas profissionais como nós?

5)      Há dois caminhos:

a)      Um, colaborar em nome da suposta obediência e de uma falsa ideia de lealdade com o Governo e os seus interesses, contrários aos interesses da Educação e, no caso concreto, aos dos professores.

b)      O outro, fazer a escolha custosa, mas baseada em ideias de justiça e solidariedade, de recusar colaborar com o caminho escolhido para despedir de forma indigna centenas ou milhares de colegas.

6)      A escolha é simples, portanto:

a)      Colaborar com os mecanismos processuais que levarão ao despedimento definitivo de pessoas que trabalham connosco ou

b)      Lutar pela defesa de ideias de solidariedade e de proteção da dignidade e direitos de outras pessoas, professores como nós.

7)      Mesmo os que nunca fizeram greve ou têm dúvidas, devem olhar a escolha por este lado simples de entender e que ultrapassa o custo financeiro de umas horas de greve:

a)      Quem quiser colaborar com o desemprego de colegas ignora a greve e comparece para a vigilância.

b)      Quem quiser afirmar a sua dignidade como professor/educador e quiser, além disso, prevenir que, no futuro, lhe apliquem o mesmo tratamento indigno, faz greve e não colabora com o que se vai fazer na quarta-feira.

8)      Nós, os professores/educadores abaixo-assinados, fazemos a que achamos ser a escolha de consciência e justiça e, na quarta-feira, aderimos à convocação de greve para a hora da prova, recusando, por dever moral e solidário, colaborar com esse ato.

9)      Apelamos a todos que se juntem a nós e façam deste dia um momento elevado de defesa da dignidade da nossa profissão.

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Como avalia Nuno Crato?

Foi o tema do fórum TSF de hoje que ainda não tive oportunidade de ouvir.

 

E quem não ouviu pode ouvir aqui.

 

E se quiserem responder à pergunta do título estejam à vontade, contudo, vou aplicar a mesma regra que a TSF: 😉

 

– comentários que contenham linguagem imprópria, obscena e difamatória, insultos, acusações de carácter criminal quer a pessoas quer a empresas, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência ou que preconizem violações dos direitos humanos serão apagados deste espaço.

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Chegou Hoje

… e o tecido tem uma qualidade excelente.

Espero que as restantes t-shirts também tenham sido entregues hoje.

Excelente profissionalismo da have a tee, recomendo.

 

t shirt

 

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Jornal das 22

Protesto de Professores no Minho (RTP, SIC e TVI)

 

 

Serenata a Nuno Crato

 

 

Passos Coelho Sobre a Prova em Amarante

 

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Os 118 Locais da Prova no Correio da Manhã

No entanto não deixo de voltar a referir que o número de provas que contabilizei no Concelho de Vila Nova de Gaia podem não ser exatamente os que coloquei neste quadro, isto porque em Vila Nova de Gaia e em Setúbal não foi feita a distribuição dos inscritos pelo número de ordem de candidatura (não cheguei a perceber a razão para isso), havendo situações em que os candidatos com número de ordem sequencial foram colocados em escolas diferentes.

Por esse motivo a Escola Secundária Almeida Garrett pode não ter os 218 inscritos, mas será fácil confirmar esse número ligando para a escola ou esperando que alguém coloque essa informação na caixa de comentários deste post do número de inscritos nessa escola.

 

 

CM

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Mais Uma Recusa

E não deixa de ser curioso que também foi dada entrada de uma providência cautelar contra a isenção dos docentes com mais de 5 anos de serviço que foi recusada. E pelos vistos foi recusada porque entrou fora do prazo legal.

Hummmm…. curioso este lapso.

Recusada segunda providência cautelar contra a prova

 

Tribunal de Beja recusou providência cautelar que pedia a suspensão da prova de competências, marcada para quarta-feira.

 

 

Das doze providências cautelares apresentadas contra a prova, duas já foram recusadas. Depois da recusa do Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Coimbra, na quinta-feira, a decisão do TAF de Beja, conhecida hoje, foi no mesmo sentido.

Segundo apurou o DN, foi também recusado o pedido de suspensão do aditamento publicado a 5 de dezembro que isentava os professores com cinco ou mais anos de serviço. Neste caso, porque o pedido entrou em tribunal depois de ultrapassado o prazo legal.

Na decisão a que o DN teve acesso, o sindicato afeto à Fenprof alega que esta prova “limita o exercício da profissão de professor do ensino público”, uma análise que o TAF de Beja considerou que “ultrapassa o âmbito da presente providência cautelar, na medida em que nela não são impugnadas normas mas sim o despacho que ficou o calendário da realização” da prova.

A juíza acrescenta ainda que a demonstração de que a prova vai provocar prejuízos de difícil reparação cabe ao sindicato. O que não fez, alegando apenas “circunstâncias insuficientemente determinadas e genéricas”.

O tribunal considerou ainda que tendo o despacho sido proferido pelo membro do Governo com competência na área, “não é manifesta a violação de normas que torne ilegal a existência da PACC [Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências]”.

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Os Membros do IAVE

… mais precisamente o seu presidente e os dois vogais só estão oficialmente em funções a partir do dia 1 de Janeiro de 2014.

Curioso.

Fiquei agora sem saber se a PACC é do GAVE ou do IAVE.

Resolução n.º 30/2013. D.R. n.º 243, Série II de 2013-12-16

 

Presidência do Conselho de Ministros – Conselho de Ministros

Designa os membros do conselho diretivo do Instituto de Avaliação Educativa, I. P

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O Maior Boicote à Prova

… era eu amanhã publicar o enunciado da prova. 😉

Será que não se consegue arranjar um exemplar?

Directores preocupados com segurança durante a prova para professores

 

 

Ameaças de boicote estão a preocupar directores, que acreditam que dificilmente a greve terá reflexos na realização da prova para docentes. Os enunciados chegam esta terça-feiras às escolas.

 

 

Filinto Lima e Carlos Louro, dirigentes das duas associações de directores escolares existentes no país, afirmaram esta segunda-feira, em declarações ao PÚBLICO, que estão preocupados com a segurança nas escolas antes e depois da realização da prova de conhecimentos para professores, marcada para a manhã desta quarta-feira. Os enunciados vão chegar às suas mãos de véspera, esta terça-feira, numa fase em que os sindicatos preparam a greve à vigilância e um movimento afirma estar a organizar acções de boicote à prova.

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Já Há Resultados?

Para o reduzido órgão do Conselho de Escolas?

Porque de acordo com Manuel Esperança quanto menor for o órgão melhor.

Sim, também já ouvi dizer que o que importante não é o tamanho mas sim o desempenho. 😉

 

Conselho de Escolas elege hoje nova estrutura mais reduzida

 

O presidente do Conselho das Escolas, Manuel Esperança, considerou positiva a redução de 60 para 30 elementos. “O órgão torna-se mais pequeno, logo mais funcional”.

 
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Hoje de Manhã na TSF

O André Pestana fala sobre o boicote&cerco à prova.

 

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Informação (ir)relevante do IAVE

Condições de realização da prova – Hora de Início

 

Para obter informação sobre as condições de realização da prova (designadamente, a hora de início) e outra informação relevante, consultar o Guia da Prova.

 

 

Como não sou o IAVE deixo novamente esta imagem recolhida no FB.

 

pacc

 

 

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Hoje de Manhã na TSF

Vice secretária-geral da FNE no Fórum TSF sobre a prova de avaliação de conhecimentos e capacidades.

 

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Inscritos na PACC por Anos de Serviço

O próximo quadro, que será o último que apresento sobre a PACC, tem os anos de serviço dos inscritos para a realização da PACC, por localidade. O tempo de serviço indicado no quadro é o que reporta a 31/08/2012 e encontra-se publicado nas listas de ordenação definitivas do ano letivo 2013/2014.

A coluna indeterminado, indica que os inscritos não foram candidatos ao concurso nacional e por conseguinte não tenho acesso ao seu tempo de serviço.

Fica o quadro para análise.

 

 

ANOS INSCRITOS PACC

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Resumo da Semana 14 e Antevisão da Semana 15

… que deverá ser a última do 1º período.

 

semana 14

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Carta de um Não Vigilante

Com autorização para publicação.

 

 

Caros colegas,

 

Acabei de receber a convocatória para a reunião destinada a organizar o serviço de vigilância da prova que, supostamente, visa avaliar professores (profissionais, como somos todos) e que se vai realizar também neste agrupamento.

Esta convocatória não me suscita reparo a quem a fez, na medida em que, noutras funções, tive que convocar reuniões para processos atabalhoados, centralmente gerados e do género.

Mas o juízo sobre a reunião depende do que nela acontecer e não do que se possa agora antecipar.

Contudo, o posicionamento a tomar nela leva-me a escrever este texto, embora sem o intuito de convencer, seja quem for, da minha posição, que acho, mesmo assim, que devo anunciar para abreviar tempo no seu decorrer e para sabermos ao que vamos.

 

E a minha posição e´ muito clara: não vigiarei, corrigirei ou colaborarei, seja de que forma for, com a realização da prova.

Se isso resultar em ter de fazer reuniões de avaliação de alunos na semana do Natal, seja. E se houver outros incómodos, venham eles.

Não prejudicarei colegas mais frágeis na sua situação, por abstenção, comodismo ou pela futilidade de ter vontade de comer rabanadas mais cedo.

 

No passado, e em circunstancias pessoalmente mais duras, encontrando-me sob ameaça direta por parte de organismos do ministério, fiz o mesmo com a implementação, `a data, de uma dada fase do processo de avaliação de desempenho, que o Governo do tempo queria aplicar, com base num decreto-regulamentar que, na ocasião, ainda nem legitimidade tinha (pois nem fora publicado).

Nesse dia, um ilustre funcionário de um organismo desconcentrado do ministério informou-me da inutilidade da resistência porque “os professores são como a massa esparguete, mergulhada em água, amolece”.

Muita água correu sobre o assunto que não se encerrou nesse dia.

O esparguete causou razoaveis dores de barriga a gente poderosa.

 

O processo presente continua envolto em névoas jurídicas do mesmo calibre, com os problemas da dispensa, baseada numa atamancada interpretação excessiva (que não ouso chamar-lhe extensiva), de um suposto preceito legal para alguns e que não se aplica a todos.

 

Como existe um pré-aviso de greve lançado por quem tem legitimidade (os sindicatos) aderirei a essa greve.

O que aprendi e´ que este tipo de atitudes individuais de resistência e desobediência (neste caso, por meios absolutamente legais e que resultam do exercício de um direito constitucional) nesta nossa amada pátria, não passa desse nível e muitas vezes e´ mal considerado e não se reflete muitas vezes num sentimento colectivo de acção e de defesa do que e´ justo.

 

Oriundo de uma família de 4 gerações de professores, cresci a ouvir histórias de como a classe docente teve de lutar, no longo prazo e num caminho penoso, pelo seu estatuto.

Este ataque acaba por ser mais um e não creio que os seus autores vão ficar na Historia pela qualidade dos seus resultados.

 

 

Se colaborasse com ele trairia a memória de pessoas muito próximas e referências pessoais e familiares que, no seu tempo, resistiram e lutaram.

E aqui recordo o meu tio Adelino, professor durante décadas, natural desta terra, que nos inícios da década de 30 do século passado, inícios do Estado Novo, resistiu a uma tentativa politica de tornar uma farsa o conceito de exames e que, com esse gesto solidário e de coragem, voluntariamente se sujeitou a ficar um ano sem trabalhar em nome de uma certa ideia de dignidade pessoal e justiça.

E perante esse exemplo, o que pode ser para mim um mero transtorno na data de inicio da quadra natalícia?

 

Se cá estivesse, o meu tio não me pouparia, se colaborasse nesta farsa e se ajudasse ao seu resultado: prejudicar outras pessoas, colegas, contra o que se verifica ser justo.

 

E, neste caso, o que e´ justo e´ defender-se a nossa dignidade profissional coletiva contra falsas ideias de rigor e disparatadas ideias de suposta avaliação que visam, na verdade, diminuir e atacar os docentes, a pretexto de uma ficcionada melhoria do sistema de ensino.

E esta opção pessoal que tomo, nada tem de partidário, sendo contudo profundamente política, e tendo ate´ uma face de perspectivar o futuro.

 

Quem nos garante que, o que hoje se aceite para profissionais fora do quadro, não vai chegar a ser aplicado para despedir quem nele já se encontra?

 

E a este propósito recordo uma das frases, muito citada mas exemplar e instrutiva que, como professor da disciplina, ensino a alunos sobre um momento da Historia, que se constata continua a ser central na definição do que deve ser a consciência moral individual face `a arbitrariedade.

 

Disse-a Martin Niemöller, tratando sobre o significado do Nazismo na Alemanha:

“Quando os nazis levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu também não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse”.

 

De 1937 e ate´ ao fim da II guerra mundial, durante mais de sete anos, Martin Niemöller esteve preso – inicialmente, no campo de concentração de Sachsenhausen  e depois em Dachau.

 

Perante exemplos individuais desses o que e´ um mero incomodo de um dia de greve ou outros transtornos?

 

E se hoje, quando miram os contratados, nos calarmos, quando vierem ter connosco, que faremos então que não devamos ter feito já?

 

Com saudações cordiais a todos,

 

Luís Sottomaior Braga

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Volto a Perguntar

Porque não aplicou essa teoria enquanto ministra e deixou aberta a possibilidade da prova ser alargada a todos?

Não discordo dos princípios apresentados ultimamente por MLR, mas lembro-me bem que em 2007 não eram esses os princípios que defendia.

“Milhares estão a ser atirados para fora do sistema educativo”

 

 

No que é que esta tão contestada prova de avaliação dos conhecimentos dos professores contratados [que vai ser feita pela primeira vez dia 18] do ministro Nuno Crato é diferente da sua, que criou quando era ministra?

 

Quando colocámos essa prova no ECD [na revisão feita em 2007] a ideia era criar um patamar de igualdade de condições para todos os professores. No concurso, os professores são colocados na chamada lista graduada em função da nota com que saem do curso de licenciatura e do tempo de serviço. Esta nota de fim de curso vale para o resto da vida, nunca mais tem actualização, mesmo que o professor faça um mestrado ou um doutoramento. O que acontecia, com anos e anos desta prática, é que isto estava muito distorcido: no último concurso que tínhamos feito, os únicos professores primários que tinham conseguido vinculação vinham de um instituto que formava professores, que era uma escola totalmente desconhecida, à frente de professores que saiam das escolas superiores de Lisboa, do Porto, etc… porque a nota é que contava e aqueles tinham melhor nota.

Detectámos algumas práticas. A nota de fim de curso era instrumentalizada por algumas escolas — escolas que, para atrair alunos, davam notas mais elevadas. A ideia da prova [de avaliação de conhecimentos] era minimizar os efeitos desta nota de fim de curso criando uma prova igual para todos. Recordo-me de ter discutido com as universidades a ideia de que esta prova podia ser feita pelas próprias universidades, que se punham de acordo e, no final do curso, fazia-se a prova para acabar com as diferenças das notas de fim de curso quando elas não correspondia a diferenças reais no nível de conhecimentos e de competências dos professores que se candidatavam….

 

Não era mais fácil assegurar que a formação no ensino superior tem qualidade? O Governo não tem instrumentos para garantir a qualidade da formação que financia?

 

O Ministério da Educação não tinha, naquela altura, a tutela do ensino superior…

 

Sim, mas havia o Ministério do Ensino Superior…

 

As universidades têm um regime de autonomia no nosso sistema que não permite…

 

Há uma agência de avaliação que avalia os cursos…

 

A agência foi criada entretanto, nesse Governo, justamente com a percepção de que a forma de intervir e de regular era avaliando, mas tudo isso foi posterior. E a prova que instituímos no ECD deixou de ser urgente. Porque se accionaram outros mecanismos, foram colocadas exigências às universidades, aos cursos de formação de professores (por exemplo, no 1.º ciclo passaram a ter componentes de Matemática e de Português que antes não tinham). Portanto, não se agiu só com a introdução da prova. Agiu-se num conjunto…

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A Análise aos Números da PACC

Ainda estou a trabalhar num quadro que o Davide Martins ajudou-me a elaborar, no entanto dos 13523 inscritos para a PACC, 398 docentes tinham em 31/08/2012 cinco ou mais anos de serviço e será no Agrupamento de Escolas nº 2 de Beja que se vai realizar a prova com mais docentes com cinco ou mais anos de serviço – 12 docentes.

No Agrupamento de Escolas Alto do Lumiar estão inscritos 11 docentes com cinco ou mais anos de serviço e no Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, em Braga e no Agrupamento de Escolas Carolina Michaelis, no Porto encontram-se inscritos 10 docentes com cinco ou mais anos de serviço em 31/08/2012.

No Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca e no Agrupamento de Escolas nº 4 de Évora encontram-se inscritos em cada um deles 1 docente com mais de 20 anos de serviço.

No total existem 4081 docentes inscritos na PACC que não foram candidatos ao concurso nacional 2013/2014 e por conseguinte não é possível apurar o seu tempo de serviço.

Com menos de um ano de serviço em 31/08/2012 estão inscritos 1387 docentes dos quais 524 inscritos tinham 0 dias de serviço em 31/08/2012.

Em breve posso apresentar mais dados, mas à partida verifica-se uma grande adesão dos docentes com cinco ou mais anos de serviço à anulação da inscrição, pois cerca de 27 mil docentes fizeram essa anularam da inscrição (eu apontava para 28 mil docentes os que passaram a ficar isentos da PACC, pelo que errei por muito pouco).

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Agora o Trabalho É Teu, Jorge Costa

… para dar seguimento à petição que iniciaste.

 

Porque atingiu hoje o número 4 mil de subscrições e estava à espera deste momento para ser o número 4 mil. 😉

 

PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA E AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POR UM CONCURSO EXTERNO EXTRAORDINÁRIO DE PROFESSORES CONTRATADOS EM 2014

 

 

A minha petição para a existência de um concurso interno em 2013 vai ainda nas 3106 adesões.

Quem sabe não podemos dar entrada das duas petições ao mesmo tempo. 😉

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Uma Greve nos 118 Locais da PACC

… teria efeito a 100% se todos os professores das restantes escolas contribuíssem para um fundo de greve.

 

Mas em 2 dias isso não é possível de se organizar.

 

Assim, resta apelar à consciência de cada docente, que se encontra num dos 118 locais de realização da prova, se faz sentido estar presente numa vigilância deste género quando este serviço não faz parte dos conteúdos funcionais de um docente.

 

E no dia 18 conto estar presente num dos locais de realização da prova, com esta t-shirt vestida.

 

E não venham com histórias que eu concordo com a dispensa dos que têm mais de 5 anos de serviço e que agora vou manter-me calado.

Concordo com o acordo dessas dispensas e mantenho o mesmo princípio que todos os que já trabalharam e foram avaliados deviam estar dispensados da PACC.

Por isso os vossos comentários depreciativos contra esse acordo não me afetam.

 

 

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Porque têm-me Perguntado

… a que horas se realiza a PACC.

 

Toda essa informação encontra-se no guia da prova do dia 21 de Novembro, que teve alterações no dia 29 de Novembro.

 

Fica aqui esta imagem recolhida no FB.

 

pacc

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A Versão Final dos Inscritos na PACC

clicando na imagem abre o pdf.

 

INSCRITOS PACC FINAL

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Nova Versão da Listagem com o Número de Inscritos

… com os dados corretos agora em Setúbal e que foram trabalhados pela Anita.

Só falta mesmo a confirmação exata do número de inscritos em algumas escolas de Vila Nova da Gaia.

 

INSCRITOS-PACC-ESCOLA_Página_1 INSCRITOS-PACC-ESCOLA_Página_2 INSCRITOS-PACC-ESCOLA_Página_3

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São 118 os Locais para a Realização da PACC

E estão distribuídos de acordo com o quadro seguinte.

Se o objetivo do IAVE era não se conhecer publicamente os locais de realização da prova e quantos professores estavam inscritos em cada localidade, então o IAVE não conseguiu cumprir o objetivo.

Mas se o objetivo do IAVE era ter-me feito perder uma tarde de sábado, então conseguiu cumprir.

É possível que alguns números não estejam corretos, em especial no Concelho de Setúbal e de Vila Nova de Gaia, visto que o padrão de distribuição dos inscritos pelo número de ordem não terá sido respeitado nestes concelhos.

 

INSCRITOS-PACC-LOCALIDADE TOTAL

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Poucas Localidades por Apurar

São elas: Guimarães, Porto, Vila Nova de Gaia e Lisboa.

E que vão ficar para amanhã.

Não posso garantir a exatidão dos números visto que estou a usar um padrão que expliquei em post anterior, que penso ser o correto para esta contabilização, mas entretanto detetei que no Concelho de Setúbal esse padrão não foi seguido.

Se os números não forem exatos são bastante aproximados.

 

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Mais de 50% de Inscritos Apurados

ESCOLAS PACC METADE

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Números Provisórios por Escola

Onde já estão apurados 4000 inscritos na PACC.

 

O limite máximo por escola está nos 180 inscritos para a PACC.

Os números estão completos para as localidades até ELVAS (pela ordem alfabética)

Os restantes são ainda provisórios.

 

PACC escola

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