Às 11:06 da manhã encontram-se mais de 100 professores na cantina para fazer a prova.
Apenas existe um vigilante na “SALA” e estão a preparar a sala com mesas redondas para a prova ser feita por 4 professores em cada mesa.
A inspeção está presente na escola.
Ouvem-se gritos de revolta ao telefone e acredito que aquilo dê para o torto.




7 comentários
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Esse vigilante devia ter vergonha…
E a direção desta escola também…
é trabalho de grupo?
esse(a) vigilante está de parabéns, merece um aplauso em pé de todos os presentes
A prova não se realizou na Filipa de Vilhena! Separaram os professores em 2 grupos, um foi para o auditório e outro para a cantina. Na cantina, a confusão instalou-se. No auditório estavam todos sentados “coladinhos”, ia ser trabalho de grupo! Só estavam presentes 3 professores da direção. A Diretora de lágrimas nos olhos. Às 11h ainda estavam a fazer a chamada. Confusão total! Prova anulada na Filipa de Vilhena!
EU ESTIVE LA´! Quem foi empurrado para a vigilancia foi a direcçao, que informou o ministério que fazia greve. o ministério disse que institucionalmente nao poderiam fazer greve e e pressionou-os. às 10h50 iniciam a chamada, 11h05 todos no audotrio e os restante na cantina… sensivelmente 100 em cada lado… na CANTina sem mesas suficientes, acumulavam-se 3 por mesa… e oputros em pé à espera… no auditorio os cotovelos de uns tocam nos outros… 2 profs da direcçao na cantina, 1 prof no auditorio… na cantina a directora informa que depois de contactar o seu superior que não ha condiçoes para realizar. O auditorio é invadido e o que já nao tinha condiçoes, ficou impossível. a directora reconhece que não condiçoes! ninguem fez a prova. É entregue uma exposição à directora da escola com as assinaturas dos presentes. A secretaria emite uma declaraçao de presença a todos os professores em que se ressalva a falta de condiçoes! Os professores vigilantes fizeram todos greve. Lamento que nem todas as escolas tenham sido justas para com os seus pares!!!
Filipa de Vilhena, que saudades, ainda há dias recordava o ano que lá passei, continua uma escola de princípios, capaz de formar pessoas com espinha.
Também eu lá estive presente. Nunca pensei ser possível proporem-me tais condições de realização de exame. Apesar das irregularidades ocorridas, acredito que em Junho nenhum aluno foi submetido a tal. Não culpabilizo a direção da escola, mas sim a arrogância e a teimosia de um ministro que pretende fazer valer os seus ideais à custa da escola pública e daqueles que não desistem de lutar por ela!