Pelos vistos na Infanta D. Maria, a suposta melhor escola do país, temos lá “colegas” que são uma cambada sem escrúpulos e sem vergonha. Claro que não é só nesta escola, mas esta apareceu na TV como sendo uma das quais os contratados passaram por cima de colegas para ir realizar a prova (estes também deixam muito a desejar….).
Ainda têm coragem de aparecer amanhã para trabalhar? Desapareçam, não merecem a classe à qual pertencem.
Li um pouco da prova e rapidamente concluí da sua cretinice e, porque não?, dificuldade estapafúrdia. Quem leciona Português, faz metade da prova; quem leciona matemática, faz a outra metade; todos os outros, fazem-na como boletim de euromilhões.
Uma sugestão ao Sr. Ministro da Educação:
1. Faça a prova;
2. Aplique-a aos seus secretários de estado;
3. Alargue-a aos restantes membros do governo;
4. Obrigue-a aos parlamentares que apoiam a maioria;
5. Ofereça-a ao Presidente da República (sem soluções);
6. Finalmente, avalie o Primeiro Ministro.
Àqueles que reprovarem, ponham-se a andar e desamparem-nos a loja de uma vez por todas!!!!!!!!
Olhe que não, olhe que não…
Quem é de Português fará, supostamente da sua área, cerca de um terço da prova e, ainda assim, sem garantias de que acerte, dada a “abrangência semântica”, para usar um eufemismo, das possibilidades de resposta a algumas questões. Quem é de Matemática terá, à vista desarmada, a vida facilitada nos restantes dois terços da prova, mas isto também não é assim tão óbvio se as perguntas das ciências exatas forem (como me parece que são) tão estapafúrdias quanto as das áreas em que a linguagem pode ser menos denotativa (bela aplicação de conhecimentos da PACC, não?)… Ou seja, a ideia foi/é continuar a humilhar. Agora com os resultados que, face a este enunciado e ao nó que provocou no cérebro dos que provaram (do verbo provar: padecer, sofrer), vão ser (ainda que desejemos o contrário) escalpelizados e usados pelo MEC para confirmar todos e quaisquer raciocínios enviesados sobre os conhecimentos e as competência dos professores. Esteja eu enganado…
6 comentários
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O enunciado já temos só falta a resolução… 😉
já está no Iave.
Pelos vistos na Infanta D. Maria, a suposta melhor escola do país, temos lá “colegas” que são uma cambada sem escrúpulos e sem vergonha. Claro que não é só nesta escola, mas esta apareceu na TV como sendo uma das quais os contratados passaram por cima de colegas para ir realizar a prova (estes também deixam muito a desejar….).
Ainda têm coragem de aparecer amanhã para trabalhar? Desapareçam, não merecem a classe à qual pertencem.
As Ceias de Natal das escolas deveriam ser todas boicotadas.
Li um pouco da prova e rapidamente concluí da sua cretinice e, porque não?, dificuldade estapafúrdia. Quem leciona Português, faz metade da prova; quem leciona matemática, faz a outra metade; todos os outros, fazem-na como boletim de euromilhões.
Uma sugestão ao Sr. Ministro da Educação:
1. Faça a prova;
2. Aplique-a aos seus secretários de estado;
3. Alargue-a aos restantes membros do governo;
4. Obrigue-a aos parlamentares que apoiam a maioria;
5. Ofereça-a ao Presidente da República (sem soluções);
6. Finalmente, avalie o Primeiro Ministro.
Àqueles que reprovarem, ponham-se a andar e desamparem-nos a loja de uma vez por todas!!!!!!!!
Olhe que não, olhe que não…
Quem é de Português fará, supostamente da sua área, cerca de um terço da prova e, ainda assim, sem garantias de que acerte, dada a “abrangência semântica”, para usar um eufemismo, das possibilidades de resposta a algumas questões. Quem é de Matemática terá, à vista desarmada, a vida facilitada nos restantes dois terços da prova, mas isto também não é assim tão óbvio se as perguntas das ciências exatas forem (como me parece que são) tão estapafúrdias quanto as das áreas em que a linguagem pode ser menos denotativa (bela aplicação de conhecimentos da PACC, não?)… Ou seja, a ideia foi/é continuar a humilhar. Agora com os resultados que, face a este enunciado e ao nó que provocou no cérebro dos que provaram (do verbo provar: padecer, sofrer), vão ser (ainda que desejemos o contrário) escalpelizados e usados pelo MEC para confirmar todos e quaisquer raciocínios enviesados sobre os conhecimentos e as competência dos professores. Esteja eu enganado…