Carta aos Grupos Parlamentares, Sobre a Prova de Acesso

Devem enviar em massa esta carta aos grupos parlamentares mostrando o erro desta prova de acesso.

 

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17 comentários

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    • caloira910 on 31 de Julho de 2013 at 20:32
    • Responder

    Ficam aqui os endereços electrónicos para os quais podem enviar a carta:

    Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata: gp_psd@psd.parlamento.pt

    Grupo Parlamentar do Partido Socialista: gp_ps@ps.parlamento.pt

    Grupo Parlamentar do Partido Popular: gp_pp@pp.parlamento.pt

    Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português: gp_pcp@pcp.parlamento.pt

    Grupo Parlamentar do Partido do Bloco de Esquerda: bloco.esquerda@be.parlamento.pt

    Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes”: PEV.correio@pev.parlamento.pt


    1. Obrigado. Já mandei o mail.


    2. Já enviei o email e vou divulgar esta iniciativa!

    • António on 31 de Julho de 2013 at 21:02
    • Responder

    Qual o mail para onde enviar?

      • caloira910 on 31 de Julho de 2013 at 21:07
      • Responder

      todos os que estão no primeiro comentário.


  1. Só pela fraca quantidade de comentários se vê a pouca força que os contratados têm e terão na contestação a esta prova. Precisa-se do apoio dos colegas de QE e QZP. AlôÔÔÔ… Venham ajudar-nos, tal como o fizemos convosco há dias!


  2. Obrigada, Arlindo, por nos dar voz. Como pode constatar, se não for o Arlindo, estamos abandonados. Bem haja!

    • Ltrindade on 31 de Julho de 2013 at 23:38
    • Responder

    Feito!

    • Maria on 1 de Agosto de 2013 at 4:04
    • Responder

    Já enviei. Espero que os sindicatos se interessem por mais esta atrocidade por parte do ministério. Não existe nenhum profissão em parte alguma que após 5/10/15 anos de exercício seja solicitado uma prova. Pergunta-se para quê a profissionalização em serviço, os anos dedicados ao ensino em situações mt vezes precárias….?


  3. AHAHAHAHAHAHAH gosto particularmente desta parte:

    «não permite aos docentes outra saída que não o ensino» AHAHAHAHAHAHAH a sério? portanto, um professor não pode/sabe ocupar um lugar numa empresa, é isso? não sabe trabalhar na área comerical, ou como administrativo, não pode criar o seu próprio negócio, não sabe fazer mais nada para além daquilo que “aprendeu” em 4 ou 5 anos de Faculdade, é isso? os professores são de tal maneira mono-operacionais que não têm outras faculdades para além da palha que lhes enfiaram na academia, certo? é mesmo isto que querem defender? quantos exemplos querem que contrariam isto de um modo taxativo? é mesmo com esta qualidade de argumentário que querem demover a maioria parlamentar?

      • Fatu on 1 de Agosto de 2013 at 11:28
      • Responder

      Por que será que aparece sempre aqui alguém a “rosnar” contra os professores??? Para deitar “achas na fogueira” ? Alguém do MEC para destabilizar a coisa? Cuidado pessoal que “eles andam por aqui”!!!!


      1. engana-se. o que se passa é que ainda há na classe docente, e no meu caso contratado, quem tenha noção do ridículo e não tenha problema algum em fazer um mísero teste… venha ele! tenho duas licenciaturas, uma pós-graduação e um mestrado (pré-bolonha), tenho lá algum receio de ser posto à prova mais uma vez na minha área de conhecimento!? pode ser que de uma vez por todas a tropa ignorante que pulula pelas escolas saia definitivamente do sistema e dê lugar a quem realmente domina os conteúdos. estou farto de ver “professores” com médias de licenciatura inaceitáveis, vindos de cursos com curricula no mínimo duvidosos a fazer moça no ensino. não sabem: RUA! não servem: RUA! o ensino público não pode ser um depósito de ignorantes, iletrados e incapazes. e não me venham com o argumento de que estamos perante um ataque à credibilidade das universidades. não faltam casos de pessoas que, por vias travessas, ganham acesso à carreira docente, mesmo tendo média de curso ridícula. seja porque são professores de moral e acumulam TS, seja porque têm um padrinho na formação profissional e, novamente, acumulam TS. há ou não inúmeros casos destes? o sistema tem várias lacunas que são aproveitadas pelos chicos-espertos para, como bem sabem, passarem pela rama, sem dificuldades, vivendo no expediente do costume: o encostado, encostadinho. crie-se, então, um filtro entre a saída da universidade/tempo de serviço adquirido e o acesso à carreira. eu acho muito bem, posso fatu?

          • caloira910 on 1 de Agosto de 2013 at 17:54

          Há espaço para ideias discordantes.
          Agora gostava de lhe perguntar se um professor é apenas o seu conhecimento científico?
          Muito boa gente domina assuntos como ninguém, mas não os consegue dar a conhecer, a aprender.
          Se a prova tivesse uma parte dedicada em exclusivo à prática pedagógica eu conseguiria perceber o seu ponto de vista e concordar com o mesmo, mas não é o caso.
          Também tenho uma licenciatura e três especializações pré-bolonha feitas em instituições públicas.
          Acrescento: quando frequentei a minha licenciatura a Universidade obteve a classificação externa mais alta no curso em questão (comparativamente com ESE e outras Universidades do país).
          O facto de sentir que há necessidade de distinguir bons de maus profissionais não significa que concordemos com algo que vai contra as diretivas e não tem sentido.
          Implementar de forma escrupulosa a ADD seria uma boa forma de atenuar essa necessidade de distinção que o colega sente falta.

          • Prof farto de medíocres on 1 de Agosto de 2013 at 22:17

          Concordo em absoluto com o assssiiiii. Infelizmente a maioria dos professores sabe pouquíssimo da sua área científica. Depois refugiam-se nas tretas do eduquês e das pedagogias e em saber ensinar e blá bla blá. Saber ensinar o quê? O que não sabem? A prova concreta do que estou a dizer são as notas vergonhas na grande maioria dos exames nacionais e provas intermédias. Se os professores são todos tão bons porque são estas notas de exame vergonhosas? Não se desculpem com a exigência dos exames. Estes exames são fraquíssimos. Querem exames a sério vão fazer os que vão da década de 90 até 2005.


        1. caloira 910. perdoe-me, mas isso são desculpas esfarrapadas. eu reconheço a importância da componente pedagógica, naturalmente, mas não entremos em devaneios. no final, o que interessa é: o professor é conhecedor dos conteúdos e competente na sua aplicação ou não. isso, para mim, é que é o fundamental. se a isso conseguir aliar um “jeito” natural para lidar com os alunos, uma capacidade criativa para expor os conteúdos e métodos cativantes, óptimo. agora, também lhe digo, eu não conheço pessoas que dominam a matéria e que depois não a sabem explicar. pode haver, mas quando gostamos daquilo que fazemos, encontramos sempre uma maneira de tentar fazer chegar essa paixão aos outros, certo? o que eu conheço são professores que não dominam as matérias e depois, naturalmente, não as sabem explicar. conheço também professores que para além de não dominarem as matérias, não as sabem explicar e nem sequer gostam daquilo que fazem. fazem-no pq foi o caminho mais fácil. fazem-no pq o ensino público se tornou num depósito de ineptos sem qualquer tipo de qualidade. no caso do grupo da minha 1ª licenciatura, o 300, são gritantes as atrocidades cometidas dentro das salas de aula. para além de que a esmagadora maioria nem sequer gosta, por exemplo, de ler. é verdade. professores de português que não gostam de ler… não é incrível?!? não é incrível que eu tenha antigos colegas de faculdade que fizeram um percurso académico inteiro à base de resumos e cábulas? colegas que hoje estão por aí, ao deus dará, a fazer o que bem lhes apetece… e a ensinar o quê? pergunto eu. a ensinar o quê?? como é que esta gente para quem a leitura se resume ao jornal desportivo, ou quanto muito a uma qualquer susana tamaro desta vida, pode ser professor de português? como? e até lhe digo mais, tenho pena, lamento mesmo muito, que este exame não se aplique a todos os docentes. a todos! aí, sim, veríamos de que matéria são feitos os nossos professores. só para dar um exemplo, no ano passado, uma digníssima prof do quadro da escola na qual estive, referiu-se ao escritor ondjaki como, e passo a citar, “o preto que escreve muitos palavrões”. I rest my case.

    • Carlos on 2 de Agosto de 2013 at 0:40
    • Responder

    Enquanto professor contratado há vários anos, revejo-me pouco no conteúdo e na forma da “carta” aqui publicitada. Não me parece que estes devam ser os argumentos a utilizar para defender esta causa. Respeito quem a produziu, quem a reproduziu e assinou, mas, honestamente, um professor deve ter um cuidado redobrado na forma como se expõe à opinião pública. Este é um dos casos. Eu não assinaria este documento, apesar de concordar, na generalidade, com os propósitos que lhe estão implícitos. Então um professor não tem a capacidade de elaborar, de forma autónoma, um documento que procure defender os seus próprios interesses? Precisa de uma minuta? Que, ainda por cima, “assina de cruz”? Poderia citar algumas incorreções que o texto apresenta, mas todos terão lido atentamente o que assinaram. Digo eu…


    1. concordo em absoluto.

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