Estudo em Casa: Recomendações de segurança no uso de plataformas que permitem a comunicação áudio e vídeo

Recomendações no uso de plataformas que permitem a comunicação áudio e vídeo

A Direção-Geral da Educação, no âmbito do Centro de Sensibilização SeguraNet, e o Centro Nacional de Cibersegurança disponibilizam um conjunto de recomendações no uso de plataformas que permitem a comunicação áudio e vídeo dirigidas a professores e a pais/encarregados de educação.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/04/estudo-em-casa-recomendacoes-de-seguranca-no-uso-de-plataformas-que-permitem-a-comunicacao-audio-e-video/

14 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Mina on 11 de Abril de 2020 at 21:05
    • Responder

    Isto foi enviado pelo ME pAra as Direções Escolares?

    • Falcão on 11 de Abril de 2020 at 21:28
    • Responder

    Eu era capaz de apostar que não! Isso só iria colocar areia na engrenagem e isto do E@D é tão giro, tão século XXII, que não convém atrapalhar! Mas que este post possa servir para que o ME acabe por enviar o documento, já seria um bom serviço público do blog e dos comentários…

    Já agora… deixo uma interrogação: por onde anda o Pardal? É curioso reparar que nos tempos difíceis, onde se demonstra à saciedade o extraordinário trabalho que os docentes deste país vão desenvolvendo, apesar de todos os obstáculos, dentro e fora das escolas, esta gentinha regressa às suas tocas para uma conveniente hibernação. Nojo total!

      • Pardal on 12 de Abril de 2020 at 23:39
      • Responder

      Estou aqui! Prometo nao voltar mais atacar a classe docente! Peco desculpa por todas as maldades que cometi!
      Pardal

    • Pedro on 11 de Abril de 2020 at 22:45
    • Responder

    Se todos desprezarmos essa figurazita, ela irá desaparecer com o tempo.

    • Zaratrusta on 12 de Abril de 2020 at 10:53
    • Responder

    Será que este ME sabe que grande parte das famílias portuguesas padece de analfabetismo funcional?

    • Falcão on 12 de Abril de 2020 at 13:57
    • Responder

    Zaratrusta, sabe, claro que sabe. Mas o que importa é dar a ideia ao povo que estão a trabalhar muito, que estão a trabalhar muito bem, o marketing acima de tudo. Claro que isso só acontece, com um ME montado no trabalho, no esforço, na dedicação e no profissionalismo dos professores, e a expensas dos mesmos professores que pagam, do seu bolso, internet, pc’s e periféricos, eletricidade, e ainda dispensam uma grande parte da paciência que deviam ter para a família nuclear, que com eles convive em confinamento, para que o E@D seja uma realidade, mesmo com todas as entropias que se conhecem. E ainda têm a lata e descaramento de escrever num documento oficial que para o início do próximo ano letivo vão proporcionar aos alunos todos os meios informáticos necessários. É preciso não ter mesmo vergonha na cara.

    • Luluzinha on 12 de Abril de 2020 at 14:06
    • Responder

    Ora, ora, que recomendações tão absurdas! Com certeza que não haverá colega algum que vá de lingerie para uma plataforma de ensino!

      • Não-há-paciência on 12 de Abril de 2020 at 18:46
      • Responder

      Ah, Lulu, nunca se sabe!

    • Tetê on 12 de Abril de 2020 at 15:15
    • Responder

    Sou professora de educação especial e vou mandar todas as mensagens para mails particulares dos professores e dos alunos em questão. Parece -vos correto?

      • profinfo on 12 de Abril de 2020 at 19:42
      • Responder

      Não é correto, mas a CNPD não parece estar muito preocupada com uma prática que é muito comum nas escolas. Esses dados passarão por servidores de empresas privadas (Google, etc.), serão feitas cópias e os documentos serão analisados automaticamente e em massa, e não sabemos o que acontecerá a esses dados. As pessoas parecem não querer saber que os serviços “grátis” da Google não são grátis, isto porque pagamos-lhes com a cedência dos nossos dados. Eles também fazem “device fingerprinting” (referido no documento da CNPD), exigem um nº de telefone, etc. A única solução seria cifrar os emails e documentos anexos, mas as pessoas não foram ensinadas a fazer isso, e para isso funcionar têm de ser todos a fazer. Outra solução seria as escolas escolherem serviços com conteúdos cifrados nos servidores, e.g., Tutanota e Proton Mail, mas não vejo isso acontecer, é muito difícil viver sem os serviços da Google, o que é assustador.

      Mas o melhor será perguntar ao “responsável do RGPD” da sua escola… (estava a brincar)

        • Rodrigues on 13 de Abril de 2020 at 14:42
        • Responder

        estás a falar para a parede
        neste altura ninguém liga a isso

        integra-te

          • profinfo on 13 de Abril de 2020 at 19:57

          Não te preocupes, que quando um dia acordares e reparares que foram feitos movimentos bancários com os teus dados pessoais, entre outras coisas, tu vais ligar a isso. Depois vais à PJ, que investiga durante uns meses, para no fim apenas te enviar a cartinha a dizer que não foi possível identificar os prevaricadores visto que as comunicações foram anonimizadas. Aí ficas com a única alternativa de ires atrás dos alnuos que sabes que fizeram isso e tratares das coisas pelas tuas próprias mãos.

    • Falcão on 13 de Abril de 2020 at 14:55
    • Responder

    Integra-te… está muito boa 🙂 Outra versão: respira fundo, arregaça as mangas, fecha os olhos e… acredita que tudo vai correr bem e que estamos no melhor dos mundos, como diria o bom do professor Pangloss 🙂

      • profinfo on 13 de Abril de 2020 at 20:14
      • Responder

      Ele daqui a uns anos vai estar bem integrado vai, como nós todos: https://observador.pt/2020/04/12/governos-estao-a-aproveitar-covid-19-para-avancar-na-arquitetura-da-opressao-alerta-edward-snowden/

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading