Evolução das Colocações em Contratação Desde 2012

O próximo quadro apresenta o número total de colocações em Reserva de Recrutamento desde o ano letivo 2012/2013 até à Reserva de Recrutamento 14.

Este ano foi o que teve mais colocações em Contratação Inicial e o segundo melhor ano no número de renovações. Apenas em 2012 existiram mais renovações do que neste ano.

O número de colocações que deve acontecer na Reserva de Recrutamento 1 andará entre os 1.500 e os 2.000 docentes e na Reserva de Recrutamento 2 entre os 4.000 e os 6.000 docentes (visto aparecerem aqui pela primeira vez os horários temporários e eventualmente existirem mais atestados médicos devido ao regresso às aulas presenciais em tempo de pandemia).

Poderei fazer em breve uma estimativa por grupo de recrutamento tendo em conta as colocações dos últimos 2 anos.

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10 comentários

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    • maria maria on 20 de Agosto de 2020 at 18:25
    • Responder

    São cerca de 5200 os professores contratados (CI) com idades entre os 49 e os 65 anos. Se todos estes professores vincularem darão lugar a horários com componente letiva inferior a 22 h ….

      • Paulo Anjo Santos on 22 de Agosto de 2020 at 16:11
      • Responder

      Exato, esse é outro assunto controverso, o ECD diz logo no início que serve para todos os docentes, incluindo os que estão em horário temporário. Na prática são poucas as escolas que reduzem a componente letiva, devido à idade, dos contratados! Ainda assim eu conheço alguns casos de escolas que o fazem…

    • Paulo Anjo Santos on 22 de Agosto de 2020 at 16:26
    • Responder

    O aumento das colocações desde 2012 mostra claramente uma aposta cada vez maior na precariedade… a mesma que António Costa tanto se tem esforçado em combater nas empresas privadas!

    1. É preciso politizar tudo? Este problema já vem de há anos, não foi só agora! O problema não é político mas sim do povo português que se diz inteligente mas que só sabe ser mandado. Como dizia o outro, falam falam mas ninguém faz nada.

        • Paulo Anjo Santos on 25 de Agosto de 2020 at 12:59
        • Responder

        Eu não falei em partidos, concordo contigo que o problema já vem de há muitos anos e até já escrevi que todos os partidos são responsáveis. Mas há alguns mais responsáveis que outros, e ter de ouvir AC frequentemente a dizer, o que atrás referi, sem que ninguém lhe fale daquilo que o governo dele faz com os professores… é revoltante!

          • FCP on 25 de Agosto de 2020 at 22:34

          Respondi

    • FCP on 25 de Agosto de 2020 at 15:33
    • Responder

    Caro Paulo Anjo Santos,
    Como já expliquei a culpa é só nossa, não vale a pena apontar dedos. Criticar sabemos! Para apontar dedos somos os melhores! Damos a volta às dificuldades quando nos dá jeito. Não temos Cojones para resolver e remediar! Optamos pelas soluções fáceis. Ninguém quer responsabilidades, ninguém quer arriscar! Vivemos em função dos outros. Ninguém se quer destacar e cumprir. Aceitamos horários da merda longe das famílias e pagamos para trabalhar.
    Depois escrevemos nos blogs. Ninguém ouve ninguém. Ninguém sabe ouvir. Nem os políticos nem os professores.
    Somos cordeirinhos e deixamos que mandem em nós quem não percebe nada do assunto. Mas assim fazemos com tudo. Em nome do politicamente correto e das modernices da merda!
    Antigamente dávamos luta porque dávamos valor! Hoje, baixamos os braços e a cabeça. Não damos valor a nada, nem à educação, nem ao dinheiro, nem à saúde, nem se quer à família quanto mais ao resto!
    O Português constrói e por egoísmo, destrói. Não luta, não tem cojones! Descarta.
    Para mudar a educação, teriamos de mudar as mentalidades. Cada um por sí, não chega lá.

    • Paulo Anjo Santos on 25 de Agosto de 2020 at 22:48
    • Responder

    Pois, parece-me é que és mais um(a) a fazer o mesmo! 😉

    O que é que sugeres?

    Está mais que visto que a classe está dividida, os problemas de uns são muito diferentes os problemas de outros e tem sido difícil captar a solidariedade de uns para com os outros… enfim, isto dava uma tese de doutoramento, há muitas questões envolvidas nestes assuntos, aqui é difícil escrever sobre todos. O que quero transmitir é que a situação é complicada… quem aceita certo tipo de horários é porque não tem melhor, infelizmente é assim. A forma de impedir que essas pessoas estejam sujeitas a esse tipo de horários durante décadas seria os do quadro estarem dispostos a lutar por eles. Mas quantos estarão dispostos a fazê-lo? Eu diria que muito poucos…

      • FCP on 26 de Agosto de 2020 at 17:34
      • Responder

      Pois, não concordo até porque bastava o movimento vir dos contratados que já é em sí somos um grupo enorme. Sem contratados não existem aulas.
      Uma greve, por exemplo! Mas uma greve à sério!
      Pressionar os sindicatos e os encarregados de educação que nos têm abaixo de merda.
      Denúncia a nível da comissão europeia! Porque ao fim e ao cabo, quem mexe com a educação, mexe com a sociedade. A educação é a base da sociedade, não é? Fazemos parte da União Europeia, isto é inaceitável e talvez até anticonstitucional!
      Caro Paulo, dizer que “a situação é complicada” é outra forma de baixar os braços. Eu interpreto como :”É complicado, então que se lixe!” uma reacção típica e triste do Português quando enfrenta uma dificuldade. E que a seguir, costuma descartar para evitar esforços e constrangimentos.
      Nunca nada foi adquirido sem esforço e sem sacrifício nas sociedades modernas. Aqui ninguém está disposto a fazer sacrifícios, tem de ser entregado gratuitamente.
      A maioria dos contratados aceita esses horários porque é “mole”. Então, como já expliquei, prefere apontar o dedo…mas é o mesmo com tudo nesta cultura inerte!

        • Paulo Anjo Santos on 26 de Agosto de 2020 at 21:59
        • Responder

        Os contratados a fazerem greve… hummm, só se forem os não colocados! kkkkk

        Interpretas da forma que queres interpretar, da que te dá jeito… já fizeste alguma coisa para que as sugestões que dás se tornem mais que umas coisas escritas num blogue? Aquilo que vieste aqui criticar?

        Explica-me lá, como é que um contratado não aceita um horário para o qual concorreu? Ou um horário qualquer em que esteja interessado?

        Eu até concordo contigo, acho que, sobretudo os contratados, devíamos fazer alguma coisa, mas parece-me que sem uma estrutura financiada (sindicato ou outra) é difícil fazer alguma coisa… e os sindicatos há muito que deixam para 2º plano os problemas dos contratados…

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