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Mai 28 2020
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Mai 28 2020
No meiode tudo isto há quem tenha tido que comprar computar, receba faturas de internet bombásticas, esgote o plafom do telémovel…
O Sindicato dos Professores da Madeira (SPM) reivindicou hoje benefícios fiscais e um subsídio compensatório aos docentes por terem utilizado recursos pessoais no processo de ensino à distância (E@A), na sequência das medidas de contenção da covid-19.
“Este procedimento só vingou porque os professores colocaram à disposição os seus recursos pessoais, como o computador, a internet, o telemóvel, o seu espaço em casa”, disse o dirigente sindical Miguel Ganança, em conferência de imprensa, no Funchal.
O SPM apresentou hoje os resultados de um inquérito sobre o “ensino à distância em tempo de confinamento”, ao qual responderam 502 professores, num universo de 6.000 que lecionam na Região Autónoma da Madeira.
“Temos 98% dos professores que utilizaram o computador pessoal. Isto não pode voltar a acontecer no próximo ano letivo. Terá de ser com recursos disponibilizados pela tutela [Secretaria Regional da Educação]”, sublinhou Miguel Ganança.
O sindicato defende, por isso, a atribuição de benefícios fiscais em sede de IRS (Imposto Sobre o Rendimento Singular) ou de um subsídio específico compensatório referente a 2020, bem como o fornecimento, a partir do próximo ano letivo, de todos os “recursos imprescindíveis” ao ensino à distância.
“Este ensino à distância é viável, mas tem de ser repensado”, afirmou Miguel Ganança, considerando que “muito provavelmente” será necessário implementá-lo no próximo ano, devido a uma eventual segunda vaga de covid-19.
O inquérito aos professores revela, por outro lado, que o E@A é “muito mais exigente” para estes e “menos interessante” para os alunos, apontando também para desigualdades ao nível da aprendizagem, devido à falta de equipamentos ou à pouca preparação de muitos encarregados de educação.
“Isto significa que, para o futuro, temos de repensar o processo, temos de ter orientações muito mais claras por parte da tutela sobre as disciplinas e a avaliação”, disse Miguel Ganança.
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Mai 28 2020
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Mai 27 2020
Aviso de abertura do concurso externo:
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Mai 27 2020
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Mai 27 2020
Na casa de Mariana, admite, são raros os minutos em que a televisão não está ligada num canal português. O marido é neto de portugueses e o timbre fadista faz-lhe falta. “Adora Portugal e gosta de ver coisas de Portugal.” Num destes dias, enquanto assistiam ao telejornal da SIC, a surpresa assaltou-lhes o rosto quando viram ser anunciado o arranque das aulas da RTP Memória. No seu sotaque paulista, não escondeu o entusiasmo: “Nossa, que oportunidade! Graças a Deus!”, recorda. E não poupa a ideia de elogios: “Fizeram um cenário, tiveram uma preocupação, um carinho. Estou impressionada pra caramba.”
Desde que as ruas do Brasil pararam para ver sambar o Carnaval de todas as cores e silhuetas, tudo mudou. Foi por volta dessa altura que a pequena Laura trocou a sala de aula pela sala da casa. Já não era tempo de festa, estava provado. “Lembro-me que houve uma semana que resolvemos não mandá-la [para a escola], porque já estávamos a registar casos. Até porque nessa altura não era obrigatório ir, eram atividades de Carnaval. Depois, a escola fechou”.
Uma semana mais tarde, os pais foram chamados à escola “para pegar um livro de Português e Matemática, com exercícios para eles fazerem em casa”, conta. Não havia mais nada nos planos para a educação. Nem orientações às escolas vindas da tutela – à semelhança do que ocorreu em Portugal -, deixando o sistema e aqueles que dele dependem à mercê da vontade de cada professor. “Por conta dela, não porque é obrigatório, a professora criou um grupo de WhatsApp para falar com eles e a Laura todos os dias entra para falar com a professora, mostra o que fez nas aulas da televisão.”
Já lá vão os dias em que estudar se tornava cada vez mais numa obrigação aborrecida que tanto exigiam a Laura, sempre um passo à frente de todas as engrenagens. “Ela gosta muito de estudar. Não sei se é por ela nos ver lendo muito e vendo o jornal. Na escola, ela é a aluna mais adiantada da sala, a professora tem de dar alguma coisa para ela não se aborrecer”, conta Mariana. Com a telescola portuguesa, os dias têm outro fim. Com a matéria “um pouquinho mais avançada”, Laura já “não fica frustrada” ao assistir às aulas de 3.º e 4.º ano. “Está a desafiá-la e ela adora.”
Nem o português da Europa é matéria estranha nos seus dias. Mariana conta que, no que toca às expressões idiomáticas da língua de Camões, “ela já é melhor” do que a mãe. “Até diz que, quando for mais velha, vai morar para Portugal. Isto aqui não está fácil” e Laura sabe-o. Vai treinando o sotaque, entre artes plásticas e umas piruetas no quarto. As aulas preferidas são as de educação artística e educação física. “De vez em quando, vou encontrá-la lá no quarto cheia de panela, vassoura, a fazer a aula. Eles pedem uma lista de material para a próxima aula e ela me avisa o que precisa.”
Entretanto, a palavra já correu entre pais. Mariana Pasquarelli fez questão de partilhar a novidade com outros pais, que estão a adotar as aulas do #EstudoEmCasa.
A palavra já corre aquele canto do Brasil, mas não só. Lá no topo do globo, a boa nova também chegou.
Denise Carreira tem nome português, mas é nascida e criada no Canadá, mais propriamente em Vancouver. O histórico de vida denuncia-lhe o sotaque, um português de meia palavra, atraiçoada pela língua inglesa, quando calha. De Portugal, tem gravada a decisão dos seus pais de emigrarem para o outro lado do Atlântico e os anos que trabalhou em escolas portuguesas como professora de inglês. Regressaria ao Canadá de mão dada com um português, que deixou a família para trás para ir morar com ela em Vancouver. Acabaram por casar e são hoje pais do pequeno Jacob, de nove anos. Denise ainda leciona inglês, no ensino secundário – nestes tempos que correm, fá-lo à distância.
Mas a língua portuguesa é presença habitual também nesta casa. “Já vemos às vezes a RTP em casa, o meu marido está sempre a ler as notícias, lê o Diário de Notícias, a Bola”, conta Denise. Foi na televisão que “viu que os portugueses iam ter aulas na televisão”. “O meu marido até se lembrou de que via, há muitos anos, aulas como estas na televisão. Disse-me logo: “Olha, é como a telescola, mais ou menos”. Ele esteve em França, uns anos, e os pais conseguiam mostrar-lhe estas aulas.”
A boa memória destes tempos fez o pai de Jacob não duvidar de que seria uma boa alternativa ao ano letivo do filho travado pela pandemia. Até ao final da semana passada, o Canadá registava um total e 82 420 casos positivos de covid-19 e 6245 óbitos. Pela força dos números, a primavera canadiana retrocedeu. Em Vancouver, professores e alunos viram as escolas fechar durante a suspensão letiva à qual designam “spring break”.
“Aqui, não tínhamos muitos casos, mas a decisão foi nacional. As escolas só ficaram abertas para os social workers, os profissionais de saúde” e outros trabalhadores essenciais na linha da frente [tal como aconteceu em Portugal], recorda Denise Carreira, que a partir daqui teve de assegurar o ensino do filho em casa. “A professora enviou umas fichas em papel, de vez em quando manda uns e-mails, mas eu é que tenho de apoiar o ensino dele”. Por escolha da maioria dos pais, aliás, é que ficou assim decidido, que a aprendizagem passaria a ser assegurada com o seu apoio. “Acho que o meu filho gostava de mais apoio, de ver a professora, mas ela perguntou aos pais como queriam que fosse – online ou só envio de fichas – e a maioria disse que queria assim. Porque para eles estarem a ligar o computador à mesma hora poderia ser bastante difícil.”
Na amargura dos dias, num “balanço difícil entre o trabalho e o resto”, Denise encontrou na telescola da RTP a oportunidade para que Jacob pudesse continuar a lidar com uma figura docente, enquanto aperfeiçoava o seu português. Uma ou duas vezes por semana, o aluno de nove anos senta-se em frente à televisão para assistir às aulas de Português do 1.º e 2.º anos – “porque aqui ainda não está avançado” – e Matemática do 3.º e 4.º anos.
Tem sido um sucesso lá por casa. “Ele consegue estar a ver, a escrever, a pintar, enquanto está em frente à televisão. É uma coisa mais humana, porque está ali um professor ou uma professora.”
Em Portugal, a telescola bate recordes de audiência na RTP Memória. Lá fora, colmata os efeitos de governos que deixaram para trás milhares de crianças e jovens.
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Mai 26 2020
A data de arranque da segunda fase de exames do ensino secundário vai atrasar o início do próximo ano letivo. Os exames de segunda fase, que habitualmente são realizados em julho, foram adiados para 1 de setembro e vão decorrer até 7. Tudo isso leva os diretores escolares a prever que o próximo ano letivo só venha a ter início na segunda quinzena de setembro, numa altura em que as escolas aguardam orientações para planear possíveis alternativas.
“Não sei se as aulas poderão começar na primeira quinzena de setembro”, explica Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) ao “Jornal de Notícias”. E reforça que, aconteça o que aconteça, o próximo calendário escolar — referente ao ano letivo de 2020/2021 — terá de “refletir os contrangimentos” sentidos pelo surto da COVID-19.
Mas o presidente da ANDAEP não põe de parte a possibilidade de os alunos dos anos entre o pré-escolar e o segundo ciclo conseguirem retomar as aulas mais cedo. Mas essa é uma decisão que terá de ser tomada pela tutela.
Já Manuel Pereira, líder da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), ressalva que há professores que, embora dêem aulas no ensino secundário, também o fazem no ensino básico. Por isso mesmo, defende que o arranque do ano letivo deve ser feito de forma igual para todos os ciclos, “até porque este ano letivo vai terminar mais tarde do que estava previsto”.
Mas se o regresso à escola será feito presencialmente, nas salas de aula, ou através de telescola, é uma decisão que só deverá ser formalmente anunciada em julho — depois de o Ministério da Educação emitir o despacho referente à organização do ano letivo.
Mas Filinto Lima avança algumas hipóteses e não se admira que “seja previsto um modelo híbrido” para que esteja prevista a possibilidade de, se necessário, regressar-se ao confinamento. Mas garante que esta não é a opção mais adequada, segundo declarações ao mesmo jornal.
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Mai 26 2020
Sobre as licenças digitais e o acesso às plataformas de ensino à distância
Um esclarecimento que se impõe no tempo das fake news
O jornal “i” traz à primeira página da edição de hoje, terça-feira, 26 de maio de 2020, uma “notícia” que é o exemplo paradigmático do mal que assola o jornalismo: com o título «Estado autorizou despesa de 20 milhões por licenças que “antes eram grátis”» na capa, remete-se o leitor para a página 10 onde se lê uma peça feita a partir de manipulação de factos, sem qualquer tipo de verificação nem tampouco contraditório.
É completamente mentira que as licenças digitais tenham alguma coisa a ver com os acessos às plataformas digitais, porquanto:
1) As licenças digitais que o Estado oferece, desde o ano letivo 2018/19, a todos os alunos, do 1.º ao 12.º anos, que frequentam escolas públicas, em complemento aos manuais escolares em papel, consistem na disponibilização de recursos digitais “desenvolvidos em articulação direta com os respetivos manuais”. Estas licenças não incluem a versão digital do manual e são adquiridas pelo Estado para as oferecer aos alunos, conforme consta da Convenção de Preços de Manuais Escolares, assinada em junho de 2018 entre a DGAE – Direção Geral de Atividades Económicas e a APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros;
2) Conforme a própria Resolução do Conselho de Ministros n.º 37/2020 informa com clareza, a despesa é “relativa à aquisição de licenças digitais dos manuais, no ano letivo 2019/2020, a distribuir a todos os alunos do ensino público abrangidos pela medida de gratuitidade dos manuais escolares”, ou seja, a licenças digitais que foram disponibilizadas em setembro de 2019 e que estão a ser usadas pelos alunos desde o início do presente ano letivo, cujo pagamento está atrasado quase um ano;
3) As plataformas de ensino à distância (eLearning) da responsabilidade das editoras proporcionam conteúdos educativos digitais devidamente estruturados por disciplina e ano de escolaridade, que sustentam processos de ensino presencial, em contexto de sala de aula, e também de ensino à distância (como se verifica desde 16 de março passado), mas também metodologias de aprendizagem autónoma entre outras funcionalidades. Estas plataformas disponibilizam também o acesso às versões digitais dos manuais escolares, o que também as distingue das licenças digitais;
4) Estas plataformas de ensino à distância sempre foram de subscrição paga, e eram até agora usadas maioritariamente por alunos de escolas privadas. Apenas e só no contexto de pandemia, e no momento em que o Governo anunciou, a 12 de março deste ano, o fecho das escolas é que as editoras tornaram gratuito o acesso universal a essas plataformas, num exercício de inegável responsabilidade social e consciência cívica que não merece a tentativa de enlamear por manobras de propaganda política de cariz demagógico e populista nem por fake news.
Face ao exposto, e ao abrigo da Lei de Imprensa, exige-se ao jornal i a reposição da verdade dos factos, com o mesmo destaque e o espaço informativo disponibilizado à “peça” em causa, incluindo a chamada à 1.ª página.
APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros
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Mai 26 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/DOCENTES-INCAPACITADOS-PARA-FUNÇÕES-DOCENTES-MAS-APTOS-PARA-OUTRAS-FUNÇÕES.pdf”]
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Mai 26 2020
Sobre o desprestígio da classe: os pontos nos ii
Depois de todas as previsões das autoridades sanitárias, nacionais e internacionais, apontarem para que a situação epidémica comece a normalizar-se apenas no princípio de 2021, o Ministério da Educação (ME), finalmente, falou de setembro. Já não era sem tempo! Mal seria, ao menos, que não olhasse para o próximo ano letivo, usando o modelo a que nos habituou: contar sempre com quem costuma desprezar, misturar a ideia de um e a ideia de outro, não citar, e apresentar, com pompa e circunstância, um documento com as típicas Orientações.
E que disse o ministro da Educação? Que seria para continuar em sistema misto, isto é, ensino presencial e remoto. Ora aqui importa colocar os pontos nos ii.
Que até aqui os professores tenham feito um sacrifício, comprando material tecnológico, formando-se exaustivamente online, para conseguirem adaptar-se às exigências extraordinárias e urgentes, até podemos aceitar. Que daqui para a frente se pretenda continuar com este formato, sem prover os professores de apoios, designadamente de material apropriado, já me parece um enorme aproveitamento da situação.
Não podemos aceitar mais esta tentativa de desprestígio da classe. Se o que fizemos antes nos dignificou, se aceitarmos agora estaremos a desprestigiarmo-nos. Fui, desde do início, defensor do fecho das escolas. Posteriormente defendi o terminus do ano letivo. Depois coloquei-me contra a abertura, mesmo que só para o secundário, pelo que defendi este sistema de ensino remoto, atendendo à situação extraordinária, sem sequer entender algumas queixas de colegas, relativas ao uso abusivo, por parte do ME, dos nossos meios tecnológicos, do nosso serviço de internet, aos horários totalmente “loucos” e outras tantas queixas, mas não entendi porque quis acreditar que a situação a isso obrigava e que seria transitória pois quem de direito estaria a acautelar o reinício em setembro.
Só que me enganei. Senti, portanto, a necessidade de alertar para o facto de ser urgente começar a planear setembro, quando ainda se discutia se se testavam ou não os professores, para a reabertura a 18 de maio.
O ministro da Educação mostrou esta semana manter uma certa agrura para com os professores, quando disse que vai processar disciplinarmente os que inflacionarem as notas, partindo do princípio que a desonestidade impera dentro da classe, e piorou quando acrescentou que o próximo ano letivo servirá para atestar as aprendizagens destes últimos meses, subentendendo-se das suas palavras que talvez os professores não tenham conseguido!
Talvez sem noção do que acabara de dizer, acrescentou que o ensino será misto e rapidamente nos apercebemos que estamos perante alguém sem lucidez suficiente para fazer frente aos tempos difíceis que se adivinham.
Não conheço ninguém, mesmo aceitando que possa haver, que aprecie a forma como este ministro tem gerido a pasta da Educação e creio que isto trará consequências já em setembro.
A forma como se prevê que querem resolver a situação, fazendo com que os professores continuem a trabalhar a triplicar, fazendo presencial e remoto, sem intenções de contratar mais professores, apenas fazendo a gestão eficiente dos recursos, sem intenção de munir todos os professores, através de subsídios, de material tecnológico para a prática do ensino remoto, parece-me o princípio do seu fim!
Ao invés poderia o ME, tendo em conta as desigualdades sociais, bem visíveis através do número de alunos sem acesso à internet e sem equipamentos informáticos, reforçar o orçamento às escolas públicas para que possam adquirir equipamentos para emprestar aos alunos. No mesmo sentido, é preciso pensar nos professores, no reforço do Estado à aquisição ou empréstimo de equipamentos tecnológicos (sem esquecer a necessidade de um novo Plano Tecnológico para a Educação e para os Recursos Educativos Digitais) para desenvolverem o ensino online a partir da casa de cada um. Neste tempo de emergência, os responsáveis governamentais e as autarquias devem ter a preocupação de pensar nos professores, nos alunos e nas famílias, nas suas angústias e dificuldades, criando respostas eficientes para minimizar as desigualdades.
O apelo que faço, não é só aos professores, é a toda a sociedade, aos pais que não aceitem qualquer coisinha oferecida pela escola estatal, aos professores que não aceitem que uma situação extraordinária onde todos demos o nosso melhor, ultrapassando todos os limites de direitos laborais, se torne permanente sem que sequer nos incluam na equação das soluções.
Escrevi em tempos que poderíamos aproveitar a atual situação e torná-la numa janela de oportunidade, mas prevejo que o atual Governo verá apenas uma janela de oportunidade para, mais uma vez, poupar na Educação!
Tenho pena, mas espero que não aceitemos!
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Mai 26 2020
As editoras Porto Editora e Leya anunciaram que disponibilizaram todos os conteúdos educativos digitais gratuitamente durante todo o período de quarentena. Mas, em 15 de Maio, o Governo autorizou a despesa relativa à aquisição de licenças digitais de manuais, para este ano letivo (2019/20), “até ao montante global 19.768.000 euros, ao qual acresce o IVA à taxa legal em vigor”. Se as licenças são gratuitas, então o Governo está gastar dinheiro porquê?
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/1-1.pdf”]
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Mai 26 2020
Aquando da intervenção de um aluno no programa Prós e Contras, foi referido que há cursos que não retomaram as atividades presenciais no 11.º e 12.º ano. Acabou por mencionar alguns cursos.
O SE afirmou estar perplexo com essa constatação e referiu que o decreto-lei é claro, todos deviam ter voltado às aulas presenciais, não só os Científico- Humanísticos. Afirmou também que a situação iria ser averiguada.
Tenho para mim que haverá muito a averiguar e talvez a perplexidade venha a aumentar. Não sei se o número de interpretações dignas de perplexiade.
Fica o artigo que causou a celeuma…
Artigo 3.º
Atividades letivas em regime presencial
1 – As atividades letivas em regime presencial são retomadas no dia 18 de maio de 2020 para os alunos do 11.º e 12.º anos de escolaridade e dos 2.º e 3.º anos dos cursos de dupla certificação do ensino secundário, bem como para os alunos dos cursos artísticos especializados não conferentes de dupla certificação, nas disciplinas que têm oferta de exame final nacional, mantendo-se, sem prejuízo do disposto nos números seguintes, as restantes disciplinas em regime não presencial.
2 – Consideram-se em regime presencial, para o efeito do disposto no número anterior:
a) Nos cursos científico-humanísticos, todas as disciplinas do 11.º e 12.º anos com oferta de exame final nacional, bem como as línguas estrangeiras, com exceção das disciplinas trienais no 11.º ano;
b) Nas restantes ofertas educativas e formativas, as disciplinas com conteúdos idênticos ou com a mesma designação das que, nos termos da alínea anterior, têm oferta de exame final nacional.
3 – As disciplinas oferecidas em regime presencial são frequentadas por todos os alunos, independentemente das suas opções quanto aos exames que vão realizar enquanto provas de ingresso.
…
Quantas interpretações estarão em vigor?
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Mai 26 2020
Durante todo o programa, houve uma pergunta que me assaltou…
Como é que fazem um debate sobre educação e não convidam nenhum professor que esteja no terreno?
De teoria está o povo cheio… os professores então…
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Mai 25 2020
Maioria dos professores dá aulas por videoconferência e admite trabalhar mais
Segundo os resultados preliminares de um inquérito da Universidade Nova de Lisboa, sobre o ensino à distância, os 2.647 professores inquiridos dizem trabalhar, em média, mais 11 horas por semana e 88% afirmam dar aulas através de videoconferência.
Entre aqueles que não optaram por esta ferramenta estão, sobretudo, educadores do pré-escolar (cerca de 44% de educadores) e do primeiro ciclo (cerca de 14%).
A adesão dos alunos tem sido positiva, segundo os docentes que responderam ao inquérito do Centro de Economia da Educação da Faculdade de Economia (Nova SBE) entre 05 e 19 de maio, e aqueles que utilizam as plataformas de videoconferência afirmam que 86% dos seus alunos assiste às aulas.
Por outro lado, os docentes avaliam em 4,5 (numa escala de 1-7) a capacidade de apreensão da matéria por parte dos alunos nestas aulas síncronas, em que a assiduidade e participação são dois dos critérios de avaliação adotados pela maioria dos professores (67,7% e 64,8%), além da recolha de trabalhos de casa (84,1%).
Durante o 3.º período, o acesso aos dispositivos tecnológicos que permitem acompanhar as aulas ‘online’ continua a ser uma dificuldade e, em média, os professores reportam que 15% dos seus alunos não têm acesso a computador com internet em casa.
Os autores do estudo notam, no entanto, que apesar deste valor ser mais baixo em relação ao reportado na primeira ronda do inquérito, no final de março, continua a registar-se “uma grande variabilidade nas respostas a esta questão, com uma percentagem significativa de professores a reportar um número elevado de alunos sem computador com acesso a Internet”.
“Tal levanta a necessidade de se aferir quais os alunos que tiveram um acesso incompleto aos conteúdos curriculares durante este período, e que devem ser sinalizados no início do próximo ano letivo”, continua o relatório.
Em 20 de abril, a RTP Memória lançou o espaço #EstudoEmCasa, com aulas através da televisão, que abrange aulas destinadas aos alunos entre o primeiro e o nono ano de escolaridade.
A transmissão televisiva de conteúdos educativos foi uma das propostas do Governo para mitigar as dificuldades de acesso ao ensino, em tempos de trabalho à distância, dos alunos mais carenciados, mas iniciativa foi bem recebida por muitos dos professores, que incluíram a ferramenta nas suas planificações para o 3.º período.
Estas aulas foram também analisadas no inquérito da Nova SBE e, segundo os resultados, cerca de 62% dos 2.647 professores inquiridos lecionam disciplinas com aulas no #EstudoEmCasa e a avaliação é tendencialmente positiva.
Em média, os professores avaliam em 5,2 (numa escala de 1-7) a qualidade das aulas da RTP Memória e, numa escala de 1-5, recomendam o visionamento aos alunos em 3,7.
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Mai 25 2020
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Mai 25 2020
Problemas a nível nacional com a rede de Internet levaram os professores a não conseguir estabelecer contacto com os seus alunos.
São contingências como esta que tornam inviável este tipo de ensino…
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Mai 25 2020
O assunto foi discutido, hoje, entre a Secretaria Regional da Educação e o Sindicato dos Professores da Madeira.
Em cima da mesa, tal como referiu o dirigente daquele sindicato, Francisco Oliveira, esteve também a questão da segurança face ao novo Coronavírus.
Estas matérias integram um conjunto de orientações que a Secretaria Regional da Educação está a preparar para enviar às escolas da Madeira.
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Mai 25 2020
Na imagem seguinte podem aceder à lista de ordenação provisória onde se encontram pintados de amarelo os docentes que reúnem condições para a renovação de contrato para 2020/2021.
Desta forma podem analisar quantos candidatos têm à vossa frente para novas colocações que possam surgir.
Atenção que a renovação de contrato está sujeita a determinadas condições que podem não vir a acontecer.
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Mai 25 2020
Já ninguém bate palmas aos enfermeiros
De repente, o anormal tornou-se normal, o medo tornou-se um hábito e como todos os hábitos tornou-se normal. Já ninguém tem medo de ter medo do vírus que entrou nas nossas vidas e que as limitou.
O desconfinamento trouxe alguma normalidade às vidas de milhões de pessoas que sentiram o medo do desconhecido, da doença, da incerteza de poderem levar uma vida considerada normal. Mas o problema não era o confinamento é o retorno ao anormal.
Assistiram-se a homenagens à porta dos hospitais, houve horas marcadas para se bater palmas à varanda e às janelas, houve doações simpáticas de bolos e pasteis, material de proteção, cremes para as mãos e para a cara, bebidas e águas, mas já tudo passou. Tenta-se voltar à normalidade de máscara colada à cara e já se esqueceu quem esteve na linha da frente a dar o seu melhor, a pôr a sua vida em risco pelo maior bem que todos possuímos, a nossa vida. Não tardará muito a que os heróis se tornem bestas novamente.
Bastou uma pequena esperança de (a)normalidade para que tudo o resto fosse esquecido. A normalidade com que já se fala e conversa sobre um vírus que, por força de nos ser enfiado pelos olhos a dentro a todas as horas do dia, tornou uma vulgaridade a luta dos profissionais de saúde para o travar na tentativa de nos levar desta vida. Não tardará a ser dito que não fizeram mais nada do que a sua obrigação, que é para isso que são pagos e escolheram a profissão.
A sociedade anseia por voltar ao que era, ao que tinha, ao que era possível fazer e dizer antes de ter medo de morrer de um momento para o outro com uma doença sem tratamento conhecido. Por isso, quem os trata já não está nas primeiras páginas dos jornais, nem abre telejornais. Não tardará a que se noticie mais uma agressão a um médico ou a um enfermeiro num desses hospitais.
Se até agora ninguém se importou, porque se importaria, agora, com as condições de trabalho dos enfermeiros que há vinte anos não têm carreira, que viram a sua profissão ser retirada da lista de profissões de desgaste rápido, que não veem as suas especialidades reconhecidas financeiramente. Porque se importaria com uma classe que se fartou de promessas e veio para a rua ser criticada pelos decisores, pelos doentes que trataram, pelos que agora entregaram as suas vidas nas suas mãos, pelos que choraram a eles abraçados, por toda uma sociedade que os chamou de “bestas” só por pedirem o que lhe é de direito. Não tardará a que digam que ganham demais para aquilo que fazem.
Não tardará a que a anormalidade se torne normal. Não tardará que a imagem se teve dos enfermeiros e outros técnicos de saúde durante o período de pandemia se desvaneça e se volte a olhar para eles como mais uns que são como tantos outros.
O povo diz, na sua grande sabedoria, que só se reza a Santa Bárbara quando troveja. O povo tem razão, porque passada a tormenta já ninguém bate palmas aos enfermeiros, já ninguém quer saber daqueles que o que tinham e o que não tinham, que se expuseram à doença de uma forma altruísta e com espirito de missão.
Oxalá não seja necessário bater novamente palmas aos enfermeiros pela mesma razão. Bater-lhes palmas da próxima vez que os virmos na rua a exigir melhores condições de trabalho e de vida para nos valerem numa aflição, será melhor que lhes chamar de “bestas”, pois então!
Apoiar a luta de um trabalhador que exige melhores condições de vida e de trabalho é o mesmo que apoiar um melhor serviço por ele prestado. No caso dos enfermeiros levamos uma grande lição. De “bestas” passaram a “bestiais” esperemos que o que o futuro nos reserva não nos faça mudar, mais uma vez, de opinião.
Já ninguém bate palmas aos enfermeiros como não bateram aos professores, aos agricultores, aos caixas de supermercado, aos homens do lixo, aos motoristas, aos jornalistas… mas estranhamente continuam a bater palmas aos políticos e politizados!
Rui Gualdino Cardoso, colaborador de Blog DeAr Lindo
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Mai 25 2020
Sem ovos não se fazem omeletes…
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Mai 24 2020
As aulas presenciais para os alunos do 11º e 12º anos nalgumas disciplinas foram retomadas na passada segunda-feira e a grande maioria não hesitou em marcar presença. Só uma minoria de jovens optou por não ir, por receio do contágio e situações de risco na família. Para estes, as escolas deixam de ter de oferecer o ensino à distância nas disciplinas em que há aulas presenciais a decorrer. Como será feita a avaliação de todas estas situações — entre estudantes que vão, que deixaram de ir, que têm metade da carga horária ou integral — é a questão que se coloca agora à medida que o final do 3º período se aproxima.
“Os alunos, seja em que circunstância for, são avaliados pelos elementos recolhidos pelos professores. Todos têm as notas do 2º período atribuídas. E dificilmente um professor dará uma nota inferior, a menos que o aluno, de forma propositada ou dolosa, se ausente. Quanto muito poderá valorizar num ponto um aluno que se esforçou mais no 3º período. É esta a orientação que dou aos professores”, afirma José Lemos de Sousa, presidente do Conselho das Escolas.
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Mai 24 2020
Todos a queles que trabalham em Creches foram testados, 54 testaram positivo para COVID 19. Os professores que voltaram as aulas presenciais não foram testados, ainda não se ouviu dizer que as(os) Educadoras(es) e as(os) AO que no dia 1 de junho vão estar ao serviço nos Jardins de Infância vão ser testadas(os). Os docentes que trabalham nas Unidades de Autismo, que também vão regressar foram testados? Será por as Creches pertencerem, na sua grande maioria, à rede de ensino particular e IPSS, foram obrigadas a fazer a testagem?
Segundo dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social enviados ao final do dia desta sexta-feira, estavam ainda por testar cerca de dois mil funcionários de creches. Mas o Governo sublinha: a testagem não é obrigatória.
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Mai 23 2020
Nove em dez alunos foram as aulas e os docentes não faltaram
Nove em cada dez alunos do ensino secundário regressaram esta semana às escolas para ter aulas presenciais assim como esteve presente a “quase a totalidade” dos professores previstos, segundo dados do Ministério da Educação.
Na segunda-feira os alunos do 11.º e 12.º anos de escolaridade assim como os do 2.º e 3.º anos dos cursos de dupla certificação do ensino secundário voltaram a ter aulas presenciais, depois de dois meses de ensino à distância decretado pelo Governo como forma de conter a disseminação do novo coronavírus.
Em resposta à Lusa, o gabinete do Ministério da Educação (ME) revelou que “cerca de 90% dos alunos estiveram presentes durante esta primeira semana de aulas presenciais.”
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Mai 23 2020
Muitas vezes já não posso ouvir falar no…no…sabe de que é que estou a falar, não sabe? No ví…ví…ví…vír…
E na quarentena, e na pandemia…
Mas temos que falar!
Nomeadamente pelas crianças e jovens! Temos que falar! Sábado, temos a nossa Masterclass repleta de pessoas interessadas e interessantes.
As questões são muitas, as dúvidas são cada vez mais…a incerteza é nossa inimiga.
Vamos estar em direto.
Porque sei que tem coisas para acrescentar. Pistas práticas para o nosso dia. Ideias para melhorarmos. E sim, podemos ter um pouco de lamentações, até porque estes diretos são sensibilização. No sábado é a doer. Trabalho. Mas até lá, podemos crescer uns com os outros, com algum desabafo.
Os corajosos que vão partilhar o direto são:
Ana Barradas, Educadora “Esperança”, uma pessoa com um carisma que cativou até o “Doutor”, que é tantas vezes chato. Uma das dinamizadoras do SCMM (Somos Capazes de Melhorar o Momento), uma iniciativa que ajudou (mesmo!), milhares de famílias, não “apenas” pelas atividades propostas, mas pelo coração.
Maria Tomaz, diz que é “Olhar a família , a escola, e a realidade pela perspetiva da criança), e eu concordo! Obrigado pela sua postura e gentiliza. As famílias que trabalham consigo, têm sorte! (https://www.facebook.com/mariatomaz.educa/).
Nuno Vilaça, que só pela sua coragem, gentileza e atenção, já merece a minha imensa admiração.E é um pretexto para o “Doutor” ir a Braga. Visitar o Nuno ao hospital…
E gostava de ter o depoimento de uma jovem…porque não são só as crianças que vão sofrer.
A partir do próximo domingo, às 21:30 na minha página, em direto, Rumo à Masterclass, rumo ao serenar do coração…
Sem pieguice, com profissionalismo,…
https://www.facebook.com/AlfredoLeitePsi

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Mai 23 2020
Os diretores das escolas dizem que é urgente começar desde já a preparar o próximo ano lectivo. Esta semana na entrevista à Renascença, o Ministro da Educação disse que temos de nos preparar para uma conjugação entre ensino à distância e presencial, mas as escolas precisam de orientações claras e objectivas. O que nem sempre aconteceu nos últimos meses, relatou na comissão parlamentar de Educação o presidente do Conselho das Escolas.
José Eduardo Lemos falou mesmo em “documentos pouco claros que chegavam às escolas sem data e sem assinaturas”.
Nesta comissão parlamentar, David Sousa, da direção da Associação Nacional de Agrupamentos de Escolas referiu que é urgente essa definição porque as “escolas têm de passar deste ensino de emergência para um verdadeiro ensino à distância planeado e que possa complementar o presencial com as aulas pela televisão”.
Esta associação defende ainda que este ano, a título expecional, os manuais gratuitos devem ficar com os alunos e que a aposta deve ser nos manuais digitais.
Nesta comissão foram ouvidas ainda outras entidades do setor, num requerimento feito pelo PSD. O presidente do Conselho das Escolas, órgão consultivo do Ministério da Educação sublinhou o facto da falta de equidade no ensino que no seu entender está a agravar ainda mais as desigualdades entre os alunos.
José Eduardo Lemos criticou ainda o Ministério da Educação que não definiu a carga horária para todas as disciplinas neste regresso ás aulas presenciais para os alunos do 11º e 12º anos, levando a que “no final do ano letivo haja alunos que têm o dobro das aulas em relação a outros colegas”.
Quanto ao futuro o presidente do Conselho de Escolas diz que o ano lectivo não deve começar logo em setembro, mas mais tarde e o Governo tem de definir regras concretas nomeadamente a dimensão das turmas para os professores começarem a organizar o próximo ano letivo.
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Mai 23 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/manualvol3ensino.pdf”]
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Mai 22 2020
Foram colocados 78 contratados na reserva de recrutamento 31, distribuídos de acordo com a seguinte tabela:

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Mai 22 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/Reabertura-pre-escolar.pdf”]
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Mai 22 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/IC-EX-22maio2020.pdf”]
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Mai 22 2020
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 31.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 25 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 26 de maio de 2020 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Mai 22 2020
Ministério informa que os alunos que não vão às aulas presenciais por opção dos pais são avaliados com os elementos existentes antes de 18 de Maio, quando as escolas reabriram. Professores defendem que avaliação final deverá ter na base as classificações obtidas no 2.º período, antes da covid-19.
Os alunos do 11.º e 12.º que não estão a ir às aulas podem dar como concluídas as disciplinas que desde esta segunda-feira passaram a ser ministradas em regime presencial, que são as que têm oferta de exames nacionais. Foi a informação que o Ministério da Educação fez seguir para as escolas…
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Mai 22 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/importancia_da_avaliacao_pedagogica_em_ensino_a_distancia_ed.pdf”]
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Mai 22 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/orientacoes_gerais-covid-19.pdf”]
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Mai 22 2020
Professores terão de ser ouvidos pelas escolas na marcação de férias
O Parlamento aprovou nesta quinta-feira alterações ao decreto-lei do Governo de Abril sobre as medidas excepcionais para a educação onde passa a constar que os professores terão que ser consultados pela direcção da escola para o ajustamento das férias ao calendário escolar, de forma a garantir as “necessidades decorrente do calendário de provas e exames”.
…
“A marcação de férias (…) é ajustada pela direcção da escola, ouvidos os docentes, ao calendário escolar garantindo as necessidades decorrente do calendário de provas e exames”, lê-se no novo texto, que acrescenta que isso “não prejudica o direito ao gozo de férias por parte dos docentes”.
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