Desabafo de uma professora sobre a desunião docente

 

Quase 50 anos de existência.
28 de serviço.
Felizmente pertencente a um QA.
E acabo de escrever a palavra Felizmente e sinto-me revoltada e com náuseas.
Mas que classe esta a minha…
Como posso eu escrever Felizmente, sabendo que tantos colegas meus, que trabalham tanto ou muito mais do que eu, alguns com mais idade e mais tempo de serviço, não pertencem a nada? Não têm vínculo nenhum?
Sendo filha de pais Professores, em miúda  ficava a pensar porque diziam eles “que a classe dos Professores era muito desunida”.
Pois… agora entendo.
Para alguns colegas, que já pertencem a um QA, o virar costas e encolher de ombros é a forma mais fácil e cómoda de lidar com tudo o que se passa.
A única preocupação é ir vendendo umas aulitas, assim, sem grandes preparações e preocupações, fazer as ações exigidas e ir passando de escalão.
O resto? Têm mais que fazer. O deles já está garantido.
Os outros que se desenrasquem.
Manifestações? Greves? Assinar petições?
Para quê? O que é que eu ganho com isso?
Pois… assim fica difícil conseguir seja o que for.
Afinal somos todos Professores ou não? Estamos no mesmo barco, ou não?
Não trabalhamos todos para o mesmo?
O que muda são as condições em que o fazemos.
Porque é que os Professores que não são QA não podem ter certos direitos iguais?
Trabalham igual, ou mais. Estão longe de casa. Da família.  Recebem menos porque muitas das vezes nem o horário completo têm. Não lhes é permitido faltar, porque são dias a menos no tempo de serviço. Pagam casa, quatro, luz, água, gás, alimentação, deslocações. São avaliados todos os anos.  E todos os anos vivem a angústia da(s) incerteza(s).
E resistem… ano após ano.
Isto é justo?
Para quem?
Justo para mim era fazer-se e avaliar-se a qualidade e profissionalismo dos Professores.
Trabalhas bem? Tens empatia com os teus alunos? Os teus alunos gostam das tuas aulas e de aprender nelas?
Ótimo. És Professor.
Andas apenas a passear a pasta, com ar de enfado, como que por obrigação, vendes aulas e de má vontade, refilas por tudo e por nada e fazes cara feia quando sai mais uma ordem de serviço? Viras a cara quando a luta é dos outros, quando afinal os outros também és tu?
Lamento. Estás no lugar errado. Procura outra atividade.
Voltando ao início e para terminar, não posso dizer Felizmente, sem sentir um nó no estômago e um aperto no peito.
Porque como sou teimosa e ainda acredito no Pai Natal, assino petições e sou pela causa de todos.
Não sou só por mim.
Maria José Marques

 

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29 comentários

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    • jose on 11 de Agosto de 2020 at 10:57
    • Responder

    O problema é que depois não retiram as conclusões as conclusões óbvias e centram-se na desunião. Embora a colega toque em alguns pontos importantes. Saliento:
    “Justo para mim era fazer-se e avaliar-se a qualidade e profissionalismo dos Professores.
    Trabalhas bem? Tens empatia com os teus alunos? Os teus alunos gostam das tuas aulas e de aprender nelas?
    Ótimo. És Professor.
    Andas apenas a passear a pasta, com ar de enfado, como que por obrigação, vendes aulas e de má vontade, refilas por tudo e por nada e fazes cara feia quando sai mais uma ordem de serviço? Viras a cara quando a luta é dos outros, quando afinal os outros também és tu?
    Lamento. Estás no lugar errado. Procura outra atividade.”

    O problema não está desunião. Está mesmo nisto que a colega refere. A partir daí as únicas conclusões serão:

    1-Colocações por concurso local e não nacional. Como acontece na maioria dos países desenvolvidos.
    2- Progressão dependente de avaliação e classificação. Enquanto todos progredirem da mesma forma ou à custa de muita “sorte “, os melhores professores não têm qualquer incentivo. Todos progridem da mesma forma.
    3-Alterar por completo certos concursos popularmente conhecidos por “mobilidade de dor de costas” ou na minha zona mobilidade pelo efeito IP5″,

    Mudem isso e as coisas melhoram

      • Atento on 11 de Agosto de 2020 at 13:24
      • Responder

      ———————————
      ———————————————–
      Caros colegas, nós vivemos num dos países mais pobres de Europa e que está a caminho de ser mesmo o mais pobre da Europa. Nós vivemos num país em que a miséria está presente com 20% de população abaixo do Limiar de Pobreza, com uma Taxa de Desemprego galopante, com Reformados a auferirem pensões de Reforma de 200 e 300 euros/mensais, com um salário minimo de 635 euros mensais, com Milhares de Professores com ordenados inferiores ao salário minimo…….

      Nós vivemos num país (MISERAVEL) em que a população ronda os 15 Milhões e em cerca de 10 Milhões vivem em Território Nacional e aproximadamente 5 Milhões estão espalhados pelo Mundo fruto da EMIGRAÇÃO, ou seja, para fugirem á MISERIA.

      É neste NOJO DE PAÌS que alguem diz que os professores são desunidos…..Os professores do Quadro são Funcionários Públicos de vinculo definitivo, ou seja, neste pseudo-XUXALISMO BALOFO (do partido da mãosinha fechada, também conhecido por regime COSTISTA e/ou SOCRATISMO) estes professores tem emprego para a vida toda, até morrerem. Trabalhem ou não trabalhem, sejam produtivos ou não, estarão lá até morrerem.
      Pelo contrário, os professores mais jovens, por norma mais bem preparados, mais dinamicos, mais proximos dos alunos…..auferem salários miseráveis, trabalham muito mais horas, são mais eficazes…….São os chamados “contratados”………..

      É esta PODRIDÃO SOCIALISTA e/ou XUXALISTA (mais conhecida pelo Partido do TORRESMO) que coloca em todos os cargos (DGAE, DGEST……) gente com cartão partidário e um pseudo-Ministro Palhaço tambem conhecido pelo Tiaguinho (o chiêntista de cartão partidário) que mantem este Estado de Coisas…..um NOJO!….

      O cheiro a pseudo-xuxalismo é NAUSEABUNDO ….NOJENTO…………

      Está bom para os Bancos (BPN, BPP, BES……….)…..Está bom também para a Comunicação Social (o governo deu-lhes 15 Milhões de euros) para calarem as vozes dissonantes…….Está bom tambem para todos os que tem Cartão do Partido Xuxa……..

      …………………………………..NOJO!……………………….

      BASTA!……………………BASTA!…………………..BASTA!…………………………

      ————————————-
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    • Ana on 11 de Agosto de 2020 at 11:06
    • Responder

    “Afinal somos todos Professores ou não? Estamos no mesmo barco, ou não?”

    Não e não.

    1.ª resposta: Uns são professores do quadro, outros são candidatos a professores (não há carreira para ninguém).

    2.ª resposta: Quando ocorreu o afundamento do Titanic (“barco”), uns passageiros, os de 1.ª classe, conseguiram ir para os barcos salva-vidas. Os restantes são de 2.ª classe e 3.ª classe; alguns dos primeiros conseguiram safar-se e os segundos nao tiveram sorte nenhuma, porque os portões não lhes foram abertos. Naufragaram juntamente com o “barco”. É o que acontecerá em 2021/2022.

    Portanto, não somos todos professores e nunca estaremos todos no mesmo barco. Infelizmente.

    PS: Tenham sempre um apito convosco. Pode salvar-vos.

      • Alecrom on 11 de Agosto de 2020 at 14:44
      • Responder

      Nunca gostei dessa coisa do todos no mesmo barco.

    • Sorceress on 11 de Agosto de 2020 at 11:49
    • Responder

    O ME é um monstro sem alma,
    Que nos devora lentamente.
    Esconde, ilude e fica contente,
    Porque já tramou muita gente.

    Nova sina nos destinou e logo informou…
    Que para o ano estamos tramados.
    E com um sorriso, proclamou:
    – PROFESSORES, ESTÃO LIXADOS!!!

    Professores do quadro abandonados
    Em terras tão distantes.
    Professores contratados desempregados
    Ou colocados em horas minguantes.

    Os professores são uns desgraçados…
    Infelizes, enjeitados, sempre manipulados.
    Até serem descartados….
    Quando já não são desejados….

  1. O problema está na avaliação dos Professores. Quem deve avaliar os Professores são os Alunos e os Encarregados de Educação. SÓ EXISTE UM BOM SERVIÇO quando a cliente fica satisfeito.

    Ser avaliada pela Cordana , que não me ouve , nem eu a ouço a ela, ainda por cima quando essa Cordana tem habilitações académicas muito inferiores às minhas NÃO COMBINA COM NADA. Tenham dó !

    QUEREM O QUÊ ?

      • 550 on 11 de Agosto de 2020 at 12:28
      • Responder

      Nos cursos profissionais os “bons professores” são aqueles que inflaccionam notas, deixam ouvir música nas aulas, passam a vida a passear, etc. É um fartote de “bons professores” e de clientes satisfeitos. Stisfeitos, satisfeitos, mas burros na mesma e nem dão por nada que estão a ser enganados descaradamente por esses “bons professores”, hipócritas que já perceberam há muito como isto tudo funciona.

      1. A música eleva a concentração na realização das tarefas e não embrutece as pessoas, ao contrário do que muitas pessoas pensam. Provavelmente , a melhoria dos resultados resulta da concentração dos alunos devido à música. Estudos em grávidas revelam que a música tem grande importância no bem estar e na tranquilidade dos fetos .
        Se não quer que sejam os Alunos nem os EE a avaliar os Professores, por mim podem ser os RESULTADOS dos ALUNOS em EXAMES NACIONAIS. Os Colegas invejosos e mal intencionados é que não podem avaliar ninguém.

          • 550 on 11 de Agosto de 2020 at 14:38

          Concordo com a sua última frase, duvido muito da primeira, sobretudo quando se está a aprender algo novo. A melhoria dos resultados nos casos que referi resulta de fraude sob a forma de inflacção de notas, em alguns casos escandalosas. Por exemplo, um aluno que não conseguia perceber que um número não pode estar ao mesmo tempo à esquerda e à direita do 0, revelando pobre raciocínio lógico, com as correspondentes notas em Matemática e FQ (o sagrado 10), passado uns meses, com uma “boa professora”, passa a 18 numa disciplina de programação!!! Outro aluno que não conseguia fazer ciclos básicos, passa a 17. Outro que em vez de fazer ciclos repetia as tarefas uma a uma (ridículo em programação), passa a 18. Claro que só pode ser da música e da professora Xalente, de quem muito ficaram a gostar. Mas ninguém sabe até hoje comom foram ontidos aqueles resultados, porque a senhora Xalente não divulga os seus dossiers, mas como é Diretora de Curso, manda inspeccionar os dossiers dos outros e repetir classificações de testes que não estejam ao nívle desejado.
          Enfim, muita porcaria anda por baixo do tapete dos “bons professores”.

        • Luis on 11 de Agosto de 2020 at 14:50
        • Responder

        Ó 550 andas ressabiado com a tua coordenadora. Tb deves ser fresco deves.

        Ó homem relaxa. Vive e deixa viver. Como é que anda essa vida amorosa? Já vi tudo… O que tu precisas sei eu.

          • 550 on 11 de Agosto de 2020 at 18:52

          Olha outra psicóloga. Tens a certeza que te chamas Luís ou chamavas-te Luísa?

    • Maria on 11 de Agosto de 2020 at 12:00
    • Responder

    vendendo umas aulitas??? Não vendo nada, não sou paga para vender. Lei da oferta e da procura. Quando existem tantos a concorrer o resultado é este. Médicos com incentivos para trabalhar no interior, funcionários públicos de 1ª e de 2ª.

    • 550 on 11 de Agosto de 2020 at 12:23
    • Responder

    «Trabalhas bem? Tens empatia com os teus alunos? Os teus alunos gostam das tuas aulas e de aprender nelas?
    Ótimo. És Professor.»

    Não falta aí «sabes o que andas a ensinar?» Há muitos que não sabem mas disfarçam bem, com muita empatia, sorriso colgate, inflacção de notas, música nas aulas de programação, visitas de estudo inúteis (para abater 4 horas pelo menos), classificações de PAP fraudulentas, facilitismo generalizado, etc.

    • PipaII on 11 de Agosto de 2020 at 12:28
    • Responder

    Pois eu tenho por experiência que os menos unidos não são os professores com mais tempo de serviço e do quadro, mas sim os mais novos e com vínculo mais precário, são estes os mais difíceis de mobilizar e de fazer com que se sintam integrados na classe. Isto exceptuando algumas situações, claro.

      • KukaMona on 11 de Agosto de 2020 at 16:12
      • Responder

      Os “mais difíceis de mobilizar”, lindo!
      Quem?
      Aqueles que andaram anos e anos com contratos anuais e completos durante anos e anos antes da norma travão sem ter direito a vincular?
      Aqueles que viram a sequência de horários completos e anuais ser DELIBERADAMENTE terminada naquele ano em que a grande maioria dos horários foram convertidos em temporários?
      Aqueles que ficaram sem trabalho quando acabou a Área Projeto e o Estudo Acompanhado e houve uma redução brutal de horas.
      Aqueles que viram os QZP’s aumentarem de tamanho?
      Aqueles que viram os intervalos de horários mudarem?
      Aqueles que viram a passagem de “Não à avaliação!” para “É para avaliar só os contratados? Sim à avaliação!”.
      Aqueles que nunca viram os Sindicatos fazer nada em relação a tudo isto?

    • Ana Cristina on 11 de Agosto de 2020 at 12:38
    • Responder

    Quero apenas saudar a colega que, sendo da minha idade , eu tenho menos 4 anos de serviço, já está no quadro. Ainda bem! Eu não estou, fruto das minhas escolhas, por isso não critico ninguém. Cada um faz as escolhas que entende, mas depois não se pode lamentar, como muitas vezes vejo… A única coisa que me insurjo é não nos darem a oportunidade de vincular sem ser pela norma travão. As regras dessa norma são muito injustas para quem, como eu, tem muitos anos de serviço, mas tendo alguma idade, já não tem pedalada para concorrer para Lisboa ou Algarve, zonas onde eu facilmente teria horário completo e anual. Penso que o tempo de serviço também deveria servir para a vinculação, por exemplo, ter 10 anos efetivos, ou 12…vigorar as duas opções…acho que seria mais justo, dar oportunidade aos novos e também àqueles, como eu, já andam por aqui há mais tempo.
    Por isso, felicito a colega que percebe o nosso drama, a nossa angústia de andarmos sempre sem saber o que nos espera no ano seguinte.
    Quanto aos professores que se entregam à profissão e outros que deixam andar, é o que há por essas escolas fora… Nós, os contratados, que percorremos muitas escolas, estamos constantemente a lidar com colegas assim. Contudo, penso que será uma situação muito difícil de combater, pois o próprio sistema permite que assim seja. Não há uma fiscalização/avaliação real e séria do desempenho do professores e, não sei também qual seria a fórmula milagrosa para a filtragem dos bons e maus professores. Todavia, seria interessante haver uma discussão construtiva sobre isso.

    • Aurelia Rodrigues on 11 de Agosto de 2020 at 13:54
    • Responder

    Caros colegas, bons profissionais há os em todo o lado! Lamento que em tantas lutas de professores, lutas que se refletiriam no futuro da carreira, os mais ativos, os que estavam na linha da frente, eram os mais velhos, tantas vezes criticados, porque já tinham tudo! Quantas vezes já me obrigaram a assistir a aulas de colegas mais novos por variadas razões, de entre as quais a incapacidade de manter a disciplina? Há, de facto, quem passeie a pasta pelas salas de aula, mas não são só os “velhos”. Felizmente, conheço muito bons profissionais! Tão bons, empenhados, abertos à inovação, trabalhando exaustivamente e sempre prontos a ajudar! Que pena ler o que aqui se escreve! Que pena tomar-se a árvore pela floresta! Que pena não se compreender que o que está em causa não é a luta entre velhos e novos, mas entre ter brio profissional ou não! Já agora, os médicos são avaliados pelos doentes? Os juízes por quem se submete às suas arbitrariedades? Que pena… O respeito pelo outro é o fundamental! Respeito também por opções que muitos colegas tomaram ao preferirem não se afastar de casa, porque sabiam que teriam horário pertinho, enquanto outros, procurando a efetivação, saíram de casa e efetivaram-se… Que pena!

    • António Silva on 11 de Agosto de 2020 at 14:02
    • Responder

    Sou professor há 28 anos e sempre escolhi as turmas mais problemáticas e os piores horários. Não entendo como os meus colegas mais experientes continuam a escolher as melhores turmas e os melhores horários. Então não somos os mais experientes, não deveríamos ficar com as turmas mais complicadas? Não temos filhos adultos, não deveríamos deixar os melhores horários para aqueles que têm filhos pequenos? Os piores ainda são os colegas sem filhos, que trabalharam sempre a custa dos filhos dos outros. Estes são a pior espécie no ensino.

      • Maria on 11 de Agosto de 2020 at 14:29
      • Responder

      Bela cidadania aqui… Excelentes exemplos para os alunos…

    • Rui on 11 de Agosto de 2020 at 14:40
    • Responder

    Professores a classe Profissional com o ego mais inchado.

    Uns acham-se os maiores pq sabem imenso de programação mas não sabem passar informação aos alunos, outros acham-se bue da velhos mas super ativos nas bandeirinhas das manifs outros são super jovens e super ativos , pena terem as turmas piores…
    Outros acham que o cliente é que deve avaliar outros acham que deve ser o superDirector…

    É só artistas esta classe.
    Eu é que sou bom… Os outros são meeeerdaas.

    • Ambrósio on 11 de Agosto de 2020 at 15:36
    • Responder

    Ambrosio … queria algo … bom…

    Pois ambrosios que esperais por algo bom mexam o cu como e agora acreditem que ser profissional acarreta muita dedicação e vergonha na própria carita.

    Nada se conquista sem convicção e arrojo o tempo todo.

    Não acreditem em segredos de Fátima que os milagres tem sangue suor e lágrimas. Depois a conquista virá.

    • Machado on 11 de Agosto de 2020 at 18:40
    • Responder

    Depois de ler o texto e muitos dos comentários, confirmo o que já sabia: a reitora MLR fez escola. No tempo dessa senhora, quando se falava na possibilidade de os prof. serem avaliados pelos alunos, uma diretora de turma resolveu realizar um inquérito junto dos alunos para que estes avaliassem o trabalho dos vários professores. Passados alguns meses, essa mesma diretora de turma chorava “baba e ranho” , no CT, porque tinha chegado à conclusão que os alunos não gostavam dela.
    Os que acusam os outros professores de “passear a pasta” (eu é mais mochila) correm sérios riscos de acabar em lágrimas.
    Já agora, um conselho para a autora do texto: as moscas apanham-se com mel e não com fel.

    • Pirilau on 11 de Agosto de 2020 at 19:09
    • Responder

    A minha muneca é mailinda catua.
    Eu sou mai linda catu.
    Blá, blá, blá…

    • Fernando, el peligroso de las verdades. on 11 de Agosto de 2020 at 22:04
    • Responder

    50 anos de idade e 28 de serviço.
    Quem me dera ser tão novo e ter só esse tempo de serviço e saber o que sei hoje! Ai Ai, quem me dera. Ainda vai ter muito que andar para dizer que está farta disto a sério. Ela ainda não sabe o que é padecer na escola…

    • Fernanda on 12 de Agosto de 2020 at 10:14
    • Responder

    A diferença deu-se no início da carreira. Uns candidataram-se para longe em busca de colocação para todo o ano e horário completo. Outros fizeram essa.opção mas faltaram frequentemente. Outros optaram por ficar perto de casa. Outros optaram pelas vantagens de trabalhar nas ilhas.

      • Maria on 12 de Agosto de 2020 at 15:43
      • Responder

      Pois… É a crua verdade. Se há quem tenha tido azar, como sempre acontece em tudo, a maioria deveria avaliar e assumir as opções que fez na vida…

    • Paulo Anjo Santos on 18 de Agosto de 2020 at 1:17
    • Responder

    Pena que a grande maioria não veja o que esta colega vê… aliás, os que não vêm e porque olham para o lado para poderem dizer que não vêm!

    • SóniaF on 11 de Maio de 2021 at 1:12
    • Responder

    Correção: quando um professor falta e justifica as ausências ao abrigo da lei, não tem qualquer desconto no tempo de serviço!

    • SóniaF on 11 de Maio de 2021 at 1:17
    • Responder

    Os piores são os que não têm filhos…OMG

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