Profissionalização em Serviço – Prolongamento por Mais 2 Anos para Conclusão

Despacho n.º 7716/2024

Considerando que o Despacho n.º 7424/2018, de 18 de julho, retificado pela Declaração de Retificação n.º 670-A/2018, de 14 de setembro, alterado pelos Despachos n.os 2056/2021, de 16 de fevereiro e 9514/2022, de 3 de agosto, retificado pela Declaração de Retificação n.º 712/2022, de 12 de agosto, prevê o reconhecimento da profissionalização em serviço, para efeitos do Decreto-Lei n.º 287/88, de 19 de agosto, alterado pelos Decretos-Leis n.os 345/89, de 11 de outubro, 15-A/99, de 19 de janeiro, e 127/2000, de 6 de julho, mediante conclusão com aproveitamento, do curso de Profissionalização em Serviço, ministrado pela Universidade Aberta ou outra instituição de ensino superior, até final do ano escolar de 2023/2024;

Considerando a existência de um número significativo de docentes que, não reunindo as condições previstas naquele despacho até ao final do ano escolar 2023/2024, não puderam frequentar o curso de profissionalização em serviço.

Nesse contexto, alarga-se o prazo para o reconhecimento da profissionalização, mediante a conclusão do curso de profissionalização em serviço, durante os anos escolares de 2024/2025 e de 2025/2026.

Ao abrigo das competências delegadas pelo Despacho n.º 6069/2024, de 29 de maio, do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, para efeitos do disposto no Decreto-Lei n.º 287/88, de 19 de agosto, na sua redação atual, nos termos do disposto no n.º 5 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 15/2018, de 7 de março, na sua atual redação e do previsto no n.º 4 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 16/2018, de 7 de março, determino a alteração do n.º 1, das alínea b) e c) do n.º 2, das alíneas b) e c) do n.º 3 e das alíneas b) e c) do n.º 4 do Despacho n.º 7424/2018, de 18 de julho, que passam a ter a seguinte redação:

“1 – O reconhecimento da profissionalização em serviço, mediante a conclusão, com aproveitamento, do curso de profissionalização em serviço ministrado pela Universidade Aberta ou outra instituição de ensino superior nos anos escolares de 2024/2025 e de 2025/2026.

2 – […]

a) […]

b) Possuam seis anos completos de serviço docente efetivo até ao final do ano escolar em que concluam o curso de profissionalização em serviço, estando assim, nos termos do artigo 43.º do Decreto-Lei n.º 287/88, de 19 de agosto, na sua redação atual, dispensados do segundo ano da profissionalização;

c) Tenham concluído o curso de profissionalização em serviço, ao abrigo do presente despacho, nos anos escolares de 2024/2025 e de 2025/2026.

3 – […]

a) […]

b) Possuam seis anos completos de serviço docente efetivo até ao final do ano escolar em que concluam o curso de profissionalização em serviço, estando assim, nos termos do artigo 43.º do Decreto-Lei n.º 287/88, de 19 de agosto, na sua redação atual, dispensados do segundo ano da profissionalização;

c) Tenham concluído o curso de profissionalização em serviço, ao abrigo do presente despacho, nos anos escolares de 2024/2025 e de 2025/2026.

4 – […]

a) […]

b) Possuam seis anos completos de serviço docente efetivo até ao final do ano escolar em que concluam o curso de profissionalização em serviço, estando assim, nos termos do artigo 43.º do Decreto-Lei n.º 287/88, de 19 de agosto, na sua redação atual, dispensados do segundo ano da profissionalização;

c) Tenham concluído o curso de profissionalização em serviço, ao abrigo do presente despacho, nos anos escolares de 2024/2025 e de 2025/2026.”

4 de junho de 2024. – O Secretário de Estado da Administração e Inovação Educativa, Pedro Tiago Dantas Machado da Cunha.

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Porque se insiste num disparate?

 Outra vez os Rankings…

Anualmente, tem vindo a publicar-se um disparate, chegando-se sempre a uma invariável conclusão:

– Objectivamente, os actuais Rankings comparam, de forma enganosa e perniciosa, o que não é comparável…

– Não é possível comparar os resultados obtidos em Exames nas Escolas Públicas com os obtidos nas Escolas Privadas, desde logo porque as condições de partida, numas e noutras, são completamente distintas e, por vezes, até, antagónicas…

– Cair na tentação de aferir a “qualidade” ou a “competência” das Escolas Públicas e Privadas e dos respectivos Alunos, pelo critério lugar que cada escola ocupa no Ranking, não parece legítimo, nem honesto, nem justo…

– Só seria legítimo, honesto e justo comparar os resultados obtidos em Exames Nacionais pelos Alunos das Escolas Públicas com os das Escolas Privadas se as condições iniciais de uns e de outros, nos anos que antecederam a realização de Exames, tivessem sido semelhantes ou equivalentes… Mas, na realidade, não foram… E dificilmente alguma vez serão…

O principal desígnio da Escola Pública não pode deixar de continuar a ser este, nos termos da Constituição Portuguesa:

– Disponibilizar e proporcionar educação e cultura a todos os Alunos, independentemente da sua origem social, cultural ou económica e de apresentarem ou não algum handicap físico, sensorial e/ou cognitivo…

Assim sendo, ou se revogam os Princípios da Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei Nº 46/86 de 14 de Outubro) e a própria Constituição ou se aceita e assume que, e até alteração legislativa em contrário, a Escola Pública não pode deixar de cumprir um dos seus principais desígnios: permitir e fomentar a igualdade de acesso e de oportunidades em relação à Educação, uma escola para todos, visando a democratização do ensino…

E isso implica, necessariamente, a aceitação de todos os públicos e de toda a heterogeneidade daí decorrente, sem qualquer tipo de selecção prévia de Alunos…

O anterior, contudo, não poderá ser visto como uma “desculpa” para tornar a Escola Pública pouco exigente ou deixar que o sucesso escolar se transforme em algo que não seja real, apenas existente em algumas estatísticas feitas para enganar ou para embelezar certas fotografias…

E bastaria a heterogeneidade social, económica e cultural do público que frequenta a Escola Pública para que se tornasse ilegítimo estabelecer comparações directas entre resultados obtidos em Exames Nacionais pelos Alunos do Ensino Público e pelos do Ensino Privado…

A realidade das Escolas Públicas, em termos da heterogeneidade do seu público-alvo e das condições materiais existentes, não pode ser escamoteada e ignorada, pelas implicações dessas duas variáveis no processo de ensino-aprendizagem…

As interpretações realizadas sem considerar a influência desses dois parâmetros nos resultados obtidos em Exames Nacionais serão naturalmente enviesadas, muito pouco credíveis…

Por essa perspectiva de comparação, que não contextualiza tais resultados, as Escolas Públicas estarão irremediavelmente condenadas ao fracasso, ano após ano, e a serem qualificadas como “más” ou como “incompetentes”…

Em resumo, ou se mudam os critérios pelos quais se elaboram os Rankings ou então deixe-se de publicar anualmente um disparate, que serve apenas para demonstrar uma inevitabilidade:

– A Escola Pública muito dificilmente conseguirá competir com o Ensino Privado, no que respeita aos resultados dos Exames…

Os motivos pelos quais tal sucede já todos os conhecemos, portanto porque se insiste neste disparate?

Mas as Escolas, Públicas ou Privadas, felizmente, não são só números e edifícios inertes… Por trás dos números e dentro dos edifícios estão Pessoas, isso importa e também não pode ser esquecido…

E, sim, há muito por fazer na Escola Pública e há também vários “males” que a afectam, muitos indexáveis às desastrosas políticas educativas dos últimos anos, outros atribuíveis a inúmeros vícios de funcionamento que urge alterar…

Há, por isso, muitas mudanças a operar na Escola Pública… Mas não confundamos isso com o descarte ou a proscrição da Escola Pública…

Sem Escola Pública, tudo seria muito pior, convirá talvez não esquecer…

(As principais ideias deste texto já tinham sido abordadas por mim numa publicação do Blog DeAr Lindo em 29 de Maio de 2021. Desde então parece que pouca coisa mudou, pelo que mantenho, em termos gerais, o que tinha defendido nessa altura…).

Paula Dias

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Os Verdes vencem nesta escola (e nas outras)

 

O conjunto de princípios e compromissos do Reform UK é clara e está afixada por toda a escola para todos verem:
– interrupção imediata de toda a imigração legal;
– retorno de todos os imigrantes ilegais a território francês por via marítima, ergo nos mesmos barcos usados para chegar a território britânico;
– introdução de um imposto migratório onde o empregador é obrigado a pagar uma taxa extra por cada trabalhador estrangeiro contratado;
– levar o Reino Unido a abandonar a Convenção Europeia dos Direitos Humanos de modo a acabar com a imigração legal e reduzir substancialmente a imigração legal;
– introdução de um sistema migratório de trocas directas onde a entrada de um imigrante está dependente da emigração de um britânico;
– não permissão de entrada de alunos estrangeiros nas universidades britânicas;
– acabar com os apoios sociais para não britânicos;
– redução para metade do orçamento de ajuda externa.
E a lista continua entre o fim das listas de espera para cirurgias, redução de impostos para compra de habitação própria, benefícios fiscais para trabalhadores de saúde e nada disto importa pois os alunos, peremptórios, já arrancaram todos os cartazes do Reform UK das paredes desta escola.
E se esta foi uma eleição “a brincar” e no mesmo dia das verdadeiras legislativas, ninguém brinca com as vidas destas crianças, as suas origens e o quanto custou para aqui chegar, a uma cidade onde 41% dos alunos têm o inglês como segunda língua, uma subida de 8% no espaço de dez anos.
E de pouco vale aos professores explicar a sua atitude pouco democrática quando a democracia é ela própria promotora de descriminação e os alunos de dedos apontados a acusar o Reform UK de ser um partido racista.
E de nada vale explicar como na sua carta de princípios não está inscrita a promoção do racismo, sendo ao mesmo tempo verdade a presença de indivíduos claramente racistas nas suas fileiras e contra os quais o partido procura lutar até porque os cartazes já estão feitos em mil pedacinhos e ninguém se atreve a imprimir nem mais um cartaz sequer.
Restam os cartazes dos demais partidos entre Trabalhistas, Conservadores, Liberais Democratas e Verdes e a urna de voto à espera no refeitório convertido em assembleia de voto ao longo do dia 4 de Julho de 2024.
E se o resultado das legislativas britânicas foi conhecido nessa noite com a vitória dos Trabalhistas, na escola foi preciso esperar pelo dia seguinte para conhecer o vencedor mais a maioria absoluta dos Verdes nesta escola e a mensagem clara de uma juventude ciente do legado a si deixado e o futuro em tudo incerto.
E no entanto a esperança, e no entanto a consciência em nome de um partido defensor das energias renováveis, o fim dos combustíveis fósseis e da energia nuclear, a promoção dos transportes públicos e das ciclovias, a construção de mais habitação social, a semana de trabalho de 4 dias, mais impostos para os mais ricos, o aumento do salário mínimo, entre tantas outras medidas em tudo distantes do ódio e da expiação.
Os Verdes não venceram apenas nesta escola mas nas escolas em redor e o seu voto é o reflexo da escola, dos professores, da educação e a esperança, no fim a esperança.

 

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 Concursos 2024/25 – Avanços ainda sem corresponder às necessidades das escolas – FNE

 

Concursos 2024/25 – Avanços ainda sem corresponder às necessidades das escolas

A Federação Nacional da Educação (FNE) assinala positivamente a vinculação de 6612 docentes, número que, somado aos quase 8 mil que ingressaram em 2023, permite registar que, no período de um ano, vinculassem quase 15 mil docentes.

Sendo números muito significativos, que não deixam de refletir a dimensão excessiva da precariedade existente na profissão, ainda assim estão muito aquém das reais necessidades das Escolas.

A FNE constata também que houve uma grande mobilidade de docentes uma vez que cerca de 35 mil conseguiram mudar de escola. Esta mobilidade, que certamente vem ao encontro do desejo de muitos docentes de trabalhar numa escola mais próxima da sua área de residência, ou na escola com a qual mais se identificam em termos de projeto educativo, não deixará de representar mais um desafio para as escolas e para os seus profissionais.

De assinalar que os sindicatos da FNE estão a acompanhar algumas situações menos claras que resultaram da publicação das listas definitivas de ordenação, de exclusão, de colocação e de não colocação dos Concursos Interno e Externo 2024/2025, casos que irão merecer a intervenção da FNE junto da DGAE/MECI.

Apesar do elevado número de vinculações no período de um ano, a FNE considera que, ainda assim, está muito longe de corresponder às necessidades das escolas. Uma Escola de qualidade não é compaginável nem com a falta de docentes, nem com o recurso sistemático a candidatos sem as devidas habilitações profissionais.

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Hoje, no Público

Deixo a parte onde prestei algumas declarações.

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8468 Candidaturas Não Colocadas no Concurso Interno

No concurso interno existiram 8.468 candidaturas não colocadas neste concurso, sendo que 4.019 são de docentes QZP que vão somar aos 7.339 docentes QZP que entraram neste concurso.

Assim, na Mobilidade Interna vão existir 11.358 docentes do tipo QZP em concurso.

Em breve apresento os dados destes docentes por QZP e grupo de recrutamento.

 

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Idade média dos colocados no Concurso Interno

O quadro abaixo apresenta a idade média dos professores colocados no Concurso Interno, por Grupo de Recrutamento e QZP.

A tendência é clara: os QZPs do norte e centro apresentam uma média de idades superior aos QZP’s a sul.  O algarve conta com uma média de idades abaixo de 49.

Mais de 3500 dos professores do quadro colocados neste Concurso Interno têm 60 ou mais anos e a grande maioria destes professores foram colocados em AE do norte.

Quanto aos grupos, o 530 é aquele que tem maior idade média, enquanto os colocados do 930 têm idades mais baixas.

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7.339 Docentes Colocados em QZP no Concurso Interno

Deixo o quadro seguinte com a totalidade dos docentes colocados em QZP no concurso Interno 2023/2024.

Este quadro também serve para perceberem quantos QZP estão por colocar por QZP e Grupo de Recrutamento.

Para os docentes QA e para os Contratados também perceberem melhor as hipóteses que poderão ter nestes grupos e QZP.

Cliquem neste link para abrirem o ficheiro em pdf, pois com 63 QZP as imagens deixaram de ser suficientes para analisar todos os dados.

A estes 7.339 docentes QZP ainda se devem somar os QZP não colocados no Concurso Interno. Estes dados ainda estamos a tratar e depois apresentaremos aqui no blog.

 

 

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Lembro Que Não Há Permutas do Concurso Interno

A Portaria n.º 172/2017 refere que:

 

Nos termos do ECD, o concurso interno é a única forma legalmente prevista em que a mudança de lugar assume caráter definitivo, reforçada pela transparência concedida ao concurso de professores, através da graduação profissional dos docentes. Por outro lado, no que se refere à permuta, dada a natureza temporária deste tipo de mobilidade, porquanto o objeto da troca são horários de necessidades não permanentes, esta apenas deverá ser aplicada ao concurso de mobilidade interna.

 

 

Se assim não fosse, poderia um lugar de quadro ser passado de geração em geração, como devem compreender e perceber o que quero dizer.

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Foi-se o Conselho Diretivo do Camões

Dissolução do conselho diretivo do Camões ― Instituto da Cooperação e da Língua, I. P.

 

 

Já agora informo que abriu hoje um regime excecional e temporário para um concurso externo extraordinário de seleção e de recrutamento do pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário da Escola Portuguesa de Luanda ― Centro de Ensino e Língua Portuguesa, para o ano escolar de 2024-2025.

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Uma escola não é uma família – Luis S. Braga

A “escola família”: mãe de defeitos e sogra que traz burocracia…..

Estes dias o que mais tenho lido é gente, satisfeita com colocações, a dizer que “esta escola é a minha família.”

Má postura e sei que muita gente não vai gostar que se diga isto.

Mais pontos para ficar antipático.

Uma escola é uma organização com fins sociais e contextos muito diferentes de uma família (que não é uma organização, para começo de conversa….).

Aliäs, a informalidade famiiar, como ûnico laço entre profissionais é um dos defeitos de muitas escolas, que as prejudica cono organizações.

A cultura da “escola família” é um problema que introduz a familiaridade, a informalidade, o clientelismo (os clientes romanos eram “da família” do paterfamilias) e o feudalismo na gestão.

Dizer-se “esta escola é uma família” é um sinal metafórico de potenciais maleitas organizacionais e de gestão.

E já nem lembro que os grupos da máfia são famiglias….para nåo levar tåo longe a antipatia racionalista.

Mas pensem bem em certas famílias e como funcionam ou recebem novos elementos. Veem o meu ponto?

A ironia ė que o excesso de burocracia escolar acaba por vir exatamente dessa ideia errada e abusiva de que a escola é uma família (tese complexa que um dia talvez perca tempo a tentar explicar).

Não encontrei um texto a dizer e explicar que uma “escola NÅO é uma família.” (Nem deve ser pensada assim ou tentar ser).

Num dos cursos de administração escolar que frequentei havia uma professora que estava sempre a lembrar que os professores não podem ser missionários nem mercenários, ideia com pontos de contacto com a frase “uma escola não é uma família.”

Os missionários escolares, às vezes doentios, são desta cultura da escola família e isso prejudica a lógica, que é a mais consistente, da escola como “instituição social que é uma organização.”

Certos conceitozinhos fazem falta para nåo mergulharmos em metáforas simplistas que estragam e toldam o olhar e perturbam o agir.

Uma escola também não é uma empresa, mas o que no link se diz sobre as empresas, com as devidas adaptações, pode dizer-se sobre essas organizaçõe complexas chamadas escolas, que não são meras coleções de salas de aula, adjacentes umas às outras, com profs isolados em cada uma.

Uma escola vai mal “se for uma família”.

E um gestor escolar será uma bela porcaria se cair nisso…..gerir não ė ser pai, nem irmão, nem avó e, deus nos livre, sogra ou madrasta.

Se essa for a melhor metáfora organizacional que se arranja, vai mesmo mal.

E em algumas onde estive decidi que a família tinha de ter “ovelha ronhosa”…..

E vi como certas “famílias” tratam os que não querem alinhar com certos vícios famiiiares…..

Já vi a alma organizacional doente de umas quantas “famílias”…..

 

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Apenas 341 Docentes dos Quadros Conseguiram Mudar de Grupo

Dos 34.936 docentes dos quadros colocados no Concurso Interno apenas 341 conseguiram mudar de grupo de recrutamento, sendo 189 deles da mudança do 1.º ciclo para outros grupos de recrutamento.

Neste número considerei os 35 docentes das regiões autónomas.

Para melhor análise da movimentação dos docentes poderão abrir este ficheiro em pdf.

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As Listas das Candidaturas Aprovadas do Desporto Escolar

Candidaturas Aprovadas – Projetos Desporto Escolar – 2024/2025

 

 

Na sequência das candidaturas, resultantes do processo que decorreu entre os dias 3 e 16 de junho, divulgam-se as candidaturas aprovadas para o ano letivo 2024/2025 aos PLANOS DO CLUBE DO DESPORTO ESCOLAR, PROJETOS GRUPO-EQUIPA NÍVEL III, PROJETOS DE VALORIZAÇÃO e PROJETOS «CENTROS DE FORMAÇÃO DESPORTIVA DO DESPORTO ESCOLAR – CFDDE».

1. PLANO CLUBE DESPORTO ESCOLAR (PCDE)

Candidaturas aprovadas

NotaTodos os Grupos-Equipa «DE Escola Ativa», de nível II existentes em 2023/2024 foram aprovados na sequência do trabalho desenvolvido até ao momento, mantendo-se para o ano letivo 2024/2025.

2. PROJETO GRUPO-EQUIPA NÍVEL III 

Candidaturas aprovadas «DE Competição – Nível III»

3. PROJETOS DE VALORIZAÇÃO (no âmbito do «DE +» e «DE Territórios»)

Candidaturas aprovadas a Projetos de Valorização «DE Escola Ativa»

NotaNovos Grupos-Equipa «DE Escola Ativa» 2024/2025.

4. PROJETO «CENTROS DE FORMAÇÃO DESPORTIVA DO DESPORTO ESCOLAR – CFDDE»

Candidaturas aprovadas CFDDE 2024/2025

 

 

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Calendário do Concurso 2024/2025

Encontra-se pintado de verde as fases que já terminaram e a amarelo as que ainda decorrem ao dia de hoje.

As datas assinaladas nas próximas fases foram transmitidas pela DGAE na reunião de segunda-feira com os diretores do norte do país.

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E os professores que vincularam ao abrigo da Vinculação Dinâmica em 2023?

Dos vinculados através da vinculação dinâmica do ano passado, que eram 5606, cerca de 5500 apresentaram-se neste concurso interno sabendo de antemão que teriam a obrigatoriedade de concorrer a todo o território nacional.

Analisando agora o resultado das colocações podemos afirmar, com pouca margem de erro, que mais de 70% desses professores ficaram perto da zona que pretendiam (zona onde ficaram colocados neste ano letivo).

Tomando como exemplo os professores colocados este ano letivo no QZP 1 (antigo), percebemos que num universo de 1779 professores, 1274 (284 + 990) foram distribuídos entre os novos QZPs 1 a 12… os restantes (cerca de 30%) ficaram colocados mais longe.

Parabéns aos professores que assumiram o risco (eu acho que não o teria feito) e ficaram colocados perto da zona que pretendiam e uma palavra de força para aqueles que ficaram longe. Estes têm ainda a Mobilidade Interna e no próximo ano haverá novo Concurso Interno, onde poderão conseguir aproximar-se da residência.

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Outras Listas

Ranking Escolas 2023: veja em que posição está a sua escola

 

O Expresso divulga o ranking das escolas secundárias e básicas, públicas e privadas, ordenadas pelas médias das notas nos exames nacionais. Pode pesquisar por distrito e concelho, por tipo de ensino e também pelo indicador que identifica quais as escolas que ajudam os alunos mais vulneráveis a ir mais além. Também há dados sobre o ensino profissional

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Consulte aqui as listas de colocações. Docentes foram informados por SMS

Consulte aqui as listas de colocações. Docentes foram informados por SMS

 

Docentes que tenham sido agora colocados têm, segundo a legislação, cinco dias úteis para aceitar ou reclamar.

Professores foram notificados da sua colocação pelo Ministério da Educação via SMS, algo que acontece pela primeira vez. Mais de 46 mil professores que concorreram para mudar de escola já sabem onde darão aulas no próximo ano letivo.

As listas completas foram publicadas esta noite no site oficial do Ministério da Educação.

 

Professores foram notificados da sua colocação pelo Ministério da Educação via SMS, algo que acontece pela primeira vez. Mais de 46 mil professores que concorreram para mudar de escola já sabem onde darão aulas no próximo ano letivo.

As listas completas foram publicadas esta noite no site oficial do Ministério da Educação.

PODE CONSULTAR AS LISTAS OFICIAIS AQUI

Passava pouco das 21.00 quando mais de 46 mil professores receberam uma mensagem escrita enviada pelo Ministério da Educação (ME), informando-os do Quadro de Zona Pedagógica ou Quadro de Escola onde ficaram colocados.

Dou os parabéns ao ME pelo envio das SMS. É uma prática que deve continuar”, avança ao DN, Arlindo Ferreira,  diretor do agrupamento de Escolas Cego do Maio e autor do blogue «ArLindo» (dedicado à Educação).

No concurso interno de professores para o ano letivo 2024/2025, 46.088 docentes concorreram para sair da escola em que estavam colocados, o que representa um aumento de 37 por cento face ao último concurso, em 2022, cujo número de pedidos de mudança foi 33.700.

Os docentes colocados têm, agora, cinco dias úteis para aceitar a colocação (entre os dias 12 e 15 de julho).

Segundo a  nota informativa divulgada pela DGAE (Direção Geral da Administração Escolar, “a não aceitação da colocação obtida na lista definitiva de colocação, determina a aplicação do disposto na alínea a) e b) do artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, ou seja, a anulação da colocação e a instauração de processo disciplinar aos docentes de carreira”.

Há várias semanas que os diretores escolares pediam a publicação das listas, num ano de grandes mudanças, com milhares de professores a tentar mudar de agrupamentos e de forma a poderem preparar o próximo ano letivo, sabendo o corpo docente com o qual podem contar. Arlindo Ferreira pede, por isso, mudanças. “Devia haver uma data prevista por com antecedência. Era o ideal”, afirma.

 

 

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Onde Ficaram Colocados os Docentes no Concurso Interno?

Deixo aqui a distribuição dos 34.936 docentes do quadro na distribuição por tipo de colocação (QZP ou AE/ENA).

O QZP 09 foi aquele que teve mais docentes colocados (1127), seguindo-se o QZP 20 (444) e o QZP 07 (381). Todos a norte do País.

O QZP 45 surge apenas em 4.º lugar com 346 colocados.

No Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos em Oeiras ficaram colocados 96 docentes do quadro. Este agrupamento teve mais docentes colocados do que 38 QZP’s.

Para acederem à lista completa clicar na imagem.

 

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Onde Ficaram Colocados os Docentes no Concurso Externo?

Deixo aqui a distribuição dos 6612 docentes contratados que entraram no quadro na distribuição por tipo de colocação (QZP ou AE/ENA).

O QZP 45 foi aquele que teve mais docentes contratados colocados (1043), seguindo-se o QZP 09 (556) e o QZP 46 (441)

No Agrupamento de Escolas Aqua Alba em Sintra ficaram colocados 84 docentes contratados no quadro.

Para acederem à lista completa clicar na imagem.

 

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34.936 Colocados no Concurso Interno

Foram colocados 34.936 docentes no Concurso Interno, uma enorme percentagem dos candidatos que concorreram.
Amanhã far-se-á esta e outras análises.

Eu tendo concorrido a uma escola já sabia que estaria fora dos colocados.

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6.612 Docentes Contratados Entram nos Quadros, Sendo 1559 da 3.ª Prioridade

Este número eu já previa que acontecesse.

Entraram no quadro do MECI 1559 docentes contratados que concorrem em 3.ª Prioridade, o que não é normal e afigura aquilo que o Ministro da Presidência disse hoje. Este concurso tem critérios duvidosos.

Concordo.

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Nota Informativa da Publicitação das listas definitivas do  Concurso Interno e do Concurso Externo para o ano escolar 2024/2025

 

Consulte a nota informativa.

Nota Informativa – Nota Informativa da Publicitação das listas definitivas do  Concurso Interno e do Concurso Externo para o ano escolar 2024/2025

 

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Aceitação Obrigatória de 12 a 18 de julho

 

 

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Concurso Interno / Concurso Externo 2024/2025 – Listas Definitivas

Concurso Interno / Concurso Externo 2024/2025 – Listas Definitivas

 

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de admissão/ordenação, de exclusão, de colocação, de não colocação, de retirados e de desistências, do Concurso Interno e do concurso Externo para o ano escolar 2024/2025.

Consulte a nota informativa.

Nota Informativa – Nota Informativa da Publicitação das listas definitivas do  Concurso Interno e do Concurso Externo para o ano escolar 2024/2025

Listas Definitivas Concurso Interno 2024-2025

Listas Definitivas Concurso Externo 2024-2025

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Talvez Amanhã…

Saiam as listas e o Calendário Escolar.

Porque hoje saiu a nova equipa da IGEC.

 

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Provas de aferição no 4.º e 6.º ano em 2024/25

 

O Governo está a rever o modelo de avaliação externa dos alunos do 4.º ao 12.º ano de escolaridade. O tema foi discutido na reunião do Conselho de Ministros .

O programa do Governo prevê a introdução de provas de aferição no 4.º e 6.º ano, logo não é segredo nenhum o que ai vem. No próximo ano letivo teremos provas de aferição no final dos dois ciclos. Voltamos ao anterior modelo com uma ou outra alteração, mas sem surpresas.

 

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