Contratos e Aditamentos 2020/2021

Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas proceder à submissão de contratos e aditamentos.

Consulte a nota informativa.

 

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 Nota informativa

 

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Portugueses não acreditam que distanciamento nas escolas será cumprido

 

Lisboa, 17 de setembro de 2020 – Em período de rentrée (regresso ao trabalho/ ensino), apenas 4,9% dos portugueses considera que o distanciamento será cumprido nas escolas. 34,5% gostaria que o teletrabalho passasse parcialmente a fazer parte da sua atividade profissional. A maioria dos portugueses afirma ter mudado as suas férias devido à pandemia da Covid-19. Estas são conclusões de um novo estudo conjunto da multidados.com – the research agency e Guess What.

De acordo com as conclusões do estudo, 22,0% dos portugueses não concordam com o regresso presencial dos alunos às aulas e são apenas 3,9% os que indicam que não vão enviar os seus filhos para a escola durante o mês de setembro.

Quando questionados sobre a probabilidade de as aulas serem lecionadas presencialmente e sem interrupções até ao final do ano escolar, verifica-se um otimismo significativo dos portugueses, dado o valor médio 6,8 (numa escala de 0 a 10). No entanto, caso as aulas sejam interrompidas, 42,8% dos portugueses assumem que se sentem pouco preparados para voltar a ter os seus filhos em casa.  Apenas 4,9% acredita que o distanciamento recomendado de 1,5/2 metros será cumprido nas escolas, uma medida com a qual 20,7% concorda. Sendo ainda menos (12,9%) aqueles que apoiam o facto de cada grupo dever estar restrito a uma zona da escola.

TRABALHO

Os resultados divergem quanto à situação profissional dos inquiridos. 20,9% dos portugueses afirmam que mantiveram as mesmas condições que tinham antes da pandemia, enquanto 20,0% afirma que esteve em teletrabalho, mas já voltou ao escritório. 2,6% dos inquiridos revelam também que a sua empresa fechou durante o período da pandemia.

34,5% dos inquiridos revelam que gostariam que o teletrabalho passasse a fazer parte da sua atividade profissional de forma parcial e desde que acordado com a organização. 9,7% revela preferência pelo cumprimento da atividade profissional, na totalidade, em teletrabalho. Em média, e numa escala de 0 (nada produtivo) a 10 (completamente produtivo), os portugueses classificam o seu desempenho em teletrabalho como produtivo (7,69), bem como a produtividade da organização neste formato (6,38).

FÉRIAS

63,9% dos portugueses afirmam ter passado as suas férias em território nacional, enquanto 4,4% dos inquiridos gozaram do seu período de descanso no estrangeiro. Já 16,4% permaneceu na sua residência habitual. Dos portugueses que passaram as férias em Portugal, a região do Algarve foi a preferida (28,0%), seguindo-se os distritos de Lisboa (7,4%) e Aveiro (6,7%). 27,1% dos inquiridos passaram as suas férias em casa de férias própria ou de familiares, enquanto 23,6% optou por casa de férias alugada e 17,4% por hotel.

79,7% dos portugueses experimentaram uma estadia diferente do habitual, uma decisão que grande parte (46,7%) revela dever-se à pandemia. 54,5% dos inquiridos que optaram por uma autocaravana fizeram-no por ser uma solução mais barata para combater a redução de rendimentos provocada pela Covid-19. A autocaravana é, em média, também a que reúne o nível mais elevado de segurança (9,25), seguindo-se casa de férias própria ou de familiares (8,97) e aldeamento (8,9) – considerando uma escala onde 0 é muito inseguro e 10 é muito seguro.

O estudo foi realizado por via dos métodos CATI (Telefónico) E CAWI (online) a uma base de dados de utilizadores registados na plataforma da multidados.com. Foram recolhidas e validadas 1.000 respostas entre os dias 1 e 15 de setembro de 2020.

Resumo do estudo AQUI.

 

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Requerimento a entregar com a declaração médica

Divulgamos requerimento que deverá acompanhar a declaração médica, para que sejam justificadas, por lei, as faltas dadas ao serviço.
A declaração médica deve mencionar que o professor pertence a um grupo de risco. Mais deve mencionar o artigo 25º-A da Lei nº 31/2020.

Com os melhores cumprimentos,

A Direção Nacional

SPNL

Requerimento

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As escolas “covidadas” de 16/09/2020

 

Dois alunos com Covid nos colégios Fomento. 59 estudantes do Mira Rio e Planalto ficam em quarentena

Professora com Covid-19 suspende arranque do ano letivo em escola de Braga

 

 

 

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Cinema Sem Conflitos: “Guzhi”

Título:  “Guzhi” | Autores: “Mu-Jen Wu

Um general com um só braço veio a uma floresta. Ele foi assombrado e incomodado pela ilusão até que se perdeu. Naquela época, apareceu uma pessoa desconhecida, que se parecia com a versão mais jovem do general mas fisicamente apto. O que o general deve fazer …?

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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O ano da tranquilidade responsável e partilhada

 

O ano da tranquilidade responsável e partilhada

1. Sabemos mais hoje do que em março. Quando as escolas fecharam em março e mesmo quando reabriram parcialmente em maio e junho, não sabíamos tudo o que sabemos hoje. Quanto tempo teríamos de conviver com o vírus, se conseguíamos todos ter acesso fácil ao equipamento de proteção individual, o grau de desigualdade que o ensino a distância geraria. Abrimos o ano letivo com mais dados sobre formas de contaminação, com mais comportamentos de higiene, proteção e distanciamento rotinados, com as escolas preparadas para a transição de regimes sempre que necessário, com orientações sobre recuperação de aprendizagens e alinhamento com a avaliação, com todos os recursos educativos produzidos e disponibilizados no site “Apoio às Escolas” durante o terceiro período. Os professores beneficiaram de formação que continuará este ano sobre ensino a distância. O currículo fica centrado nas Aprendizagens Essenciais, para uma melhor gestão.

2. As escolas estão preparadas e têm mais recursos. As escolas têm hoje planos de contingência, formas de organização previstas para outros regimes de ensino, mais cerca de 3300 professores para o apoio aos alunos que mais ficaram para trás, mais 900 técnicos para apoio ao desenvolvimento pessoal, social e comunitário, os espaços estão organizados, os percursos marcados, os procedimentos para atuar em caso de suspeita ou contágio. Dispõem ainda de uma bolsa de recrutamento para agilizar a substituição de assistentes operacionais.

3. As escolas não estão sozinhas. O trabalho de preparação das escolas tem sido acompanhado por orientações emanadas desde o final do ano letivo, disponibilizadas a 3 de julho e durante o mês de agosto. Como é hábito desta equipa ministerial, o contacto com os diretores é direto e frequente, para ajudar a resolver problemas com a agilidade necessária e possível. As autoridades de saúde, as equipas locais de saúde, acompanham as escolas na tomada de decisão. Todo o dispositivo de apoio às escolas desenvolvido no terceiro período continua e reforçar-se-á.

4. O risco existe. Não vale a pena ter ilusões. A abertura das escolas coloca mais pessoas na rua e existe mais risco de contágio. Estar preparado não significa que o risco desaparece, significa saber atuar perante o que pode acontecer.

5. Gerir o risco é gerir equilíbrios. Percebemos nos últimos meses o que era óbvio. Escolas fechadas prejudica uma geração que fica com aprendizagens por fazer. Significa também o enorme aumento de desigualdades. Estamos a viver com uma pandemia. “Viver com” significa construir os equilíbrios possíveis entre a mitigação do contágio, a garantia de que as crianças e os jovens não têm o seu desenvolvimento pessoal e académico seriamente comprometido, a manutenção de uma economia que, mantendo tudo parado, se afunda gerando ainda mais desigualdades, com tudo o que isso acarreta – mais pobreza, menos saúde, menos rendimentos, mais injustiça. Não há, pois, soluções boas. Há um equilíbrio constante, com as palavras de ordem: antecipar, monitorizar, rever, agir. Um recuo numa decisão não é derrota para ninguém. É a ação necessária em função do conhecimento que temos.

6. A confiança é um elemento fundamental. O Serviço Nacional de Saúde funcionou. Os profissionais de saúde sabem o que estão a fazer. As decisões e orientações para as escolas são todas produzidas pela saúde. Eu sou linguista, outros terão outras profissões. A minha opinião sobre a pandemia vale zero. Sei que o conhecimento sobre a pandemia evolui muito rapidamente. Confio nos médicos e nos investigadores e respeito as suas orientações. Se cada cidadão se tornar epidemiologista de café, todos contribuímos para o caos.

7. A abertura das escolas é um compromisso partilhado. Para que o risco seja mitigado, precisamos de todos. Do Governo que decide, apoia e providencia. Das famílias, que devem confiar que o risco na escola não é superior ao de outros espaços que os filhos frequentaram durante o verão. De todos os profissionais da educação e da comunidade envolvente, inexcedíveis desde o primeiro momento. Se cada um fizer a sua parte, no respeito por regras e pelos outros, o risco não desaparece, mas diminui. O maior risco não está nas escolas. Está nos espaços envolventes, nos comportamentos fora da escola. Aqui as famílias são agentes críticos de saúde pública. Não podem relaxar.

8. O medo e a razão não andam de mãos dadas. É normal que tenhamos receios. Não é normal que o receio tolde o discernimento. Há procedimentos instituídos. Uma suspeita ou um contágio são geridos localmente, não significam que a escola tenha de fechar ou que as soluções sejam iguais para todas as turmas. O medo gera incerteza e incapacidade de agir. Por isso, há protocolos e procedimentos a seguir.

9. As crianças precisam da escola como espaço de alegria. Nós, adultos, somos os responsáveis por manter a serenidade dos alunos. Torná-los conscientes de regras, mas recordar-nos que eles precisam de uma escola que seja promotora de alegria e bem-estar. Estiveram já demasiado tempo fechados.

Hoje, atingimos um consenso em torno da necessidade de retomar a atividade presencial. A capacidade física das escolas não aumentou durante o verão, os recursos aumentaram, mas são finitos. As medidas de proteção são cumulativas: máscara, higiene das mãos, distanciamento, etiqueta respiratória, organização em bolhas. Retomamos com responsabilidade, mas conscientes de que, quanto mais tranquilos estivermos, mais longe chegaremos. Estar tranquilo não é esperar passivamente que tudo corra bem. Ser responsável não é viver em alarmismo. Daí precisarmos de partilhar desta tranquilidade serena que se impõe.

 

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1,2 milhões de alunos de regresso à escola

 

Cerca de 1,2 milhões de alunos de regresso à escola com novas regras

Ao longo desta semana, alguns estabelecimentos de ensino foram reabrindo, sendo hoje o último dia estabelecido pelo Ministério da Educação (ME) para reiniciar as atividades letivas presenciais.

No total, são mais de 5.300 escolas públicas e cerca de mil privadas que neste novo ano seguem um conjunto de regras definidas pelo ME e pela Direção-Geral da Saúde devido à pandemia de covid-19.

O uso de máscaras é agora obrigatório para todos os funcionários assim como alunos a partir do 2.º ciclo, o distanciamento físico será, sempre que possível, de pelo menos um metro e as escolas têm circuitos de circulação.

Outra das recomendações é a higienização frequente dos espaços, mas para isso, alertam diretores e sindicatos, faltam funcionários.

Do lado do governo, o ministro da Educação voltou a assegurar esta semana que o sistema está preparado para responder aos problemas, nomeadamente a falta de funcionários e docentes.

Tiago Brandão Rodrigues lembrou que há este ano mais 3.300 professores nas escolas, assim como mais 900 técnicos, desde psicólogos a terapeutas da fala.

No entanto, o novo ano letivo é encarado com preocupação pelos docentes com o Sindicato de Todos os Professores (STOP) a convocar uma greve que termina hoje para que os funcionários possam não ir trabalhar caso considerem que não estão garantidas as condições de segurança.

Outro dos problemas prende-se com os trabalhadores que pertencem a grupos de risco, nomeadamente no caso dos professores que criticam não poder recorrer ao teletrabalho, sobrando-lhes apenas a baixa médica.

Tal como os restantes funcionários públicos, tem de meter baixa, recebendo o salário apenas durante os primeiros 30 dias. Depois, as faltas continuam a ser justificadas, mas deixam de receber.

O novo ano letivo é também marcado pelo regresso à RTP Memória das aulas do #EstudoEmCasa, que começa com “revisões” da matéria do ano passado.

À semelhança do que vai acontecer na maioria das salas de aula do país, nas primeiras semanas o canal vai passar apenas conteúdos transmitidos no 3.º período do ano passado, para consolidação das aprendizagens.

 

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Para quem ainda não foi, hoje é o dia,,,

Se possível, tenham um bom ano letivo…

 

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