Neste artigo o Davide Martins contabilizou a existência de 1.824 horários incompletos atribuídos na Mobilidade Interna no ano de 2018/2019. Após alguns reparos à lista fui verificar os dados e de facto o número de horários atribuídos na Mobilidade Interna nesse ano em horários incompletos foi de 2.636 e não de 1.824.
O QZP com mais horários incompletos atribuídos nesse ano foi o QZP 1 com 1.014 colocados.
Percebe-se com estes números porque o ME insiste em atribuir apenas horário completo na Mobilidade Interna aos docentes QZP.
No entanto, muitos destes docentes QZP ficaram colocados em horários incompletos no seu QZP de provimento e é necessário também analisar esses dados para perceber se justifica-se a mudança que vai acontecer em 2021/2022 em não atribuir horários incompletos na Mobilidade Interna.

Por curiosidade em 2019/2020 foram colocados os seguintes docentes em horário incompleto na Mobilidade Interna.

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Este acórdão traz a inevitabilidade do futuro em qualquer luta docente, mas está tudo de férias com as costas ao Sol…
Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul – Processo: 2025/17.8BELSB
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Mais de 70 países já anunciaram os seus planos para a reabertura das escolas, depois de meses de encerramento e ensino à distância na medida do possível. E em todos eles o debate é o mesmo. É seguro? O que pode ser feito para minimizar os riscos? Há um conjunto de regras a aplicar e comportamentos a evitar que são neste momento consensuais e que se repetem de país para país. E há um princípio que todos querem seguir: o ensino deve voltar a ser presencial para todos e só perante a deterioração das condições sanitárias se deve passar a outros cenários que, como ficou demonstrado, prejudicam quem já tem mais dificuldades.
É com esta orientação que 150 mil estudantes da região de Meclemburgo-Pomerânia Ocidental, no nordeste da Alemanha, regressaram esta semana às aulas. São os primeiros na Europa a iniciar o ano letivo 2020/21, já sob as novas orientações. A região teve até agora poucos casos de covid e, para já, as regras permitem que os jovens não tenham de usar máscara nas aulas — apenas quando circulam nos corredores — nem cumprir um distanciamento físico mínimo. Mas estão separados por grupos, cada um com a sua área de recreio, cacifos e espaço de refeições, descreve o canal de notícias alemão DW.
Mas esquecem-se de mencionar isto:
Hundreds of students were sent home from school on Friday in Germany because of fresh coronavirus infections, mere days after they reopened.
The state of Mecklenburg-Western Pomerania became the first in Germany to reopen school full time when children returned to classes after the summer holiday at the beginning of this week. However, almost 1,000 students were sent home from a high school in Ludwigslust Friday morning after a teacher tested positive for COVID-19. Although the teacher had not yet given a class since the school students returned, all members of staff will now undergo testing.
Separately, an elementary school near Rostock also closed for two weeks beginning on Monday after one student tested positive. Because of the short notice in the closure, classes on Friday went ahead — but took place outside.
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Depois vêm os receios mais do que justificados…
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Há coisas que me deixam deveras dececionado. Os docentes são capazes de reclamar sobre as condições de trabalho, sobre as politicas e educação adotadas pelos governos, pela inércia das organizações, das soluções encontradas, da carreira, das cotas, dos concursos… Mas quando chega a hora de assinarem uma petição, não o fazem por preguiça de abrir um site, registar-se e apoiar um grupo de colegas, que tal como eles, estão a lutar por uma causa justa.
É assim que se vê a falta de solidariedade que os docentes têm uns com os outros. É com esta desunião e desinteresse que o governo conta para se manter no desmando e desgoverno de que tantos e tantos se queixam sentados nos seus sofás ou nas esplanadas a olhar para o smartphone.
Vamos contribuir para mais esta causa, vamos assinar a petição, vamos ser solidários com os colegas que se levantam e lutam pelo que acham justo.
https://participacao.parlamento.pt/initiatives/1440

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Ainda não percebi bem o que querem de mim…
Nasci porque a minha mamã queria ser Mãe e o meu papá queria ser Pai.
Mas não pensaram que eu queria ser filho deles a tempo inteiro.
E eles, afinal, não tinham tempo para mim.
Mas fizeram-me nascer na mesma.
Agora sou bebé, passo 8 ou 9 horas por dia na creche, até que a minha mãe (quase sempre) ou o meu pai, me venham buscar.
Chego a casa cansado, como, os meus pais cansados, olham para mim, dizem blá-blá-blá, eu rio-me, eles também e vou para cama.
Ando assim 5 ou 6 anos.
Depois entro na escola. Entro logo de manhã, às vezes debaixo de chuva, vento e muito frio e estou dentro da escola, 6 ou 7 horas, até que a minha mãe (quase sempre) me venha buscar.
Em casa, faço os TPC’s, com a ajuda possível dos meus pais, que estão cansados, frustrados, revoltados com o trabalho, que mal dá para vivermos com dignidade, até que chega a hora do jantar, feito pela minha mãe.
Depois olham para mim, com os olhos cansados, mas ainda com energia para dizerem blá-blá-blá. Eu ainda me rio, eles também, lavo os dentes e vou para a cama. Ando assim mais 4 anos.
Entro na escola secundária. Tenho muitos professores e muitas disciplinas. Fico lá 6 ou 7 horas, até tocar para a saída. Nos primeiros tempos ainda espero pelo meu pai (é ele que tem o carro) e vou para casa. Mas, alguns 3 ou 4 anos depois, já vou sozinho para casa.
Apanho os transportes públicos, cheios de adultos que até me pisam para entrarem primeiro que eu, mostro o “passe” e chego a casa. Cansado! Beijo o meu pai, também cansado, beijo a minha mãe na cozinha, também cansada, e tento fazer os TPC’s. Por vezes adormeço. Muitas vezes não consigo fazê-los.
E então já sei que os professores vão escrever um “recado” ao meu pai. E depois vou ser castigado. Mesmo que esteja cansado! No dia seguinte, o professor grita comigo e pergunta se os meus pais não têm tempo para me dar educação. Eu não respondo, mas apetece-me!
Alguns dos meus colegas, respondem!
E os professores dizem que não são educadores.
Que os educadores devem ser os pais.
Só que os professores estão comigo 7 horas por dia, se não faltarem às aulas. Os meus pais estão comigo, talvez, 2 ou 3 horas por dia, o resto é para comer e dormir. Fico a pensar, quem é que me pode educar?
Acho que os adultos estão loucos!
Vou começar a fazer birra! Talvez me olhem de outra maneira…Acho que vou começar a fumar nas traseiras da escola.
Está lá a malta da turma. Eles até não se importam de “partilhar aqueles cigarros que eles próprios fazem”. Eles dizem que aquilo é um paraíso. Talvez experimente.
Os professores não vão dizer nada porque não são meus educadores. Os meus pais não vão dizer nada porque na escola ninguém tem obrigação de me vigiar e em casa os meus pais estão cansados e só estão comigo (acordados) 2 ou 3 horas.
Os adultos dizem que eu sou mal-educado mas não é verdade, eu não tenho educação nenhuma mesmo.
Porquê?
Porque os adultos não têm tempo!
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Anda tudo muito calado. Os pais andam preocupados, mas não reivindicam, deixam falar quem não os representa. Os sindicatos fogem de um lado para o outro a tentar mostrar serviços, mas sem, realmente, fazer alguma coisa. O ME descalços a bota e os outros que façam.
Que tal lançar para o terreno equipas para verificar a implementação de regras. Não era boa ideia?
Do sabão à disposição das mesas, vistorias passam escolas a pente fino para garantir segurança no regresso às aulas em setembro. Falta de espaço é uma das maiores dificuldades
A visita começa no átrio da escola, mas para trás já ficou um problema — só há um portão de acesso que pode ser utilizado pelos alunos, o que impede a criação de circuitos diferentes de entrada e saída. E logo ali à frente há outro constrangimento. “Só temos estas escadas para o acesso às salas 1 a 4”, vai descrevendo a diretora do Agrupamento de Escolas Luís de Camões, em Lisboa. “Vamos pôr umas marcas no chão e tentar que subam pela direita e desçam pela esquerda”, continua Rosa Ralo.
À sua frente dois técnicos de saúde ambiental do Agrupamento de Centros de Saúde de Lisboa Central, elementos da Câmara e outro dos serviços municipais da Proteção Civil tiram notas, acrescentam perguntas, identificam pontos críticos e pensam soluções.
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Anda tudo às voltas com o “mistério” da mortalidade excessiva de Julho. Não há mistério, há vergonha, há embaraço: o #ficaremcasa, alimentado sobretudo pelo fecho das escolas, tem muito mais sangue nas mãos do que o vírus.
O conhecimento epidemiológico registado em papers e relatórios pré e pós-covid é claro. Está lá, leiam: fechar escolas não é solução. Está escrito, é científico, tem décadas de consenso, tal como o consenso sobre o aquecimento global. Mas este dado foi engolido pelo medo e pela incapacidade dos governos para resistirem ao medo da “geração mais informada de sempre”. O conhecimento científico só interessa se confirmar medos e preconceitos da “geração mais bem preparada de sempre”.
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Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura… Lá vamos nós outra vez…
Concursos de mobilidade interna dos professores vão ter disponíveis apenas os horários completos a partir do próximo ano lectivo. No concurso deste ano, que já está em curso, não haverá mexidas.
Os concursos de mobilidade interna dos professores vão ter disponíveis apenas os horários completos a partir do ano lectivo 2021/22, antecipa o Ministério da Educação (ME) depois de uma decisão judicial que lhe terá dado razão na forma como foi organizado este procedimento no ano lectivo 2017/18. Na altura, centenas de professores foram colocados longe das suas áreas de residências, o que motivou protestos dos sindicatos e recursos aos tribunais. No concurso para o ano lectivo que começa em Setembro, que já está em curso, não haverá mexidas.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/20200807medumobilidade.pdf”]
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Alunos de 11 anos podem ter só meio dia de aulas, obrigando pais a procurar soluções.
As escolas vão aumentar o horário de funcionamento a partir de setembro, abrindo mais cedo e fechando mais tarde, de modo a poder cumprir com as regras da Direção-Geral da Saúde relativas à Covid-19. Vários estabelecimentos já informaram a comunidade educativa do horário de funcionamento: há turmas que têm aulas apenas no período da manhã ou apenas no período da tarde.
O desfasamento de horários…
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O Blog DeAr Lindo é um blog sobre educação. Teve início em 2008, fundado pelo Professor Arlindo Ferreira, e tem vindo a crescer ao longo dos anos. Trata de assuntos generalistas tendo como tema principal a educação, sendo os concursos de docentes, organização escolar e legislação sobre a educação o seu forte. Informa, esclarece e presta apoio a docentes de todos os níveis de ensino. A equipa de docentes que dinamiza o Blog DeAr Lindo tem especificidades muito próprias dentro da classe para a sua manutenção e alargando os seus conteúdos, de acordo com os interesses dos seus leitores. Tem, também, parcerias estabelecidas com variadas instituições, blogues e pessoas para poder diversificar a informação prestada e apoio aos docentes e restante comunidade escolar portuguesa.
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O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, durante a sua audição perante a comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto, na Assembleia da República, em Lisboa, 30 de junho de 2020. ANTÓNIO COTRIM/LUSA
… porque a situação de pandemia pode agravar-se de um momento para o outro.
Espero que não e que todo o ensino seja presencial para todos os ciclos de ensino e em todo o ano letivo 2020/2021.
Jorge Ascenção, da Confap, defendeu esta quinta-feira, em declarações ao Porto Canal, “o ensino que esperam que seja presencial, pelo menos até ao 2º ciclo” e indica que para a Confap “as escolas devem fazer tudo para que o ensino possa ser até ao final do ano presencial”, para isso “a comunicação das autoridades de saúde tem de ser mais clara e inequívoca, porque o distanciamento nas condições e espaços que temos não é possível”. Confrontado com a possibilidade de serem estabelecidos turnos nos horários dos alunos, Jorge Ascenção esclarece que “turno da manhã e da tarde para o 1º ciclo não faz sentido”.
Jorge Ascenção deixa ainda o alerta de que relativamente às “crianças da educação especial nem pensar em colocá-las em casa”, uma vez que se está “a fazer mal a essas crianças” porque “precisam de estar com os terapeutas e “sem a escola, sem o convívio, sem o seu desenvolvimento em sociedade, o impacto que terá e está a ter, nas crianças mais pequenas, é um impacto que não sentimos, mas é um impacto emocional e psicológico muito grande e que só se vai sentir mais tarde”.
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O CINEMA SEM CONFLITOS estabeleceu parceria com o PRIMEIRO PLANO para trazer o FICASC (Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense) para a ilha de São Miguel nos Açores.
O FICASC promove através do cinema socioambiental uma reflexão na sociedade contemporânea sobre temas ambientais considerados de extrema necessidade e relevância. O festival não se limita meramente a exibir filmes, mas através deles promover uma ampla conversa nos mais variados Setores da sociedade, levando conhecimento e entretenimento à crianças, jovens e adultos.Para saber mais sobre este evento visite o website CINEMASEMCONFLITOS.

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, durante a sua audição perante a comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto, na Assembleia da República, em Lisboa, 30 de junho de 2020. ANTÓNIO COTRIM/LUSA
…se todas inserirem o projeto até dia 24/08/2020 numa aplicação que ainda não está aberta.

As escolas vão poder contratar mais de 800 novos técnicos especializados, um reforço de recursos humanos “englobado nas medidas excecionais de organização e funcionamento das escolas para o próximo ano letivo”, segundo a tutela.
“As escolas vão poder contratar mais de 800 novos técnicos especializados no âmbito do plano de desenvolvimento pessoal, social e comunitário, lançado recentemente, e tendo como finalidade o próximo ano letivo. As candidaturas já estão abertas para os agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas conceberem e apresentarem, na esfera da sua autonomia, planos de desenvolvimento pessoal, social e comunitário para a promoção do sucesso e inclusão educativos”, lê-se num comunicado divulgado, esta quinta-feira, pelo Ministério da Educação.
No final de junho, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, tinha anunciado no parlamento um investimento de 125 milhões de euros em recursos humanos nas escolas para facilitar o trabalho de recuperação letiva do último período escolar, fortemente afetado pela pandemia de covid-19, que colocou todos os alunos do país num modelo de ensino à distância, ao qual foram apontadas dificuldades e falhas, nomeadamente na garantia de igualdade nas condições de acesso.
“Estes psicólogos, educadores sociais, mediadores e outros técnicos de intervenção social vão ajudar à concretização de medidas centradas em dimensões essenciais para o sucesso e inclusão educativos, nomeadamente o aperfeiçoamento de competências sociais, emocionais e de desenvolvimento pessoal, o aprofundamento da relação entre escola e família e o envolvimento da comunidade na parceria para o sucesso”, refere o comunicado sobre os mais de 800 novos técnicos especializados.
Os 125 milhões de euros serão usados também na contratação de professores e funcionários, tendo o ministro precisado, em entrevista ao jornal Expresso, que no caso dos docentes o reforço nas contratações equivale a 2.500 professores em horário completo.
Os números foram criticados pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que considerou o reforço anunciado “manifestamente insuficiente”, traduzindo-se apenas em mais três professores por escola.
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Afetação (docentes dos quadros de zona pedagógica):
– Lista ordenada definitiva de candidatos admitidos
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Para os professores, a resposta do SE aos diretores foi clara, baixa médica. Quanto aos alunos, se não sabem perguntem, eu explico-lhes…
Docentes e directores queixam-se de falta de orientações da tutela.
O Ministério da Educação (ME) ainda não tem preparado um plano para professores e alunos com doenças de risco para a covid-19, embora garanta que o vai apresentar a tempo do arranque do ano lectivo, em Setembro.
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Apesar dos curtos prazos impostos, o mês de julho, época de intenso labor nas direções executivas face às demandas do Ministério da Educação (ME), foi superado com esforço inexcedível pelos líderes das escolas e suas equipas.
Previsivelmente, em meados de agosto, à semelhança do sucedido no ano transato, serão publicadas as listas definitivas de colocação inicial dos professores. É de saudar esta medida histórica, uma vez que no ano anterior foi a primeira vez atingido esse patamar, ao contrário de sempre, já que os professores só nos últimos dias do mês tomavam conhecimento dos estabelecimentos de ensino onde iriam exercer as suas funções. Em um ou dois dias impunha-se arrendar um quarto ou partilhar uma casa a preços quantas vezes exorbitantes, para além das despesas inerentes à situação vivida. Em alguns casos, o acréscimo do cumprimento do pagamento do crédito à habitação é mais um encargo a considerar.
A perspetiva do anúncio antecipado das listas de colocação inicial é de louvar, pois marca uma atitude de consideração para com os professores. Contudo, é hora de prosseguir, dando continuidade a esta ação valorativa, com a implementação de novas deliberações que evidenciem respeito por quem se entrega à Educação.
Os professores contratados vivem anualmente um período de sentimentos imerecidos, aguardando boas notícias, quantas vezes brindados com horários incompletos, longe de casa e da sua família.
Faz sentido professores com mais de 15/20 anos de experiência correrem o risco de desemprego no dia 1 de setembro? É justo manter estes profissionais na eterna precariedade numa altura em que a escassez de professores é uma preocupante realidade? Há condições para prescindir anualmente dos excelentes serviços de docentes com bastante preparação? É correto colocá-los perante a angústia e a incerteza ano após ano? É deontológico explorar os professores contratados aproveitando a sua condição, acenando-lhes com uma injusta norma travão, criadora de desigualdade, iniquidade e desrespeito? Os políticos estarão efetivamente atentos ao drama anual vivido por quem deveria ser considerado, reconhecido e estimado?
Urge que os gestores do dinheiro público interiorizem esta inquietante realidade e passem à ação com medidas apropriadas e congruentes em prol de um estatuto marcado pela igualdade de oportunidades.
Na verdade, não se pretende (mas caminhamos a passos largos para aí…) regressar ao século passado (anos 80 e 90), altura em que alguns professores apresentavam somente habilitação suficiente ou mínima, isto é, inferior à exigida. Todavia, afere-se no presente que não são tomadas diligências concretas para valorizar e dignificar a profissão e, como referi, conceder estabilidade a docentes muito habilitados (mestrados/doutoramentos), com larga experiência de ensino, enriquecendo o sistema educativo.
É incoerente e inaceitável a contratação, ano após ano, de professores, a troco de um vencimento muito aquém das suas responsabilidades e importância das funções, contrariando a segurança almejada e, quantas vezes, pagando para trabalhar, com a intenção de somar na contagem do tempo de serviço.
Este drama deverá merecer a atenção dos responsáveis e dirigentes governativos!
A Educação de Portugal carece de atuações proativas nas políticas a implementar, muito para além do sabor das marés e de um navegar à vista, próprios de um país que não estima nem estimula os profissionais que, na primeira linha, desenvolvem trabalho de excelência no aumento do sucesso escolar, contribuindo assim para o decréscimo sustentado do abandono escolar.
Os eternos professores contratados são dignos de um lugar de efetividade, principalmente para gáudio das nossas escolas e de um sistema que reclama por justiça.
*Professor; diretor
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[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/0007300075.pdf”]
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No ano lectivo passado, entre Abril e o encerramento das actividades escolares, mais de 2300 docentes de baixa médica tiveram de ser substituídos. Este ano, no mesmo período, foram “cerca de metade”, revela o ministério.
Nos meses em que a pandemia virou as escolas do avesso, mandando, pelo menos em parte desse período, professores e alunos para casa, com ensino à distância, o número de docentes que tiveram de ser substituídos, maioritariamente por doença, desceu para metade quando comparado com os mesmos meses do ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação (ME) enviados ao PÚBLICO.
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Começaram hoje a aparecer as primeiras ofertas de escola na plataforma SIGRHE e os horários são os seguintes para Técnicos Especializados.
Iremos ao longo do mês fazer esta análise como temos sempre vindo a fazer ao longo dos últimos anos.

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Assinado pelo Secretário de Estado Adjunto e da Educação em 31/07/2020, enviado às escolas no dia 04/08/2020 e com data final de projeto no dia 24/08/2020.
Se um plano destes poderia ser discutido entre todos os intervenientes de uma escola isso torna-se impossível em pleno período de férias dos docentes.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/Edital_plano-de-desenvolvimento-pessoal-social-e-comunitário.pdf”]
NOTA: Apesar de tudo, hoje dia 5/08/2020 a aplicação para submissão do projeto encontra-se indisponível.

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Para que não restem dúvidas sobre a legislação em vigor.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/0000400006.pdf”]
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Há 1096 alunos em condições de concorrer ao superior. Quase 60% tiveram positiva nos exames regionais realizados pela primeira vez no mês passado. Colocações do concurso especial conhecidas no final de Setembro.
Quase 60% dos estudantes que fizeram os novos exames de ingresso no ensino superior, pensados para quem termina um curso profissional, tiveram nota positiva. Os politécnicos e universidades que abriram vagas no âmbito deste novo concurso especial de acesso destinado a estes diplomados exigem uma nota mínima de 9,5 valores para aceitarem as suas inscrições. São, por isso, cerca de 1100 os alunos em condições de entrar num curso superior no próximo ano lectivo por esta nova via
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“Para trás mija a burra!”
1. O PSD propôs e o PS aproveitou: precisamente numa conjuntura em que tantas decisões e tão graves devem ser tomadas, o escrutínio do Parlamento sobre os actos do Governo foi deploravelmente amputado. E aparentemente insatisfeitos com o modo como contribuíram para o crescimento do populismo, PSD e PS aproveitaram esta machadada na democracia para enterrar ainda mais o cutelo: o número de assinaturas para validar uma petição cidadã passou de quatro mil para 10 mil. Ou seja, é mais fácil agora criar um novo partido (7500 assinaturas) que levar o Parlamento a discutir uma causa proposta por eleitores.
Que Parlamento vai ficando? O que representa o Povo ou, cada vez mais, o que os representa só a eles, convenientemente imprestável para os fiscalizar e para ser eco das preocupações dos cidadãos? Admiram-se, assim, que André Ventura cresça?
As máquinas partidárias do PSD e do PS fundiram-se na cultura rasca que nos toma por idiotas. Os leitores que me perdoem o plebeísmo, mas, alentejano de gema que sou, sei, desde tenra idade, que para trás só mija a burra.
2. Elogiar a dedicação dos professores para salvar o possível do ano escolar que passou é consolo débil para enfrentar a falta de condições que se adivinham no que ao próximo respeita. Aos baixos salários dos docentes e às suas penosas perspectivas de carreira, acrescem agora as dificuldades dos alunos que, impiedosamente, mais atingirão aqueles que, antes da covid-19, já viviam a pandemia da exclusão e do abandono. A este propósito, o ministro da propaganda educativa tem repetido o feito até à náusea: as escolas do continente irão ter mais 2500 professores com horário completo, para ajudar a recuperar o que se perdeu no ano anterior e para superar as ciclópicas dificuldades do que vai vir. Não fora ele um bom filiado na cultura política que nos toma por parvos e poderia dar a nova de outro modo: para o reforço anunciado, em média, a cada escola caberá meio professor; ou, se preferirem, a cada um destes docentes caberão 617 alunos.
3. O que se viveu desde Março não abriu os olhos aos que governam a Educação. Os ministeriais éditos anunciaram aos indígenas que estão a ser preparados “documentos de apoio para orientar e apoiar as escolas neste trabalho [de recuperação em cinco semanas do que se terá perdido nos seis meses de encerramento das escolas], no qual se explicitam os princípios para a identificação de aprendizagens que, quando não adquiridas, são impeditivas de progressão”. O criador das “bolhas” de alunos avançou agora com “balões” de escolas e “borbulhas” de professores. Como se umas e outros precisassem da orientação de quem ignora. Como se a diversidade de problemas (diferentes consoante os anos de escolaridade, muito diferentes no que respeita a contextos e a recursos de cada escola, abissais se tivermos em conta o aumento exponencial das desigualdades entre os alunos e as suas necessidades específicas) fosse agora solucionável, trocando um qualquer “Catecismo da Flexibilidade Curricular” por um qualquer “Guia Único da Retoma em Cinco Semanas”. Uma política de ensino assente em falácias, que menorizam o conhecimento e a independência profissional e intelectual dos professores, só pode dar nova vaga de mediocridade.
4. Um relatório do Tribunal de Contas (TC) veio dizer que os números usados oficialmente para caracterizar o abandono escolar em Portugal, os mesmos que por extensão figuram depois nas estatísticas da OCDE e da EU, não são fiáveis. O relatório é bem claro quando afirma que “não existem, no sistema educativo nacional, indicadores para medir o abandono. De facto, nem o indicador internacional, o do INE, que incide nos jovens dos 18 aos 24 anos e que resulta do Inquérito ao Emprego, nem a Taxa de Retenção e Desistência, calculada pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência e centrada no desempenho estático de um ano letivo, são adequados para medir o abandono.”
Para quem acompanha de perto a gestão política da educação nacional, não é novo o que o TC disse. Mas ganha relevância por ser dito pelo TC e no momento em que a pandemia agigantou os problemas de fundo do ensino, problemas para cuja solução se mostraram incapazes os dois últimos governos do PS. Quando não se quer ou se é incapaz de sentir e perceber a realidade, martelar as estatísticas ajuda.
In “Público” de 5.8.20
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[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/IISerie-145-2020-08-04Supl.pdf”]
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Já se encontra aberta a aplicação para as contratações de escola 2020/2021 na plataforma SIGRHE.
Os docentes para verem as ofertas de escola para o grupo de recrutamento que têm habilitação (Profissional ou Própria) devem inserir essas habilitações na plataforma conforme os passos seguintes:
1 – Entrar no SIGRHE aqui e procurar o separador Horários/Contratação > 2020/2021 > Habilitações

2-Adicionar Nova Habilitação (Pode ser Qualificação Profissional / Habilitações Próprias / N.º 5 do Despacho n.º 6809/2014, de 23 de maio – GR 290 ou Outras Formações)

3 -Inseriro Grupo de Recrutamento, Grau Académico, Curso e Institituição

4 – Gravar e adicionar nova habilitação se for o caso.

Todos os docentes conseguem ver as ofertas para Técnicos Especializados quando surgirem, no entanto só conseguirão ver as ofertas de escola se tiverem adicionadas as Habilitações para esse grupo de recrutamento.
As ofertas de Escola para os grupos de recrutamento apenas deverão aparecer no início de setembro.
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Encontra-se disponível, a partir do dia 4 de agosto de 2020, a aplicação para contratação de técnicos que assegurem o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.
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De acordo com as contingências da situação pandémica em que nos encontramos, e tendo como princípio o menor número de pessoas no menor tempo na escola, informa-se que no ano letivo 2020/2021 os horários de funcionamento serão:
Pré-escolar – das 9:00 às 15:30
1.º ciclo – das 9:00 às 17:30
5.º, 7.º e 9.º anos – das 8:00 às 13:25
6.º e 8.º anos – das 13:35 às 19:00.
No 2.º e 3.º ciclos os alunos terão blocos de aulas de 100 minutos com um intervalo de 20 minutos no exterior e 5 minutos no interior.
Sendo o princípio o menor número de “cruzamentos” possível, apelamos aos encarregados de educação que os alunos sejam portadores do seu lanche da manhã/ tarde e informa-se que só será permitida a permanência dos alunos na escola de acordo com o turno a que pertencem. Mais se informa que, excecionalmente e devido ao contexto, os clubes de expressões artísticas encontram-se suspensos, aguardando-se orientações, da parte da tutela, para o funcionamento dos clubes de desporto escolar.
Informa-se que na educação pré-escolar e no 1.º ciclo, em caso de ausência do docente titular, os alunos não poderão permanecer nos estabelecimentos, uma vez que não se encontra assegurado o seu acompanhamento por um docente.
O agrupamento tem noção dos eventuais inconvenientes e constrangimentos causados pelos horários a implementar, no entanto, também sabemos que a comunidade escolar entende a importância de todos cumprirmos as regras, evitando assim situações que podem levar a contágios indesejados.
A escola estará, como sempre, presente e atenta para dar a todos a melhor resposta possível a toda a comunidade escolar sabendo de antemão que contaremos com a colaboração de todos.
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… que são exatamente as mesmas de 2019, mas que se encontra assinalado na página do IGeFE como NOVO.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/NI_11_Nota-Informativa-Cessação-Contratos_IGeFE_DGRH_VF_2019.pdf”]
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…continuam os docentes do ensino público a ter nos últimos 10 anos um aumento de apenas 0,3% que se tem traduzido em redução de vencimento com os sucessivos aumentos de impostos e da ADSE.
Sindicatos afectos à UGT chegaram a acordo com os patrões dos colégios e escolas profissionais. Trabalhadores não docentes também são abrangidos.

Os professores e trabalhadores não docentes dos colégios privados e escolas profissionais vão ter aumentos salariais até 1,5% no próximo ano lectivo. Esta melhoria é resultado da revisão do Contrato Colectivo de Trabalho do ensino particular e cooperativo, que foi acordado entre sindicatos afectos à União Geral dos Trabalhadores (UGT) e os patrões do sector.
O aumento salarial abrange mais de 32 mil trabalhadores do sector e entra em vigor já em Setembro. As novas tabelas de vencimentos estarão, à partida, em vigor nos próximos dois anos. A revisão do Contrato Colectivo de Trabalho foi acordada na sequência de um processo negocial iniciado no ano passado e concluído antes da pandemia. O documento acabou por ter uma adenda, que antecipa os efeitos da crise económica motivada pela covid-19 no sector. Por isso, as duas partes estabeleceram que voltam a sentar-se à mesa negocial no próximo ano caso a taxa de inflação de 2020 se situe acima de 0,95%.
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[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/carta_de_solicitacao_n_1_2020.pdf”]
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Qualquer dia dizem que o trabalho on-line se torna mais eficaz.
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Só Português escapa a um aumento superior ao habitual das notas da 1.ª fase das provas nacionais. Regras especiais implementadas por causa da pandemia justificam os resultados.
As notas da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário melhoraram em praticamente todas as matérias. As médias sobem até 3,3 valores em disciplinas como Biologia e Geologia, a prova que teve mais inscritos neste ano, ou Geografia A. Também Física e Química (mais 2,2 valores na média) e Matemática A (mais 1,8) têm resultados bastante superiores ao habitual nos anos anteriores. Apenas a Português a média tem uma variação mais próximo do que é habitual, subindo 0,2 valores
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Código do Concurso: 1069_CReSAP_15_05/20
Abertura: segunda-feira, 03 agosto 2020
Encerramento: sexta-feira, 14 agosto 2020
Entidade: Direção-Geral da Administração Escolar
Organismo: Ministério da Educação
Cargo: Subdiretor-Geral
Nos termos dos artigos 18.º a 19.º-A do Estatuto do Pessoal Dirigente dos serviços e organismos da administração central, regional e local do Estado (EPD), aprovado pela Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, alterado e republicado pela Lei n.º 64/2011, de 22 de dezembro e alterado pela Lei n.º 68/2013, de 29 de agosto e pela Lei n.º 128/2015, de 3 de setembro, a Presidente da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP), por iniciativa da Secretária de Estado da Educação, faz saber que se procedeu à abertura do procedimento concursal com vista ao provimento do cargo: Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Administração Escolar.
Nos termos dos n.ºs 18 a 20 do artigo 19.º do EPD, o procedimento concursal é urgente, de interesse público, não havendo lugar à audiência de interessados e não havendo efeito suspensivo do recurso administrativo interposto do despacho de designação ou de qualquer outro ato praticado no decurso do procedimento concursal. A propositura de providência cautelar de suspensão de eficácia de um ato administrativo praticado no procedimento concursal não tem por efeito a proibição de execução desse ato.
A prestação de falsas declarações sob compromisso de honra constitui contraordenação punível nos termos da legislação em vigor e implica, por força do disposto no Regulamento de Tramitação dos Procedimentos de Recrutamento e Seleção dos Cargos de Direção Superior na Administração Pública, a exclusão do procedimento concursal.
Em qualquer fase do procedimento concursal pode o júri solicitar junto dos candidatos ou candidatas a entrega dos documentos comprovativos dos factos por si alegados, podendo ser excluídos do procedimento concursal se não os apresentarem, nos termos do mesmo Regulamento.
1 – Características do cargo em concurso
- – Identificação do cargo de direção a ocupar
Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Administração Escolar (cargo de direção superior de 2.º grau).
Direção-Geral da Administração Escolar – Ministério da Educação.
- – Atribuições e competências
As previstas no artigo 6.º e 7.º do EPD, conjugado com as atribuições e competências específicas previstas no Decreto Regulamentar n.º 25/2012, de 17 de fevereiro, alterado pela Lei n.9 266-F/2012, de 31 de dezembro.
- – Área de formação preferencial ao perfil
Grau de licenciatura quer em áreas que permitem a lecionação em escolas do ensino básico e secundário, quer em áreas relacionadas com a administração e gestão.
- – Área de especialização preferencial ao perfil
- Administração escolar;
- Administração pública.
- – Experiência profissional preferencial
- Experiência comprovada no desempenho de funções inerentes ao cargo a prover;
- Experiência no desempenho de cargos de direção na administração pública;
- Experiência em liderança ou chefia de equipas.
- – Outros fatores preferenciais
- Conhecimento em gestão e administração pública, designadamente em carreiras e relação jurídicas de emprego público, bem como em contratação pública;
- Conhecimentos nas áreas dos modelos de comunicação institucional externa e interna, da liderança, negociação e gestão de conflitos, bem como conhecimentos na área das tecnologias de informação e comunicação.
- – Relação jurídica de emprego público, duração e respetiva renovação, e exclusividade
Regime de comissão de serviço, por um período de 5 anos, renovável uma vez por igual período, sem necessidade de recurso a procedimento concursal, conforme disposto no n.º 12 do artigo 19.º do EPD, e em regime de exclusividade e incompatibilidade, nos termos dos artigos 16.º e 17.º do mesmo estatuto.
- – Identificação do local de trabalho
Lisboa.
3.183,47€ (vencimento base) + 585,56€ (despesas de representação).
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Começam hoje a ser emitidos vouchers para um milhão de alunos encomendarem manuais escolares para o próximo ano letivo.

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