Aluna de 14 anos agride professora de EF e elemento da Direção em escola no Castêlo da Maia

Aluna de 14 anos agride professora em escola no Castêlo da Maia – Correio da Manhã

Docente terá pedido ajuda para arrumar o material e a jovem de não terá gostado do pedido.

Uma aluna agrediu verbal e fisicamente uma professora de educação física na Escola Secundária do Castêlo da Maia.

A docente terá pedido ajuda para arrumar o material e a jovem de não terá gostado do pedido, agredindo-a verbalmente e com empurrões.

A aluna não tinha antecedentes de violência.

Ao que o CM apurou, um membro da Direção da escola esteve presente e tentou acalmar a situação, mas sem sucesso.

A professora foi assistida e transportada para o hospital mais próximo com ferimentos ligeiros.

O CM tentou chegar à fala com a direção da escola, mas sem sucesso.

A GNR foi chamada ao local.

Até ao momento a professora não apresentou queixa.

 

Aluna de 14 anos agride professora em escola na Maia

Elemento da Direção da escola tentou acalmar a rapariga, mas acabou por ser agredido também

Uma aluna, de 14 anos, da Escola Secundária de Castêlo da Maia, agrediu a professora de Educação Física, no final da aula, por não ter gostado de ser convocada para ajudar a arrumar o material.

Entre insultos e encontrões, um elemento da Direção da escola tentou acalmar a rapariga, mas acabou também por ser alvo de agressões. A professora acabou por ser transportada ao hospital para avaliar ferimentos ligeiros. A Federação Nacional dos Professores – Fenprof – pede ao Ministério da Educação que tome medidas para reforçar a autoridades dos professores.

(…)

 

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O silêncio dos culpados. – Maurício Brito

O silêncio dos culpados.

É interessante verificar como há dois pesos e duas medidas quando o assunto versa sobre professores. Se for para opinar a respeito de reivindicações, greves ou manifestações, são aos milhares os que surgem de imediato para criticar os que “poucas horas trabalham”, que “recebem mais do que a maioria”, os “privilegiados que têm não sei quantos meses de férias” e que, pela lógica de tais criaturas, “deveriam ir procurar outra profissão se não estão satisfeitos”. Se o assunto for sobre avaliação, progressão na carreira e mérito, aí aparecem de imediato os “especialistas em Educação”, os que sabem tudo e mais alguma coisa sobre a profissão docente. Em cerca de dez anos, milhares tornarem-se “doutorados” no Estatuto da Carreira Docente, profundos conhecedores da legislação laboral, das Ciências Educacionais, Físicas, Metafísicas e outras além, sempre prontos para opinar sobre o que dizem conhecer ao pormenor e sem qualquer réstia ou sombra de dúvida. No entanto, quando surgem estas notícias (cada vez mais frequentes) sobre violência física ou verbal em recintos escolares, bem… aí o silêncio torna-se ensurdecedor. A esmagadora maioria dos tais especialistas cala-se de imediato, enquanto que alguns poucos optam por “relativizar” as coisas, dizendo que nada está pior hoje do que no passado. Isso é falso e é importante referir que o que lemos ou ouvimos é apenas uma ínfima parte do que se vai passando (e ampliando), ano após ano, nas escolas do nosso país.

Resumindo, em dez anos, graças ao inicial trabalho de um primeiro-ministro (acusado, entre outras coisas, de corrupção) e de uma ministra (acusada de prevaricação), ao discurso dos governantes seguintes e à enorme prestabilidade de algumas figuras de certos OCS, que serviram de eco à propaganda pretendida, a maior parte das pessoas passou a achar-se “expert” em assuntos que envolvam docentes e educação.

O problema é que os resultados dessa contaminação, desse vírus da ignorância que se espalhou na nossa sociedade graças ao trabalho de alguns, tem um preço. E ele é enorme: a condenação do nosso futuro enquanto indivíduos de uma sociedade que se pretenda evoluída, fundamentalmente no que concerne aos princípios e valores que assentam na consideração pelo próximo. A elevação do desrespeito, do achincalhamento e do menosprezo à classe docente, aos profissionais responsáveis por semear a sabedoria e por envolver os jovens que representarão o nosso amanhã, é sentenciar uma sociedade ao fracasso.

Quem serão o culpados por este destino? É fácil encontrá-los. Basta reparar no silêncio dos que sempre criticam ou na relativização de certas almas, nestas alturas em que começamos a vislumbrar o precipício bem à nossa frente.

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Acores, falta de Professores leva a concursos UGENTES

Da politica educativa…

Falta de professores. Escolas dos Açores obrigadas a lançar concursos urgentes

A Bolsa de Emprego Público é o último recurso aos dispor das escolas. Foram já lançados quase 80 concursos urgentes neste ano letivo. Em anos anteriores, houve até educadores de infância a lecionar no 2.º ciclo.

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Cordão humano em escola de Queluz em solidariedade com professor agredido

O protesto foi motivado por uma rixa que aconteceu ontem. Os confrontos entre alunos e familiares terão começado perto do estabelecimento de ensino e passado para o interior da escola.

Um elemento estranho à escola terá saltado as grades e agredido um coordenador. O professor ficou ferido e teve de ser socorrido no Hospital Amadora-Sintra.

Os pais dizem que as agressões têm sido recorrentes e que os alunos não estão em segurança.

Queixam-se da falta de atitude por parte da escola e da falta de funcionários para controlarem estes confrontos.

Garantem ainda que as câmaras de vigilância estão desligadas.

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A Verdade Sobre A Agressão A Professores E Funcionários Na EB 2/ 3 De Valença

Por aqui:A Verdade Sobre A Agressão A Professores E Funcionários Na EB 2/ 3 De Valença | ComRegras

Não se pode dizer é que a aluna é de etnia cigana e que chamou “preta” a uma funcionária (fora outros insultos) que a chamou à atenção. A seguir a família da dita aluna organiza uma [contra] manifestação de “Não ao Racismo” – só visionado:

 

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Falta de professores – Escolas dos Açores obrigadas a lançar concursos urgentes

Falta de professores. Escolas dos Açores obrigadas a lançar concursos urgentes – DN

A Bolsa de Emprego Público é o último recurso aos dispor das escolas. Foram já lançados quase 80 concursos urgentes neste ano letivo. Em anos anteriores, houve até educadores de infância a lecionar no 2.º ciclo.

“É mais fácil dizer quais são os grupos de recrutamento de professores em que a Região Autónoma dos Açores é autossuficiente” e contam-se pelos dedos: educação de infância, 1.º ciclo de escola básica e educação física. Em todos os outros, “podemos fazer aqui um paralelismo com aqueles animais que estão em vias de extinção”. Quem o diz é o presidente do Sindicato Democrático de Professores dos Açores (SDPA). O problema é transversal a mais de metade das escolas do arquipélago que desde setembro têm lançado a público vagas para contratos de substituição de forma a colmatar falhas urgentes no corpo docente que estão a deixar turmas sem aulas. Mas grande parte dos professores que têm respondido às necessidades chegam sem qualquer qualificação. “É o desespero a falar”, adianta o sindicalista Ricardo Baptista.

A 26 de setembro, a Escola Secundária Manuel de Arriaga lançava o alerta: “Região Autónoma dos Açores já agoniza com falta de professores.” E deu provas das carências: “Para efeitos convenientes declara-se que este procedimento concursal para o Grupo de Recrutamento 420 – Geografia ficou deserto por inexistência de candidatos com habilitação”, lia-se no comunicado enviado pela instituição.

A esta junta-se, por exemplo, a Escola Secundária e Básica da Graciosa, que garante estar frente a frente com um cenário sem precedentes. “Infelizmente, acontece haver turmas com aulas e matérias em atraso por não haver professores substitutos e qualificados. Neste ano letivo, são cerca de dez [turmas] nesta situação”, conta o presidente do conselho executivo da instituição, João Pedro Pires da Costa.

“Sempre que há um professor que fica doente, a substituição tem sido morosa, precisamente pela falta de pessoal docente”, explica em entrevista ao DN. Nesta escola, a situação afeta sobretudo o 3.º ciclo e o ensino secundário. E agudiza-se nas disciplinas de Informática, um grupo que “tem sido uma dor de cabeça” – à semelhança do que acontece no continente. Mas também em História, Economia, Filosofia, Francês e ainda no ensino artístico. O problema “não é novo, mas está claramente a agravar-se”, faz questão de sublinhar o representante escolar.

Ao todo, neste momento, há 42 pedidos de substituição, referentes a mais de duas dezenas de escolas, para as mais diversas disciplinas. Mas, desde o início do ano letivo, já foram perto de 80.

No ano passado, havia educadores de infância a lecionar Inglês no 2.º ciclo. “É legal, sim, mas não recomendado,”

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Há 250 turmas sem professores no Algarve (2019-10-22)

Pelo menos 250 turmas de escolas do Algarve estão ainda sem professores. É o equivalente a cerca de 6 mil alunos, de acordo com uma estimativa do Sindicato Democrático de Professores do Sul. Em causa, está o acesso à habitação, que tem dificultado a fixação de docentes no Sul do país.

A escola Tomás Cabreira, em Faro, é apenas um exemplo: faltam docentes das disciplinas de História, Geografia, Ciências e Informática. A abertura de concursos não tem resolvido este problema, que tem tendência para se agravar nos próximos anos. O número de docentes a lecionar tende a ser cada vez menor e o preço das casas no Algarve tem sido cada vez maior no maior destino turístico nacional.

À semelhança do que se passou em anos anteriores, alguns destes alunos poderão mesmo chegar ao fim do ano letivo sem aulas em algumas disciplinas.

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Opinião/Lúcia Vaz Pedro – Professores: doem-lhes a voz, o corpo e alma!

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

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40 quartos e 500 casas para professores deslocados em Oeiras

Oeiras vai ter 40 quartos e 500 casas para professores deslocados

Há 20 anos, eram os moradores de barracas a virem à câmara pedir alojamento. Ultimamente, aparecem professores”, conta Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal e Oeiras. Ao todo, há cerca de 100 docentes deslocados no concelho, mas ainda poucas alternativas de alojamento. Por isso, a autarquia está a projetar quartos e casas para professores, bem como para polícias – duas classes cuja sobrevivência está a ser afetada pelo mercado imobiliário cada vez mais especulado. Nos próximos dois anos e meio, espera ter 40 quartos disponíveis e, em quatro anos, 500 habitações T0 e T1, a preços mais acessíveis.

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Atestado médico de incapacidade multiuso

Resultado de imagem para certidão multiusosO que é?

O atestado médico de incapacidade multiusos é o documento oficial que atesta o grau de incapacidade (física ou outra). Pode ser utilizado para todos os fins legalmente previstos, adquirindo uma função multiuso.

A avaliação da incapacidade é calculada de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades, por uma Junta Médica.

É com este documento que os cidadãos com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%, podem ter acesso às medidas e benefícios previstos na lei.

 

Como se obtém?

Para obter o atestado médico de incapacidade multiuso, o utente do Sistema Nacional de Saúde (SNS) deve seguir os seguintes passos:

  1. Pedir ao seu médico assistente um relatório e exames complementares de diagnóstico que comprovem a sua situação clínica. O relatório deve ter a data do diagnóstico.
  2. Depois, deve dirigir-se ao centro de saúde da sua área de residência habitual e efetuar um requerimento a solicitar a marcação de uma junta médica para avaliação do grau de incapacidade, juntando o relatório médico e os exames complementares de diagnóstico de que disponha e que fundamentem o pedido
  3. Uma vez entregue o requerimento, deve ser notificado no prazo de 60 dias para se apresentar perante uma junta médica, que avaliará o seu grau de incapacidade e, no final, lhe conferirá o atestado multiusos de incapacidade. Se for portador de uma deficiência ou incapacidade que o impossibilite de sair de casa, existe a possibilidade, ainda que excecional, de um dos elementos da junta médica deslocar-se à sua residência para o exame de avaliação da incapacidade.
  4. Caso discorde do grau de incapacidade que lhe foi atribuído, pode apresentar, junto do Delegado Regional de Saúde, no prazo de 30 dias após tomar conhecimento dessa avaliação, um recurso hierárquico para o Diretor-Geral da Saúde, que por sua vez poderá determinar a reavaliação por nova junta médica, para a qual o utente poderá propor um perito médico. Se a segunda avaliação se mantiver, pode efetuar um recuso contencioso, nos termos da lei.

 

Quais os benefícios?

  • Apoios da Segurança Social (bonificação do abono de família para crianças e jovens e atribuição de subsídios);
  • Financiamento a 100% de produtos de apoio, desde calçado ortopédico, bengalas, canadianas, andarilhos, cadeiras de rodas, camas articuladas, e óculos ou carros de baixa velocidade:
  • Crédito à habitação bonificado;
  • Arrendamento;
  • Isenção de taxas moderadoras;
  • Comparticipação de medicamentos;
  • Comparticipação de despesas de deslocação;
  • Isenções de impostos (ISV, IUC e IVA);
  • Deduções à coleta adicionais de IRS e menor tributação;
  • Estacionamento (cartão de modelo comunitário para pessoa com deficiência e lugar de estacionamento);
  • Ajudas técnicas;
  • Prioridade no atendimento nos serviços públicos;
  • Quota de emprego na Administração Pública;
  • Contingente especial e bolsas de estudo para o ensino superior;
  • Incentivos do IEFP à contratação de pessoas com deficiência no setor privado;
  • Regime laboral especial (horário flexível, faltas e adaptação do posto de trabalho);

 

Como usar?

O atestado multiusos é pessoal e intransmissível. Todas as entidades públicas e privadas a que se tenha de dirigir, para tratar de assuntos que requeiram a apresentação do atestado, podem tirar fotocópia do mesmo, devendo proceder à devolução do respetivo original ao seu titular/representante

Para usufruir dos direitos fiscais tem de entregar cópia deste atestado todos os anos nas Finanças, entidade patronal e nas várias instituições onde pode ter benefícios.

 

Quanto custa?

Está previsto o pagamento de taxas pela prestação de atos das autoridades de saúde e de serviços prestados por outros profissionais de saúde pública, conforme o disposto no Decreto-Lei n.º 8/2011, de 11 de janeiro, na redação em vigor, e melhor clarificado na Orientação da DGS.

Emissão de atestado médico de incapacidade multiuso em junta médica: 25 euros;

Emissão de atestado médico de incapacidade multiuso em junta médica de recurso: 50 euros;

Renovação de atestado médico de incapacidade multiuso em processo de revisão ou reavaliação do grau de incapacidade: 5 euros;

Renovação atestado médico de incapacidade multiuso em processo de revisão ou reavaliação do grau de incapacidade em junta médica de recurso, ou seja, nas situações em que o utente possui uma incapacidade que não seja permanente nem irreversível: 5 euros;

Renovação de atestado médico de incapacidade multiuso, nas situações de incapacidade permanente, não reversível mediante intervenção médica ou cirúrgica, ou seja, nas situações em que a incapacidade é definitiva: gratuita.

 

Informações complementares:

https://www.ers.pt/uploads/writer_file/document/2427/Orientacao_GGS_n-001-2017.pdf

https://www.ers.pt/uploads/writer_file/document/2420/DL_202-96.pdf,  alterado e republicado pelo https://www.ers.pt/uploads/writer_file/document/2417/DL_291-2009.pdf

http://www.spot.pt/media/64876/tabela_nacional_incapacidades.pdf

 

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Não ir à “missa” é pecado para os professores…

Nem sei que diga, nem sei que pense…

Educadora de infância penalizada por não participar em atividade na igreja

A educadora de infância recusou receber o bispo na igreja. A decisão foi usada pela diretora para lhe dar uma nota mais baixa na avaliação anual. A professora condena que se misture escola e religião.

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«Hoje em dia passa-se de professor a palhaço num instante»

O testemunho do Professor Sandro Gonçalves sobre o que se passou durante a sua agressão por parte de uma Encarregada de Educação.

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Greve de duas semanas contra violência nas escolas – S.TO.P

S.TO.P convoca greve de duas semanas contra violência nas escolas

O representante do Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P) diz ter endereçado um email ao Ministério da Educação, onde pede uma reunião sobre os casos de violência escolar que se têm tornado públicos nos últimos dias. Esta greve junta-se a uma outra que já decorre pela remoção de amianto de todas as escolas.

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Ontem foram dois… mas não contaram uma clavicula…

 

 

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Do problema “residual” ao “Quando ensinar dói”

O Noticias Magazine compilou uma poucas de histórias, noticiadas pelo JN, de professores agredidos dentro da escola. Os relatos são na primeira pessoa e vale a pena que sejam lido, por quem acha que são graves, mas “residuais”. Talvez fique com uma ideia do que é ser atacado, humilhado, agredido, insultado… e que sequelas daí podem advir.

Quando ensinar dói

Uns ficaram com as feridas cravadas no corpo. Marcas de dentes, pisaduras, cabelos arrancados. Outros trazem-nas guardadas na alma e não sabem como livrar-se delas. Histórias de professores agredidos no exercício da profissão. Por alunos e por pais. Relatos de quem vive com um trauma impossível de curar.

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Oferta de Escola para a Rainha D. Leonor

Entrou hoje a concurso um horário de 6 horas para o grupo disciplinar 550 – Informática, para a escola secundária Rainha D. Leonor.
Não fosse o facto de este horário estar em concurso pelo motivo que é não faria este artigo, mas….

É importante saber o seguinte:

Um horário de 6 horas representa quase 1/4 de vencimento de um docente com horário completo:

Um docente contratado com horário completo recebe mensalmente 1.518,63€ ilíquido, sendo casado e sem dependentes recebe mensalmente 1.133,37€.

Um docente com 6 horas letivas recebe 414,17€ ilíquidos mensais e na mesma condição do docente anterior, cerca de 300€ por mês (Dificilmente terá direito a subsídio de alimentação porque não trabalhará dois períodos do dia, e dificilmente terá mais de 4 horas num único dia), para além de não ter direito a ver considerado o seu tempo de trabalho de 30 dias mensais para efeitos de segurança social.

Com uma miséria de ordenado, que pode ser prolongado em cinco dias na semana, faltam muitos motivos para algum docente com habilitação profissional ser candidato a um ordenado destes. Ainda por cima, num grupo de recrutamento, que a formação adquirida pode ser facilmente compensada noutra profissão.

Se nada for alterado, motivando os alunos para o ingresso na via ensino, muito em breve ficaremos sem docentes capazes de substituir os que vão sair do sistema.

E para que conste.

O anterior horário de 6 horas no grupo 550 – Informática nesta escola terminou o concurso no dia 7 de outubro de 2019 e a escola apenas conseguiu colocar um docente na passada quinta-feira, dia 17 de outubro.  Tendo em conta os motivos públicos desta substituição não estranhem que as turmas desta escola fiquem sem professor de informática o resto do ano.

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Srs. ministros, onde está o Despacho do Prémio de Desempenho?

Com a avaliação de desempenho que foi efetuada no ano passado e com as anteriores, 2007/2009 e 2009/2011 já há docentes com direito a prémio pecuniário, mas o despacho que o regula ainda não viu a luz do dia.

Entende-se que durante o congelamento o tal despacho tenha ficado na gaveta, mas com o descongelamento da carreira em janeiro de 2018, os docentes deviam ter visto o seu direito descongelado.

Parece que o Centeno e o Tiago não têm tido tempo para abrir a gaveta e fazer um brilharete.

Com a tomada de posse do novo executivo, esta pode ser a primeira medida a tomarem em conjunto. Ficava-lhes bem.

O que diz o ECD:

 

Artigo 63.º
Prémio de desempenho
1 — O docente do quadro em efectividade de serviço docente tem direito a um prémio pecuniário de desempenho, a abonar numa única prestação, por cada duas avaliações de desempenho consecutivas, ou três interpoladas, com menção qualitativa igual ou superior a Muito bom, de montante a fixar por despacho conjunto dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da educação, a publicar no Diário da República.
2 — O prémio de desempenho a que se refere o número anterior é processado e pago numa única prestação no final do ano em que se verifique a aquisição deste direito.
3 — A concessão do prémio é promovida oficiosamente pela respectiva escola ou agrupamento nos 30 dias após o termo do período de atribuição da avaliação.
4 — Quando o direito ao prémio de desempenho ocorra no mesmo ano civil em que houve progressão ao escalão seguinte da categoria, o mesmo é processado e pago no ano seguinte, tendo por referência o índice remuneratório que o docente auferia no período respeitante ao ciclo de avaliação.

 

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Educação Sexual e a falta de meios das escolas

Educação sexual: escolas confirmam que não cumprem lei com uma década

 

Grande parte das escolas não está a cumprir a lei que define como deve ser dada a educação sexual no ensino obrigatório, do 1.º ao 12.º ano de escolaridade. A conclusão é visível num relatório feito pelo Ministério da Educação, que deve fiscalizar se a legislação está a ser bem aplicada.

As maiores carências acontecem no ensino secundário, onde apenas 36% das escolas e agrupamentos de escolas dedicam as 12 horas de carga horária prevista, por ano, ao chamado Projeto de Educação Sexual na Turma, sendo que num terço das escolas esse projeto simplesmente não existe.

No 3.º ciclo do ensino básico, onde o limite mínimo também é de 12 horas, a percentagem sobe para 57%.

No 1.º ciclo, onde o limite desce para 6 horas, os valores de cumprimento da legislação sobem para 68%, chegando a um máximo de 74% no 2.º ciclo.

Quando questionadas sobre os constrangimentos que sentem, a esmagadora maioria das escolas não responde, mas aquelas que o fazem, 12%, apontam os condicionamentos nas horas que têm disponíveis e a extensão do currículo que não deixa tempo para este tipo de temas.

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Comunicado – VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS DOS NOSSOS FILHOS/EDUCANDOS – CNIPE

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/10/2019_10_23_ViolenciaEscolas.pdf”]

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ANPRI – POSIÇÃO DA ANPRI SOBRE AS ALEGADAS AGRESSÕES

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Professor, profissão de risco – Alexandre Parafita

Professor, profissão de risco

Não é por acaso que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera a profissão de professor como uma das profissões de risco. Risco físico e psicológico. Outrora, era uma profissão de respeito.

Hoje os professores não só não são respeitados, como são agredidos, verbal e fisicamente, sujeitos a atos de vandalismo, enxovalhados por alunos e pais, e a classe é frequentemente sujeita a um rosário de comentários humilhantes que uma certa opinião blasfema faz correr nos media e redes sociais, num tom geralmente provocatório.

É ferida que sangra. Ilustrou-o bem o recente artigo na “Notícias Magazine”, do JN, com o relato das experiências traumatizantes de violência contra professores. Jamais um professor será o mesmo quando agredido em contexto escolar. Humilhado e desautorizado, carrega para sempre esse trauma, especialmente quando tem de prosseguir a sua missão, “amarrado” à mesma escola e à mesma rotina.

A escola é o espelho da sociedade. Daí que a violência nas relações sociais, na família e na comunidade vá projetar-se no seu interior, num crescendo à medida que a escolaridade obrigatória se alarga e abrange uma franja significativa de adolescentes e jovens para quem a “imposição” da escola é também uma violência, tal como o é o cumprimento das elementares regras de civilidade e harmonia das relações humanas.

Neste quadro, o professor é o outro, o estranho, o alvo a abater, alguém que está no outro lado da trincheira; uma inquietante realidade que ganha força perante a consciência de uma certa impunidade de que gozam os infratores. Estranho desequilíbrio este, quando o “tasse bem” de uns representa anos e anos de trauma para os outros, que, desde aí, apenas anseiam largar a profissão que um dia preencheu os seus sonhos mais auspiciosos.

*Escritor e jornalista

 

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Os casos de violência não param…

Os pais têm consciência que o ambiente tem de ser saudável para todos e tomam posição.

Pais fecham escola em Queluz após agressões a funcionário

Funcionário foi agredido por pai dentro do recinto escolar.

 

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Algum ESTADO de ANSIEDADE. – Agostinho Silva

Algum ESTADO de ANSIEDADE.

E desta vez, sim !! após uma “VITÓRIA POR POUCOCHINHO” Costa lá ganhou ! (vox populi – ABSTENÇÃO – Votum levarem – dos votos que foram ao ar).
“esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei“ e num acto de boa vontade, espera-se que desta vez, o “NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO e talvez juventude e desporto” se digne – agora liberto das garras de ALEXANDRA (a grande) Leitão – se digne exercer para o que foi eleito (leia-se nomeado, ou melhor ainda REPREMIADO/reconduzido) no/para o cargo.
Vejo da parte de algumas estruturas sindicais uma vontade de NEGOCIAR. Bom! E bom seria se tal acontecesse pelo menos agora num segundo mandato, pois no primeiro GERINGONÇADO, não se deu por isso tal de negociar.
Claro que não devemos confundir políticos com politicas, uma coisa certamente será diferente da outra. Mas reconhecer um MINISTRO, é bem diferente que reconhecer um SUBALTERNO de uma Secretária de Estado (no caso eram duas).
BRANDÃO, ACELERA HOMEM !! faz-te à VIDA!!! Não vês o estado da NAÇÃO? Não queres ver o esfrangalhar das coisas ?
Há mesmo escolas sem professores! Há mesmo alunos sem aulas, há mesmo professores que estão a ficar “violentos”; há mesmo professores VIOLENTADOS na sua mínima DIGNIDADE.
Passo Coelho (no dizer de muitos, um Cavaco ressuscitado) foi além da troika e ATREVEU-SE a governar com um GUIÃO SÒCRETINO – fui “burro”? sim foi, mas ao aceitar, sabia ao que ia (sabia ao que estava o FMI e Agencias de Rating.
Aquilo de Passos, chamava-se CATIVAÇÕES; isto de CENTENO, chama-se jogada À RONALDO! Espera-se que de finta em finta, não aconteça algum penalti na própria baliza !
O melhor investimento que um governo pode fazer, não é nos eleitores, pois está mais que provado que ninguém precisa de eleitores (sabe-se que quantos menos votarem, mais se abate no centro direita); precisa é investir numa boa bela máquina de propaganda. “Que lave mais branco”- não confundir com piada de género ou raça, credo e afins.
INCÊNDIOS?? Onde?? Quem?? Onde é que isso já vai? Aquilo lá no NORTE, PEDIATRIA do São João? Obras? Quem? Afinal como? ESQUEÇA lá isso Homem, não seja aborrecido.
“O cavalo do Espanhol” quando estava mesmo sem dar despesa nenhuma…. Morreu à fome! Como estamos de Saúde? (fecha ao fim de semana); como de Educação? (ao que isto chegou! e hoje nem posso escrever, porque ontem um professor agrediu um aluno); como vamos de segurança? Como vamos?… como?? Com… co… C****** !!

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No Algarve, há alunos que chegam a estar um ano inteiro à espera de um professor

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Quem é Susana Amador, segundo a própria…

 

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Equipa do ME está completa com o João Costa

Presidente da República aceita proposta de Secretários de Estado

O Presidente da República recebeu hoje, a seu pedido, o Primeiro-Ministro indigitado, Dr. António Costa, que lhe submeteu a lista de nomes propostos para Secretários de Estado.

  • Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues
  • Secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa
  • Secretária de Estado da Educação, Susana Amador
  • Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo

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Susana? Temos ministra da Educação. Mas será Amadora?

Já me tinha sido nomeado este nome, Susana Amador, para SE em substituição de Alexandra Leitão. O JN confirmou, hoje, a nomeação. João Costa ainda é uma indefinição.

Resta saber se Susana Amador vai ser amada ou não… Será mais uma Amadora?

Entretanto, fonte do partido adiantou ao JN que Susana Amador, da direção da bancada, também assumirá a função de secretária de Estado, ficando com a pasta da Educação.

 

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Défice 0 e escolas a fechar…

 

 

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A Minha Posição na Lista com a RR7

Encontra-se atualizada a página “A Minha Posição na Lista” com as colocações da Reserva de Recrutamento 7.

Como a partir da reserva de recrutamento 8 retomar à lista os colocados na RR2 em horário temporário de um mês não de deve voltar a atualizar esta lista.

 

 

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São Mais Escolas Fechadas que as Anunciadas na Comunicação Social

A falta de assistentes operacionais nas escolas devem-se a vários fatores.

  • O primeiro, com o rácio de assistentes operacionais que são insuficientes para as necessidades das escolas.
  • O segundo, porque até agora não são substituídos os assistentes operacionais em falta nas baixas por doença, aposentação ou morte.
  • O terceiro, pelo enorme atraso nos concursos dos poucos mais de mil assistentes operacionais dados às escolas em março e que em muitos casos ainda não têm o concurso terminado.

 

No meu caso já por duas vezes tive necessidade por encerrar no período da tarde o funcionamento de uma escola do 1.º ciclo para acautelar a segurança e higiene do espaço escolar, porque de nenhuma forma conseguia manter o número de Assistentes Operacionais para manter o funcionamento da escola ao longo de todo o dia.

Nada disto é desconhecido pelas entidades superiores e têm sido enviado reports semanais das novas situações de doença dos assistentes operacionais, que por serem de 14 dias nunca serão substituídos numa lista de reserva que ainda não está constituída.

O envelhecimento da classe profissional dos Assistentes Operacionais (tal como das outras profissões) faz com que o número de baixas médicas aumente, sem que neste caso possa haver substituição porque a sua maioria são por períodos inferiores a 30 dias (as baixas médicas são praticamente colocadas por períodos de 14 dias sendo reavaliadas no fim desse período). E acontece em muitos casos sucessões de baixas médicas de 14 dias.

Enquanto não for tratado de forma séria o rácio de Assistentes Operacionais por escola e uma forma mais ágil de substituição o problema irá manter-se de futuro.

 

Escolas a fechar mais cedo e alunos com necessidades especiais em casa por falta de funcionários

 

Casos confirmados pela Lusa foram esta sexta-feira denunciados pela Fenprof e vão constar de uma plataforma online que a federação sindical vai criar para receber queixas de professores, assistentes, pais, alunos e cidadãos em geral

Escolas a funcionar de forma rotativa, alunos do 1.º ciclo com aulas só de manhã ou crianças com necessidades especiais impedidas de ir às aulas são algumas das consequências da falta de funcionários e professores. Os casos confirmados pela Lusa foram esta sexta-feira denunciados pela Fenprof e vão constar de uma plataforma ‘online’ que a federação sindical vai criar para receber queixas de professores, assistentes, pais, alunos e cidadãos em geral.

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Vinculações por QZP no mapa (desde 2014)

Desde 2014 houve 10648 vinculações em Portugal Continental. Mais de metade encontram-se no QZP 7. Curiosamente o QZP onde mais se tem evidenciado a escassez de professores.

Abaixo a distribuição no mapa.

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A banalização do mal (bullying)

Tornou-se normal o insulto, a cotovelada, o aperto a pescoços, a palmada na nuca… entre alunos. Bater num par é banal, quanto tempo para banalizar a violência a outros frequentadores das escolas?

 

Dois terços dos alunos admitem agredir colegas

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Pré-Avisos de Greve de 21 a 25 de outubro

 

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A Ler nO Meu Quintal – Inflexibilidades

Inflexibilidades | O Meu Quintal

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A Ler no Correntes – Afinal, Não Faltam Professores

Afinal, Não Faltam Professores – Correntes

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Câmara de Lisboa pede ao Governo casas para professores

Expresso | Câmara de Lisboa pede ao Governo casas para professores

 

Câmara de Lisboa quer articular-se com Governo para disponibilizar casas mais baratas para professores | Professores | PÚBLICO

 

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Com Vídeo – Tratar um doente com cancro custa tanto como retirar amianto das 63 escolas referenciadas

SIC Notícias | Tratar um doente com cancro custa tanto como retirar amianto das 63 escolas referenciadas

 

SIC Notícias | “Tratar um doente de cancro pode custar 50 vezes mais que remover amianto”

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Falta de funcionários: escolas exigem bolsa para substituir os que estão doentes

Falta de funcionários: escolas exigem bolsa para substituir os que estão doentes | Educação | PÚBLICO

Ministério já se comprometeu a criar mecanismos rápido de substituição dos assistentes operacionais que metem baixa médica, mas escolas continuam à espera. Num agrupamento de Castelo Branco, escolas vão fechar rotativamente.

A falta de assistentes operacionais afecta a generalidade das escolas portuguesas e não será resolvido enquanto o Ministério da Educação “não encontrar uma solução que permita substituir rapidamente os funcionários que estão de baixa médica”. Quem o diz é o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, segundo o qual, na maior parte das escolas, serviços como o bar e a papelaria estão a fechar durante largos períodos do dia, por falta de funcionários.

“No meu agrupamento, a papelaria só está aberta duas ou três horas por dia e o bar só abre durante a hora do pequeno-almoço”, exemplifica, para explicar que, dos 50 funcionários existentes para um agrupamento que se reparte por oito escolas, dez estão ausentes por baixa médica “e não podem ser substituídos”. “As escolas abrem às 7h30 e fecham às 18h ou 19h e nos espaços exteriores, como o recreio, onde os alunos precisam de ser vigiados, não há ninguém para o fazer”, precisa.

Este alerta surge no mesmo dia em que dez escolas de Lisboa foram fechadas por falta de funcionários e a direcção do Agrupamento de Escolas de Póvoa de Santa Iria da Azóia, em Castelo Branco, pôs a circular um comunicado a dar conta da intenção de, já a partir da próxima segunda-feira, dia 21, fechar rotativamente as diferentes escolas do agrupamento por manifesta escassez de funcionários para “assegurar as condições mínimas de funcionamento”.

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Cinema Sem Conflitos: “A Little Too Much”

Título:  “A Little too Much” | Autores: “Joceline Natasha“

Um projeto de duas pessoas no final do ano sobre uma garota que possui um café e seu escritor favorito de livros de receitas entra em sua loja. Sua excitação faz com que ela exagere seu serviço, o que acaba irritando o cliente.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Escolas em Vila Franca de Xira vão fechar à vez

Escolas em Vila Franca de Xira vão fechar à vez | TVI24

O diretor do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria, em Vila Franca de Xira, decidiu fechar rotativamente, a partir de segunda-feira, os oito estabelecimentos de ensino, segundo um comunicado a que a Lusa teve acesso esta sexta-feira.

A direção do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria (distrito de Lisboa) justifica o encerramento com o “número reduzido de assistentes operacionais para assegurar as necessidades mínimas de funcionamento”.

A falta de assistentes operacionais tem provocado a exaustão dos que se encontram ao serviço, pelas imensas tarefas que realizam, dia após dia, e pela instabilidade causada na constante mudança de escola, levando muitos a recorrer a atestado e baixa médica”, sublinha o comunicado, assinado pelo diretor do agrupamento, Pedro Ferreira.

A direção frisa que, nas últimas semanas, os serviços “têm funcionado abaixo dos mínimos aceitáveis para a segurança dos alunos” e, por isso, deliberou o encerramento rotativo das oito escolas que compõem o agrupamento, a partir de segunda-feira e até ao dia 30 deste mês.

Segundo o esquema de encerramento, a escola básica n.º 1 será a primeira a encerrar (dia 21), seguindo-se a escola básica n.º4 (dia 22), escola básica Aristides de Sousa Mendes (dia 23), a escola básica Póvoa Norte (dia 24), o Jardim Infância Quinta da Piedade (dia 25), a escola básica das Bragadas (dia 26), a escola básica do Casal da Serra (dia 29) e escola básica e secundária D. Martinho Vaz de Castelo Branco (dia 30).

Este esquema será interrompido caso haja um reforço dos assistentes operacionais ou se se verificar o retorno ao serviço dos assistentes que se encontram de atestado médico”, ressalva a direção do agrupamento.

Por seu turno, contactada pela Lusa, fonte do Ministério da Educação referiu que o agrupamento vai ter, a partir da próxima semana, “o seu corpo de funcionários reforçado”, com três funcionários a tempo indeterminado (vínculo permanente), no âmbito de “um concurso que autorizou a contratação de 1.067 assistentes operacionais, em fase de conclusão”.

Adicionalmente, as escolas podem recorrer à bolsa de contração, assim que tenham concluído o processo de contratação dos funcionários a tempo indeterminado que lhes foi atribuído. Esta bolsa permite substituir as ausências sempre que estas comprometam o rácio”, conclui a nota do Ministério da Educação.

A Lusa tentou contactar a direção do agrupamento de Escolas da Póvoa de Santa Iria, mas não conseguiu obter resposta.

Câmara de Vila Franca de Xira surpreendida com encerramento de escolas

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira manifestou-se esta sexta-feira surpreendida com a decisão da direção do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria de fechar rotativamente, a partir de segunda-feira, os oito estabelecimentos de ensino.

Num comunicado a que a Lusa teve hoje acesso, a direção do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria informou que vai fechar rotativamente, a partir de segunda-feira e até dia 30 deste mês, os oito estabelecimentos de ensino que gere, justificando a decisão com “o número reduzido de assistentes operacionais para assegurar as necessidades mínimas de funcionamento”.

Foi uma situação que me surpreendeu. Nós temos vindo a conversar com o agrupamento, no sentido de resolver todos estes problemas. Na verdade, achávamos que este problema estava resolvido”, afirmou à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita (PS).

O autarca referiu que, embora não tenha responsabilidade direta no pessoal não docente do agrupamento, cedeu três dos seus 30 assistentes operacionais para suprir as carências das oito escolas.

Nós fomos além das nossas competências. Aquilo que esperamos é que haja um entendimento entre o Ministério da Educação e a direção do agrupamento, que tem total autonomia”, ressalvou.

Alberto Mesquita lamentou ainda que a direção do agrupamento de escolas da Póvoa de Santa Iria não tenha recorrido a uma bolsa de contração disponível para situações em que é necessário substituir as ausências dos assistentes operacionais que estão de baixa.

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