[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/Pela-conclusão-do-PREVPAP_Carta-Aberta.pdf”]
Ago 22 2020
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Ago 22 2020
A partir de hoje disponibilizamos a habitual aplicação “A Minha Posição na Lista“.
Depois de colocarem o vosso número de candidato na aplicação conseguem saber em que posição se encontram na lista, quantos docentes deste grupo de recrutamento estão colocados noutro grupo de recrutamento ou no grupo de recrutamento para que concorrem, e muitas outras informações sobre a vossa posição.
No fim apresenta os docentes que estão por colocar e se encontram à vossa frente, tal como mostra onde e quando foram colocados nos anos anteriores.
Clicar na imagem para acederem à aplicação e boas análises.
Esta aplicação foi feita em parceria com o João Carlos Fonseca, tal como tem sido habitual nos anos anteriores.
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Ago 22 2020
Quanto aos professores…
Os alunos considerados de risco para a COVID-19 (diabéticos, hipertensos, doentes cardiovasculares, com doença respiratória crónica, doentes oncológicos e com doença renal) estão dispensados do regime presencial.
Estudantes vão ter oportunidade de seguir as aulas a partir de casa. Os estabelecimentos escolares ainda não sabem de que forma é que o sistema vai funcionar.
Estudantes com doenças que os tornam vulneráveis têm de apresentar documento para provar quadro clínico.
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Ago 22 2020
“Só iniciarão funções nas escolas 14 dias após o primeiro teste negativo, permanecendo durante este hiato temporal na ilha de lecionação em regime de teletrabalho”, avançou hoje o secretário regional da Educação e Cultura, Avelino Meneses, numa conferência de imprensa, em Angra do Heroísmo.
À semelhança de todos os passageiros que chegam aos Açores, os docentes terão de realizar um teste de despiste do novo coronavírus até 72 horas antes de embarcarem ou à chegada, repetindo-o seis dias depois.
As aulas arrancam em 15 de setembro, em regime presencial, mas os docentes que tenham chegado de fora só poderão voltar às salas de aula passados 14 dias do teste negativo.
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Ago 22 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/Os-diferentes-regimes-reforma-aposentacao.pdf”]
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Ago 22 2020
“Temos turmas legalmente definidas na legislação menores do que as turmas do continente. Temos uma média nos Açores de 15 alunos por turma”, afirmou o responsável pela tutela da Educação, Avelino Meneses, numa conferência de imprensa em Angra do Heroísmo.
No próximo ano letivo, que arranca em 15 de setembro, os Açores vão retomar o ensino presencial, em todos os níveis de ensino, estando a preparar o ensino à distância, como plano B, caso a pandemia da covid-19 o exija.
Segundo o governante, a existência de turmas de maior dimensão ocorre sobretudo nas ilhas com mais população, São Miguel e Terceira, mas nestes casos as escolas deverão recorrer a salas maiores para assegurar o distanciamento entre alunos nas aulas.
“A informação que já temos é que as turmas estão abaixo dos números padrão e que aquelas que albergam mais alunos estão a ser colocadas em salas de maior dimensão. Antes do início do ano letivo faremos com que a nossa equipa de monitorização visite as escolas e dê a sua opinião acerca do assunto”, frisou.
Avelino Meneses reforçou que, no próximo ano letivo, o sistema educativo regional terá menos 1.200 alunos e mais 50 turmas.
Esse aumento de turmas não deverá, no entanto, obrigar à contratação de mais docentes, segundo o governante.
“Creio que nós temos no sistema educativo regional o número de professores suficiente para acudir às necessidades. Já demonstraram ser suficientes no 3.º período do ano letivo passado, quando a pandemia foi ainda mais grave. Esperemos que nunca volte a ser tão grave”, sublinhou.
O secretário regional da Educação assegurou, por outro lado, que este ano haverá uma “menor percentagem de precários na carreira docente”, devido à “sucessiva integração de professores nos quadros”.
A colocação de docentes está a decorrer “com normalidade absoluta”, segundo o governante, sendo conhecidos hoje os resultados dos concursos interno e externo de provimento e no dia 27 de agosto a lista da colocação de doentes contratados a termo resolutivo.
Já no que diz que respeito aos auxiliares, o executivo açoriano admite a possibilidade de ajustamentos, consoante as necessidades de cada escola.
“Não excluo a possibilidade de, neste começo de ano letivo, termos em consideração a eventual necessidade de realizar alguns ajustamentos. Nas últimas duas semanas não tem havido praticamente nenhum dia em que não tenha autorizado a colocação de pessoal de apoio educativo nas nossas escolas”, avançou.
O secretário regional da Educação admitiu que o envelhecimento dos auxiliares tem provocado um acréscimo de absentismo, mas frisou que as escolas têm colocado “geralmente o dobro ou mais do dobro” de funcionários do que a lei obriga.
Desde o início do surto, registaram-se na região 202 casos de infeção pelo novo coronavírus SARS–CoV-2, sendo que 23 mantêm-se ativos (20 em São Miguel, dois na Terceira e um no Pico), 151 recuperaram e 16 pessoas morreram.
As restantes 12 foram diagnosticadas na região, mas optaram por regressar a Portugal continental, deixando, por isso, de figurar nos números da região.
Em Portugal, morreram 1.792 pessoas das 55.211 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
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Ago 21 2020
Serão estas as orientações da DGS para a prática da Educação Física nas escolas.
“Não podemos dizer que o risco é zero. Vamos ter alguns casos em algumas escolas e, dependendo das características desses casos e das dimensões, serão ativados mecanismos proporcionais para minimizar cadeias de transmissão”, explicou Graça Freitas.

A Direção-Geral da Saúde está a preparar um documento de apoio com orientações para os procedimentos a adotar nas situações em que forem detetados casos positivos de infeção pelo novo coronavírus, informou nesta sexta-feira a diretora-geral.
“Estamos a fazer um referencial que ajude as autoridades de saúde e a comunidade educativa a, perante determinadas circunstâncias, avaliarem o risco e, dessa avaliação, tomarem as medidas proporcionais”, afirmou Graça Freitas durante a habitual conferência de imprensa sobre a covid-19 em Portugal.
As circunstâncias a que a diretora-geral da Saúde se referia são eventuais casos de infeção nas escolas, possibilidade que Graça Freitas admite, apesar das medidas de segurança, sublinhando que o risco nunca será nulo.
“Não podemos dizer que o risco é zero. Vamos ter alguns casos em algumas escolas e, dependendo das características desses casos e das dimensões, serão ativados mecanismos proporcionais para minimizar cadeias de transmissão”, explicou.
Sobre o regresso às escolas, Graça Freitas acrescentou que as regras definidas pelo Ministério da Educação acompanham as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) e, por isso, vão permitir que o ano letivo seja retomado com a maior normalidade possível.
A mesma normalidade não se vai fazer sentir, no entanto, nas atividades extracurriculares do Desporto Escolar.
Questionada sobre as medidas de segurança para estas atividades, a diretora-geral explicou que, para já, essa não é uma prioridade, estando atualmente em fase de conclusão um documento sobre a prática de modalidades desportivas.
“Em relação às escolas, posição da DGS é a de incentivar prática de atividade física, individual e em sala, e depois o chamado Desporto Escolar será pensado numa outra fase”, afirmou Graça Freitas.
A retoma das atividades desportivas extracurriculares dentro da escola será faseada, considerando a diretora-geral da Saúde que “não pode começar tudo ao mesmo tempo”, e só depois de definidas as normas para cada modalidade serão emitidas orientações para a prática nas escolas.
O ano letivo arranca entre 14 e 17 de setembro com aulas presenciais, depois de um ano que terminou com ensino à distância devido à pandemia da covid-19, que obrigou ao encerramento de todos os estabelecimentos de ensino em meados de março.
Em maio, os alunos do 11.º e 12.º anos puderam regressar às escolas, retomando algumas aulas presenciais, experiência que, segundo Graça Freitas, permitiu aprender que, apesar de o risco não ser inexistente, o cumprimento das medidas preventivas permite que seja reduzido.
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Ago 21 2020
Título: “All You Can Eat” | Autores: “Manuel Perez“
Tommy costumava ser um pequenino filhote inocente, mas quando ele percebe que seu objetivo final como criatura viva é tornar-se uma refeição para humanos, não há nada mais do que matar ou ser comido.
Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em https://cinemasemconflitos.pt/

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Ago 21 2020
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Ago 21 2020
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Ago 21 2020
Por cá muito se tem dito sobre o próximo ano letivo. A comunidade educativa está apreensiva, pode-se dizer que o medo começa a pairar no ar, mas não há quem sossegue os receios. Não é uma manifestação a 5 de outubro que vai conseguir a segurança que todos querem. Se a pretensão é mesmo a luta por condições de trabalho nesta fase complicada e de incerteza, há que ser bem mais do que bem falante e abanar bandeirinhas…
Os sindicatos CCOO, UGT, CGT e STEM anunciaram uma greve dos professores madrilenos no início do ano letivo em cada uma das etapas educacionais e mais um dia de greve conjunta. Acusam o governo regional e o Ministério da Educação de “inércia” e consideram que faltam medidas e recursos.
No dia 10 de setembro haverá uma greve conjunta de todos os níveis e ensinamentos do ensino público não universitário, explicam os quatro sindicatos.
Entre as principais reivindicações sindicais estão: redução da proporção de alunos por sala de aula; divisão das turmas para respeitar distâncias de segurança; aumento do corpo docente; mais pessoal de limpeza e controle; dotação em todos os centros de pessoal de enfermagem e medidas e recursos para corrigir a exclusão digital.
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Ago 21 2020
Este novo blog tem uma característica única n nosso meio, é dinamizado por um aluno.
O “+ Sobre Educação”, compromete-se a informar e a divulgar as noticias mais recentes da área da EDUCAÇÃO. Por agora afirma-se como um blogue generalista, mas esperamos que se torne uma referência para toda a comunidade educativa com principal incidência nas problemáticas dos alunos.
Boa sorte e boas “escritas”…
Fica o link:
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Ago 21 2020
Pudera sr.º ministro! Das escolas que reabriram em maio qual delas funcionou com toda a comunidade escolar ao mesmo tempo?
Este tipo de notícias só serve para tapar olhos. As Creches e Jardins de Infância que abriram em maio não tiveram um número de alunos que impedisse o distanciamento entre alunos, os pais preferiram ficar com as crianças em casa do que correr riscos. No ensino Secundário, as regras foram muito mais restritivas do que vão ser a partir de setembro e o número de alunos nessas escolas, também, ficou muito aquém do normal. Esta comparação é incomparável, só o ME é que a consegue fazer.
A solução, neste momento, passa por cumpri regras muito mais restritas do que aquelas que foram emanadas pela tutela e DGS e acima de tudo de dar condições às escolas AO’s e professores para as poderem implementar junto da comunidade educativa. Mas isso dava muito trabalho ao ME…
Em Portugal, só 1,1% das 3.500 escolas que reabriram em maio é que tiveram casos identificados de covid-19, segundo dados pedidos pelo “Jornal de Negócios” ao Ministério da Educação. No total são 40 estabelecimentos e, depois de terem sido detetados casos, houve apenas oito escolas fechadas – decisão que cabe às autoridades de saúde. “Durante o período de 18 de maio a 26 de junho foram encerradas cinco escolas secundárias e três jardins de infância”, diz fonte oficial do executivo, que não avançou quantos casos foram identificados.
A mensagem de confiança do Governo é assim a mesma da do final de julho, quando Tiago Brandão Rodrigues disse no Parlamento que não tinha havido nenhum contágio em ambiente escolar, mas sim contágios trazidos para dentro da escola. Em entrevista ao Expresso, o ministro também afirmou: “não temos nenhum caso conhecido de propagação de vírus em ambiente escolar, nenhum link epidemiológico entre alunos ou entre alunos e professores.”
Há descrições por parte de diretores de escolas de vários casos de contágios, segundo um levantamento do Observador – sobretudo de assistentes operacionais. Mas a ideia da tutela mantém-se: o facto de estarem infetados não significa necessariamente que isso tenha ocorrido em contexto laboral, ou seja, na escola. Por outro lado, a Fenprof tem-se mostrado preocupada e o novo ano letivo contará com muitas mais pessoas nas escolas do que em maio. Ao mesmo tempo, a OMS sublinhou esta quinta-feira que manter as escolas fechadas será mais prejudicial para os alunos do que reabri-las.
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Ago 21 2020
No nº. 3 do artigo 2º da Portaria 644-A/2015 é referido: 3 — A título excecional, poderá a componente
curricular no 1.º ciclo do ensino básico ser organizada em regime duplo, com a ocupação da mesma sala por duas turmas, uma no turno da manhã e outra no turno da tarde, dependente da autorização da Direção -Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGESTE).
As escolas vão abrir e o novo ano letivo vai ser maioritariamente presencial, mas resta saber como é que as escolas se vão organizar para minimizar os riscos em tempos de pandemia da Covid-19. Esta sexta-feira, em declarações ao jornal Público, o Ministério da Educação deu mais uma pista: o sistema de aulas por turnos — de manhã e tarde — não vai poder ser aplicado ao ensino básico (do 1º ao 4º ano).
ó “em casos muito excecionais, devidamente justificados e desde que exista acordo entre todas as partes”, incluindo os pais, lê-se no esclarecimento enviado àquele jornal. Esses casos excecionais dizem respeito, por exemplo, aos casos em que “existam mais turmas do que salas de aulas”.
De resto, as aulas do 1º ciclo vão ter de se manter no horário habitual: entre as 9h e as 16h, com extensão das atividades de enriquecimento curricular (facultativas) até às 17h30. Ou seja, as orientações que foram enviadas pelo Governo aos diretores apontam para o chamado regime de aulas “a tempo inteiro”, com a exceção dos casos das escolas que já funcionavam em modo de regime duplo (manhã/tarde) e que vão poder continuar neste registo desde que garantam outras atividades aos alunos no turno sem aulas.
Coisa diferente são os anos de escolaridade seguintes, do 5º ano ao secundário, onde o Ministério dá permissão para que as escolas se organizem da maneira que entendem, permitindo nestes casos o modelo de turnos. Segundo o jornal Público, vários agrupamentos de escolas já informaram os pais de que vão optar por aquela solução, dividindo os vários anos de escolaridade em turnos manhã/tarde.
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Ago 21 2020
O ME anunciou a contratação de 700 AO’s e AT’s (não chega a 1 por agrupamento de escolas)e a renovação dos contratos existentes, cerca de 1.000. Serão suficientes? Não, não são suficientes.
A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFP), já chamaram à atenção os representantes do ME para esta problemática. A realidade do ano que se avizinha vai trazer muitos problemas, um dos maiores será a falta de AO’s nas escolas.
O autarca de Viseu deixou ontem o alerta que, só, para o seu concelho são necessários mais 100 AO’s; “Deixamos já um alerta ao Ministério da Educação: Viseu precisará de cerca de mais 100 assistentes operacionais, que são da responsabilidade do Ministério da Educação e não da Câmara de Viseu”. Como Viseu, acredito, que todos os outros municípios estejam com este problema, mas a sua voz não importa que chegue à opinião pública, importa dar a imagem que tudo está bem, tudo vai correr bem.
Se correr bem não vai ser graças a medidas implementadas, vai ser por pura sorte.
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Ago 21 2020
Informam-se os interessados que, no âmbito do n.º 1 e 2 do Capítulo XV do Aviso n.º 17774/2018, de 3 de dezembro de 2018, o prazo para manifestação de preferências é de cinco (5) dias úteis e decorre entre as 00h00m do dia 21 de agosto de 2020 e as 24h00m do dia 27 de agosto de 2020.
Podem apresentar-se a esta manifestação de preferência os candidatos que se encontram em bolsa de recrutamento constituída no âmbito do procedimento concursal aberto por Aviso referido anteriormente, e que pode ser consultada AQUI.
Os candidatos devem manifestar as suas preferências por ordem decrescente e de acordo com o nível de ensino e a língua estrangeira para os quais se encontram selecionados.
A manifestação de preferências é feita para o correio eletrónico [email protected]
Os candidatos deverão consultar os postos para provimento que se encontram disponíveis infra.
A Rede EPE para o ano letivo 2020/2021 foi aprovada por Despacho n.º 8074/2020, de 30 de julho de 2020 e publicada em DR n.º 162 de 20 de agosto de 2020.
Após os 5 dias úteis previstos para manifestação de preferências, os candidatos devem aguardar a publicação da lista provisória de colocação no Portal do Camões, I.P. e proceder, no espaço de 72 horas, correspondentes aos três primeiros dias úteis seguintes após a divulgação da referida lista, à aceitação dessa colocação para o correio eletrónico [email protected]
No caso de recusa do recrutamento, os candidatos são retirados da lista unitária de ordenação final.
Lista de Postos para provimento:
| País | Cidade | Instituição | Língua |
| Angola | Luanda | Universidade Agostinho Neto | Português |
| Argélia | Argel | Universidade Argel 2 | Francês |
| República Democrática do Congo | KInshasa | Universidade de Kinshasa | Inglês |
| Suazilândia (Reino de Eswatini) | Mbabane | Universidade de Suazilândia | Inglês |
| Tunísia | Tunes | Universidade La Manouba e Universidade de Cartago | Francês |
| País | Cidade | Instituição | Língua |
| México | Guadalajara | Universidade de Guadalajara | Espanhol |
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Ago 21 2020
Informam-se os interessados que, no âmbito do n.º 1 e 2 do Capítulo XV do Aviso n.º 17774/2018, de 3 de dezembro de 2018, o prazo para manifestação de preferências é de cinco (5) dias úteis e decorre entre as 00h00m do dia 21 de agosto de 2020 e as 24h00m do dia 27 de agosto de 2020.
Podem apresentar-se a esta manifestação de preferência os candidatos que se encontram em bolsa de recrutamento constituída no âmbito do procedimento concursal aberto por Aviso referido anteriormente, e que pode ser consultada AQUI.
Os candidatos devem manifestar as suas preferências por ordem decrescente e de acordo com o nível de ensino e a língua estrangeira para os quais se encontram selecionados.
A manifestação de preferências é feita para o correio eletrónico [email protected]
Os candidatos deverão consultar os horários para provimento que se encontram disponíveis infra.
A Rede EPE para o ano letivo 2020/2021 foi aprovada por Despacho n.º 8074/2020, de 30 de julho de 2020 e publicada em DR n.º 162 de 20 de agosto de 2020.
Após os 5 dias úteis previstos para manifestação de preferências, os candidatos devem aguardar a publicação da lista provisória de colocação no Portal do Camões, I.P. e proceder, no espaço de 72 horas, correspondentes aos três primeiros dias úteis seguintes após a divulgação da referida lista, à aceitação dessa colocação para o correio eletrónico [email protected]
No caso de recusa do recrutamento, os candidatos são retirados da lista unitária de ordenação final.
TABELA DE HORÁRIOS VAGOS
Para visualizar o horário completo, clique no respetivo código.
O número de alunos referido em cada horário é, nesta data, meramente indicativo, estando ainda a decorrer período de inscrições.
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Ago 20 2020
Uma das curiosidades das listas de colocações da contratação inicial é que o grupo de recrutamento mais envelhecido em Portugal (200 – Português e Estudos Sociais/História) é o grupo de recrutamento onde a moda de idades dos contratados é a mais baixa de todas ficando nos 29 anos de idade e que entre os colocados neste grupo de recrutamento existem bastantes docentes colocados com 29 e 30 anos de idade (16 docentes em cada intervalo de idade) aproximando-se estes números da moda de colocados neste grupo que é nos 47 anos (20 docentes colocados).
Já no artigo do 1.º link tinha dado conta desta curiosidade que agora se torna mais frequente e que aparenta existir a garantia deste grupo de recrutamento ter professores jovens para substituir os que estarão próximo da reforma.
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Ago 20 2020
Por cá a situação é muito diferente, em Espanha as “coisas” estão a piorar, e muito…
O número de casos diários em Espanha tem vindo a preocupar as autoridades sanitárias que começam a ponderar a ideia de adiar um regresso às aulas presencial. Para já, só a região de Valencia tem desenhado um plano de contingência e segurança para o próximo ano letivo.
O ministro da Saúde espanhol descartou a possibilidade do regresso às aulas presenciais devido ao aumento de casos de Covid-19 no país. Esta quarta-feira, as autoridades sanitárias confirmaram mais de três mil novos diagnósticos positivos e contabilizaram mais 127 mortes. Só em Madrid, registaram-se 1.500 novos casos.
“Não considero para já um regresso [às aulas] a 100%”, cita o “El Economista” as declarações de Ruiz Escudero, esta quinta-feira.
A menos de um mês para o início da atividade escolar em Espanha, o Governo e as autoridades competentes ainda não foram capazes de desenhar um protocolo e medidas de segurança para que o próximo ano letivo decorra dentro da maior normalidade possível.
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Ago 20 2020
Sabemos bem que há um elevado nível de aleatoriedade no concurso de professores, tornando-o, em muitos aspetos, uma lotaria. Neste artigo analiso 2 situações do concurso de professores contratados que são de fácil resolução que não percebo porque ainda não foram resolvidas nos últimos anos:
Aquando da alteração dos intervalos a concurso no Decreto-Lei nº 132/2012, esta situação não se colocava, porque (para além da diferença de vencimento) não havia diferenças ao nível dos descontos para a Segurança Social. Atualmente, quem fica colocado com 15 horas verá que para a segurança social são considerados apenas 21 dias de trabalho por mês. Sobre este assunto há uma petição em andamento que devem assinar.
Vejamos um exemplo, baseado nas colocações deste ano:
No grupo 230 ficaram colocadas 2 colegas no mesmo concelho (Póvoa de Varzim) e no mesmo intervalo de horas (15 a 21). A candidata com melhor graduação ficou colocada com 15 horas, enquanto a candidata pior graduada ficou com 18 horas. No final do ano letivo a colega mais graduada perderá 108 dias de trabalho relativamente à outra colega. De acordo com os intervalos atuais quem quiser garantir os 30 dias, tem de concorrer apenas a horários completos, fazendo com que haja cada vez mais horários incompletos por preencher.
Fica a lista com o número de professores a quem saiu a fava o ano passado e na CI/REN deste ano:

Desde 2017 que foi introduzida uma alteração no Decreto-Lei n.º 28/2017, introduzindo o conceito de horário “equiparado a anual” (art. 42-A).
Na prática essa alteração implica que horários temporários possam ser considerados anuais para todos os efeitos, à exceção dos remuneratórios. Significa isto que alguém colocado num horário temporário pode ver o contrato renovado e o mesmo ser considerado para a norma-travão.
Mais uma vez vejamos uma situação:
Dois candidatos do mesmo grupo. Ambos concorrem à mesma região. Ambos ficam colocados em horários temporários em duas escolas diferentes (mas até poderiam ter sido colocados na mesma escola) . O melhor graduado esteve nesse contrato durante um mês e depois teve de mudar de escola e o pior graduado, manteve-se na mesma escola, tendo obtido 2 renovações. Tudo isto obra do acaso.
Conclusão: o melhor graduado continua numa situação de precariedade e o pior graduado entrará este ano nos quadros ao abrigo da norma-travão.
É urgente contemplar a alteração deste artigo na revisão do diploma, de forma a tornar o concurso mais justo e menos dependente da sorte.
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Ago 20 2020
O próximo quadro apresenta o número total de colocações em Reserva de Recrutamento desde o ano letivo 2012/2013 até à Reserva de Recrutamento 14.
Este ano foi o que teve mais colocações em Contratação Inicial e o segundo melhor ano no número de renovações. Apenas em 2012 existiram mais renovações do que neste ano.
O número de colocações que deve acontecer na Reserva de Recrutamento 1 andará entre os 1.500 e os 2.000 docentes e na Reserva de Recrutamento 2 entre os 4.000 e os 6.000 docentes (visto aparecerem aqui pela primeira vez os horários temporários e eventualmente existirem mais atestados médicos devido ao regresso às aulas presenciais em tempo de pandemia).
Poderei fazer em breve uma estimativa por grupo de recrutamento tendo em conta as colocações dos últimos 2 anos.

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Ago 20 2020
O primeiro quadro apresenta as idades de todos os professores opositores à contratação. Há algumas variações de grupo para grupo, mas a moda anda pelos 40 anos. Menos de 8% dos candidatos está abaixo dos 30 anos e há 450 professores com mais de 60 , incluindo um professor que fará 70 anos ainda em novembro de 2020.
No segundo quadro está feita a distribuição dos professores que ficaram colocados na CI/REN. Também nesta tabela a moda está nos 40 anos, mas apenas 1% tem menos de 30 anos.
Ainda na segunda tabela é possível perceber que foram colocados 165 professores com mais de 60 anos, havendo 2 que têm 69 anos em setembro.
As idades foram calculadas a 01/09/2020. Clicando nas imagens poderá ter acesso à imagem em melhor qualidade.
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Ago 20 2020
Após a publicação da lista de colocações de professores contratados, publico a tabela com o nº de candidaturas e a % de professores por colocar em cada grupo de recrutamento.
Existem neste momento 33294 candidaturas por colocar que correspondem a 21664 professores, uma vez que são muitos os que concorrem a vários grupos de recrutamento.
Analisando a tabela, percebe-se que o preenchimento de horários (principalmente incompletos e temporários) não será tarefa fácil para alguns diretores da zona de Lisboa e Algarve, porque é sabido que muitos destes professores que ainda não estão colocados não concorrem para essas zonas.
Essa pressão será maior nos grupos com % de não colocados inferior a 50% e se aliarmos aos números da tabela a quantidade de horários não aceites/denunciados será fácil perceber que no grupo 550 – Informática (entre outros) haverá sérios problemas no preenchimento dos horários que saírem nas próximas RR’s na zona de Lisboa e Algarve.

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Ago 20 2020
Tendo já sido anunciado pelo ME que para o ano a Mobilidade Interna só terá colocações de docentes com horário completo importa fazer uma análise aos docentes colocados este ano na Mobilidade Interna com horário diferente daquele que foi pedido pela escolas.
Não acontece apenas ficar colocado um docente com horário incompleto numa escola, mas também o inverso.
Existem escolas que pediram horários superiores à componente letiva a que o docente está obrigado e isso também tem implicações para as escolas que ficam com insuficiência de horário para as necessidades pedidas.
Ficam aqui os quadros deste ano para análise.
Dos 2.009 docentes colocados, 1.367 foram colocados para componente letiva igual à sua.
Pela entrega de horários aos docentes em Mobilidade Interna inferiores à sua componente letiva foram usadas 2.328 horas a mais do que as pedidas pelas escolas (equivalente a 105 horários). E por terem sido entregues aos docentes horários inferiores aos pedidos pelas escolas foram “poupadas” 993 horas (equivalente a 45 horários).


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Ago 20 2020
Dizem que os professores que o solicitarem também terão.
Num universo de 1.200.000 alunos só 100.000 beneficiarão desta medida numa 1.ª fase. Muito bem. E os que só têm um computador para toda a família? Vão continuar a fazer turnos, lá em casa, para poder trabalhar!
O programa Escola Digital, que prevê a distribuição de computadores por alunos e professores, vai disponibilizar na primeira fase 100 mil equipamentos.
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Ago 20 2020
As crianças do 1.° ciclo não vão usar máscaras?
As crianças têm um papel mais importante na propagação comunitária da covid-19 do que se julgava, com cargas virais superiores às dos adultos doentes, mas permanecendo assintomáticas, indica um estudo divulgado esta quinta-feira.
O estudo, da responsabilidade de investigadores do Hospital Pediátrico e do Hospital Geral de Massachusetts, Estados Unidos, é o mais abrangente com crianças com covid-19 feito até agora, tendo envolvido 192 crianças e jovens dos zero aos 22 anos. Dessas, 49 testaram positivo à covid-19 e mais 18 tiveram uma doença relacionada com o novo coronavírus.
Os resultados da investigação demonstraram que as crianças infetadas têm um nível significativamente mais elevado de vírus nas vias respiratórias do que os adultos hospitalizados nas Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) para tratamento de covid-19.
“Fiquei surpreendido com os elevados níveis de vírus que encontramos em crianças de todas as idades, especialmente nos dois primeiros dias de infeção“, disse Lael Yonker, autor principal do estudo.
“Não estava à espera de que a carga viral fosse tão elevada. Pensa-se num hospital, e em todas as precauções tomadas para tratar adultos gravemente doentes, mas as cargas virais destes doentes hospitalizados são significativamente inferiores às de uma ‘criança saudável’ que anda por aí com uma elevada carga viral SARS-CoV-2”, o coronavírus que provoca a covid-19, acrescentou
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Ago 19 2020
Ao menos desta vez estão a jogar pelo seguro… já nas escolas…
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Ago 19 2020
Encontra-se disponível a aplicação que permite aos docentes efetuarem audição escrita em conformidade com o disposto no art.º 18 do Decreto-Lei n.º132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor.
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Ago 19 2020
A morte de George Floyd, estrangulado em público por um polícia, indignou o mundo. Há um par de anos, no auge de uma discussão política, um homem jovem, prosélito de Bolsonaro, matou pelas costas, com 12 facadas cobardes, um homem velho, apoiante de Lula e do PT. Alcindo Monteiro e Bruno Candé morreram na rua às mãos de fanáticos, porque não eram brancos. Por e-mail, um grupo nacionalista, a Nova Ordem de Avis – Resistência Nacional, ameaçou três deputadas e sete outros cidadãos, a quem deram 48 horas para deixarem o país. Recorde-se que a “Nova Ordem” foi um conceito político que fez escola durante o III Reich, proclamando a superioridade da raça ariana e o extermínio dos judeus, dos homossexuais, dos negros, dos ciganos e dos deficientes.
Nestes actos temos todo um programa de futuro, se nada for feito. Paulatinamente, as maiores atrocidades banalizam-se e na sociedade consumista em que vivemos tornam-se insuficientes as reacções dos que lutam por um viver mais solidário e mais justo. De modo falsamente complacente, assistimos a uma prática política, judicial e policial que permite a criação e funcionamento de organizações que professam e proclamam ideologias fascistas e nazis, coisa que o artigo 46º, nº 4, da Constituição, claramente proíbe.
É nisto que estamos, quatro décadas e meia depois de nos termos livrado de 48 anos do fascismo beato de Salazar? Quatro décadas e meia depois de Abril, o que falta fazer para recordar à consciência cívica da sociedade que sempre que a democracia recua avança a barbárie? O que há de comum entre estas manifestações do que de mais negro caracteriza a natureza humana, senão a desumanização de uma sociedade que retrocede mesmo naquilo que dávamos por adquirido e onde muitos chegam a negar o próprio holocausto?
No mundo, passámos o último século a constituir depósitos de armas sofisticadas e a engendrarmos estratégias fratricidas, que enriquecem poucos e desgraçam muitos. No mesmo oceano onde uns se banham em férias, morrem outros que fogem da guerra e procuram trabalho e pão para que os filhos sobrevivam.
As condições para que os movimentos populistas fortifiquem cresceram. A decantada luta contra a corrupção afirma-se incapaz de regenerar seja o que for. A mitomania de Trump e a bizarria de Bolsonaro fizeram escola e ajudaram a projectar os preconceitos. Os produtores das notícias falsas, que inundam as redes sociais, profissionalizaram-se ao jeito da Cambridge Analytica. É hora de nos opormos ao aumento de um sentimento generalizado de impotência democrática, entre nós irresponsavelmente ajudado pelas últimas decisões políticas.
A nossa incapacidade para analisar os riscos a que estamos expostos e a informação que temos à luz dos ensinamentos da história contemporânea é alimentada pela tendência para valorizar o que está facilmente disponível. Num rumo que devemos combater, quantas vezes teremos de ver os desmandos antidemocráticos, xenófobos e homofóbicos, que se vão multiplicando pela Europa, para nos darmos conta de que eles estão a chegar à nossa sociedade?
Aos portugueses pobres, aos portugueses que integram as diversas minorias étnicas da nossa sociedade, para além de uma economia que valorize o trabalho e promova o bem-estar colectivo, que não apenas o enriquecimento desmesurado do capital, falta uma justiça igual para todos, que sirva todas as culturas mas não tolere um só comportamento que ponha em perigo a coexistência pacífica entre cidadãos, a democracia e a Constituição, falta uma organização social e política liberta das clientelas partidárias e falta uma escola exigente, que anule as diferenças e não as agrave.
A facilidade com que a democracia tolera o uso de estereótipos e preconceitos racistas para estigmatizar e catalogar comunidades inteiras talvez seja o corolário da sua, até hoje, incapacidade para remover as desigualdades estruturais e crónicas da nossa sociedade, que favorece uns e discrimina outros. É redutor reduzir o problema à dicotomia clássica esquerda versus direita. Mas é urgente remover a extrema direita criminosa da equação e combater os seus argumentos intelectualmente primários e socialmente tenebrosos, remetendo-a ao bordel, que é, de descrença na humanidade.
In “Público” de 19.8.20
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Ago 19 2020
Resposta legislativa à pandemia na área laboral é uma teia que já confundiu os próprios serviços do Estado. Entre leis, decretos, despachos e resoluções, saíram 88 documentos em cinco meses e meio.
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Ago 18 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/08/Ano-letivo-2020-2021-Nota-Informativa.pdf”]
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Ago 18 2020
Título: “Dine Alone” | Autores: “Xinhui Ma“
Quando um apresentador de talk show pedófilo não ofensivo é pressionado a ter seu primeiro ator convidado menor de idade no programa.
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Ago 18 2020
Não, não terão.
Na reunião com o SE, um dos diretores colocou essa questão e a resposta foi esclarecedora do que vai acontecer.
“Boa tarde, prevê-se para o próximo ano letivo a obrigatoriedade de as escolas ministrarem alternativas à distância para os alunos que pertençam a grupos de risco atestado por um médico?
R: Não. Procede-se como com outros alunos impedidos de frequentar a escola por motivo de doença.”
Os alunos de grupos de risco não terão qualquer tratamento diferenciado. Terão que assistir às aulas conforme o plano de cada escola (presencial, misto ou E@D) como qualquer outro aluno, ou sujeitar-se às medidas já estabelecidas em anos anteriores por cada escola.
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Ago 18 2020
Que fique desde já esclarecido que contra mim falo…
A legislação em vigor, Lei n.º 31/2020 – Diário da República n.º 155/2020, Série I de 2020-08-11, no aet.º 25.º, refere: Os imunodeprimidos e os portadores de doença crónica que, de acordo com as orientações da autoridade de saúde, devam ser considerados de risco, designadamente os hipertensos, os diabéticos, os doentes cardiovasculares, os portadores de doença respiratória crónica, os doentes oncológicos e os portadores de insuficiência renal, podem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, desde que não possam desempenhar a sua atividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação de atividade.
Mas como já é do vosso conhecimento o SE, em reunião com os diretores, respondeu sempre com “Atestado”…
“Os professores que são de risco precisam pôr atestado médico ou basta a declaração médica?
R: Atestado”
“Como se procede à distribuição de serviço a professores que apresentam certificado médico de pessoa de risco?
professores, e não “professores”
R: Se não podem assegurar o serviço, estarão necessariamente de baixa.”
“Como funcionará a aplicação da legislação do teletrabalho na educação.
R: Não se percebe como se concilia teletrabalho com o regime presencial.”
Infere-se por estas perguntas e respostas que a legislação, ainda, em vigor vai ser alterada e os professores de grupos de risco terão que apresentar atestado médico para não exercerem a sua normal atividade docente. Isso levará à sua substituição e nunca a outras formas de prestação do serviço docente.
Dito isto, as declarações médicas entregues até agora e as que estão na forja para ser entregues deixarão de ter o resultado pretendido.
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Ago 18 2020
Uma delegação da FNE – Federação Nacional da Educação, constituída pelo Secretário-Geral e pelos Presidentes dos STAAE’s, Rita Nogueira, João Ramalho e Cristina Ferreira, reuniram com a Secretária de Estado da Educação a propósito de um Decreto-Lei que o Governo vai aprovar com vista à prorrogação dos contratos a termo resolutivo e que vigoram até ao dia 31 deste mês.
Com efeito, o Governo aprovou na generalidade, na reunião de Conselho de Ministros da semana passada, o decreto-lei que estabelece a possibilidade de prorrogação dos contratos a termo resolutivo celebrados com pessoal não docente das escolas da rede pública do Ministério da Educação, no âmbito da pandemia da Covid-19. Trata-se de uma medida excecional que permite o prolongamento do vínculo, ainda que precário, para que estes trabalhadores possam continuar a desempenhar funções nas escolas ao longo de todo o próximo ano letivo, e que só é possível no quadro da legislação que está em vigor para a situação que o país vive.
A FNE já tinha manifestado no mês de julho a sua profunda preocupação em relação à possibilidade de não renovação a inúmeros Assistentes Operacionais dos seus contratos que expiram a 31 de agosto próximo, o que entendíamos como um enorme desrespeito pelas pessoas envolvidas que se têm revelado essenciais para assegurarem o funcionamento das escolas e que portanto deveriam poder continuar a disponibilizar os seus conhecimentos e a sua experiência, tanto mais que continuam a fazer falta para que as escolas funcionem.
Apesar de saudar esta decisão, tomada num quadro excecional, a FNE sublinhou nesta reunião que uma tal decisão não deixa de manter estes trabalhadores numa situação de precariedade, prolongada por mais um ano, em vez de ser adotada a decisão que seria mais adequada, e que consistiria na determinação dos mecanismos que permitissem a vinculação destes trabalhadores.
Por outro lado, a FNE sublinhou que é imprescindível o reforço dos trabalhadores não docentes das nossas escolas, quer em termos de técnicos superiores (das mais diversas especialidades, incluindo particularmente os Psicólogos), quer em termos de Assistentes Técnicos e Operacionais. As exigências que se vão colocar ao funcionamento das escolas no próximo ano letivo, e desde o seu início, bem como o apoio que deve ser disponibilizado aos Alunos não se compadecem com constrangimentos financeiros que seriam inteiramente incompreensíveis em nome da saúde, segurança e promoção da equidade nas nossas escolas.
A FNE registou também que se torna imprescindível que, para um horizonte mais largo, se iniciem rapidamente negociações que permitam a revisão da Portaria de rácios, para que se determine o reforço que se torna imprescindível para que se garanta que todas as escolas disponham do número de trabalhadores não docentes para todas as suas necessidades.
Também foi assinalada pela FNE nesta reunião a necessidade de se trabalhar tão rapidamente quanto possível para a valorização destes trabalhadores, nomeadamente em termos de definição e clarificação dos seus conteúdos funcionais e em termos de formação contínua.
Porto, 18 de agosto de 2020
A Comissão Executiva
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Ago 18 2020
Delegação de competências no subdiretor-geral da Administração Escolar
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Ago 18 2020
Título: “AAZAR” | Autores: “AAZAR SHORTFILM“
Aazar está em uma jornada cósmica em direção ao planeta Terra. Conforme ela se aproxima do planeta azul, obstáculos que ela nunca imaginou mudarão seu destino para sempre.
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Ago 18 2020
A Escola Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz, está a preparar o arranque das aulas em regime normal, mas já com um plano caso a situação piore e os alunos tenham de ficar em casa.
Neste regime misto, cada metade da turma tem uma semana de aulas na escola e uma semana em casa, sem alterações nos horários de professores e alunos.
Os intervalos vão ser mais curtos. Com pouco tempo para compras no bar, será pedido aos alunos que tragam lanches de casa. Para os almoços, serão criados dois turnos e haverá circuitos para circular na escola.
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Ago 17 2020
Os trabalhadores não docentes alertaram esta segunda-feira que faltam funcionários nas escolas para conseguir garantir as regras de segurança associadas à covid-19, lembrando que já antes da pandemia eram poucos e estavam sobrecarregados de trabalho.
Representantes da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFP) estiveram hoje reunidos com responsáveis do Ministério da Educação e voltaram a chamar a atenção para o facto de faltarem milhares de funcionários nas escolas, haver trabalhadores exaustos e de este ser um grupo profissional envelhecido.
Estes trabalhadores são fundamentais para que o sistema de proteção contra a covid funcione, mas a maioria das escolas tem falta deles. Algumas escolas não vão conseguir cumprir as novas regras em tempo de pandemia. Os problemas vão aparecer”, alertou Artur Sequeira, presidente da federação, em declarações à Lusa no final do encontro.
Sobre o aumento de mais 700 trabalhadores prometido pelo Ministério da Educação, Artur Sequeira diz que “não chegam sequer para cobrir os que se aposentaram no passado ano letivo”.
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