O vídeo seguinte apresenta a % de professoras nas diferentes regiões do país, segundo dados da PORDATA.
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- ferramentas úteis para todos os professores;
- conteúdos de matemática do 2º Ciclo;
- desafios matemáticos.




15 comentários
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Está mal… Pela igualdade de género há que criar quotas para homens nos concursos.
Aqui à tubarões…
Disto ninguém quer falar, é incómodo.
É uma das causas do ensino ter chegado ao estado a que chegou. Uma profissão completamente dominada pelo sexo feminino. Se aos homens já é difícil os alunos terem respeito quanto mais a mulheres.
Que comentário mais sexista. Partir do principio que as mulheres são mais fracas a lidar com os alunos não tem qualificação possível.
Sexista é não haver paridade.
Bem me parecia que com comentário daqueles as suas qualidades intelectuais não eram as melhores. Com o segundo, confirmei.
O seu comentário confirma que não sabe escrever e que deve ter ouvido uma tia qualquer dizer “não tem qualificação possível” e achou chique. As minhas qualidades intelectuais, se são melhores ou piores, não deixaram de ser, por isso devia ter escrito “não são as melhores”.
Deve ser mais uma daquelas que “arma ao pingarelho”, muito espetáculo mas pouco conteúdo, sempre armadas em psicólogas de pacotilha.
Viajou pelo Ministério do Tempo?
O que eu tenho sofrido…
Elas são completamente taradas e não respeitam a frágil sensibilidade de um homem estucado, assim como eu.
Chego a ser o único macho no CT e, perante feroz coação, até já tive de aceitar ir a um “jantar das solteironas“, um autêntico vexame.
Isto não pode continuar assim.
O docente de género masculino tem de ser protegido.
O ensino não existe para passares um bom bocado nas reuniões. Já pensaste se esta situação é o melhor para os alunos? No ensino profissional, Informática, por exemplo, que é o que eu conheço, há muitas professoras que escondem incompetência técnica com simpatia, “assertividade”, espetáculo, atividades disto e daquilo.
Alecrom, ainda te declaram espécie protegida.
Estudo sem qualquer interesse ou utilidade.
Está publicação não faz sentido nenhum.
As mulheres são imprescindíveis no ensino; o afeto, o lado maternal na relação com os alunos são apenas alguns dos exemplos.
Contudo, sejamos francas: nas escolas onde estive e em que o grupo era constituído apenas por mulheres houve sempre problemas, incompatibilidades, “falar nas costas”, cinísmo e conflito. Nas escolas onde o ambiente era mais leve havia sempre homens. Há algo de genético ou cultural. Eu sou do 620 – Educação Física e este grupo até tem um número de homens acima da média.
Pior mesmo é quando vemos essas atitudes mesquinhas com os alunos e/ou Encarregados de Educação.
Sei que o politicamente correto dos dias de hoje não permite uma análise profunda e isena sobre este tema, mas seria importante fazer essa análise!
Há muito que já tinha pensado nesta “não questão”. Se, e bem, o caminho é a igualdade e na docência não é feita distinção de género no vencimento, na admissão à carreira e as cotas dos escalões deveria ser igual. Gostava que a provedora da justiça se pronuncia-se sobre este assunto.