Cada sala onde se realizou a prova teve apenas um vigilante.
Terá sido ordens do diretor em fazer a distribuição dos vigilantes existentes (9) pelas restantes salas para a prova realizar-se em todas elas.
E isto não é motivo suficiente para anulação da prova?
Depois vem o Secretário de Estado dizer que a prova decorreu com normalidade na maioria das escolas.




8 comentários
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E NINGUÉM COLOCA A LISTA COM OS NOMES E FOTOS DESTES CAPACHOS QUE VIGIARAM A PROVA?
Na escola onde realizei a prova (Manuel da Maia, em Lisboa) também aconteceu o mesmo… Um vigilante por sala…
Na AE Carolina Michaelis também só foi um vigilante… E a vigilante não retirou as provas na hora devida houve colegas que tiveram mais tempo, pois continuavam a escrever e ela deixou… Saímos 30 minutos depois e porque saí pela sala fora… Nem acreditei no que vi… Como posso reclamar?
Comprovo o que a Patrícia disse. Também lá estive.
E nós começamos 5 minutos atrasados e acabamos 5 minutos atrasados, com colegas que tiveram mais tempo, não sei precisar quanto.
Caros colegas, LIVRO DE RECLAMAÇÕES!!!
Atenção a esse diretor, na última greve, “obrigou” os professores a vigiarem os exames de português. É preciso de saber se não fez o mesmo agora…
DESDE JÁ DIGO QUE SOU CONTRA ESTA PROVA, NÃO FAZ SENTIDO, NEM AVALIA O QUER QUE SEJA (TENHO 3 AVALIAÇÕES DE DESEMPENHO, DUAS COM BOM E UMA COM MUITO BOM DEVIDO A FALTA DE QUOTAS PARA EXCELENTE).
sou docente com 3 anos completos de tempo de serviço e realizei a PACC na AE Alexandre Herculano no Porto. Acontece que a dita prova violou uma série de normas previamente estabelecidas, entre as quais o facto do Director da mesma escola ter mantido a realização da prova apesar de mais de 50% de greve dos colegas convocados para a respectiva vigilância.
Isto originou com que a prova fosse vigiada apenas por uma pessoa o que consequentemente fez com que ao longo da prova houvessem sucessivas paragens por discussões entre inscritos na prova e a vigilante, falatório em voz significativamente alta, etc, ou seja, um conjunto de situações que fez com que não pudesse realizar a prova com a devida concentração (que sobretudo uma prova de lógica e raciocínio merece) e nem dos 120 minutos completos pude ter, pois volta e meia havia as tais paragens para discussões.
No fim dos 120 minutos a vigilante veio recolher a prova, pelo que questionada por mim se poderia ter mais algum tempo extra para poder terminar a prova, a mesma negou e mostrou-se mais preocupada em terminar ali o seu trabalho e seguir caminho.
Venho então perguntar se em janeiro quando se realizar nova prova, se também a poderei realizar, contando para efeitos de avaliação essa mesma prova de janeiro e não esta, pois não paguei 20 euros para realizar a prova em situação de desigualdade para com outros colegas. Tal como devem ter conhecimento, mais não seja pela comunicação social, na AE Alexandre Herculano, foram muitas as normas violadas, entre as quais:
– apenas 1 vigilante por sala;
– constantes situações de paragens durante os 120 minutos para realização da prova;
– Impossibilidade de concentração por diversas discussões durante os 120 minutos da prova;
– Impossibilidade de, realmente, ter 120 minutos concretos para a realização da prova o que originou por exemplo não ter tempo para realizar todas as perguntas.
– etc
Espero bem que a PACC, mantendo-se, haja a possibilidade de quem a realizou em situações adversas e pretenda realiza-la novamente ficando para efeitos de avaliação esta de dezembro anulada o possa fazer, caso contrário é só mais uma série de normativas violadas pelo MEC que terão que responder num provedor ou tribunal qualquer. pois que ter a hipótese de realizar a PACC em situação de igualdade para com todos os outros colegas.