2.331 Docentes em Condições de Entrar na Norma Travão 2021

Até ao momento consigo identificar 2.331 docentes que reúnem as condições para vincular na norma travão em 2021. (3 contratos anuais e completos seguidos).

Amanhã depois de apurar melhor os resultados apresento os dados completos por grupo de recrutamento e QZP.

Volto a recordar que estes números são sempre abaixo da realidade e que ainda faltam as colocações da RR1 e RR2 que vão fazer aumentar estes números.

 

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Comunicado – 28500 professores colocados na primeira quinzena de agosto

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/20200814meduprofessoresConcurso2020.pdf”]

 

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7.355 Docentes Contratados na Contratação Inicial

Foram 7.355 docentes contratados pela Contratação Inicial que acresce ao número de 3.687 docentes que renovaram contrato.

No total foram hoje colocados 11.042 docentes contratados.

Os grupos com mais colocações são:

Grupo 110 – 1.º Ciclo do Ensino Básico (579)

Grupo 300 – Português (516)

Grupo 500 – Matemática (502)

Grupo 620 – Educação Física (502)

Tal como no número de renovações o grupo 620 – Educação Física coloca-se em destaque no número de colocações para 2020/2021.

Mais de metade dos horários para contratados foram em horário completo (3932 em 7355). Acresce ainda também que as renovações são todas em horário completo, pelo que 7.619 docentes contratados já ficaram colocados para 2020/2021 com horário anual e completo.

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Amanhã Apresentaremos a Primeira de Três Listas para a Norma Travão de 2021

Com a publicação das listas de colocações de hoje já consigo ter a noção dos docentes com três contratos completos e anuais que entrarão nas listas para a norma travão de 2021.

Amanhã será apresentada a primeira das 3 listas que iremos divulgar.

A segunda lista será após a publicação da RR1 e a terceira e última com as listas da RR2.

Estas listas nunca serão completas porque quem fica em contratos temporários equiparados a anuais nunca são do meu conhecimento, mas sim apenas das escolas e dos docentes que obtêm essas colocações.

Após publicação deste artigo tive alguns debates com outros colegas da blogosfera e das redes sociais dizendo que tal não era possível. De facto é possível e aconteceu. E isto prova mais uma vez que a qualidade da informação aqui transmitida no blog é real e fidedigna.

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3.687 Renovações para 2020/2021

Na lista das renovações de contrato para 2020/2021 existem 3.687 docentes.

Curioso o número de docentes do grupo 620 – Educação Física (370) com renovação para o próximo ano, pois é o segundo grupo de recrutamento com mais renovações, logo a seguir ao grupo 110 – 1.º Ciclo do Ensino Básico (382) e bastante à frente do grupo 910 – Educação Especial (263).

O Quadro por grupo de recrutamento é o que consta a seguir.

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Lista de Renovações

Todas as contas serão feitas nos próximos dias.
A lista de renovações está num documento com 100 páginas, pelo que o número de renovações deve rondar as 4 mil renovações, mais coisa, menos coisa.

 

 

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Listas definitivas de mobilidade interna

Listas definitivas de mobilidade interna

 

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de ordenação, colocação, não colocação, exclusão e retirados da mobilidade interna.

Consulte a nota informativa.

 

Listas
Nota informativa

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Listas definitivas de contratação inicial

Listas definitivas de contratação inicial

 

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de ordenação, colocação, não colocação, desistências, retirados e renovações da contratação inicial.

Consulte a nota informativa.

 

Listas
Nota informativa

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A saga da máscara em sala de aula durante 2020/21

 

 

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O Plano Curricular do AECM está pronto e adaptado às medidas COVID 19

Na perspetiva de inspirar confiança nas medidas que vão ser aplicadas nas escolas no próximo ano letivo, as escolas deviam, a esta altura, dar conhecimento aos profissionais, alunos, país e encarregados de educação e restante comunidade educativa, o funcionamento dos estabelecimentos de ensino em 2020/21.

Todos sabemos que cada escola tem as suas especificidades ao nível arquitetónico, social, pedagógico… e que os planos têm de ser elaborados tendo em conta todos esses fatores, mas a esta altura já deviam estar disponíveis para consulta.

Plano Curricular do AECM Para 2020/2021

O Agrupamento de Escolas Cego do Maio elaborou o seu Plano Curricular para 2020/2021 em reunião do Conselho Pedagógico de 22/07/2020 que foi aprovado pelo Conselho Geral no dia 23/07/2020.

Este Plano Curricular foi elaborado tendo em conta a situação excecional que as escolas tem de preparar o ano letivo 2020/2021 e não representa o princípio que ao longo destes anos tem sido a organização do ano letivo do nosso agrupamento.

As condições de segurança e de distanciamento social obriga-nos a algumas opções que mudam a nossa organização do ano letivo para 2020/2021, que esperamos vir a ser repostas no ano letivo 2021/2022.

O horário de entrada desfasado no 1.º ciclo, com intervalos e períodos de almoço desfasados, assim como a permanência dos alunos dos 2.º e 3.º ciclos num sistema por turnos (mantendo-se ainda assim o funcionamento em turno contrário de algumas disciplinas com salas específicas) foram as soluções encontradas para acautelar o distanciamento entre grupos de alunos que nos é exigido para 2020/2021.

O distanciamento de 1 metro entre alunos em sala de aula está já garantido e as salas já se encontram preparadas para receber o ano letivo 2020/2021 nestas condições.

 

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As famílias espanholas organizam-se para não deixarem os seus filhos regressarem à escola em setembro…

A falta de segurança face ao momento que vivemos é a grande questão. Nascem movimentos de encarregados de educação por todo o país,, que exigem que o governo implemente medidas que assegurem a segurança face à ameaça do contágio, caso contrário boicotarão o início do próximo ano letivo, não deixando os seus educandos regressarem às salas de aula.

Os pais e encarregados de educação necessitam de sentir confiança nas escolas e de ser informados sobre as medidas, que as mesmas, estão a preparar para tentar conter o contágio. Não só em Espanha, mas em Portugal também…

Crecen las familias que no llevarán a sus niños al cole por «falta de seguridad», según ‘Escuelas de calor’

La plataforma ‘Escuelas de Calor’ ha avisado de que cada vez son más las familias que no quieren incorporar a sus hijos al curso escolar 2020-21 por falta de seguridad ante la pandemia de coronavirus. Esta organización apunta la falta de recursos de la Consejería de Educación, por lo que consideran que «la vuelta al colegio es un riesgo para la salud» de los niños.

‘Escuelas de Calor’ asegura que recibe cada vez más apoyo en su llamamiento «a vaciar las aulas, como lo evidencian sus redes sociales y el contacto de mantiene con AMPA y familias de otras provincias».

Ha explicado que ha nacido en Málaga un colectivo de familias de la educación pública, que ha seguido la línea de la plataforma sevillana, bajo el nombre ‘AMPA En Pie’, que «surge por la necesidad de las familias de organizarse y luchar por un objetivo común como es exigir a la Consejería que planifique la vuelta al colegio en septiembre con seguridad».

En Cádiz, señala ‘Escuelas de calor’ que «empieza a haber movimientos de familias en este mismo sentido», mientras en Córdoba la plataforma ‘Niñ@s del Sur’ comparte «la misma idiosincrasia de empoderamiento de familias al margen de estructuras como las federaciones provinciales de AMPA, que bajo el marco de la Confederación andaluza tienen siempre posturas menos contundentes de movilización aunque puedan coincidir en las reivindicaciones, como en este caso».

‘Escuelas de calor’ incide en que también ha recibido mensajes de familias de Almería y de Huelva, y que “por mucho que la Consejería anuncie millones, contratación de docentes, geles, mascarillas y que los centros estarán limpios, la realidad es que nadie con sentido común y conocimiento de un centro educativo por dentro cree en la eficacia de las escasas medidas anunciadas, que por otra parte no son más que promesas para septiembre”.

Así las cosas, acusa a la Consejería de Javier Imbroda de «seguir aferrada a titulares para convencer a la sociedad y la comunidad educativa andaluza de que ha trabajado y que lo ha hecho bien, cuando lo que ha hecho es perder el tiempo y generar el mayor consenso frente a ella de la historia de la defensa de la educación pública andaluza».

«Si no hay cambios en los planes de la Consejería, las familias andaluzas nos veremos obligadas a elegir salud a costa de la educación», advierten desde ‘Escuelas de calor’, que asegura que no incorporarán a sus hijos los centros educativos, «no somos absentistas, queremos presencialidad, pero con unas garantías de seguridad que la Consejería no nos ofrece».

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Contratos de pessoal não docente podem ser prolongados até final do ano letivo 2020/21

 

 Foi aprovado em Conselho de Ministros, na generalidade, o decreto-lei que estabelece a possibilidade de prorrogação dos contratos a termo resolutivo celebrados com pessoal não docente das escolas da rede pública do Ministério da Educação, no âmbito da pandemia da Covid-19.
A par de outras medidas de reforço de pessoal não docente já adotadas pelo Governo, e de modo a garantir que as atividades presenciais decorrem com a maior normalidade possível, vem estabelecer-se a possibilidade de prorrogação dos contratos a termo resolutivo certo do pessoal não docente até ao termo do ano letivo escolar 2020/2021.

 

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156 Docentes Aposentados em Setembro de 2020

Foram aposentados 156 docentes, ao mês de Setembro de 2020, da rede pública do ME através da CGA.

O total acumulado de 2020 chega agora aos 1113 docentes aposentados e já está muito próximo das 1358 aposentações previstas para 2020.

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O Cativador atacou as progressão de junho novamente

 

Não vai ser este mês que, quem subiu de escalão a 1 de junho, verá o novo índice no recibo de vencimento, nem na conta.

Mais uma vez e devido a constrangimentos “cativantes”, vemos as subidas de escalão serem adiadas ao nível dos vencimentos. É claro que receberemos os retroativos, mas esta situação demonstra bem a situação de caos em que se encontra o sistema.

Não vale a pena descarregar a frustração nas secretarias das escolas, os seus funcionários não têm culpa do desgoverno central.

As secretarias têm prazo alargado até 31 de Agosto, para inserir na plataforma do sigrhe e posteriormente pouco provável em setembro… acredito que coloquem no IGEFE o cabimento.
Esta forma de controlo não tem sentido nenhum… este ano os AT’s tiveram meses com mais de 30 progressões… e muitas com retroativos desde 2018… e vários reposicionamentos com duas subidas… nem comento.
Não me admira nada que alguns AT’s andem a sofrer imenso na tentativa de controlar isto e muito mais! É uma vergonha!
Em setembro a requisição de fundos atrasa sempre, dado o imenso trabalho das movimentações de docentes e alunos. (Nem quero pensar se vier autorização nesse mês)  E têm ainda os reposicionamentos dos novos QZPs… enfim FORA TUDO O RESTO!!!
Devíamos “berrar” para que o controlo, fosse realizado unicamente na área reservada do SIGRHE, aberto/consulta ao pessoal docente e não docente (todos sofremos do mesmo). Não faz sentido nenhum não termos um historial, pelo menos daqui para a frente, porque para trás, muitos querem reclamar, o que não vale a pena! Apenas o conseguirão em tribunal, e caso tenham reclamado em devido tempo e não tenha sido deferido!
Ficou mais uma promessa pelo caminho… a modernização simplex das escolas tarda em chegar e cada vez mais está difícil gerir uma secretaria.
Esperemos por setembro… quem sabe.
“Balha-m’adeus…!”

 

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A Partir de Hoje São Entregues os Voucheurs dos Manuais para os Anos Iniciais de Ciclo

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A recuperação das aprendizagens e os exames do próximo ano…

A escrita é uma das prioridades que o ME salienta para a recuperação das aprendizagens em 2020/21, mas os exames também são referidos no documento divulgado no dia de ontem. Os exames manterão a forma dos de 2019/20 para mitigar os efeitos da pandemia.  O trabalho autónomo é outra das prioridades a desenvolver, uma vez que tem de se manter assegurada a transição do ensino presencial para o E@D a qualquer momento.

Saber escrever é uma das prioridades para a recuperação das aprendizagens dos alunos

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Contratação de docentes para a Casa Pia de Lisboa para o ano letivo 2020/2021

 

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Prorrogada a Transferência de Competências para Março de 2022

Decreto-Lei n.º 56/2020
de 12 de agosto

Sumário: Prorroga o prazo de transferência das competências para as autarquias locais e entidades intermunicipais nos domínios da educação e da saúde.

 

“2 — Sem prejuízo do número anterior, todas as competências previstas no presente decreto-lei consideram- se transferidas para as autarquias locais e entidades intermunicipais até 31 de março de 2022.
3 — Relativamente ao ano de 2021, os municípios e entidades intermunicipais que ainda não tenham aceitado as competências previstas no presente decreto -lei, e que não o pretendam fazer no ano de 2021, comunicam esse facto à Direção -Geral das Autarquias Locais, após prévia deliberação dos seus órgãos deliberativos, até 31 de dezembro de 2020.”

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Plano de regresso às aulas presenciais em Manaus Brasil

O regresso ocorre após a capital deste estado do Brasil sofrer, entre os meses de abril e maio, com colapsos no sistema de saúde e no sistema funerário por conta da pandemia. Desde junho, o estado tem apresentado queda nos números da Covid-19 e flexibilizando a quarentena, com reabertura do comércio e espaços de lazer.

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Reabertura das escolas na Tailândia = Alunos enjaulados?…

Nem comento que é para não… Prefiro, de longe, os helicópteros…

Remarkable images show children at a Thai nursery playing together while in their own social distanced pods.

The Wat Khlong Toey School in Bangkok, Thailand, reopened its doors to its 250 students at the beginning of July after the relaxation of Covid-19 lockdown measures.

Social distanced screens are in classrooms and lunch areas to protect the kids who wear face masks.

The kindergarten has also installed sinks, soap dispensers and hand sanitiser outside of each classroom.

 

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Orientações para a Recuperação e Consolidação das Aprendizagens

Orientações para a Recuperação e Consolidação das Aprendizagens

 

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Venha buscar o seu filho à escola, ele está com febre

 

 

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Os 20’s e 19’s nos exames

Exames nacionais. Notas 20 subiram mais de 26% e de 19 quase 50%

Subida de 26,46% no número de classificações máximas e quase de 50% nos dezanoves, diz o Público. Houve menos provas realizadas e muitas opcionais

As notas de excelência nos exames nacionais realizados este ano letivo quase duplicaram. A conclusão é do Público desta quarta-feira, que cita dados recentes do Júri Nacional de Exames: 3.477 alunos alcançaram nota 20, enquanto que 12.073 tiveram 19 valores – é um aumento em relação aos 2.557 e 5.929 casos registados no ano passado.

No total, nesta época de exames foram feitas 227.962 provas, menos 93.871 do que em 2019. A diminuição é explicada pelas medidas do Governo para reduzir o número de alunos nas escolas e assim reduzir o risco de contágio por covid-19, levando a que várias provas deixassem de ser obrigatórias.

Filipe Oliveira, presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, disse ao Público que “era fácil ter 19 ou 20 valores neste exame”, e que “a questão é saber se serão os alunos mais bem preparados que irão entrar nos cursos mais competitivos.” Em causa, eventuais injustiças entre alunos devido ao facto de muitas perguntas terem sido opcionais.

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Na Alemanha a reabertura das escolas não está correr muito bem

 

Alguns estabelecimentos de ensino encerraram durante dias. Outras suspenderam as aulas em alguns anos, ou impuseram quarentenas.

Reabertura de escolas na Alemanha marcada por vários casos de infecção

O ano escolar alemão está a recomeçar de modo faseado, como acontece todos os anos, mas, ao contrário do que é habitual, os estados federados que reabrem mais tarde estão a olhar com atenção para os que começam as aulas mais cedo — e para vários casos de escolas que tiveram de encerrar pouco depois de recomeçar.

O reinício das aulas acontece após um intenso debate sobre as regras a seguir por causa da pandemia da covid-19 e quando as autoridades de saúde estão preocupadas com o aumento do número de casos diários de infecção, com vários dias a exceder os mil novos casos diários (esta terça-feira o número foi de 966).

Na semana passada, Hamburgo e Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, ambos no Norte, foram os primeiros a recomeçar as aulas, que foram logo suspensas ao quarto dia num liceu na cidade de Ludwigslust, depois de uma professora ter tido um teste positivo — embora a professora não tivesse chegado a dar aulas, houve mais dois casos de professores infectados. Todos os alunos e funcionários estavam, entretanto, a ser testados. Em Rostock, depois de um aluno de uma escola básica ter tido um teste positivo, 67 colegas e professores foram postos em quarentena.

No estado de Schleswig-Holstein, que recomeçou esta segunda-feira as aulas, uma escola básica encerrou depois de uma professora ter recebido um teste positivo, mas reabria esta quarta-feira para todos os anos com a excepção de um. Uma segunda escola registou um caso ligado a esta, da irmã de um aluno infectado, e dois anos tiveram aulas suspensas.

Em Hamburgo foram detectadas esta semana infecções num liceu e numa escola básica, e ainda um potencial caso num segundo liceu, levando à suspensão das aulas para alguns anos.

 

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Estudo mundial sobre “Juventude e covid-19” impacto na Educação

 

“A pandemia está a causar vários choques nos jovens. Não só está a destruir os seus empregos e as suas perspetivas de emprego, mas também está a perturbar a educação e formação, e a ter um sério impacto no seu bem-estar mental. Não podemos deixar que isto aconteça”, referiu o diretor-geral da OIT, Guy Ryder.”

De acordo com este estudo “Youth and COVID-19: impacts on jobs, education, rights and mental well-being”, 65% dos jovens afirma ter aprendido menos desde o início da pandemia devido à transição da sala de aula para as aulas online durante o confinamento. Apesar dos esforços para continuar a estudar, metade destes jovens acredita que os seus estudos irão ficar atrasados e 9% pensa que podem vir a reprovar, como consequência destas dificuldades.

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Escócia reabre escolas e 700 mil alunos voltam com sentimento de comemoração

“Há um sentimento de comemoração”. 700 mil alunos escoceses voltaram às aulas num ambiente pouco comum

Bem a norte da Europa, a Escócia abriu esta terça-feira a maioria das suas escolas e cerca de 700 mil crianças escocesas voltaram a um espaço onde já não iam há melo menos meio ano. Ministros e líderes de conselho escoceses decidiram reabrir as 2.500 escolas do país por fases. Em algumas áreas, os mais novos voltarão primeiro. Em outras, as escolas usarão o alfabeto para separar as crianças pelo sobrenome, com metade dos alunos a irem à escola num dia e a outra metade no outro, alternadamente. Algumas escolas alteraram o início das aulas, mas a 18 de agosto todas as escolas da Escócia estarão de volta em tempo integral.

Os sindicatos dos professores e grupos de pais são unânimes em considerar que o retorno à escola em tempo integral após cinco meses de isolamento é essencial para a educação, o bem-estar e a saúde mental das crianças.

Há temores de que o vírus se possa espalhar se as regras de distanciamento físico não forem seguidas e se os planos para testes de vigilância não forem suficientes. Principalmente, o que está em causa é perceber-se se a decisão do governo escocês de abandonar os seus planos iniciais de usar aprendizagem combinada (uma mistura de ensino presencial e ensino online) a favor de um regresso completo à escola foi ou não correta.

Ler mais AQUI

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FNE diz ser injusto mudar regras do concurso de mobilidade interna

 

 

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Estava à Procura de Diferenças e Nada Encontrei (ATUALIZADO)

Entre o diploma de 1 de Maio

E as alterações de 11 de agosto.

 

Num dos comentários neste artigo percebi que a mudança publicada hoje em Diário da República foi sobre a Declaração de Retificação n.º 18-C/2020, de 5 de maio de 2020, sobre o diploma de 1 de Maio.

Acreditem que não é muito fácil acompanhar estas alterações legislativas todas.

 

 

 

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Hipertensos e diabéticos voltam a ser considerados de risco

 

Artigo 25.º -A[…]1 — Os imunodeprimidos e os portadores de doença crónica que, de acordo com as orientações da autoridade de saúde, devam ser considerados de risco, designadamente os hipertensos, os diabéticos, os doentes cardiovasculares, os portadores de doença respiratória crónica, os doentes oncológicos e os portadores de insuficiência renal, podem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, desde que não possam desempenhar a sua atividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação de atividade.

Lei n.º 31/2020 – Diário da República n.º 155/2020, Série I de 2020-08-11
Assembleia da República
Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 20/2020, de 1 de maio, que altera as medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença COVID-19

 

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Desabafo de uma professora sobre a desunião docente

 

Quase 50 anos de existência.
28 de serviço.
Felizmente pertencente a um QA.
E acabo de escrever a palavra Felizmente e sinto-me revoltada e com náuseas.
Mas que classe esta a minha…
Como posso eu escrever Felizmente, sabendo que tantos colegas meus, que trabalham tanto ou muito mais do que eu, alguns com mais idade e mais tempo de serviço, não pertencem a nada? Não têm vínculo nenhum?
Sendo filha de pais Professores, em miúda  ficava a pensar porque diziam eles “que a classe dos Professores era muito desunida”.
Pois… agora entendo.
Para alguns colegas, que já pertencem a um QA, o virar costas e encolher de ombros é a forma mais fácil e cómoda de lidar com tudo o que se passa.
A única preocupação é ir vendendo umas aulitas, assim, sem grandes preparações e preocupações, fazer as ações exigidas e ir passando de escalão.
O resto? Têm mais que fazer. O deles já está garantido.
Os outros que se desenrasquem.
Manifestações? Greves? Assinar petições?
Para quê? O que é que eu ganho com isso?
Pois… assim fica difícil conseguir seja o que for.
Afinal somos todos Professores ou não? Estamos no mesmo barco, ou não?
Não trabalhamos todos para o mesmo?
O que muda são as condições em que o fazemos.
Porque é que os Professores que não são QA não podem ter certos direitos iguais?
Trabalham igual, ou mais. Estão longe de casa. Da família.  Recebem menos porque muitas das vezes nem o horário completo têm. Não lhes é permitido faltar, porque são dias a menos no tempo de serviço. Pagam casa, quatro, luz, água, gás, alimentação, deslocações. São avaliados todos os anos.  E todos os anos vivem a angústia da(s) incerteza(s).
E resistem… ano após ano.
Isto é justo?
Para quem?
Justo para mim era fazer-se e avaliar-se a qualidade e profissionalismo dos Professores.
Trabalhas bem? Tens empatia com os teus alunos? Os teus alunos gostam das tuas aulas e de aprender nelas?
Ótimo. És Professor.
Andas apenas a passear a pasta, com ar de enfado, como que por obrigação, vendes aulas e de má vontade, refilas por tudo e por nada e fazes cara feia quando sai mais uma ordem de serviço? Viras a cara quando a luta é dos outros, quando afinal os outros também és tu?
Lamento. Estás no lugar errado. Procura outra atividade.
Voltando ao início e para terminar, não posso dizer Felizmente, sem sentir um nó no estômago e um aperto no peito.
Porque como sou teimosa e ainda acredito no Pai Natal, assino petições e sou pela causa de todos.
Não sou só por mim.
Maria José Marques

 

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Inquérito aos Professores de QZP

Há colegas que já estão a preparar a luta em relação aos últimos desenvolvimentos sobre os concursos docentes. Pedem que os professores QZP preencham este inquérito para reunirem dados.

Clicar na imagem

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Claro que o custo dos transportes escolares vai aumentar…

… Mas antes nos transportes do que nos negócios ruinosos dos bancos…

 

Levar alunos à escola custa oito vezes mais fora de Lisboa e Porto

As câmaras da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Tâmega gastam oito vezes mais do que os municípios de Lisboa e Porto para garantir que as suas crianças residentes consigam ir à escola: 180 euros contra 20 euros, em média. As contas são feitas pelo Jornal de Notícias esta terça-feira, que alerta que os municípios do norte do país gastam bem mais do que os do sul em transporte escolar.

No novo ano letivo este fosso poderá piorar, se as rotas tiveram de ser mais frequentes e extensas.

Segundo dados da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), em 2017 e 2018, os municípios de todo o país gastaram um total de 183 milhões de euros para levar alunos à escola. Desta quantia, 69,1% destinou-se aos passes de transporte e circuitos especiais.

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Norma ECDC para rastreamento e testes COVID 19 nas escolas

′′ Todos os alunos e funcionários que mostram sintomas compatíveis com o COVID-19 devem ser testados para a SARS-CoV-2 de acordo com a estratégia de teste do ECDC [6] e a atual orientação de teste laboratorial [9]. O Os sintomas incluem infeção aguda do trato respiratório (início súbita de pelo menos um dos seguintes aspetos: tosse, febre, falta de ar) ou início súbita de anosmia, idade ou disgeusia. O rastreio de contacto deve ser iniciado rapidamente após a identificação de um caso confirmado e deve incluir contactos na escola (estudantes, professores e outros funcionários), famílias e outras configurações, conforme relevante, de acordo com o ECDC ou orientação nacional [10]. Assintomático Pessoas identificadas como exposição de alto risco (próximos) contactos de casos (quadro 1) durante o rastreio de contacto podem ser consideradas para testes SARS-CoV-2 Isto permite um isolamento imediato de novos potenciais casos e rastreamento de contacto precoce dos contactos destes novos casos. Se a capacidade de teste for limitada, os seguintes grupos devem ser priorizados para testes:: estudantes sintomáticos e funcionários que corram alto risco de desenvolver doenças graves devido à idade ou condições pré-existentes (por exemplo, como doença pulmonar, cancro, insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular, doença renal, doença hepática, hipertensão, diabetes e condições imunocomprometizantes) [9];]; Estudantes sintomáticos e funcionários em contacto regular com pessoas que correm alto risco de desenvolver doenças graves devido à idade, viver em instalações de cuidados de longo prazo ou ter as condições preexistentes acima mencionadas.”

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Nas escolas, tremer-se-á de frio este outono/inverno

 

O novo ano letivo está à porta e as preocupações dos pais quando se vive uma pandemia aumentam. Mas não é só o distanciamento e o uso de máscaras que pode ajudar a travar a propagação da covid-19. Há outras questões, como a ventilação e a qualidade do ar dentro da sala, que são importantes, refere Manuel Gameiro da Silva, professor catedrático da Universidade de Coimbra e especialista em qualidade ambiental nos edifícios.

“Se tiver boa qualidade do ar estou a diluir o vírus na sala de aula”

Como se pode manter a qualidade do ar dentro da sala de aula e diminuir o risco de contrair covid-19? Um especialista alemão defendeu aulas mais curtas para se poder renovar o ar…
É difícil atirar com uma regra geral quando temos realidades tão diversas com estabelecimentos de ensino com idades tão diferentes, uns com 200/300 anos, uns extremamente recentes, projetados, construídos e aprovados com legislações completamente díspares. Aquilo que podemos ter nesses edifícios é completamente diferente. Já cometemos o mesmo erro em relação aos transportes, tratámos tudo de forma igual quando não são de maneira nenhuma iguais. Temos de saber com o que estamos a lidar e isso significa fazer avaliações e isso faz-se usando métodos científicos, não é só por umas entidades dizerem que achavam que não estava bem. Isto não é uma coisa para se achar, é uma coisa para se analisar. O problema da gestão destes assuntos é que tem sido feita com muito pouca engenharia.

E como é que a engenharia pode entrar para ajudar a minimizar o risco?
Um dos pioneiros da qualidade do ar, um cientista alemão, dizia que o que importa é a dose. E a dose é o produto do tempo de exposição pela concentração média. Se eu tiver metade do tempo, posso ter a mesma dose, se a concentração for o dobro. Seja para contrair uma infeção seja para ficar intoxicado por um poluente químico, o que importa é a dose a que a pessoa está sujeita e, portanto, o que estava a fazer o professor de Berlim quando dizia que as aulas deviam ser de meia hora era tentar reduzir a dose. Mas, além de reduzir a dose, devemos reduzir a concentração.

E como?
A ventilar.

Como, quando a maior parte dos edifícios não têm sistemas para isso?
Pode fazer-se com alguma ventilação natural, mas também ainda há tempo de começar a pensar em instalar alguns sistemas de ventilação. Só consigo ventilar quando faço admissão de ar novo. O que estou a tentar fazer é diminuir a concentração do vírus num volume maior de ar. Imaginemos que tenho um bocadinho de vinho no fundo de um copo, se encher o copo todo de água aquele líquido vai diminuir.

O que é que tem mesmo de ser feito?
Não há uma solução única, tudo depende do que temos em cada tipo de edifício. Aliás, neste momento a pergunta mais importante, que não temos ainda respondida, é qual é o limiar de infecciosidade. Isto é, a que dose é que uma pessoa saudável tem de ser sujeita para ficar infetada? Porque será em função disso que devemos fazer o dimensionamento dos sistemas. Imaginemos que tenho uma sala de aula e nessa sala há uma pessoa infetada a libertar uma quantidade de vírus para o ambiente. As pessoas que lá estão ficarem ou não infetadas depende sempre de uma batalha entre os assaltantes que são o vírus e o sistema imunitário, que são os defensores…

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“A última coisa que queremos é fechar as escolas”

 

Quem o disse foi o Boris, mas podia ter sido o Costa, um qualquer outro “politico”, economista, gestor, advogado, funcionário de escritório, artista ou pensionista. Todos sabem que a nossa sociedade está contruída em cima de pilares que não o permitirão novamente.

A nossa organização como sociedade está de tal forma interligada que o encerramento de um sector afeta todos os outros. A educação, como base dessa mesma sociedade, nunca poderá “encerrar”, a instituição responsável pela mesma é indispensável para o funcionamento do todo de forma a que a sobrevivência desse seja garantida.

A experiência do último período do ano letivo que terminou, não se voltará a repetir. A não ser que a sociedade se venha a encontrar num ponto de tal maneira crítico, à beira do abismo, que a única solução seja enfrentar uma mudança drástica na forma como sobrevive.

Quem ainda pensa que o ano letivo passado foi o pior da sua vida, desengane-se. O pior ano letivo da sua vida ainda não teve início, iniciar-se-á em setembro. A adaptação que tem vido ser feita à forma de agir perante a pandemia enquanto as escolas estiveram e estão encerradas, será um bom preludio do que se vai viver no próximo ano letivo. A educação escolar não se desenvolverá num ambiente de “normalidade”, se a educação e o civismo de cada um, como indivíduo, não se harmonizar enquanto membro da sociedade.

As escolas estão-se a organizar dentro das suas muitas limitações, mas se a colaboração entre os membros da comunidade educativa persistir nas lacunas do passado recente, pode ser que escolas fechem e que a sociedade se veja obrigada à mudança que todos parecem não desejar.

As escolas não fecharão, se todos nós as quisermos abertas. Não sei se irá pelo caminho certo, só sei que não poderá ir pelo mesmo de até aqui.

 

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Blended Learning in School Education – Guidelines for the Start of the Academy Year 2020/2021

 

Blended learning in school education: guidelines for the start of the academic year 2020/21

 

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Posição da Fenprof Sobre o Anunciado Pelo ME Sobre a Mobilidade Interna

FENPROF reitera: colocação em concurso de mobilidade interna deve ser feita em horários letivos completos e incompletos

 

O Ministério da Educação (ME) enviou uma nota à comunicação social na qual informa que a partir do ano letivo de 2021/22, a colocação de professores dos quadros, em resultado do concurso de mobilidade interna, se fará apenas em horários completos. Baseia essa informação em acórdão do TCA do Sul, de abril de 2020.  Segundo a nota do ME, a decisão do TCA do Sul não se baseia na ilegalidade da colocação de professores dos quadros (Escola/Agrupamento e de Zona Pedagógica) em horários letivos incompletos, por via do concursos de mobilidade interna (vulgo, aproximação à residência),  mas sim em critérios de ordem economicista. Na informação enviada à imprensa, o ME explicita que da leitura do acórdão do TCA “resulta clara a necessidade de adotar uma solução que melhor sirva o sistema educativo, assente numa adequada gestão de recursos humanos docentes e na utilização de dinheiros públicos”.

Perante isto, a FENPROF reitera a sua posição, reforçada que foi pela decisão da Assembleia da República, promulgada pelo Presidente da República, de garantir a justa possibilidade de os docentes dos quadros serem colocados em horários letivos incompletos, mantendo, contudo, como determina a norma geral para toda a administração pública, o horário semanal de 35 horas.

Por outro lado, a FENPROF considera que o procedimento de preenchimento de horários deve respeitar o que está legalmente estabelecido no DL 132/2012, bem como na redação do DL 28/2017, designadamente nos artigos 25.º a 27.º, nos quais se clarifica que na satisfação de necessidades temporárias (art 25.º) os docentes são ordenados de acordo com a sua graduação profissional em prioridades, sendo uma das prioridades a correspondente aos “Docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou de escolas não agrupadas que pretendam exercer transitoriamente funções docentes noutro agrupamento de escolas ou em escola não agrupada” (art.º 26.º). Refere ainda o atual quadro legal (art.º 27.º) que “O preenchimento dos horários é realizado através de uma colocação nacional, efetuada pela Direção-Geral da Administração Escolar pelos docentes referidos nas alíneas do artigo anterior, seguindo a ordem nele indicada). Ao não explicar se essa colocação se faz em horário letivo completo ou incompleto, o legislador decidiu, e bem, não fazer distinção.

Também a Assembleia da República, através da Lei n.º 17/2018, de 19 de abril, estabeleceu no seu Artigo 5.º (Concurso interno antecipado) que “No âmbito do concurso de mobilidade interna são considerados todos os horários completos e incompletos, recolhidos pela DGAE, mediante proposta do órgão de direção do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada.”

Perante esta situação, a FENPROF considera que esta não é matéria encerrada, pois a decisão tomada pelo ME viola o quadro legal em vigor e que a decisão da Assembleia da República se aplica ao regime, em geral, e não apenas àquele concurso em particular (2017/18). Nas primeiras reuniões dos seus órgãos (Secretariado Nacional e Conselho Nacional) nos dias 2, 3 e 4 de setembro, a FENPROF analisará esta matéria e tomará decisões quanto às medidas a tomar. A FENPROF aguarda, também, a reação dos grupos parlamentares em relação a esta decisão do governo/ME.

Lembra-se ainda que a decisão tomada pela Assembleia da República aconteceu depois de não ter sido possível chegar a acordo com o Ministério da Educação em tribunal, na audiência realizada com a presença das partes, e depois de não haver qualquer abertura da parte do ME para negociar uma solução política. A decisão tomada foi, pois, a de, como referia nota da FENPROF de 8 de abril de 2018, “repor o concurso na sua forma original, isto é, em ano de concurso interno, a mobilidade interna é universal e as colocações devem fazer-se em horários completos e incompletos, em função da graduação profissional dos candidatos”.

O Secretariado Nacional

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Recuperação do Tempo de Serviço (2 anos,9 meses,18 dias) 2.ª NOTA INFORMATIVA

 

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% de docentes do sexo feminino pelas diferentes regiões do continente (entre 2009 e 2019)

O vídeo seguinte apresenta a % de professoras nas diferentes regiões do país, segundo dados da PORDATA.

O canal Matemática-ON apresenta diversas playlists:

  • dados estatísticos relacionados com Educação e Concurso de Professores;
  • ferramentas úteis para todos os professores;
  • conteúdos de matemática do 2º Ciclo;
  • desafios matemáticos.

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A Análise dos Docentes Colocados em MI em 2018/2019 dentro e fora do seu QZP em horários incompletos

Quando se começam a elaborar estes quadro dá para perceber que o anúncio feito recentemente que os docentes colocados em Mobilidade Interna apenas em horários completos é um quase não assunto, isto porque a larga maioria dos docentes colocados nestes horários ficam colocados no seu QZP de provimento. E não imagino que não se atribua um horário incompleto a um docente QZP dentro do seu QZP para entregar esse horário incompleto a um docente contratado.

Para se ter uma melhor perceção do que escrevi em cima deixo a lista dos docentes QZP colocados em horário incompleto na Mobilidade Interna de 2018/2019 de acordo com o seu QZP de provimento.

Dos 2.636 docentes QZP colocados em horário incompleto apenas 950 foram colocados fora do seu QZP de provimento. A análise global por QZP pode ser vista aqui.

É no QZP 7 que mais docentes desse quadro são colocados em outros QZP (305) e é o QZP 1 que mais docentes recebe de outros QZP (371). Tem de se analisar o quadro deste artigo para compreender estes números.


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