Ainda no Porto

Numa escola que se realizou VIGILÂNCIA e que possivelmente faz parte da normalidade apregoada por João Grancho.

 

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37 comentários

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    • Tavares on 18 de Dezembro de 2013 at 14:53
    • Responder

    Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , hoje às 13:36
    Isto significa que o governo português não confia nas licenciaturas tiradas nas universidades portuguesas. Pudera! O historial universitário de grande parte da classe política é de bradar aos céus. Uns tiraram licenciatura ao domingo, outros têm uma licenciatura sem nunca terem posto os pés na faculdade e outros ainda começaram a “estudar” aos quarenta anos numa universidade privada entretanto desaparecida … Eles lá sabem o que fizeram, não é verdade? Oh Sócrates, Relvas, Passos Coelho and so on …

    E é esta gente que diz ter um “rumo” para Portugal!

    Simplesmente patético …

    Ler mais: http://expresso.sapo.pt/nova-data-para-professores-que-nao-fizeram-a-prova=f846873#ixzz2nq2h75Rg

    • Miguel Castro on 18 de Dezembro de 2013 at 14:56
    • Responder

    Deviam mostrar a cara! Para a “coleguinha” TER VERGONHA!

      • Viva o Crato on 18 de Dezembro de 2013 at 22:35
      • Responder

      Vergonha devia ter Vª exª na cara. Tentar intimidar a colega. Estes “arruaqueiros” não são dignos de ter o nome de p+rofessores. Linda imagem deram da classe.

        • Sílvia on 18 de Dezembro de 2013 at 23:05
        • Responder

        Quando fala da imagem dada à classe está a referir-se certamente aos professores vigilantes, correto?

          • Rua com os arruaqueiros on 18 de Dezembro de 2013 at 23:25

          Vá trabalhar ou estudar para a prova.

          • Sílvia on 19 de Dezembro de 2013 at 0:52

          hahahaha. Alguém que me faça rir hoje…
          É mesmo pobrezinho de espírito.

    • Nuno Ferreira on 18 de Dezembro de 2013 at 14:58
    • Responder

    Publiquem as caras e os nomes dos vigilantes para que todos possamos expressar a nossa gratidão.

      • Grande Crato on 18 de Dezembro de 2013 at 22:37
      • Responder

      Força Crato. Grande ministro.

      • pc on 19 de Dezembro de 2013 at 21:06
      • Responder

      Porquê ,não estão no seu direito? não precisam da vossa gratidão para nada.
      Respeitem para serem respeitados…

    • desporto on 18 de Dezembro de 2013 at 15:04
    • Responder

    Mostrem a cara e os nomes dos carrascos, sem vergonha

      • Grande Crato on 18 de Dezembro de 2013 at 22:38
      • Responder

      Força Crato. Grande ministro.

    • Kika on 18 de Dezembro de 2013 at 15:39
    • Responder

    Na escola palco do primeiro video não houve prova!!! … adesão fortíssima dos vigilantes seguida de invasão das três salas a funcionar!! …

    • Andreia on 18 de Dezembro de 2013 at 16:47
    • Responder

    Já para não falar na “normalidade” de colegas a fazerem a prova em conjunto…

  1. Os professores que foram a fazer a prova, não podem depois:
    – Vir com choradinhos sobre a dificuldade da prova ;
    -Criticar quem vigiou.
    Quem vigiou e quem fez são igualmente culpados. São igualmente professores sem coragem. venha o diabo e escolha. Os dois grupos colaboraram com crato e digam o que disserem FIZERAM a PROVA, logo em concreto contam para o número dos apoiantes da prova.
    Na estatística vão surgir como professores que desejaram fazer a prova.

    Salvam-se os vigilantes que fizeram greve e os que se recusaram fazer a prova.

    • SoSeiQueNadaSei on 18 de Dezembro de 2013 at 17:38
    • Responder

    “Ou alguém hoje ainda imagina que caso os 43 mil docentes fossem obrigados a realizar a prova que a mesma não se ia realizar” [Arlindo dixit – 11/12/13]

    Pareceu-me pertinente e atual…

      • m on 18 de Dezembro de 2013 at 23:55
      • Responder

      Parece-me, posso estar enganado, que muito dificilmente realizar a prova a 40 mil professores…

      Se com 13 mil foi assim, com 40 mil poderia ser um fiasco total mas nunca se saberá

        • SoSeiQueNadaSei on 19 de Dezembro de 2013 at 9:52
        • Responder

        Era precisamente “aí” que eu queria chegar 😉

    • Tavares on 18 de Dezembro de 2013 at 18:01
    • Responder

    Pouco importa se são 43 000 ou 1000. A dignidade de cada um não se mede por número de cabeças.
    Quem optou hoje pelo caminho do carneirismo tem de assumir que o fez e deixar-se de lamúrias.

    • Helena on 18 de Dezembro de 2013 at 18:33
    • Responder

    Deviam era colocar aqui vídeos das escolas com directoras cobardes que chamaram a policia de intervenção…..

      • Grande Crato on 18 de Dezembro de 2013 at 22:41
      • Responder

      Força Crato. Grande ministro.

    • oc on 18 de Dezembro de 2013 at 21:14
    • Responder

    Ninguém ficou bem na fotografia, uns porque se inscreveram na prova, outros porque vigiam, outros porque se manifestaram fora das escolas e no meio de isto tudo o ministério que provocou isto tudo. A partir daqui nas escolas vai ser um clima de cortar á faca, quando o ministério podia por as universidades a fazer isto.

      • Sílvia on 18 de Dezembro de 2013 at 23:10
      • Responder

      “…quando o ministério podia por as universidades a fazer isto.”
      Obrigadinho pela ideia…

        • Quempagaaossindicalistas? on 18 de Dezembro de 2013 at 23:31
        • Responder

        Por acaso a Sílvia passaria na prova?

          • Sílvia on 19 de Dezembro de 2013 at 0:58

          Não entendo o porquê desta questão? Podia ser mais objetivo?

        • oc on 19 de Dezembro de 2013 at 21:02
        • Responder

        Quer o quê? que continuem a por professores contra professores?

          • Sílvia on 19 de Dezembro de 2013 at 21:35

          Meus caros, se não entenderam os meu comentário, paciência, não me vou dar ao trabalho de explicar.

    • Filipe A on 18 de Dezembro de 2013 at 21:18
    • Responder

    Eu fui um daqueles que estive no Barreiro, e pro acaso, o vídeo da invasão lá é da minha autoria. E acho uma vergonha estarem aqui a colocar no mesmo saco colegas que se inscreveram na prova e vigilantes não grevistas. Os colegas que foram obrigados a fazer a prova são os mais fracos nesta história, e estar a atacá-los e imoral e injusto.

    1. Não está implícita qualquer associação, mas contudo retiro o vídeo deste post.

      • Esteblogdáquepensar (é sinal que estamos vivos) on 18 de Dezembro de 2013 at 23:29
      • Responder

      Tem razão. Por acaso este blogue também criticou aquando dos Titulares, que criou os profs de 1ª e de 2ª? É que na altura ainda não o conhecia.

  2. Meu caro… A Liberdade conquistada em 1974, é para ser respeitada! O que se vê neste video é uma total falta de respeito para com dos Professores que aceitaram fazer a prova.

    Vê-se claramente o nível da educação em Portugal! Uma educação em que os EDUCADORES não dão o exemplo! Perderam valores como o respeito, substituiram a liberdade pela “libertinagem”, maltratam os proprios colegas de profissão e ainda vêm publicar estas filmagens de legalidade claramente dúbia nas redes sociais ?

    Quando aparecerem mais videos de professores a serem agredidos pelos alunos, espero que todos os professores que hoje agrediram outros professores, apenas por discordarem da realização da prova, se lembrem, que mais lhes vale estar caladinhos! Porque o Exemplo vem de Cima!

    Lamento ver este video da escola Clara de Resende, cuja Direcção merece o mais sincero respeito, pela forma como geriu a situação e lamento profundamente que este tipo de videos seja publicado indiscriminadamente sem respeito pela liberdade e direitos de privacidade dos cidadãos.

    Pessoalmente sou contra os moldes em que a prova está a ser realizada! A meu ver deveria ser para TODOS os DOCENTES, sem excepções. Na minha actividade profissional sou avaliado pelos meus pares todos os dias. Tenho de prestar provas e evoluir o conhecimento constantemente. Não aceito esta prova nos moldes em que está, pois claramente viola o principio da igualdade ao ser só aplicada aos Professores Contratados, com menos de 5 anos de Serviço. (anos contados em horário completo), se a prova fosse aplicada a todos os docentes sem excepção, aí eu aplaudiria a medida sem reservas!

    Para terminar resta-me lamentar que o estado português, admita que pessoas que agrediram fisica e verbalmente os colegas, vandalizaram os documentos (folhas de prova e enunciados), invadiram salas de aula, entre outros actos inadmissiveis, ainda possam exercer a profissão de docente, tendo ao seu cargo crianças e jovenzinhos!!!

    Não podemos viver num mundo em que se diz para ser como “Frei Tomás! Faz o que ele diz e não o que le faz!”

    Disse.

      • zagor on 18 de Dezembro de 2013 at 23:34
      • Responder

      Caro Apoc,

      Ao visionar este video que tão ferozmente critica, e da leitura dos argumentos que apresenta para justificar a sua posição, deduzo que a dita atividade profissional na qual diariamente é avaliado pelos seus pares não é a seguramente a (outrora) nobre profissão de professor.Julga porventura que a avaliação dos docentes teve início com este disparate a que chamam de prova.Deverá atualizar-se com urgência sobre os desenvolvimentos verificados na área educativa nos últimos anos sob pena de formular opiniões que podem ser interpretadas como gratuitas. No entanto, concordo,consigo num único ponto: É realmente lamentável que docentes se vejam na obrigação e necessidade de defender a sua dignidade profissional desta forma. Quanto às atitudes ,segundo si, indignificantes reveladas no video e ao ” mau exemplo ” dado aos ” jovenzinhos “, aconselho – o, já que estamos a falar de más influências, a viajar e conhecer o maravilhoso mundo do YouTube. Lá poderá dar azo à sua indignação a plenos pulmões. Dessa forma, os professores contestatários poderão ocupar o seu tempo a planear as sua futuras ações segundo as normas do ” Manual do Bom Revoltoso”, obra técnica para o qual deve ter alegremente contríbuido.

  3. Em termos de opinião pública penso que certos vídeos não ajudam…

    • PB on 19 de Dezembro de 2013 at 1:26
    • Responder

    Hoje foi um dia triste para todos os professores. Eu enquanto professor apenas tenho vergonha de ser colega de trabalho de gentalha que teve a coragem de vigiar os colegas, muitos deles desempregados e se calhar mais bem formados do que os vigilantes. Idade e quadro (ao qual eu também pertenço) não significa nada em termos de capacidade e conhecimento. Se calhar está mais do que na hora de colocar todos os professores do quadro a fazer as provas e quem reprovar olho da rua é a serventia da casa. E fico por aqui pois hoje o dia nem foi bom, nem foi mau, foi à Nuno Crato, um dia sem qualquer qualidade.

      • oc on 19 de Dezembro de 2013 at 20:59
      • Responder

      O problema é esse :” Eu enquanto professor apenas tenho vergonha de ser colega de trabalho de gentalha que teve a coragem de vigiar os colegas,” Talvez o colega tenha que ter lições de cidadania, para saber o que é a democracia. “Se calhar está mais do que na hora de colocar todos os professores do quadro a fazer as provas e quem reprovar olho da rua é a serventia da casa”.
      Seria o primeiro a ir para o olho da rua…. a inveja é muito feia…

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