Quem está “agarrado” aos exames?

 

“As provas contam única e exclusivamente para a entrada no Ensino Superior. As notas de cada uma das disciplinas são atribuídas pela nota interna. É uma separação do que é a conclusão do Ensino Secundário, quem faz os exames é quem quer ir para o Ensino Superior”. (Tiago Brandão Rodrigues)

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/04/quem-esta-agarrado-aos-exames/

44 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • jonas on 10 de Abril de 2020 at 10:03
    • Responder

    Pois….
    Menos os do profissional…

      • Lurdes on 10 de Abril de 2020 at 11:09
      • Responder

      Claro. Toda a gente sabe que qualquer um Termina o Ensino Profissional com Facilidade. Não podemos comparar o grau de dificuldade com a do Ensino Profissional!

    • Carlos Ferreira on 10 de Abril de 2020 at 10:44
    • Responder

    E os alunos que precisam de fazer exame como externos para concluir o secundário?
    Os alunos do 11º ano, cujos exames não venham a ser necessários como provas de acesso no próximo ano não precisam de os fazer, correto?
    As regras de conclusão do secundário ficarão assim alteradas, essa alteração manter-se-á no próximo ano?
    Boa oportunidade para desvincular de vez o secundário do acesso ao superior e passar as provas de selecção para as universidades.

      • Zaratrusta on 10 de Abril de 2020 at 10:51
      • Responder

      Poderia já ser este ano. Esta descriminação entre o acesso ao ensino superior dos alunos do ensino regular relativamente aos do profissional é inadmissível.
      Como é que um aluno do 11º ano já sabe quais as provas que vão ser necessárias? Vai ter que fazer 4 exames.

        • Maria on 11 de Abril de 2020 at 1:42
        • Responder

        Para começar, escreve-se discriminação!
        E discriminação existe a favor do profissional. Têm o percurso com visitas de estudo, refeições pagos; têm programas e percurso mais facilitados e ainda querem não ter exames?! Exames são justiça!

          • Hate on 11 de Abril de 2020 at 20:52

          Aí temos???
          No meu curso até matemática A temos, e dou explicações a alunos do 10 e a dificuldade do meu curso para o regular não difere muito

          • João Pereira on 23 de Abril de 2020 at 21:45

          São mais a favor dos profissionais porque, estatisticamente, os profissionais são os que têm mais chances de arranjar um bom trabalho depois do estudo onde são pagos bem e por isso têm te pagar mais impostos. Enquanto que maior parte dos alunos dos cursos normais têm mais chance de ficar a trabalhar por exemplo, num café ou num supermercado.

    • Zaratrusta on 10 de Abril de 2020 at 10:57
    • Responder

    De um pai consciente e preocupado que me foi enviado:

    Ex.mo Sr. Primeiro-Ministro
    Permita-me que lhe coloque algumas questões que não lhe foram colocadas pelos senhores jornalistas, no dia 9 de abril, após a reunião de Conselho de Ministros:

    – Referiu o Sr. que há que respeitar o esforço desenvolvido até ao momento pelos alunos do 11.º e 12.º anos para justificar a realização dos exames de acesso ao Ensino Superior. Precisamente por terem desenvolvido esse esforço é que deles deveriam estar dispensados. Terá o Sr. conhecimento que recentemente foi publicado o D.L. 11/2020 que dispensa desses exames os alunos de vias de ensino que durante todo o seu percurso escolar desenvolveram um esforço infinitamente menor (e a maioria deles nenhum!);
    – Saberá o Sr. que existem Escolas Secundárias fora da cidade de Lisboa. Como pretende que alunos que saem das suas residências às 6 horas da manhã, em transportes públicos e se deslocam dezenas de Km, graças ao encerramento massivo de escolas, para a escola que frequentam, assistam às aulas presenciais das disciplinas de exame e de seguida, se desloquem para a sua residência, para assistir às aula à distância quando muitos deles só têm transporte de regresso às 18 horas?
    – Saberá o Sr. que para se realizar uma aprendizagem efectiva são necessários ambientes motivadores, calmos e sem qualquer tipo de perturbação emocional? Tem consciência de que estas condições, para estes alunos, jamais voltarão a existir no presente ano lectivo?;
    – Entende o Sr. Primeiro- Ministro que num sistema de ensino onde existem inúmeras desigualdades, a solução de aulas presencias que pretende implementar para aqueles anos de escolaridade, irá acentuar ainda mais essas desigualdades entre os alunos do ensino público, mas, principalmente entre estes e os alunos do ensino privado?;
    – Tem o Senhor Primeiro Ministro conhecimento que, dada a colocação tardia de professores, existem turmas de 11.º e 12.º anos que até ao momento, em disciplinas de exame, só tiveram um mês de aulas? De acordo com o que referiu a quantas questões irão estes alunos responder nesses exames? ;
    – Pretende o Senhor Primeiro Ministro que alunos, professores e funcionários com familiares falecidos devido à Covid 19 ou por ela infectados, regressem às escolas em plena pandemia? Imagina qual o estado de espírito e a motivação destes alunos, para a realização dos exames?;
    – Foi informado de qual o número de professores do ensino secundário que leccionam disciplinas de exame e que constituem grupos de risco, que não irão estar presentes nas escolas e que será praticamente impossível substituir?
    – Dada a estrutura dos exames, os conteúdos abrangidos e o seu grau de dificuldade e que já foram preparados, tal como referiu, para um ano lectivo normal, considera que os alunos nestas circunstâncias os conseguem realizar com resultados positivos, num ambiente inquestionavelmente anormal?;
    – Não será verdade que alunos, professores e funcionários das escolas vão ser utilizados como cobaias para aferir da possibilidade de regresso à normalidade?
    – Referiu o Sr., a propósito da avaliação do ensino básico no 3º período, que ninguém conhece melhor os alunos que os professores, bastando portanto uma avaliação interna. Considera então que os professores do ensino secundário não conhecem os seus alunos, justificando assim a necessidade da avaliação externa?
    – Como pretende que os alunos de uma turma sejam divididos por salas de modo a manterem a distância de segurança quando, em muitas escolas, existe apenas um professor de uma determinada disciplina sujeita a exame?
    Poderia continuar, Sr. Primeiro-Ministro, mas termino por aqui. Permita-me apenas referir que muito me espanta esta fixação do Partido Socialista nos exames, bem como a de todos os partidos de esquerda que o apoiaram nesta sua solução quando, há bem pouco tempo, foram estes partidos que atacaram ferozmente o ex-ministro Nuno Crato pela sua obsessão doentia pelos exames.

    • Lurdes on 10 de Abril de 2020 at 11:06
    • Responder

    Eu nao concordo com isso pela simples razão que há muita Corrupção nos Colégios Privados. E muitas notas internas são exageradamente inflacionadas face à Avaliação Externa, só porque os paizinhos pagam e pagam Bem! Os Exames Nacionais de Português e Matemática deviam ser obrigatórios. Assistimos Calados a uma Injustiça Social.

      • Paula on 10 de Abril de 2020 at 13:23
      • Responder

      Isso é que é uma injustiça! Muitos alunos não necessitam destes exames para entrar na universidade e ficam presos no secundário muitas vezes por causa da matemática sem que esta seja prova de acesso. É incrível que muitos esqueçam o que aconteceu há alguns anos atrás no nosso país. Milhares de alunos que hoje são já profissionais nas mais variadas áreas nunca fizeram provas para concluir os secundário. Fizeram apenas provas de ingresso NECESSÁRIAS para os cursos a que querem concorrer. Isso sim é justo. Os alunos só devem ser sujeitos a exames às disciplinas que vão usar para aceder aos cursos que querem.

  1. Não estou contra nada do que foi dito, mas questiono até que ponto não será importante a realização de exames do 12 ano, uma vez selecionam de forma igual os alunos do público e do particular. Não esquecer que as notas da frequência de muitos particulares são inflacionadas, com já foi denunciado. Por isso a questão não será uma forma de equidade?

    • Zaratrusta on 10 de Abril de 2020 at 11:23
    • Responder

    Estão preocupados com o privado mas não demonstram qualquer preocupação com o absurdo dos cursos profissionais.

      • Alexandra S on 10 de Abril de 2020 at 17:59
      • Responder

      Continua a sua conversa sobre o ensino profissional sem mencionar qualquer dado que prove o que afirma.
      O tipo de alunos que entra em cada curso é público, se consultar os dados verificará que os alunos dos profissionais entram nos cursos menos concorridos.

        • Zaratrusta on 10 de Abril de 2020 at 22:43
        • Responder

        Está-se a referir a quê? À mediocridade do ensino profissional? À total falta de exigência? A alunos analfabetos que acabam cursos com média de 19? À entrada na universidade sem nunca terem desenvolvido qualquer esforço? Especifique, por favor.
        “O tipo de alunos que entra em cada curso é público, se consultar os dados verificará que os alunos dos profissionais entram nos cursos menos concorridos.” Isso quando tinham que fazer exames. Agora podem entrar em qualquer um porque deles estão dispensados e concorrem aos mesmos cursos e às mesmas vagas que os martirizados alunos do regular. D.L. 11/2020.

        P.S: D.L. significa decreto lei.

          • Alexandra S. on 10 de Abril de 2020 at 23:26

          Sem muito bem o que é um decreto-lei.
          E já tinha lido o que cita. Os alunos dos profissionais terão um contigente próprio à semelhanca dos atletas de alta de competição, emigrantes, açorianos, madeirenses, filhos de diplomatas, deficientes, internacionais…

          • Zaratrusta on 11 de Abril de 2020 at 0:45

          E têm direito a um contingente próprio porquê?
          Não sei onde quer chegar quando compara os “alunos” dos cursos profissionais a alunos com um qualquer tipo de deficiência. A senhora saberá.

          • Tânia on 11 de Abril de 2020 at 19:40

          Boa tarde, estou a perder um pouco o fio à conversa. A minha filha está no 12 ° ano, de um curso profissional. Ela sempre foi boa aluna, mas decidiu ir para audio-visuais e como a escola secundária não tinha o curso foi para o curso profissional. Ela tem de fazer exames nacionais, ela até já se inscreveu como externa na antiga escola para os fazer. Nem todos os cursos são fáceis como dizem, ela teve de estudar e muito para ter as notas que tem. Nesta escola onde está não brincam em serviço e faz horários completos a entrar às 8h30m da manhã e a sair às 18h30m. Não é paga para fazer nem recebe nada do estado para o realizar. Portanto eu devo estar um pouco a leste destas situações. Sei é que ficou pendurada, com o corona vírus, porque deveria entrar para estágio e não o está a fazer o que vai atrasar as coisas. No entanto, não deixou de ter aulas, porque o curso, escola faz as aulas por video conferência. Parece que tive sorte com a escolha da escola da minha filha…vamos ver como correram as coisas daqui para a frente…obrigada.

    • Zaratrusta on 10 de Abril de 2020 at 11:30
    • Responder

    A pobreza intelectual de alguns comentário é confrangedora. Ainda não perceberam que na situação atual são os colégios privados que mais meios têm para preparar os alunos para exame? Têm condições que os alunos do público não vão ter.

    • jonas on 10 de Abril de 2020 at 12:14
    • Responder

    Bom dia.
    O que a mim me aflige é sobretudo a necessidade de não haver o esquecimento de, no próximo ano letivo, retirarem do cálculo da média interna dos alunos atualmente no 12º as disciplinas de exame que realizaram no 11º por forma a ficarem em “quase” igualdade de circunstâncias com os colegas que este ano farão esses exames. De igual modo, este ano é de inteira justiça que os alunos que terminaram o ano passado o 12º ano tenham os exames de 12º apenas contabilizados na medida da necessidade de ingresso e sejam recalculadas médias.
    Quanto ao que aqui foi dito, posso ser muito obtuso, porém…
    A solução Público/Privado, passa por uma de duas coisas…
    A) Os professores do público prepararem muito bem os seus alunos para exame e lhes atribuirmos 20 a todos!
    B) Os exames passarem a valer MUUUUIIIIIINNNNNTTTTTOOOOO mais do que valem agora.

    Críticos:
    Situação A) Nem pensar que isso é fazer com que eles não estudem… não trabalhem… nunca seriam XXXXXX
    situação B) Nem pensar porque não é num dia que um aluno se faz…

    Sei disso, porém, se os exames deixarem de contar para a média interna, só contando mesmo muito para o acesso se fará alguma justiça, e claro… um aluno que tiver o azar de tirar um mau exame estará desgraçado. Assim, qualquer aluno que andar no público estará desgraçado!

    Seria super importante não haver o esquecimento do que disse, sobretudo no início do post!

    • Carlos on 10 de Abril de 2020 at 14:35
    • Responder

    Mas pergunto, os exames deixaram de contar para a média interna, mas afinal o que conta para a média de acesso à Universidade, só os exames? Ou exames mais média interna? Pois aqui dão a entender que só os exames contam. Não creio que seja assim. Até porque em grande parte os exames baixam a média interna.
    Aqui a pergunta e esclarecimento que se coloca é: para acesso à média da Universidade só conta a nota dos Exames?

      • jonas on 10 de Abril de 2020 at 15:11
      • Responder

      Boa tarde colega.

      A Média interna dos atuais alunos do 12º ano é calculada em MIX….
      Ou seja, salvo indicação contrária, às disciplinas de 11º sujeitas a exame no ano passado conta o exame com 30% de avaliação para a nota interna. No que diz respeito a este ano, a nota interna é isso mesmo… a interna, não há qualquer peso do exame nacional.
      Os exames nacionais só são executados para efeito de ingresso e só farão esses, não contando para o cálculo da nota interna (para os atuais alunos de 11º e de 12º).
      Obviamente a nota interna existe, nas disciplinas de 12º ano (dos alunos deste ano) são as notas finais das disciplinas, nas que foram alvo de exame no ano passado (com a ponderação que tiveram). Na entrada na universidade, as notas de exame têm a ponderação que sempre tiveram e a nota interna também (necessariamente com a lógica do que é interna agora).
      No caso dos alunos do 11º ano deste ano, as notas internas são as que tiverem no final do 3º período, as notas de exame só contam para a entrada na universidade e só têm que fazer os exames que precisam.

      Imagine a situação e um aluno que só precisa de prova de ingresso Geografia e já a fez no ano passado, este ano não faz exame de História nem Português. Imagine um outro que precisa de Biologia e Fisico e Química e já as fez no ano passado, este ano não faz qualquer exame. Imagine um aluno que precisa do exame de Português, tem de fazer esse exame este ano e imagine um outro que precisa de Biologia, Quimica e Matemática, este ano só faz matemática….
      As ponderações Interna Vs Externa mantêm-se a forma de as obter é que muda!
      Cumprimentos.

      • Matilde on 10 de Abril de 2020 at 15:18
      • Responder

      Carlos, vou tentar responder às questões que coloca, à luz daquilo que é o meu entendimento sobre as mesmas:

      1 – A classificação final do ensino secundário (média) será obtida, este ano, apenas pela média das classificações internas obtidas em cada disciplina do curso frequentado pelo aluno. Este ano, deixa de estar em vigor a fórmula que atribuía 70% à classificação interna e 30% à classificação obtida em exame e que servia para calcular a classificação final das disciplinas que estavam obrigatoriamente sujeitas a exame nacional;

      2 – Para efeitos de candidatura ao Ensino Superior, cada universidade ou instituto politécnico determinava qual o “peso” que queria atribuir à média final do Ensino Secundário e à classificação obtida nos exames nacionais, nas disciplinas consideradas como específicas para cada curso superior. Assim, e por exemplo, há entidades que atribuem um “peso” de 60% à média final de Ensino Secundário e um de 40% à classificação obtida nos exames nacionais, na(s )disciplina(s) considerada(s) como específica(s) e outras que atribuem um “peso” de 50% às duas variáveis.
      Tanto quanto sei, esta norma não se alterou. Por outras palavras, cada entidade de Ensino Superior continuará a ter autonomia para estipular o “peso” que quer atribuir às duas variáveis. A única diferença reside no cálculo da classificação final do Ensino Secundário, que será realizada de acordo com o descrito no Ponto 1.

      Espero estar certa… e que tenha conseguido esclarecer alguma coisa…

        • jonas on 10 de Abril de 2020 at 19:02
        • Responder

        Pois… acontece que os alunos do atual 12º ano já têm nas disciplinas do ano passado a nota interna calculada com os exames…
        Segundo entendi, nesses casos manter-se-á assim!
        Só os exames deste ano não contarão!

    • Matilde on 10 de Abril de 2020 at 15:25
    • Responder

    Acrescento ainda: Na situação atual, as classificações obtidas em exame nacional deixam de contar para efeitos de conclusão do Ensino Secundário (para isso basta a classificação interna, desde que seja igual ou superior a 10 valores). As classificações obtidas em exame nacional são apenas necessárias para efeitos de candidatura ao Ensino Superior, naquelas disciplinas consideradas como específicas para cada Curso Superior.

  2. A não realização de qualquer exame no presente ano poderia ser colmatada com uma solução engenhosa que permitisse manter, com um mínimo de equidade, as actuais condições de acesso ao ensino superior.

    Uma hipótese seria atribuir, nas específicas e a cada aluno, uma classificação fictícia igual à média de resultados de exame nessa disciplina (na respectiva escola) nos últimos 3 ou 5 anos.

    As escolas que tendencialmente têm resultados mais próximos das classificações internas manteriam esses (bons) resultados, as escolas que mais inflacionam as classificações e que ficam com resultados de exame bem abaixo desses resultados ficariam igualmente com classificações fictícias mais baixas.

      • jonas on 10 de Abril de 2020 at 19:03
      • Responder

      hehehehe
      Não inventem mais por favor!

      • joaquim on 10 de Abril de 2020 at 19:06
      • Responder

      Está a ver um aluno de 20 a ficar com 1 12 só porque a média é essa???

      A solução no futuro passará por a média interna ser 20 a tudo… tal como nos privados e depois… no exame… os alunos que se amanhem….
      Verá se não será isso que irá acontecer… os privados não vão ter só 20 a ed. física…. passarão a ter 20 a TODAS as disciplinas…
      Média interna 20 depois média de exames XXXXX

    • Paulo on 10 de Abril de 2020 at 17:15
    • Responder

    Então vamos ver: um aluno quer candidatar-se a ser professor de História, logo só tem de fazer essa específica. É claro que, quando for dar aulas, vai falar e escrever em historiês.
    Um outro quer ser cientista de topo. Faz a Biologia. Um dia vai publicar estudos internacionais em biologês, em vez de inglês.

    É confrangedor perceber como os profesdores – alguns – têm uma visão básica das coisas.

      • Jonas on 10 de Abril de 2020 at 19:09
      • Responder

      Olá.
      Tem ideia que o aluno teve aulas de Português e de Inglês para chegar à Universidade. Não será o exame que indicará se ele sabe ou não falar e escrever Português e Inglês.
      No caso concreto do Inglês, duvido que atualmente haja algum Biólogo que tenha realizado exame de Inglês no seu percurso pelo Secundário.

        • Zaratrusta on 10 de Abril de 2020 at 22:38
        • Responder

        Claro

        • Diogo on 11 de Abril de 2020 at 6:02
        • Responder

        Nem todos os colégios dão nota, há alguns que até põem testes mais difíceis que a pública e, para além disso, tiram notas muito boas nos exames nacionais. Por isso, acho que não se deve generalizar.

    • Ana Duarte on 11 de Abril de 2020 at 9:28
    • Responder

    Realmente, não se deve generalizar. Este ano é uma situação de exceção. Até fórmula mais justa, concordo com os exames para conclusão do secundário, para a média interna. É uma forma de nivelar, de evitar inflações de notas, o que existe até na escola pública e obviamente em alguns privados. Mas há escolas públicas que também inflacionam, afirmam mesmo que dão um valor a mais, às vezes menos dois, dizendo tratar_se do valor de mérito, só para o poderem fazer. Tudo isto para terema alunos, para evitar os horários zero!
    Mas isso já era outra discussão. Eu defendo exames a todas as disciplinas no final do nono ano e no secundário.

    • Ana Duarte on 11 de Abril de 2020 at 9:31
    • Responder

    Tenho uma filha no 11. ° , outra 12. ° e concordo com os examês e a contar para a média interna!

    • Joanna on 11 de Abril de 2020 at 14:53
    • Responder

    E os casos dos alunos que se inscreveram em exames como externos e que precisam da nota para concluir determinada disciplina?

    • Daniela on 11 de Abril de 2020 at 17:47
    • Responder

    E os casos dos alunos que só precisam de concluir o segundario? E este ano estão no encino recurrente de português. Para ingresso a universidades só precisam de matemática que já está concluída no ano passado. Não fazem exame de português, certo?

    • Lecturer on 11 de Abril de 2020 at 18:20
    • Responder

    Solução: Acabar com os exames de 11.º e 12.º definitivamente tal como recomenda a OCDE, pois Portugal é o único país da Europa que continua com este tipo de seleção no acesso ao ensino superior.
    Este governo este ano letivo já tirou os exames para os cursos profissionais e estes alunos entram direto na universidade com a média do curso, mas não tirou para os regulares, porque sai mais barato do que colocar as universidades a fazer provas de acesso.
    Injustiça tremeda, será que ninguém percebe isto??

      • Miguel Tomé on 11 de Abril de 2020 at 21:27
      • Responder

      O exame igual para todos é a única forma de colocar alguma justiça no processo.
      Injusto é acabar com os exames e os meninos do privado entrarem todas com as suas notas inflaccionadas.

        • Miguel Tomé on 11 de Abril de 2020 at 21:29
        • Responder

        Os alunos do ensino profissional não entram no mesmo concurso dos alunos das áreas cientifico-humanisticas. É opção das universidades e politécnicos abrirem algumas vagas para esses cursos profissionais. E claro que isso não vai acontecer nos cursos mais procurados.

    • Lecturer on 11 de Abril de 2020 at 18:26
    • Responder

    Inflacionar notas é agora sinónimo de cursos profissionais, mas as secundárias abrem cada vez mais e tornou-se o negócio do século, pois o dinheiro vem da Europa para estes cursos, que devia ser para os alunos irem trabalhar diretamente nas empresas quando concluissem o 12.º e vão para a universidade porque têm grande média em quando os outros do regular sofrem e trabalham para conseguirem e por décimas não entram em medicina
    Informem-se do que se anda a passar no profissional. Belo país de equidade.Palhaçada!!

    • Célia on 12 de Abril de 2020 at 0:39
    • Responder

    Se os exames apenas contam para o acesso ao ensino superior, como fazem os alunos externos que se inscreveram nos exames para concluir o secundário?

  3. Estou no 12 e não acabei a disciplina de física e química no ano passado, mas não vou usar como prova de ingresso, tenho de fazer o exame?

    • Alcinda Gonçalves on 23 de Abril de 2020 at 11:47
    • Responder

    Bom dia ! O meu filho fez o 12 ano no curso normal e não entrou na universidade pois por questoes financeiras so deixamos concorrer para perto de casa. Este ano vai fazer exame por externo a a Portugues, queria saber o que lhe conta: se a nota do exame for superior a do ano anterior;se a nota do 12 ano e alterado, se deve ou nao ir ao exame. Vantagens e desvantagens. Obrigada

    • João Pereira on 23 de Abril de 2020 at 21:40
    • Responder

    Isso é coisa mais burra que eu ouvi. Em primeiro lugar: “Qualquer um não passa” Tenta tu ir para programação ou para multimédia e vê como é “fácil”. Não é mais fácil, todas as aulas que são consideradas não necessárias são cortadas em certos conteúdos, que mesmo assim a matéria que fica incluída no programa é com a mesma dificuldade que um Ensino Normal tem. Todas as matérias em que o curso é centralizado são bastante difíceis, a não ser para pessoas que percebem do que estão a fazer lá.
    Se pensas que é mais fácil porque pessoas do Profissional têm notas de 18-19 e tu tens 13-14 não quer dizer que têm mais facilidade a completar o ano mas sim quer dizer que tu não estás no curso certo ou então não és a melhor pessoa para o tipo de estudo que é incluído nas escolas .

    • Jorge on 25 de Abril de 2020 at 18:53
    • Responder

    Então se têm nota positiva na disciplina de matemática, como não passam no exame?
    Se calhar deviam todos ser sujeitos a exames em todas as disciplinas, e essa seria a classificação final. Assim seria igual para todos.

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: