Não ir à “missa” é pecado para os professores…

Nem sei que diga, nem sei que pense…

Educadora de infância penalizada por não participar em atividade na igreja

A educadora de infância recusou receber o bispo na igreja. A decisão foi usada pela diretora para lhe dar uma nota mais baixa na avaliação anual. A professora condena que se misture escola e religião.

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21 comentários

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    • Tiago Brazão on 24 de Outubro de 2019 at 18:40
    • Responder

    Muita pena que o autor deste Post não se tenha previamente informado das circunstâncias. A professora em causa não se recusou apenas a ir à recepção do Senhor Bispo, mas a muitas outras atividades da escola com a comunidade, como o Pão-por-Deus é o Carnaval…
    A avaliação que obteve nesse parâmetro não foi por causa do Bispo, mas por se estar a marimbar para todas as atividades que são desenvolvidas fora do espaço escolar e com outras entidades. Foi merecida.
    Se é este o tipo de professor que o Blog defende (o que faz o mínimo possível e o resto que se lixe), então estamos falados do nível desta página.

      • Cirilo K. on 24 de Outubro de 2019 at 22:41
      • Responder

      Foi pena, isso sim, o Afonso Costa não ter dado uma machadada bem mais funda no poder da Igreja e na sua capacidade de manipulação das mentes e dos códigos de conduta colectivos, … pobre do SENHOR BISPO e da sua recepção! Diga-me: o que tem o ensino, LAICO, que ver com a recepção ao bispo, qual a sua relevância pedagógica?! Quando penso que intelectuais do século XVIII como Diderot ou Voltaire eram mentes muito mais LIVRES do que estas, passados mais de 200 anos… dá que pensar sobre o que é realmente o progresso!

      • cel on 24 de Outubro de 2019 at 22:42
      • Responder

      Frazão, Também não se informou previamente e não deve falar do que não sabe.
      Na Madeira existe o turno da manhã e o da tarde.
      A educadora cumpriu a atividade do seu turno.
      E disse que não foi ao desfile Carnaval porque era num domingo.
      Porque não vai também trabalhar ao domingo, Frazão?

        • ... on 24 de Outubro de 2019 at 23:21
        • Responder

        Com esta argumentação, está tudo dito quanto ao nível do(s) diretor(es) e seus lacaios.
        Ao domingo? O que exigirão a seguir …. tenho medo até de pensar….
        O pior é que esta falta de vergonha está a replicar-se por todo o país.

    • Ana Tavares on 24 de Outubro de 2019 at 18:44
    • Responder

    Voltamos à Idade Média.

    • Ser prof. não é para qualquer um on 24 de Outubro de 2019 at 19:35
    • Responder

    Fartinhos de episódios protocolares andamos nós. Parabéns a esta professora que não finge ser o que não é.

    É por esta e por outras que os professores não são um qualquer humano, mas gente de qualidades ímpares.

    • Maria on 24 de Outubro de 2019 at 20:18
    • Responder

    Grande Educadora! Claro que tem que haver liberdade religiosa e alunos e docentes/ não docentes não podem ser “obrigados” a participar com medo de retaliações!

    • Com provas ... on 24 de Outubro de 2019 at 21:35
    • Responder

    É o comportamento habitual dos comissários políticos, vulgo diretores, perseguições a esmo e a igec a branquear.
    Com a ADD, agora é antropofagia .

    • Jm on 24 de Outubro de 2019 at 21:55
    • Responder

    Por que carga de agua esta professora foi penalizada por, e cito “não foi à recepção com o Sr Bispo” nem participou na actividade “pão por Deus”? Não se deve misturar religião com ensino público aliás, é ilegal. Não estamos no tempo do Estado Novo. A professora que reclame porque ganhará facilmente.

      • Jm on 24 de Outubro de 2019 at 21:56
      • Responder

      *porque

      • Fartinho... on 24 de Outubro de 2019 at 22:08
      • Responder

      Ganhar a reclamação!!!!
      Como? A reclamação é feita para quem avaliou, o diretor e amigos da sadd… !!!!
      O jogo está viciado.

    • Jm on 24 de Outubro de 2019 at 22:14
    • Responder

    A reclamação tem que ser, primeiramente, hierárquica. Posteriormente pode recorrer aos tribunais.

      • Jm on 24 de Outubro de 2019 at 22:32
      • Responder

      E é nos tribunais que, obviamente, a professora terá facilidade em ganhar. Ainda que a reclamação hierárquica garanta alguma imparcialidade (tres árbitros, um deles indicado pela propria professora) acredito que não seja fácil .

        • ... on 24 de Outubro de 2019 at 23:06
        • Responder

        Imparcialidade???!!!
        A reclamação é decidida pelo diretor e vassalos da sadd, no recurso indica 1 elemento, da comissão arbitral, e o diretor 2!!!!
        Resultado conhecido antes do “jogo”!!!!!
        Miserável!

      • Mariana on 24 de Outubro de 2019 at 23:13
      • Responder

      Não sabemos qual é a instituição em que dá aulas e se é religiosa. Também não se sabe o que diz o Profeto Educativo e o Regulamento Interno.
      O problema está neste tipo de avaliação interna a que os professores estão sujeitos.

    • CAG on 24 de Outubro de 2019 at 22:55
    • Responder

    Grande Professora! Grande Colega!
    O jogo está completamente viciado: desde a SADD cujo presidente é o diretor e os outros ditos avassalados, o pedagógico, em muitas escolas, é o diretor, o conselho administrativo é o diretor, o conselho geral é feito à medida do sapato do diretor… A avaliação é comandada pelas atividades, parecendo o professor uma animador cultural… Também este último imbrica no PAA, “dirigido” pelo diretor e rebanho! Bolas, isto tem que acabar!

  1. Não é verdade o que está a dizer. O director não tem qualquer intervenção na formação da comissão arbitral. O processo é conduzido e finalizado pelo Presidente do Conselho Geral. Os arbitros são indicados pelo professor (1) e pela Sadd(1). O terceiro é indicado por consenso entre os dois. Cabe ao Presidente do Conselho Geral homologar a proposta de decisão. Sei que é assim porque a minha mulher é Presidente do Conselho Geral da escola onde exerce e teve agora um caso de reclamação.

    • Lelo on 25 de Outubro de 2019 at 0:11
    • Responder

    Para o Brazão o que conta são as atividades pintelhosas. Dar bem as aulas é de menos.

    Raios parta está gente…

    • Acordar é preciso... on 25 de Outubro de 2019 at 0:14
    • Responder

    Milhares de professores estão a ser roubados na carreira por avaliações fraudulentas, patrocinadas pelos diretores.
    Conhecem algum, diretor, que tivesse visto a sua progressão bloqueada devido à avaliação?
    Um só que seja?
    750€ extra, mordomias diversas e muito bom ou excelente, garantido!!!!!
    Não esquecer que a famigerada criatura, mlr, os aumentou em quase 100%, não é gralha foi mesmo muito perto de 100%, quando os zecos tiveram cortes brutais.

    1. Sim, conheço um caso.

    • ... on 25 de Outubro de 2019 at 0:28
    • Responder

    Falso é o que escreve.
    1. O PCG é um “sapato à medida” do diretor, todos sabemos, senão um dos dois já não o era…;
    2. É falso que o terceiro árbitro tenha de ser nomeado por consenso;
    3. Quando este, consenso, não existe, o que é a regra, a nomeação é da exclusiva responsabilidade do PCG;
    3.1. Não cabe, assim, ao PCG apenas homologar o processo.
    Neste contexto o resultado está viciado à partida. O terceiro árbitro pertence ao eixo diretor(presidente da sadd)/PCG.
    Nota: sempre gostava de saber se o caso de que fala não confirma o que escrevo.

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