As AECs são uma praga?

“São a alternativa pública um centro de estudo ou ATL privado.

A Escola a tempo inteiro é uma derrota para as crianças e para as suas famílias. Em vez de brincarem, as crianças levam com Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC)… mas sairão delas mais ricas? Não me parece. Este modelo das aulas depois das aulas serviu para aliviar as famílias, e reforçar a ideia da Escola como depósito de crianças. Deixem as crianças ir para casa estar com as suas famílias e brincar!”

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Cartoon do Dia – Roubaram- me a Reforma.

 

 

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Urgente e Necessário

… desde que compense alguma coisa.

 

Pré-reforma na Função Pública avança em 2020

 

Medida abrange trabalhadores do setor público com idade igual ou superior a 55 anos.

O Governo vai avançar com a execução efetiva da pré-reforma na Função Pública em 2020. A concretização desta medida, que entrou em vigor em fevereiro deste ano mas não teve ainda qualquer aplicação, é um dos objetivos previstos no Orçamento do Estado para 2020 na área da Administração Pública. A pré-reforma destina-se aos trabalhadores com idade igual ou superior a 55 anos, o que abrange 197 mil pessoas.

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“Ser professor nos dias de hoje é um acto de heroicidade e de sacerdócio” – Joaquim Jorge

“Ser professor nos dias de hoje é um acto de heroicidade e de sacerdócio”

Joaquim Jorge começa por recordar o caso de um professor, no País de Gales, que foi encontrado morto depois de ter sido agredido por um aluno com uma cadeira. Perante este incidente, o também biólogo diz que a vida de um professor “é algo surreal para o comum dos cidadãos” pois “para além de ter que aturar os filhos dos outros, ainda pode ser agredido e maltratado”.

Hoje em dia, ninguém quer ser professor, os professores que continuam, estão mortos que chegue o dia para se reformarem. Não me admira nada, que já haja falta de professores em Portugal. Qualquer pessoa fala de quanto ganha um professor, o que faz ou deixa de fazer numa escola. Todos dão palpites e falam do ensino sem perceberem nada do assunto”, declara, acrescentando que o “Big Brother docente é incrível comparado com outras profissões”.

“Por exemplo, os juízes que pouco se sabe do que fazem ou deixam de fazer e é sempre difícil serem questionados, ao contrário, dos professores que são ‘pau para toda a colher’ , estão por tudo, servem para tudo e são capaz de executar o que for preciso. Os professores são usados para os mais diversos trabalhos numa escola”, assevera.

Antes de concluir o artigo de opinião, Joaquim Jorge recorda uma notícia que saiu recentemente sobre algumas câmaras terem pedido os nomes de funcionários escolares que fizeram greve. De acordo com o fundador do Matosinhos Independente, “este tipo de coacção e pressão é um sinal que se vai acentuar com a municipalização, quer para funcionários, quer para professores” e este, ainda segundo Joaquim Jorge, “é um dos maiores problemas da democracia.

Um dos maiores problemas na democracia é o poder local e o controlo que uma Câmara procura exercer a todos os níveis na sociedade: controlo da imprensa; controlo dos subsídios; controlo das nomeações; entre outros. É sempre muito difícil combater um poder, que se confunde com a câmara. A municipalização será muito má para o ensino e para os professores”, reflete.

Em jeito de conclusão, Joaquim Jorge garante que a “municipalização do ensino é um processo que porá em causa direitos como o da igualdade de oportunidades, reduzirá a autonomia das escolas, abrindo portas à ingerência na sua organização interna pelos presidentes de câmara e potenciará vias de privatização da Escola Pública”.

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Os Assistentes Sociais não vinculam nas Escolas Portuguesas porquê?

 

Até 1998 quase todas as escolas portuguesas tinham um assistente social a trabalhar lá e era necessário? Será que desde essa altura, agora em 2019, os problemas sociais e económicos dos alunos nas escolas desapareceram?

Nos quadros das Escolas não existem assistentes sociais, porquê?

Todos os anos são contratados apenas por uns meses, porquê?

Porque não pode sair dinheiro do Orçamento do Estado para lhes pagar?

Porque são pagos com dinheiro que vêm dos Fundos da União Europeia?

Porque só algumas Escolas Portuguesas se podem candidatar a um projeto para terem assistentes sociais?

A resposta para esta série de perguntas é:

Porque seria admitir que em Portugal as escolas precisavam do trabalho dos Assistentes Sociais, que estes tinham de ser pagos através do Orçamento de Estado Português e que portanto os Assistentes Sociais eram necessários, por isso justificaria a sua efetivação, necessidade permanente!! E que isso poderia abrir precedente para abrir concursos não apenas para as escolas apelidadas de “Teip” e onde existem projetos para “Turmas Pief”, mas para todas as outras escolas do país.

Entretanto, vai-se empurrando com a barriga… para o ano logo se vê.

 

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Distribuição dos professores contratados por idade e grupo de recrutamento

A tabela abaixo apresenta a faixa de idades onde os professores contratados se encontram bem como a respetiva média.

Percebe-se então que a idade média dos professores contratados anda pelos 42,4 anos e…

  • apenas 4 grupos têm uma média de idades inferior a 40 anos (200, 620, 920 e 930).  De referir que o grupo 200 é um dos grupos onde mais professores se aposentarão nos próximo 10 anos (80,5%), pelo que, com a média de idades mais “baixa” tem, de forma razoável, garantido o “rejuvenescimento” do corpo docente;
  • No sentido inverso temos os grupos 430, 530 e 560, onde a média de idades ultrapassa os 50 anos e onde, para agravar tudo, se  prevê uma maior taxa de aposentação.

Com base neste dados é urgente que se criem mecanismos justos de rejuvenescimento docente, permitindo aposentações antecipadas assim como entradas nos quadros de professores mais novos.

Talvez, se houver vontade política e pragmatismo financeiro por parte do Governo, se perceba que o dinheiro gasto nas substituições temporárias (mais de 14 000 por ano) pode garantir um final de carreira digno a quem tanto fez pela educação em Portugal, mitigando um dos maiores desafios da educação – o rejuvenescimento da classe.

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“O ministro que vá dar aulas”

Clique na imagem para ver e ouvir.

 

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Professora aluga sofá por 10 euros para poder dar aulas

 

As condições que o Estado oferece aos seus professores habitualmente são transferidas para o contribuinte com a mesma qualidade.

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Há alunos que não vão ter aulas a uma ou mais disciplinas todo o 1º período

Há alunos que não vão ter aulas a uma ou mais disciplinas todo o 1º período

Situação acontece em escolas de Lisboa e no Algarve. Há muitos anos que não havia tantas dificuldades na colocação, asseguram professores

Oano letivo começou há três meses e falta pouco mais de uma semana para acabar o 1º período. Mas há alunos de várias turmas, em particular em Lisboa e no Algarve, que ainda não conseguiram ter qualquer aula a uma ou várias disciplinas nem sabem se e quando virão a ter, segundo diretores e professores ouvidos pelo Expresso.

No Agrupamento de Escolas Mouzinho da Silveira, na Baixa da Banheira, desde o início do ano letivo que duas turmas do 8º ano estão sem professor de Geografia e de Francês, conta Paulo Guinote, professor naquele agrupamento. No Agrupamento da Moita, também na margem sul, falta um docente de História desde o início do ano, afetando turmas do 8º que já em 2018/19 tinham estado sem professor durante dois períodos. Esta semana foi colocado o de Geografia que também estava em falta desde setembro. Alunos do 2º ciclo aguardam ainda que lhes deem Tecnologias da Informação e Comunicação. Na secundária artística António Arroio, em Lisboa, as dificuldades têm existido a várias disciplinas, reconhece a subdiretora Benedita Salema: Filosofia, Educação Física, Geometria Descritiva, Português. Para esta disciplina sujeita a exame nacional, só no final de novembro chegou um docente para uma turma do 12º.

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Uma boa medida contra a violência escolar a aplicar por cá

Num país onde se pagam multas pelo que fizeste e pelo que não fizeste, seria uma boa medida multar por não educar.

 

Escola vai multar os pais de alunos que intimidem outros alunos

Primeiro vai um aviso e, em caso de recaída, os pais do aluno mal comportado terão de pagar de 50 até 681 dólares.

Na era em que tudo é disseminado pela Internet, com massividade impressionante e supervisão zero, é importante estabelecer limites. O bullying e o cyberbullying, por exemplo, são abundantes nas redes, ainda mais nas escolas. Encontrar uma solução é complexo, mas em uma escola eles parecem ter encontrado a resposta.

Nesta escola, eles começaram a multar todos os pais cujos filhos cometeram algo assim. As multas variam de 50 a 681 dólares.

“A ordenança proíbe bullying ou assédio, proíbe retaliação contra qualquer pessoa que denuncie bullying ou assédio e também responsabiliza os pais e responsáveis ​​por esse comportamento de crianças menores de 18 anos. Inclui uma multa de US $ 50 pelo primeiro crime de bullying de uma criança, mas adicionaria US $ 313 uma vez que as custas judiciais sejam levadas em consideração. Os pais receberiam um aviso por escrito antes de emitir uma intimação, de acordo com a ordenança.”

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