Professor/a de Língua Portuguesa para Timor-Leste

A Coutinho, Neto & Orey no âmbito da sua atividade de recrutamento encontra-se a desenvolver um processo de seleção para o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. (Camões, I.P.)

Prazo limite de candidatura: 13/03/2020 (novo prazo)

I – Enquadramento da ação

O Projeto PRO-Português, a implementar na República Democrática de Timor-Leste (RDTL), tem como objetivo global “contribuir para a consolidação do sistema educativo de Timor-Leste, através do apoio ao setor da formação profissional e contínua do pessoal docente do sistema educativo do Ensino Não Superior” e, como objetivos específicos, “i) constituir uma Bolsa de Formadores Nacionais, a nível de Posto Administrativo, e consolidar as suas competências técnico-científicas, didático-pedagógicas e linguístico-comunicativas para ministrarem Cursos de Língua Portuguesa (Níveis A2, B1 e B2); ii) reforçar as competências linguístico-comunicativas em Língua Portuguesa de docentes de todos os níveis de ensino (Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Secundário) do sistema educativo do Ensino Não Superior de Timor-Leste”.

 

II – Enquadramento da função

As atividades dos Professores de Língua Portuguesa visam cumprir os seguintes objetivos:

  • No quadro das responsabilidades do INFORDEPE, incrementar a qualidade do ensino nacional em Timor‐Leste, visando, essencialmente, a proficiência linguística, com vista à capacitação do universo de professores em exercício no domínio da Língua Portuguesa;
  • Reforçar a proficiência em Língua Portuguesa do quadro docente de todos os ciclos de ensino (Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Secundário) do sistema educativo do ensino não superior timorense, de escolas dos 65 Postos Administrativos, em regime presencial e b-learning;
  • Contribuir para o cumprimento e monitorização das metas definidas nos indicadores do Projeto, de acordo com o sistema de Monitoria e Avaliação com base em Resultados;
  • Executar todas as tarefas relevantes no âmbito das suas competências atribuídas pelo Camões, I.P.

 

III – Principais Responsabilidades

Reportando, organizacionalmente, ao/à Coordenador/a Geral e ao Camões, I.P., e funcionalmente, ao Coordenador-Adjunto para a área científico-pedagógica e ao Coordenador-Adjunto para as áreas de administração, finanças e logística, o/a Agente da cooperação na categoria de Técnico para exercer funções de Professor/a de Língua Portuguesa terá como principais responsabilidades:

  • Ministrar cursos de formação no âmbito da Língua Portuguesa (Níveis A2, B1 e B2), de acordo com a estratégia e o programa de formação definidos;
  • Elaborar a respetiva programação anual/mensal (cronogramas de formação para as atividades a implementar) e proceder à monitorização dos objetivos, atividades e resultados, conforme previsto no Documento de Projeto e respetivo Quadro Lógico;
  • Conceber os modelos pedagógicos e elaborar os documentos programáticos e operacionais/planos de formação e de intervenção dirigidos aos formadores e aos diferentes públicos-alvo, de acordo com o previsto no Documento de Projeto;
  • Elaborar manuais de formação e/ou outros materiais didático-pedagógicos especializados de suporte a cada curso/atividade, tanto para a modalidade presencial como para o regime b-learning;
  • Garantir a qualidade do processo educativo/formativo, ao nível da implementação e afirmação da Língua Portuguesa;
  • Apoiar e orientar o processo de planeamento das sessões de formação com os formadores, nomeadamente no que respeita a bibliografia para consulta e materiais didático-pedagógicos;
  • Identificar necessidades de formação específicas dos formadores e formandos sob a sua supervisão, dentro do contexto dos objetivos do Projeto;
  • Apoiar na conceção dos instrumentos necessários à realização das atividades, ao levantamento de necessidades, à recolha de dados quantitativos e qualitativos do Projeto e outras informações solicitadas, assim como à definição de modelos de acompanhamento, monitorização e avaliação dos indicadores constantes no Quadro Lógico;
  • Organizar e apresentar mensalmente pontos de situação/relatórios e cronogramas das atividades pelas quais é responsável, incluindo do grupo de formadores que coordena, de acordo com modelos previamente estabelecidos;
  • Garantir e ser responsável pela boa organização dos Dossiês Técnicos e Pedagógicos relativos às atividades por si desenvolvidas, incluindo do grupo de formadores que coordena, para que seja possível a consulta rápida de todo e qualquer documento físico ou digital produzido no âmbito da intervenção;
  • Dinamizar atividades de promoção e divulgação da língua portuguesa, dirigidas a diferentes públicos;
  • Participar em reuniões institucionais e de natureza técnica convocadas pela Coordenação;
  • Participar nos processos reflexivos e troca de experiências/ideias sobre a intervenção, facilitando a disseminação das melhores práticas e lições aprendidas;
  • Todas as demais responsabilidades e atividades compatíveis com a natureza e âmbito do cargo e das suas competências.

 

IV – Requisitos

A – Obrigatórios:

  • Licenciatura Pré-Bolonha ou Mestrado Bolonha que confira habilitações profissionais para a docência da disciplina de Português no 3.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, numa das seguintes áreas:
    • Ensino de Língua e Cultura Portuguesas (Língua Segunda/ Língua Estrangeira);
    • Ensino de Línguas Modernas com componente de Língua Portuguesa;
    • Linguística Portuguesa.
  • Mínimo de 5 anos de experiência comprovada no ensino de Língua Portuguesa em contextos multilingues e multiculturais.
  • Fluência oral e escrita em Língua Portuguesa;
  • Excelentes conhecimentos de informática na ótica do utilizador.

 

B – Preferenciais:

  • Experiência de trabalho em formação de adultos;
  • Experiência de trabalho no setor da educação, preferencialmente na área da formação de formadores/professores;
  • Participação em projetos no âmbito da Cooperação para o Desenvolvimento;
  • Experiência na elaboração e publicação de materiais didáticos para o ensino do Português Língua Não Materna;
  • Bons conhecimentos de Inglês e Francês;
  • Conhecimentos de Tétum.

 

V – Competências Minímas: 

  • Capacidade para trabalhar em contexto internacional e intercultural e em contexto de países em desenvolvimento;
  • Excelente capacidade de comunicação e relacionamento interpessoal, bem como capacidade de adaptação a contextos complexos de tomada de decisão;
  • Capacidade demonstrada na gestão de conflitos;
  • Capacidade de organização, definição de prioridades e de gestão do tempo;
  • Boa capacidade de análise de problemas e de formulação de estratégias;
  • Orientado/a para a obtenção quotidiana de resultados;
  • Capacidade de automotivação e autoaprendizagem;
  • Capacidade para trabalhar sob pressão e autonomamente;
  • Flexível no desempenho das suas funções e fácil adaptação em contextos de mudança permanente;
  • Seriedade e ritmo de trabalho forte com postura e comportamento pessoal exemplar adequado à posição oferecida;
  • Capacidade para aceitar e cumprir instruções superiores, bem como ensinar e transmitir conhecimentos a outros colaboradores locais, ajudando à sua capacitação técnica e profissional com autonomia.

 

VI – Outras Aptidões: 

  • Aptidão psicológica e física para trabalhar num clima semitropical;
  • Disponibilidade para residir em Timor-Leste e respeitar a cultura local.

 

 

VII – Horário e Local de Trabalho

35 horas semanais, a exercer numa das capitais dos 12 Municípios ou Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno.

 

VIII – Condições Contratuais

Os contratos, a celebrar de forma tripartida (Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal/Camões, I.P., MEJD/INFORDEPE e o professor contratado), terão a duração prevista até 31 de dezembro de 2020, podendo ser renovados, por mais duas vezes, por períodos sucessivos de 12 meses, dentro do prazo de vigência do projeto.

 

IX – Prazo limite de candidatura: 13/03/2020

O processo de candidatura deverá ser feito através do registo no site www.cnorey.com (https://www.cnorey.com/pt/areas-actuacao/recrutamento-e-seleccao/)

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Recenseamento de Docentes – Reanálise

Recenseamento de Docentes – Reanálise

 

Encontra-se disponível até às 18 horas de dia 18 de março de 2020 (hora de Portugal continental), a aplicação informática Recenseamento de Docentes – Reanálise, que permite efetuar a análise das reclamações efetuadas pelos docentes, alteração de dados anteriormente inseridos e/ou inserir novos docentes.

 

SIGRHE

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E o Despacho das Provas e Exames Está em Quarentena?

Daqui a pouco tempo aproxima-se o final do 2.º período e até ao dia de hoje ainda não foi publicado o Despacho Normativo que regulamenta as provas de avaliação externa e as provas de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário para 2020.

Em 2019 o Despacho Normativo n.º 3 foi publicado no dia 26 de fevereiro e em 2018 no dia 14 de fevereiro.

Será que existem muitas mudanças para 2020?

 

ADENDA: Parece que o Despacho Normativo n.º 3 também se aplica em 2019/2020, pelo que não haverá novo despacho a substituir o anterior.

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DGEstE – Plano de Contingência e orientações às Escolas

 

Assunto: Plano de Contingência e orientações às Escolas

Senhores(as) Diretores(as) / Presidentes de CAP

Tendo tomado conhecimento de um email emitido pela senhora Diretora-Geral da DGAE sobre o cancelamento de reuniões agendadas por aquela Direção-Geral acompanhado de outras indicações, informo que apenas deverão tomar a devida nota relativamente a esses cancelamentos.

O Plano de Contingência – com as respetivas Orientações às Escolas – está a ser ultimado pela DGEstE e será enviado com a maior celeridade possível.

Com os melhores cumprimentos,

Maria Manuela Pastor Faria

Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares

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DGAE (des)suspende reuniões

Será que alguém sabe o que anda a fazer?

 

Exmos. Senhores Diretores de AE e ENA e Presidentes de CAP

Perante a última comunicação da Direção Geral da Saúde e face às medidas apresentadas, comunica-se que cumprindo os procedimentos de segurança definidos, estarão asseguradas as condições para manter o agendamento das Sessões de Esclarecimento Progressão na Carreira, agendadas para o Porto, para

os dias 5 e 6 de março.

Certos da melhor compreensão,

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana Castanheira Lopes

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Oeiras inaugura casa temporária para professores deslocados

Prometeu e cumpriu. Pelo menos numa casa… o certo é que está empenhado em dar solução a um problema que o governo chuta para canto. Enquanto isso, os deputados que foram desmascarados com moradas falsas nem o subsidio devolveram…

Professores de Oeiras recebem nova casa

O Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, vai inaugurar a primeira Casa Temporária para Professores na próxima quarta-feira, dia 4 de março pelas 14h30, na Rua da Figueirinha (Edifício Ferro de Engomar), n.º 20.
Verificando-se a conclusão das obras de recuperação do imóvel, as instalações foram completamente equipadas com todo o mobiliário necessário. Esta residência está preparada para receber 3 professores.

Atento à problemática da colocação de professores, muitas vezes longe da sua área de residência e que enfrentam preços de arrendamento privado demasiado altos para os seus rendimentos, o Município de Oeiras está a desenvolver um plano de apoio no alojamento dos docentes, bem como de outros profissionais que enfrentem as mesmas dificuldades, como é o caso dos polícias.
Dos vários projetos que estão já em curso, destaca-se a residência que está a ser projetada para a Fábrica da Pólvora, em Barcarena, que se estima que fique concluída dentro de dois anos e meio e que terá uma quota de 40 quartos destinados a professores deslocados.

No Município de Oeiras há, em média, aproximadamente 100 docentes deslocados anualmente, provenientes maioritariamente do Norte do país, existindo poucas alternativas de alojamento, o que faz subir o valor das casas e/ou quartos.
Este Novo Ciclo de Desenvolvimento continua firmemente apostado na criação de todas as condições necessárias para que todos os alunos do concelho possam ter desempenhos de excelência.

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O pior é que ninguém faz nada! – Santana Castilho

 

A frase que dá título a esta crónica é do jornalista Hernâni Carvalho e abriu uma edição especial do programa “Linha Aberta”, da SIC, emitido no passado dia 24 de Fevereiro. A Escola Básica e Secundária de Salvaterra de Magos foi aí apresentada como um local violento e inseguro. No programa é dito que dentro do estabelecimento de ensino se consome e trafica droga. É narrada uma tentativa de violação de uma aluna de dez anos e descrita uma situação encobridora do facto. Com efeito, disse a mãe da vítima, no programa, que a filha acabou referenciada como se tivesse ficcionado o sucedido, quando a violação não se consumou apenas porque alguns alunos acudiram aos gritos da menor e a socorreram, logo existindo testemunhas do crime tentado. A criança veio a sofrer longamente de ataques de pânico e foi internada para tratamento. Mais dois casos arrepiantes são descritos no programa: um de bullying grave exercido sobre uma aluna do 8.º ano, que culminou com uma tentativa de suicídio (evitado por intervenção hospitalar), e outro de alunos ameaçados com arma branca por socorrerem uma criança que estava a ser sufocada por marginais. Recorde-se que eram desta escola os dois alunos envolvidos, há cinco anos, num incidente, fora do estabelecimento escolar, que terminou com o homicídio de um deles.

Tudo visto, parecia legítimo esperar uma reacção imediata de quem de direito, designadamente do tosco ministro da Educação. Tanto mais que no programa foi dito, por um técnico da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, que situações idênticas são recorrentes noutras escolas. Mas, aparentemente, nada aconteceu, como lamentou (e bem) Hernâni Carvalho.

Como é isto possível? Tenho para mim que as proclamações idílicas para o século XXI e a aura de modernidade com que o PS mascarou ideias pedagógicas do século passado (cuja aplicação resultou em desastre aqui e lá fora) são responsáveis pela normalidade perversa em que está mergulhado o sistema de ensino. O respeitinho burocrático imposto a uma classe docente proletarizada e precarizada mergulhou-a num torpor que a incapacita para reagir eficazmente à permanente erosão das condições de trabalho nas escolas e ao lento desmoronar dos valores fundacionais da educação personalista. Estamos a afastar os nossos jovens do mundo perceptível aos sentidos, permitindo paulatinamente a sua substituição pelo mundo virtual das redes sociais e do lixo televisivo. E, face a isto, os políticos não têm a coragem de promover medidas práticas eficazes.

O ordenamento disciplinar vigente nas escolas é caracterizado pelo sentimento de impunidade relativamente aos pequenos delinquentes. A carência de cuidados parentais, que muitas vezes os caracteriza, não pode ser motivo de segregação. Mas não justifica que os dispensemos do cumprimento de regras de comportamento básico ou lhes confiramos “direitos” particulares, que prejudiquem os outros.

Em matéria de incidentes disciplinares, demasiados órgãos directivos optam por abordagens branqueadoras, protectoras da sua própria imagem e do ME, chegando, no limite, a omiti-los. No dizer do ministério (casos “isolados” e “residuais”), a violência há muito que deveria inexistir, já que “diminui” de ano para ano. O pior é que a realidade desmente as graças obtidas com a administração contínua do sacramento da “escola inclusiva” e as homilias imbecis de frei Tiago no “5 para a Meia-Noite”. Basta estar atento às manchetes dos jornais e às rotinas hospitalares, onde chegam os que levam “no focinho”.

Fonte: Público

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Afinal quem diz verdade? Quem assume a responsabilidade?

Chegou-nos por email este desabafo… depois da ministra Temido ter afirmado que está disposta a ultrapassar a linha ténue e decretar quarentena obrigatória…

Ministra da Saúde esteve no Parlamento a explicar aos deputados o que está a ser feito – e o que pode ser feito – para combater o covid-19. Marta Temido diz que o quadro legal não é totalmente claro, mas que se for preciso decretar medidas de isolamento obrigatório não fugirá às responsabilidades.

Segue-se o desabafo:

“A campanha política continua! Ouvimos na TV os ministros em uníssono a pregar que os trabalhadores do público ou privado, que estiveram em zonas de risco do coronavírus/COVID-19, não serão penalizados em caso de quarentena a nível de vencimento. No entanto existem algumas dificuldades em passar esta mensagem. A Saúde 24 continua a ler a cartilha e nada diz nem ninguém assume. Já a Delegação de Saúde diz que se deve ir trabalhar, pois o despacho agora saído sobre o assunto, segundo o Delegado de Saúde, só em caso de ida ao hospital é que passa a vigorar. Até lá nada feito!

Claro que o trabalhador deve fazer prova do local onde esteve. Até porque há sempre quem se aproveite da desgraça alheia.

A quarentena é feita para salvaguarda de todos e funciona como prevenção. A interrupção da mesma e a deslocação para o trabalho (mas promovendo o distanciamento social e evitando o contacto físico!!) pode funcionar como um eventual meio de propagação e a ser assim quem assume? O Delegado de Saúde? Bem sei que para o Governo seria muito melhor todos os trabalhadores nesta situação meterem baixa médica, mas será racional. Quem querem enganar? Sejam honestos, não brinquem com as palavras e de forma clara e transparente esclareçam a sociedade.”

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Mais atento que isto, Tiago? “Contingênciando”…

De cada vez que um aluno se queixa de dor de cabeça, lá saco eu do termómetro… caso ultrapasse os 37ºC, telefono ao enc. de educação para o vir buscar à escola.

Preparadíssimo para “contingênciar”… 

Sem luvas, sem máscara, sem fato de proteção, sem garrafão de água (vazio) na cabeça, sem medo, sem nada… de corpo feito e queixo erguido…

 

 

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Terminou Hoje o Recenseamento e o Apuramento de Vagas

E quem não procedeu a qualquer mexida no recenseamento presume-se que tacitamente aceitou todos os dados inseridos.

Pior será se alguma escola não indicou os docentes para a norma travão, ou não submeteu esse apuramento.

Com este apuramento concluído a próxima fase que se aproxima é a abertura do concurso externo que deverá sair nos próximos dias. Em 2019 o aviso de abertura foi publicado no dia 6 de março.

 

 

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Formação Suspensa em Vila do Conde

Pior que o Vírus acho que é o alarme social que por aí vem.

 

Caro(a) XXXXXX

Assunto: SUSPENSÃO DO ENCONTRO REGIONAL A REALIZAR NO AGRUPAMENTO FREI JOÃO DE VILA DO CONDE NOS PRÓXIMOS DIAS 6 E 7 DE MARÇO

Fica suspenso o Encontro eTwinning considerando a fundamentação que se seguir se apresenta, devidamente articulada entre o Agrupamento de Escolas Frei João a Coordenação do eTwinning PT e o CFAE da Póvoa de Varzim e Vila do Conde:

Tendo em conta a situação de algum alarme social que se vive, em geral no País e, em especial nesta região (Póvoa de Varzim e Vila do Conde), até devido aos recentes acontecimentos verificados n’As Correntes de Escrita;

Tendo em conta que essa situação de alarme social se tem revelado crescente, quer entre os docentes, quer entre os próprios encarregados de educação, tendo já alguns contactado a escola anfitriã, manifestando as suas reais preocupações;

Considerando que esta situação levou a que, até à data, se tivessem verificado já muitas desistências de docentes inscritos e admitidos, situação que, tudo indica, continuará a crescer nos próximos dias;

Por outro lado, indo ao encontro das medidas cautelares e de prevenção previstas nas alíneas b) e c) do Despacho n.º 2836-A/2020, de 2 de março, em que se recomenda que devem ser equacionadas a ocorrência de situações como a “Suspensão de eventos ou iniciativas públicas, realizados quer em locais fechados quer em locais abertos ao público” e a “Suspensão de atividades de formação presencial, dando preferência a formações à distância”, situações rigorosa e exatamente enquadradas no que está previsto para o Encontro dos dias 6 e 7;

Considerando, ainda, que o primeiro dia de trabalhos do Encontro decorre durante um dia em que estarão na escola mais de um milhar de alunos, e que todas as medidas cautelares e planos de contingência devem salvaguardar, antes de mais, esses mesmos alunos;

Cuidadosamente ponderados os fundamentos expostos, e dada a necessidade de adotar as medidas mais adequadas à conjuntura e à situação – até para definição de prosseguimento ou cancelamento de questões organizativas que a realização de um evento destes envolve – venho comunicar a V. Ex.ª que fica suspensa a realização da Ação / Encontro Regional eTwinning “O trabalho colaborativo em diferentes contextos” prevista para os próximos dias 6 e 7 deste mês.

Pela Organização,

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O Rápido Plano de Contingência do AE de Paredes

Cancelamento de Atividades

No âmbito da prevenção e controlo de infeção do Coronavírus (COVID-19) e nos termos do Despacho n.º 2836-A/2020 de 2 de março e independentemente do Plano de Contingência a que o Agrupamento é obrigado, nos termos deste despacho, determinam-se, a partir de amanhã, as seguintes disposições:
Cancelamento de todas as reuniões.
Cancelamento de todas as visitas de estudo.
Cancelamento de todos os eventos, nomeadamente as Cerimónias de atribuição dos Prémios de Mérito.
Outras iniciativas realizadas quer em locais fechados quer em locais abertos.

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Canceladas as Reuniões da DGAE no Norte

Parece apenas o começo de muitos cancelamentos que irão surgir em breve.

Já se começou nas viagens Erasmus, em breve serão as visitas de estudo e não me admira que alguns planos de contingência aprovem reuniões de avaliação de final de período por videoconferência.

 

 

Cancelamento das Sessões de Esclarecimento DGAE – Progressão na Carreira – 5 e 6 de março 2020 – Porto

Exmºs Senhores Diretores de AE e ENA e Presidentes de CAP

No âmbito das determinações da MODERNIZAÇÃO DO ESTADO E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL E SAÚDE, Despacho n.º 2836-A/2020, de 2 de março, concretamente no que se refere ao plano de contingência alinhado com as orientações emanadas pela Direção-Geral da Saúde, no âmbito da prevenção e controlo de infeção por novo Coronavírus (COVID-19), ficam canceladas as Sessões de Esclarecimento Progressão na Carreira, agendadas para o Porto (5 e 6 de março).

(…) 4 — Ainda no âmbito do plano de contingência previsto nos números anteriores, devem ser

equacionadas, nomeadamente, a eventual ocorrência das seguintes situações:

  1. a) Redução ou suspensão do período de atendimento, consoante o caso;
  2. b) Suspensão de eventos ou iniciativas públicas, realizados quer em locais fechados quer em locais abertos ao público;
  3. c) Suspensão de atividades de formação presencial, dando preferência a formações à distância;
  4. d) Suspensão da aplicação de métodos de seleção que impliquem a presença dos candidatos, no âmbito de procedimentos concursais;
  5. e) Suspensão do funcionamento de bares, cantinas, refeitórios e utilização de outros espaços

comuns.

Certos da melhor compreensão,

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana Castanheira Lopes

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Uma reunião Professor/Enc. de Educação que esclarece qualquer um…

Esta reunião entre o professor e os encarregados de educação dos seus alunos é bastante esclarecedor do que se passa na nossas escolas, sociedade e salas de aula. É também uma boa aprendizagem para qualquer um. Vale a pena ver…

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A mensagem, clara, de Alexandra Leitão

 

Recuperar 10 anos de perda de poder de compra seria “reescrever a história”

Ministra Alexandra Leitão diz que é “impossível” recuperar o poder de compra perdido pelos trabalhadores da função pública na última década.

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Elaboração de um Plano de Contingência. As escolas têm de o elaborar?

O que diz o Despacho que pode ser interpretado como sendo passível de aplicação nas escolas:

A elaboração deste plano de contingência “não deve impedir a adoção de medidas imediatas constantes da referida orientação da DGS”, o despacho determina que o documento “deve conter ainda os procedimentos alternativos que permitam garantir o normal funcionamento de cada serviço ou estabelecimento, que sejam considerados os mais adequados face à respetiva natureza, atribuições e caracterização de postos de trabalho”.

“Os serviços desconcentrados ou os serviços que apresentem dispersão geográfica podem elaborar vários planos de contingência, sempre que o dirigente máximo o considere mais adequado”, e “cada secretaria-geral deve promover a articulação que se revele necessária ao planeamento e à execução dos planos de contingência dos serviços das respetivas áreas governativas”.

Devem ser equacionadas “a redução ou suspensão do período de atendimento, consoante o caso”; a “suspensão de eventos ou iniciativas públicas, realizados quer em locais fechados quer em locais abertos ao público”; e a “suspensão de atividades de formação presencial, dando preferência a formações à distância”.

Agora fica na consciência de cada diretor. Depois não se queixem…

Se me calhar na pele ou a um dos meus filhos, vou fazer a vida negra a alguém…

O Filinto Lima diz que sim…

Escolas preparam planos de contingência para casos suspeitos de coronavírus

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Como se proteger do Novo Coronavírus COVID-19

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Dezenas de pessoas solidárias com professora vítima de agressão em Argivai

 

Dezenas de pessoas solidárias com professora vítima de agressão em Argivai

Pais, alunos, professores, auxiliares, autarcas e sindicato dos professores concentraram-se na tarde desta segunda-feira em frente à escola da Pedreira, em Argivai, numa manifestação contra o ato de agressão de uma mãe a uma educadora, na passada sexta-feira, à entrada do recinto do estabelecimento de ensino. https://maissemanario.pt/professora-agredida-por-mae-no-recreio-da-escola-em-argivai/

Arlindo Ferreira, diretor do Agrupamento Cego do Maio, que integra a escola argivaiense, Ana Paula Correia, presidente da Associação de Pais, e Ricardo Silva, presidente da Junta da Póvoa, Beiriz e Argivai, dirigiram-se aos presentes, enaltecendo a presença de todos na corrente humana solidária contra a violência.

“Não podemos esconder o que se passou aqui e não posso permitir o que se passou aqui”, disse Arlindo Ferreira, que acrescentou que “estamos unidos contra a violência nas escolas” e adiantou também que “queremos travar esta situação”.

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Ligar os pontos, por Maria do Rosário Pedreira

Às vezes sinto-me como o professor de Música… frustrado com tanta falta de cultura de vida, há quem lhe chame ignorância, eu prefiro falta de experiência…

 

Ligar os pontos

iz uma parte significativa da minha formação sem poder escolher canetas, lápis ou cadernos, não porque na minha escola exigissem um material específico, mas porque o mercado era então tremendamente escasso. Vendiam-se uns cadernos pautados ou quadriculados com capa lisa e, para os rascunhos, umas sebentas que ficavam mesmo sebentas num instante, pois eram feitas de um papel tão mau como o que absorvia o óleo das batatas fritas lá em casa. As borrachas com cheiro a morango não passavam de um sonho, os afia-lápis eram todos de alumínio; e, às costas, em lugar das mochilas leves e coloridas de hoje, carregávamos umas pastas duras que levavam meses a perder o cheiro a couro. Até os passatempos nos suplementos juvenis dos jornais eram sensaborões: ligar os pontos para encontrar uma figura, pintar de acordo com o modelo, sair de um labirinto… Sem hipótese, porém, de saber o que o futuro traria – marmitas lindas para substituir aqueles termos de xadrez que davam sempre um ar de pudim à comida -, andávamos satisfeitos com o presente.

Já quanto ao passado, nem tanto, porque os livros de História apresentavam a matéria em unidades estanques, sem qualquer relação entre elas, criando equívocos que os professores também não ajudavam muito a dissipar. Ao estudarmos as civilizações antigas, por exemplo – ao longo de três anos e com três livros diferentes -, ficávamos com a ideia de que o Egipto era riscado do mapa quando a Grécia emergia, mergulhando esta na escuridão quando chegava a hora do Império Romano. Parecia a história daquele velho peão do interior do Brasil que, ao ouvir o escritor Alçada Baptista dizer que era português, confessou que achava que Portugal já não existia, que era coisa da história. Assim andávamos nós – e foi preciso Elizabeth Taylor pôr uma franja, ler hieróglifos e beijar Marco António para concluirmos que, afinal, muitas coisas eram coetâneas.

Com uma educação mais aberta e novas possibilidades de pesquisar e cruzar informação, julgava que os jovens de hoje estivessem livres destas confusões. Um professor de Música do Conservatório aconselhou-me, mesmo assim, a não ter ilusões. Pôs a tocar numa aula um CD com peças de Bach, debruçando-se a seguir sobre a música barroca em geral e aquele compositor em particular. Foi então que uma aluna o interpelou para lhe pedir que, por favor, parasse de gozar: como raio podiam ter acabado de ouvir uma peça tão antiga se nesse tempo não havia gravadores? Adeus, futuro.

 

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O Despacho do Coronavírus (COVID-19) para a Função Pública

 

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Percentagem de “reprovações” diminuem substancialmente

Aos alunos e professores se deve…

Há um “aumento substancial” de alunos que concluem o 12.º ano sem ter reprovado nos anos anteriores

É o melhor resultado dos alunos do ensino secundário desde que o Ministério da Educação (ME) começou também a avaliar o desempenho das escolas em função da percentagem de chumbos dos seus estudantes – o que aconteceu a partir de 2015/2016.

Segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo ministério, no ano lectivo passado 44% dos alunos conseguiram concluir o ensino secundário sem terem reprovado nem no 10.º, nem no 11.º ano e tendo depois positiva nos dois exames finais. O ME destaca que se trata de um “aumento substancial”, já que em 2017/2018 a percentagem dos chamados percursos directos de sucesso no ensino secundário tinha-se ficado pelos 37%.

Este foi também o valor alcançado no ano de estreia do novo indicador (2015/2016).

No 3.º ciclo também se regista um aumento dos percursos de sucesso, que passam de 45% para 47%. Este nível de escolaridade estreou o novo indicador com 40% de alunos que cumpriam as duas condições de sucesso: não ter chumbado nem no 7.º ano, nem no 8.º ano e concluir o 9.º ano com positiva nas duas provas finais.

Desigualdades persistem

Mas como estes dados também mostram, mais de metade dos alunos do 3.º ciclo e do secundário continuam a reprovar pelo caminho. Uma proporção que aumenta exponencialmente quando se analisa o percurso escolar tendo em conta o contexto socioeconómico dos agregados familiares dos alunos, que aqui é retratado por via da Acção Social Escolar (ASE).

Os apoios do Estado são dados aos alunos cujas famílias têm um rendimento mensal igual ou inferior ao salário mínimo nacional. Existem dois escalões: A e B, abrangendo o primeiro os agregados mais carenciados.

Em 2018/2019, só 29% dos alunos no escalão A conseguiram ter um percurso directo de sucesso, enquanto entre os seus colegas que não precisavam de apoios do Estado esta proporção subia para 45%. No 3.º ciclo a diferença é ainda maior: de 21% para 56%. 

Portugal tem sido apontado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) como um dos países em que existe uma maior marca de classe no desempenho escolar. Ou, dito de outro modo, onde a associação entre retenções e pobreza é mais significativa. Apesar das taxas de retenção estarem em queda nos últimos anos, o fosso entre alunos carenciados e os que vêem de meios mais favorecidos tem-se mantido quase inalterável no que respeita à possibilidade de concluírem a escola sem chumbos pelo caminho. 

Olhando para os percursos directos de sucesso constata-se que, entre 2015/2016 e 2018/2019, a sua proporção entre os alunos com escalão A da ASE oscilou, no 3.º ciclo, entre 18% e 22%. E no ensino secundário entre 23% e 29%. A este respeito, o secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, revelou nesta segunda-feira que estão a ser preparados novos instrumentos que ajudem as escolas a reflectir sobre os resultados, de modo a que a avaliação se torne numa “ferramenta de combate às desigualdades”.

A distribuição dos percursos de sucesso mostra ainda que as desigualdades são também vincadas entre regiões. No ensino secundário a percentagem daqueles percursos ficou acima dos 50% nos distritos de Coimbra, Viseu e Viana do Castelo, enquanto em Bragança e Portalegre os valores foram de 31% e 33%.  No 3.º ciclo, também acima dos 50% ficaram os distritos de Coimbra, Braga e Viana do Castelo. Já Beja ficou nos 34% e Setúbal nos 39%.

In Público

 

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Contributo da ANPRI para a falta de professores de Informatica

Estes contributos poder-se-ão aplicar a mais grupos de docência…

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Violência aqui Não!

A Associação de Pais da Escola EB1/JI de Argivai convoca TODOS os Pais e Familiares para um cordão humano contra a violência, na próxima segunda feira às 17h na nossa Escola.

Vamos dar as mãos aos nossos Professores, Assistentes Operacionais, Alunos, Diretores de Agrupamento, Responsáveis locais e autárquicos!!

Todos Juntos Contra a Violência!

Se quer proteger o seu filho, se se preocupa com a sua educação, compareça!!

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Funcionários públicos em quarentena não perdem nos salários

Funcionários públicos em quarentena não perdem nos salários

Os funcionários públicos que ficarem em quarentena devido ao novo coronavírus não vão ter cortes no salário. É a garantia da ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública.

Alexandra Leitão assinou um despacho, publicado em Diário da República, no qual defende que os serviços públicos elaborem planos de contingência, para o surto do novo vírus da pneumonia.

Para casos suspeitos a ministra admite também o trabalho a partir de casa.

Alexandra Leitão garante que os salários serão pagos por inteiro, mesmo para os funcionários públicos em quarentena ou a exercer funções a partir de casa.

São planos preventivos, já que nesta altura Portugal continua sem qualquer registo de infeção, pelo novo vírus.

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Declaração de consciência de um docente regressado de uma zona de risco

Exmo Sr. Diretor do
Agrupamento de Escolas xxxxxxxxxxx

Eu, xxxxxxxxxxxxx, docente na escola sede do Agrupamento de Escolas xxxxxxxxx, venho por este meio informar que irei fazer quarentena voluntária durante 14 dias, uma vez que estive no Norte de Itália, de 21 de fevereiro a 1 de março.
Não ficaria de consciência tranquila se não o fizesse, apesar das diretrizes da DGS e da linha de Saúde 24.
Não pode o país usar critérios diferentes perante a mesma situação.
Enquanto pai e Encarregado de Educação contactei as direções dos agrupamentos onde os meus filhos estudam. Tendo conhecimento do local donde vínhamos, e tendo sido já alertadas e questionadas por outros EE que demonstraram a sua preocupação, aconselharam a que os meus filhos fizessem quarentena para que as escolas continuem a funcionar normalmente e sem qualquer alarmismo. Compreendo e aceito a situação.
No entanto, no meu caso, a DGS refere na informação 005/2020 que não existe necessidade de evitar trabalhar ou isolamento, mas nos 14 dias após o regresso devo promover o distanciamento social (exceto atividades letivas). Volto a relembrar, sou Professor!
Eu sei que os professores em Portugal são diferentes. Somos resistentes, resilientes e à prova de tudo ou quase. Mas aviso que não tenho superpoderes, não uso capa, no máximo e dadas as contingências, usarei máscara! Sim, porque a linha de apoio Saúde 24 informou à minha chegada de Milão que podia ir trabalhar, mas de máscara e afastando-me de pessoas com problemas respiratórios. Também acham que tenho superpoderes e deteto isso a olho nu.
Informo, também, que não são apenas os agrupamentos dos meus filhos que estão preocupados. Tenho recebido telefonemas de colegas a saber se irei trabalhar, preocupados comigo, mas também consigo próprios, tendo em conta os relatos sobre o coronavírus/COVID-19 que têm vindo a público.
E os pais/EE dos meus alunos? Só tenho cerca de 150 alunos com idades entre os 10 e 12 anos. Coisa pouca e nada que o “distanciamento social” não resolva. Afinal, fica, de acordo com a DGS “à nossa consciência”.
Mas agora pergunto – E se acontecer algo, quem se responsabilizará?
Bem sei que neste momento não existe enquadramento legal para esta situação, nomeadamente para justificação das faltas a não ser por baixa médica. Não será esta uma medida de exceção? A Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, Lei nº35/2014; artigo 134º, nº2, alínea j) prevê a justificação de faltas motivadas por isolamento profilático. Não será esta situação enquadrada aqui? O termo profilático define-se com um conjunto de medidas que visam impedir ou reduzir o risco de transmissão de uma doença, protegendo a população da ocorrência ou evolução de um fenómeno desfavorável à saúde.
Solicito que a minha ausência às atividades letivas seja enquadrada segundo a legislação apresentada, pois não irei comparecer nos próximos 14 dias. Faço-o por mim e para salvaguarda do meu agrupamento, para que continue as atividades letivas de forma normal e sem qualquer alarido ou foco desestabilizador.
Deste modo fico de consciência tranquila e deixo à consideração das entidades responsáveis e competentes a tomada de medidas e esclarecimento da situação.

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É Notícia o Corona do Luis Sepúlveda

E o que se aconselha é que quem tenha estado entre 1 e 2 metros junto do escritor se mantenha em casa em “auto-quarentena”.

As medidas que têm vindo a ser anunciadas para evitar a propagação do vírus remetem para a consciência de cada um decidir o que fazer como precaução para a sua não propagação.

Como ainda não foi detetado qualquer caso em Portugal até se compreende a manutenção de uma rotina comum nos espaços públicos, mas deixar no individuo a decisão de “ficar em casa” não parece a solução mais acertada pois o “ficar em casa” implica nestes casos “ficar sem o vencimento”.

Não deverá levar muito tempo a noticiar-se o primeiro caso em Portugal, se é que ele já não existe. E tendo em conta o tempo de permanência do Luis Sepúlveda na Póvoa de Varzim se não for detetado nesta cidade o primeiro caso, é sinal de grande imunidade desta população.  🙂 Mas se for detetado pelo menos ficámos com a consolação  de nos ter sido transmitido por um grande homem da literatura moderna.

PS: pelo que me recordo não estive a menos de 20 metros do Luis, a não ser que de passagem me tivesse cruzado com ele por algum corredor, e aproveito para endereçar as rápidas melhoras para si e para a sua esposa.

 

 

 

 

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Hoje abandonei a sala de aula – Blog de Ana Paula Costa

No Blog de Ana Paula Costa, lemos um testemunho de uma professora, ela mesma, sobre uma aula onde disse “Chega”. Este desabafo é o de quase todos os professores…

 

Hoje abandonei a sala de aula

Hoje abandonei a sala de aula pela primeira vez em dezasseis anos de profissão. Hoje eu abandonei a sala de aula onde estava há cerca de dez minutos com a minha direcção de turma, alunos do décimo segundo ano.
Pensei muito antes de escrever este texto. Pensei nas palavras que ia usar, no que descrever mas, uma sensação se sobrepõe inevitavelmente a todas as outras… A de quase impotência, a de frustração e a necessidade de desabafar.
Não, não há vítimas numa sala de aula, nem alunos, nem professores (salvo, lá está, naqueles tristes casos em que alguém é vítima de agressão). Não, não sou vítima mas, abandonei a sala. Abandonei a sala por raiva, por frustração, porque a ingratidão dói, por sentir o meu corpo todo a tremer e ter uma sensação de quase desmaio, por sentir uma lágrima a começar a rolar pela minha face… e… Raios me partam se eu os deixo verem-me chorar, nem que seja um choro de raiva. Não! Por isso abandonei a sala.
Não é uma escolha fácil a de abandonar uma sala de aula, nem a de expulsar um aluno da sala. Vejo muitos a defenderem que não se devem expulsar alunos da sala; leio muitas teorias, muitas técnicas supostamente pedagógicas… Mas nada disso é importante! Chega!!!
Vão para o terreno, vão tentar dar aulas a quem não quer lá estar; vão tentar falar com alguém que repetidamente não levanta sequer os olhos do telemóvel para olhar para a vossa cara, nem deixa de escrever a mensagem que está a mandar para o namorado/a. Sabem para onde vai toda a pedagogia nestas alturas? Pois… Pois é! O que falta nas salas de aulas é empatia, é formação cívica de qualidade! Menos papel meus senhores! Nós não precisamos de tanto papel na nossa profissão. Mais respeito!
Curiosamente ou não, muitos professores há que faltam ao respeito à sua profissão, seja por cederem finalmente ao cansaço e os deixarem fazer o que querem dentro da sala, ou seja, por os passarem a todos só para se verem livres deles… ou porque alguém lhes diz para não se preocuparem, eles vão ter que passar mesmo!!!
Não! Eu digo não, grito que não. Se for para ceder desta maneira mais vale mudar de profissão. Se for para passar toda a gente mais vale deixar de dar aulas e dedicar-me à jardinagem ou a alguma actividade onde pelo menos apanhe sol e ar!!
Pois meus caros, por isso abandonei a sala de aula, porque não cedo, se eles não me respeitam, se eles, pela primeira vez se recusaram a sair quando eu pedi e/ou me viraram as costas quando eu estava a falar, se me desrespeitaram com palavras e atitudes então saí eu. Acabou-se a aula!
Antes de sair fiz questão de lhes dizer que não ia ceder aos meus princípios nem admitir aquele comportamento e saí.
Cheguei à sala dos professores e desabei. Desta vez foi a minha vez, aquela vez que eu nunca pensei chegar. Valeu-me o apoio dos meus colegas e a sua cabeça fria. Fiquei devastada, mas hoje, passadas algumas horas do acontecimento entendo que não desisti. Foi uma marcação de posição, uma retirada estratégica para me tornar mais forte, mas não posso ceder-lhes o meu poder.
Não, eles não entendem a gravidade da situação. Os pais estão envergonhados eles não têm vergonha nenhuma.
Eu também tenho vergonha, muita vergonha. Respiro fundo e penso na próxima ideia, na próxima estratégia. Não sei até quando vou aguentar e não julgo nenhum colega meu por abandonar a profissão, por abandonar a sala por resolver pensar em si primeiro.
O processo de ensino-aprendizagem precisa mudar urgentemente, pois se a educação e o respeito começam em casa e a escola é a segunda casa todos somos responsáveis. Peço que mudem as leis, mudem o processo, mudem… ouçam os professores, ouçam os alunos. Precisamos de condições, precisamos de formação! Acabem com os rankings de uma vez, isso só gera lixo varrido para baixo do tapete, nada mais. Lixo!
Acima de tudo “tomem vergonha na cara” pelo que estão a fazer aos professores e aos alunos. Sem educação não há futuro.

Por Ana Paula Costa

 

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O Mário não tentou invadir o C. de Ministros. É mentira…

Pela verdade dos factos. Ficam por saber as intenções das notícias…

O Comando Distrital de BRAGANÇA da Polícia de Segurança Pública, em razão das notícias de que o dirigente da FENPROF tentou invadir o local onde decorria o Conselho de Ministros, esclarece:

1. Ontem, na cidade de Bragança teve lugar o Conselho de Ministros, que decorreu com normalidade e sem qualquer registo de incidentes;
2. A entrada e saída dos membros do governo não sofreu qualquer alteração ou constrangimento causado pela presença de um conjunto de manifestantes afectos à FENPROF;
3. Os manifestantes mantiveram um comportamento, que se pautou pelo respeito pela ordem e legalidade democrática, que não indiciava qualquer preocupação especial de segurança, após o Conselho de Ministros ter terminado;
4. Manteve-se no entanto o efectivo da PSP necessário a garantir a segurança física ao espaço do evento, porquanto ainda decorria a conferência de imprensa;
5. Enquanto decorria a conferência de imprensa o líder da FENPROF aproximou-se de uma das portas de acesso, questionando o comandante do policiamento quanto à possibilidade de efectuar a entrega de umas caixas, tendo-lhe sido comunicado que tal não era possível
6. Não existiu, em momento algum, qualquer atitude hostil por parte deste dirigente sindical que, apesar de aludir algumas palavras de ordem, abandonou o local, sem registo de qualquer incidente

 

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Desrespeito dos alunos e ameaças aos professores aumentam e agressões parentais por Espanha

Muito mais à frente aqui ao lado. Em Espanha há dados para serem trabalhados e tornados públicos sobre a violência nas escolas. Não há vergonhas, não há omissões, não há diretores a empurrar para debaixo do tapete ou a fazer pressão para se manter o silêncio, pois só assim se pode combater o problema e ataca-lo de frente.

Por cá, continuem a esconder a realidade. Continuem com os falsos moralismos e com a cultura de imagem de fachada. (Como se na rua nada se soubesse e de nada se falasse. Só na cabeça de alguns “diretores” é que tal ideia faz sentido.) Continuem com o argumento da “residualidade” do fenómeno. Continuem com a hipocrisia na ponta da língua…

Desrespeito dos alunos e ameaças aos professores aumentam e agressões parentais

As ameaças e desrespeito dos alunos aos seus professores têm crescido nas aulas, nos corredores ou fora das escolas, onde os professores recebem insultos e têm de ouvir frases como “Vou arruinar a tua vida”, “Vou acabar com a tua profissão” “És inútil, não vales nada.”

“São humilhações, abusos, ameaças e desrespeito”, disse Laura Sequera, coordenadora do serviço da Provedoria de Justiça do sindicato independente ANPE, que apresentou os dados para o ano letivo 2018-19 deste serviço. ajuda os professores.

Explica que estas situações respondem a “uma falta de valores” que se exemplifica no “filho imperador”, ao qual os pais não lhe colocaram ou não conseguiram impor limites e normalizar comportamentos que vão contra a coexistência, e ao “pai do helicóptero”, aquele que defende o seu filho “por direito sim ou sim a tudo.”

“Quando um professor tenta estabelecer padrões este aluno, empoderado nas suas famílias, não resiste a limites e não tolera ter de respeitar o professor”, disse Sequera, que acrescentou que “a primeira coisa que lhe sai é a raiva”.

No passado, o Advogado do Professor do Estado atendeu 2.174 professores, contra 2.179 no ano anterior (99% dos casos são oriundos de escolas públicas, onde existem cerca de 480 mil professores).

“Há um impasse preocupante no número de agressões e assédio” e “um agravamento” como nas ameaças dos estudantes, insistiu o presidente nacional da ANPE, Nicolás Fernández Guisado, para quem situações de conflito “estão longe de ser erradicados nos centros.”

A taxa de ameaças de estudantes a professores aumentou de 22% dos casos no ano letivo de 2017-18 para 23% no ano passado, ou seja, aumentou um ponto.

Em dados de ciberbullying, também dos alunos aos professores, permanecem em 10% das queixas geridas; os problemas com o ensino estão novamente nos 21% (o professor às vezes demora mais de 10 minutos a iniciar a aula) e as agressões aos professores mantêm-se nos 6%.

Em particular, o estudo inclui 504 casos de desrespeito de alunos a professores, 465 problemas para lecionar, 241 de bullying, 212 ameaças, 128 por agressões e 47 por danos materiais, entre outros.

Os problemas relacionados com os pais mantiveram-se a taxas semelhantes às de 2017-18, mas aumentaram as agressões físicas aos professores (de 2% para 3%), situações de assédio (28% para 29%), acusações sem fundamento. 25% a 26%) e o ciberbullying dos pais (1% a 2%).

As denuncias dos pais passaram de 19% para 21%; e as faltas de respeito de familiares (de 26% para 25%) tem, ligeiramente, baixado e a pressão para modificar as notas (8% a 7%).

O relatório inclui 642 casos de bullying entre pais e pais, 584 acusações sem fundamento, 546 de desrespeito, 455 queixas, 148 pressões de mudança de notas e 59 agressões.

O Provedor de Justiça, que desde 2005 já ajudou mais de 37.000 professores (o ano com mais queixas foi 2009-2010, com 3.998 professores servidos), aborda também problemas relacionados com o ambiente de trabalho e salienta desta vez que as incidências com equipas de gestão baixaram (31-27%) mas os problemas aumentaram por falta de aplicação dos regulamentos das escolas (de 14% para 15% foram aplicados).

Fernández Guisado lamentou a situação na Catalunha dos “professores constitucionalistas”, que nos últimos tempos “se sentem abandonados”.

No ano passado, 16 professores foram obrigados a abandonar a profissão devido a situações de conflito, destacou este relatório, que acrescenta que em 70% dos casos denunciados o professor apresentava elevados níveis de ansiedade, 10% apresentava sintomas depressivos e 10% estavam de licença.

Do total das chamadas recebidas no ano passado, 44,4% são de professores primários, 40,4% para o secundário, 3,7% para FP, 7,4% para crianças e os restantes 3,9% para outros graus de ensino (Escolas de Educação Infantil, Conservatórios e Educação de Adultos).

Pelas comunidades, o Provedor de Justiça lida com mais casos de professores em Madrid, 52,8% das queixas (no ano letivo 2018-19 1.148 professores pediram ajuda); Segue-se a Andaluzia (198), as Ilhas Canárias (168) e a Múrcia (118). As Ilhas Baleares e a Galiza são as autonomias que menos se encontram neste flagelo.

O presidente da ANPE Madrid, Andrés Cebrián, explicou que o elevado número de Madrid se deve ao telefone “mais usado” nesta comunidade.

 

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Mais Uma Agressão de uma Mãe a uma Docente

São inúmeras as agressões a docentes por parte de alunos e encarregados de educação, mas muitas delas ficam em segredo sem que venham parar à comunicação social, uma vezes por vergonha do agredido, outras porque se quer manter segredo destes casos.

Nenhum docente e escola deve esconder este tipo de violência e para que isto tenha um fim é necessário atuar de imediato e exigir penas agravadas a quem comete estes atos.

Nunca estive longe de imaginar que na minha escola isto um dia poderia acontecer, como aconteceu. É como o Covid-19 que ainda cá não chegou, mas sabemos todos que mais dia menos dia chegará.

É irrelevante para o caso entrar em pormenores da agressão, mas na próxima segunda-feira às 17 horas a Associação de Pais desta escola, juntamente com outros pais, professores e assistentes operacionais vão realizar um “cordão humano” contra a violência na escola em forma de solidariedade com a professora agredida por uma mãe na tarde de ontem e contra todos os atos de violência nas escolas portuguesas.

É só mais um caso isolado.

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Ex-director do Agrupamento Azevedo Neves demitido

No Blog Escola Portuguesa, de António Duarte.

Ex-director do Agrupamento Azevedo Neves demitido

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Faltas por isolamento profiláctico

No caso de ter viajado para uma área onde esteja ativo o COVID19 pode sempre recorrer a esta modalidade de falta.

 

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Professores portugueses em Milão irão colocar-se em quarentena voluntária após regresso

Um testemunho claro e objetivo do que se passa por Itália. Um ato consciente de defesa da saúde pública que ninguém vai agradecer. Ainda há professores que dão o exemplo…

 

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Cinema Sem Conflitos: “The Short Story of a Fox and a Mouse”

Título:  “Inaudible” | Autores: “Gints Zilbalodis

Um músico  fica surdo e luta para se adaptar a uma nova vida.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Lista Colorida – RR23

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR23.

 

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Alunos assistem a combate de rua no final das aulas (como qualquer bom cidadão)

 

É preocupante ver o ponto a que chegou a sociedade. No Pinhal Novo foi marcado um confronto entre dois grupos de jovens, em idade escolar, para se degladiarem por algum motivo da idade que atravessam. Nas imagens veem-se dezenas de outros jovens, com a mochila escolar às costas, a assistir ao confronto entre dois desses jovens, arrastando-se pelo chão enquanto se agridem. A passividade da assistência só é quebrada pelo aparecimento dos militares da GNR que os faz partir em debandada. A área de Cidadania necessita de ser trabalhada, mas esse papel não pode ser exclusivo da escola, tem de partir de casa, da família. Que terão dito estes jovens aos pais ao chegar a casa?

– Mãe, pai, fui ver um combate de rua. Foi bué da nice! só foi pena ter aparecido a bófia antes de ser declarado um vencedor e do INEM ter sido chamado…

O encontro juntou mais de 100 jovens, o que levou escolas e lojas a encerrar. Está tudo dito…

https://twitter.com/arvoredefruto1/status/1233406701962964992?s=20

 

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Informação da DGS para os cidadãos regressados de uma área com transmissão comunitária ativa do novo coronavírus

 

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210 Contratados colocados na RR23

Foram colocados 210 contratados na Reserva de Recrutamento 23, no momento em que quatro colegas estão no seu 5º contrato. Como tem acontecido nas últimas reservas 30% dos colocados já estiveram noutras escolas.

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CARTA ABERTA AO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

 

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A quem não aparece o “Recenseamento 2020” na área SIGRHE

 

Sabemos que existe docentes a quem não aparece o “Recenseamento 2020” na área SIGRHE. A estes docentes, aconselhamos que contactem a sua secretaria, ou direção, para pedir esclarecimentos.

 

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