Procedimento de seleção e recrutamento de pessoal docente – Casa Pia de Lisboa

 

Informa-se que se encontra aberto, a partir de 4.ª feira (inclusive), 27 de outubro de 2021, pelo prazo de 3 dias úteis, procedimento de seleção e recrutamento de pessoal docente para suprimento de necessidades temporárias, da Casa Pia de Lisboa, I.P., para o ano escolar de 2021/2022 – Contratações a termo resolutivo certo (grupos de recrutamento 220 – Português e Inglês e 300 – Português), constituição de reservas de recrutamento (grupos de recrutamento 330 – Inglês, 350 – Espanhol e 520 – Biologia e Geologia).
                                                                                                                          
Informa-se que o formulário on line se encontrará disponível a partir de 4.ª feira, 27 de outubro de 2021, até às 23 horas e 59 minutos, hora de Portugal Continental, do dia 29 de outubro de 2021.

 

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Esclarecimento sobre a Greve de dia 5 de novembro

 

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Uma democracia de mercado – Santana Castilho

 

1. Decide-se hoje, pelo menos formalmente, o destino do Orçamento de Estado (OE). O cenário oferecido aos servos fiscais, a que chamam cidadãos, resume-se assim: Governo e oposição, imprestáveis para empreender reformas sérias, digladiam-se numa romaria orçamental, com tácticas casuísticas e o mesmo objectivo estratégico: ter poder para, numa democracia de mercado, repartir benefícios pelos prosélitos mais próximos; um Estado tentacular, aprisionado por esta lógica e por escritórios de advogados, que assiste impávido à degradação da provisão pública dos serviços de saúde, educação e justiça; um Presidente que, em nome da estabilidade podre que o obceca, nos sopra liminarmente, a cada passo, a velha máxima de Thatcher: “There is no alternative”.
São evidentes os sinais do autoritarismo monolítico de António Costa, cada vez mais fixado na afirmação do seu poder e na imposição de ideias de controlo e supervisão da sociedade. Conseguirá ele, no último minuto, fazer aprovar mais um OE? Créditos de flexibilidade de cintura, não lhe faltam. Entre outros, basta que recordemos o sorriso cínico com que deu a volta ao resultado das eleições que perdeu, ante um político que vinha de quatro anos de distribuição de miséria pelo país; a facilidade com que, depois de considerar o Bloco de Esquerda uma “inutilidade total”, o utilizou para ser poder; a volatilidade que usou para passar do eurocepticismo (saudou a eleição de Tsipras como um sinal de mudança na Europa) para o federalismo (quando lhe foi conveniente, alinhou rápido com as propostas de Macron); a ligeireza com que, depois de perorar na oposição contra “os falcões de Berlim”, bajulou, no Governo, a senhora Merkel.
Ou estará antes no papel de escorpião, pronto para ferrar de morte o OE, porque não resiste ao chamamento para presidente do Conselho da Europa, em Julho de 2022? É que, como bem lembrou Ana Gomes, tem e recusa a solução: acabar com a caducidade da contratação colectiva.
2. De passo síncrono com a diminuição da natalidade e o envelhecimento da população, acentuou-se em Portugal o abismo entre o litoral, sobrepovoado, e o interior, desertificado; enveredámos por um desenvolvimento agrícola de monoculturas intensivas, que depauperam solos e reservas de água; continuamos um país desindustrializado, fortemente dependente da importação de bens, a que outros acrescentaram valor; regredimos nos resultados da Educação; assistimos à degradação continuada da Justiça; numa palavra, permitimos, mansos, a imposição de um colete-de-forças ideológico em múltiplas áreas da vida colectiva.
Muitos, respeitáveis, dizem que não há racismo em Portugal. Detenham-se nos comentários que pululam nas redes sociais. Encontrarão, mais do que racismo, ódio. Ódio profundo dirigido ao outro, seja branco, preto ou amarelo, estigmatizando todos pelos comportamentos de alguns. Demasiados oprimidos, aí, odeiam mais o outro que o opressor e mostram-se inaptos, sequer, para identificar quem os faz pobres e oprimidos. Muitos deles, sem se darem conta, porque alienados, viram simples colaboracionistas, quando assumem as mesmíssimas práticas e dialéticas que julgam estar a combater. De alma profundamente dorida, vejo isso, até, nas caixas de comentários dos professores.
À medida que envelheço, os problemas que não podem ser solucionados cientificamente, mas que são fundacionais de uma visão personalista da vida, vão ocupando o meu espaço reflexivo em detrimento daqueles que resolvo com o conhecimento acumulado. Assim, quando olho para a corrente política que procura dominar o ensino, sinto-me em sentido contrário: eles fixados nas competências, que resolvem problemas (do sistema económico); eu preocupado com os modos diferentes de ver o mundo (para que cada um o entenda).
A pressão que o utilitarismo e o consumismo, as medidas e os números exercem sobre os que pensam é tal, que muitos acabam desistindo da Filosofia, da História e da Literatura e aceitam acriticamente o império da Estatística.
Oxalá esta crise pudesse, pelo menos, despertar políticos e pedagogos para a necessidade de produzir pensamento sobre processos de melhorar a qualidade de vida das populações, recuperando o equilíbrio entre as prerrogativas do Estado e as liberdades fundamentais dos cidadãos.
In “Público” de 27.10.21

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A pedagogia do paraquedista instantâneo -Jorge S. Braga

Há uma forma muito simples de transformar uma pessoa num paraquedista “qualificado”. É afixar-lhe um paraquedas às costas e atirá-lo do avião de uma altura considerável. O problema desta metodologia pedagógica é a taxa de sucesso.
Presume-se ser baixa porque objetivamente nunca ninguém testou cientificamente o processo.
Nas escolas portuguesas há muitos adeptos da pedagogia do paraquedista instantâneo.

É necessário que o aluno aprenda algo? Atira-lhe com STEM ou STEAM ou com um “projetinho” interdisciplinar para cima e aquilo há de dar algo.

Muitas vezes não interessa nada se o paraquedista aprendeu de facto a usar o paraquedas ou se simplesmente teve sorte e caiu num fardo de palha. O que interessa é se chegou vivo ao chão. Se chegou vivo … passa de ano. E nem precisa de estar muito vivo …

Há uma crescente preocupação excessiva na educação portuguesa em fazer “projetinhos”, ou uma bricolage qualquer, especialmente quando há a visita de um alto dignatário. Há que demonstrar que a escola consegue construir produtos e que estamos todos no século XXI.
É uma moda. Daquelas cíclicas, que regressa passados uns anos, com mais ou menos força. No final do século passado o projeto era a moda. Está de volta. Por volta de 2003/4 as rubricas…. Estão de volta. O construtivismo da autodescoberta … já veio e já foi. A pedagogia de competências. O saber-ser e o saber-estar … yachh.

Enfim, conforme a última coqueluche pedagógica (que vendo bem as coisas já cá anda há muito tempo) redireciona-se toda uma organização num dado sentido.

Quase que os ouço, em excitação preocupada:

São os projetos. O caminho são os projetos!
Não as rubricas, as rubricas é que é bom.
Não são nada que o Professor Domingues Fernandes já se arrependeu te ter escrito a folha sobre rubricas. Descritores de desempenho subordinados aos domínios… isso é que é ! De preferência com média ponderada calculada com 14 casas decimais (sic).

(Uma das coisas que não passa de moda são as tabelas – continuo na minha: O termo “grelhas” é para churrascarias. Mas vou usá-lo no resto do texto por uma questão de clareza. Se não os podes vencer junta-te a eles.)

Mas quando se diz que os alunos deverão aprender algumas competências básicas (não lhes chamo aprendizagens essenciais para não ofender ninguém) e que se calhar estes tipos de metodologias pedagógicas não serão os mais indicados…. Ui. Cai o Carmo e a trindade.

Quem conhece a minha prática letiva sabe que faço enormes projetos com os meus alunos. Fábricas. STEM on steroids! Para mim é fácil porque eu ensino tecnologia industrial logo….
Mas mesmo eu, um engenheiro, fervoroso defensor da metodologia de projeto (e obviamente de STEM) olho para esta metodologia e digo: não. Há certas coisas em que é simplesmente impraticável aplicar estas ferramentas pedagógicas.
Há certas coisas que devem ser mesmo aprendidas antes de aplicar certas metodologias ou corremos o risco de o “paraquedista” ao saltar do avião estatelar-se contra a hélice.

Quando o objetivo é ensinar alguém paraquedismo, se calhar o instrutor, ainda no solo, começa por explicar como se sai do avião (se calhar com um modelo da porta do avião) , fazem ensaios no solo de posicionamento corporal (qual surfista na areia a praticar), ensinam-se várias regras de segurança, sendo o que fazer quando o paraquedas não abre uma das mais importantes. Quem sabe vão até a um túnel de vento (para as escolas ricas que têm esse tipo de recursos- a ironia da metáfora imitar a vida real!) praticar um pouco e fazer uns exercícios. Provavelmente depois há um salto em tandem com o instrutor para habituação… e talvez, mais tarde, o salto solitário.
Depois de tudo isto bem consolidado…. virão as acrobacias durante o salto.
Talvez com isto tudo melhoremos significativamente a probabilidade de sobrevivência do paraquedista por oposição à estratégia gravítica imediatista.

Com os projetos e com STEM é a mesmíssima coisa.
Não podemos querer que estas duas ferramentas/metodologias venham resolver tudo e mais alguma coisa. Há certas competências anteriores ao salto que devem ser adquiridas. E isso não é demérito nenhum para a metodologia de projeto.
Note-se que o contrário também é verdade: não se pode ensinar um aluno a colaborar numa equipa (sim porque a colaboração também se ensina) obrigando-o a fazer exercícios de matemática sozinho.
Cabe ao professor “esse grande pedagogo” a capacidade de discernir aquilo que faz sentido para aqueles conteúdos e para aquele grupo de alunos.

E não há grelha que consiga suportar essa decisão que está centralmente alicerçada no âmbito das relações humanas.

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Provas de Avaliação Externa | 2021/2022 – INFORMAÇÃO-PROVA GERAL

 

O presente documento divulga informação relativa às provas de avaliação externa das aprendizagens dos alunos dos ensinos básico e secundário nas modalidades de:
a) Provas de aferição;
b) Provas finais de ciclo;
c) Exames finais nacionais.
O presente documento inclui as informações transversais a todas as provas atrás referidas, que constituem o enquadramento geral presidindo à sua conceção. Apresenta, também, a indicação dos referenciais curriculares de base, bem como informação sobre as opções relativas à conceção e à elaboração destas provas, no que respeita, nomeadamente, aos níveis de complexidade cognitiva e à cotação dos itens.

 

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A resposta, de António Costa, à necessidade de rejuvenescimento do corpo docente

 

Tudo depende de um estudo que só o governo conhece, mas quer discutir com os sindicatos e com o PCP… No OE2022 nada consta…

 

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Professor(a) de Português – Horário Completo

 

Horário Completo

Professor(a) de Português

1º, 2º, 3º ano Ensino Profissional – Ensino Secundário

Escola Profissional Magestil

Avenida Almirante Gago Coutinho, nº 95, 1700-028 Lisboa

Envio de cv para  [email protected]

 

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Não me demito…

“Eu não me demito. O meu dever é enfrentar as dificuldades. António Costa

Em relação a outros assuntos… demitia-se.

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Recomendação de instalação de desfibrilhadores automáticos (DAE) em todas as Escolas e o reforço da formação em suporte básico de vida

Esta recomendação peca por ser apensa uma recomendação e não ter uma força de obrigação. Já tinha falado disto a semana passada… Há, também, que referir que tal medida não está prevista o OE que parece que vai ser “chumbado”, pode ser que ainda se vá a tempo…

Resolução da Assembleia da República n.º 262/2021 – Diário da República n.º 208/2021, Série I de 2021-10-26

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:

1 – Instale desfibrilhadores automáticos externos (DAE) em todos os recintos desportivos, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 188/2009, de 12 de agosto, bem como nos estabelecimentos de ensino, ouvindo o Grupo de Trabalho criado para o efeito sobre as prioridades na colocação destes equipamentos.

2 – Reforce a formação dos professores e pessoal de apoio educativo em suporte básico de vida e desfibrilhação automática externa.

3 – Introduza o ensino de suporte básico de vida no currículo escolar dos alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, em termos adequados à idade daqueles e ao ano frequentado.

4 – Realize campanhas de literacia em saúde que promovam a importância de todos os cidadãos estarem aptos a aplicar o suporte básico de vida e a manusear um desfibrilhador automático externo.

5 – Avalie, ouvindo os especialistas do sector, a necessidade de proceder à revisão do Decreto-Lei n.º 188/2009, de 12 de agosto.

Aprovada em 8 de outubro de 2021.

O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.»

 

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Reunir e juntar forças em defesa de quem trabalha nas Escolas – S.TO.P

 

“Caros colegas dirigentes sindicais da FENPROF, FNE, SINAPE, SIPE e todos os outros sindicatos docentes,

Tivemos conhecimento que algumas das vossas estruturas sindicais convocaram uma greve nacional para docentes dia 5 de novembro. Vimos por este meio, mais uma vez, expressar a nossa solidariedade com esta greve, cujas reivindicações, como é público, são comuns não apenas com o que o S.TO.P. defende mas também com outros sindicatos/federações docentes. 

Como sabem, em finais de julho enviámos a todos os sindicatos/federações docentes um convite para juntarmos forças em defesa de questões fundamentais para quem trabalha nas escolas (inclusive muitas das reivindicações desta greve de 5 de novembro). Fraternalmente temos que vos transmitir que lamentamos não ter tido qualquer resposta a esse nosso convite porque acreditamos genuinamente que juntos seríamos mais fortes.

Como sabem, o S.TO.P. depois de auscultar sócios e não sócios num Plenário a 4 de setembro e posteriormente numa sondagem online, seguiu essa decisão democrática dinamizando uma greve nos primeiros dias de aulas deste ano letivo que, como chegou a ser noticiado por alguns media, encerrou várias escolas. Infelizmente nenhuma das vossas estruturas sindicais expressou qualquer solidariedade com essa greve (à semelhança do que o S.TO.P. faz com as vossas iniciativas de luta). Continuamos a considerar que a melhor forma de pressionar mudanças significativas neste Orçamento de Estado (O.E.) seria antes (e não depois) da votação na generalidade a 27 de outubro (a sua votação mais decisiva). Esse timing (depois da votação decisiva do O.E.) tem também acontecido em anos anteriores, com as principais formas de luta dinamizadas pelos maiores sindicatos/federações/centrais sindicais a acontecerem depois da aprovação do O.E. e infelizmente os resultados estão à vista.

Também continuamos a considerar que face à brutal dimensão das injustiças e ataques a quem trabalha nas escolas, dificilmente esses ataques serão travados com as formas tradicionais de lutas/greves de um dia e sobretudo sem um plano de luta democrático e consequente. É fundamental a construção democrática de um plano de luta consequente, idealmente dinamizada pelo menos por todo o movimento sindical unido na área da Educação.  O S.TO.P. como sempre está disponível para isso e os outros sindicatos/federações/centrais sindicais?

É preciso fazer o que ainda não foi feito para tentar mobilizar quem trabalha nas escolas. Por exemplo, em vez da concentração à frente do parlamento dia 5 de novembro que foi marcado apenas pela FENPROF sem sequer tentar discutir/coordenar com todas as estruturas sindicais na área da Educação, não teria mais impacto pelo menos tentar juntar forças nesse dia com todas as estruturas sindicais da área da Educação? Se sim, porque não se tentou isso? Será que também no futuro não ganharíamos todos se, de forma coordenada entre todos os sindicatos/federações, tentássemos, além de mobilizar todos os Profissionais da Educação, também apelar à participação das comunidades educativas que tanto têm sido prejudicadas pelos brutais ataques à Escola Pública (os muitos milhares de alunos sem professor a uma ou mais disciplinas é apenas um exemplo)? Será que também não teria sentido que todos os sindicatos/federações discutissem e avaliassem entre si a possibilidade de criar fundos de greve para apoiar greves de quem trabalha nas escolas? Estas e outras ideias poderiam ser naturalmente melhoradas ou até substituídas por outras eventualmente melhores, mas isso só é possível se houver a mínima vontade dos sindicatos/federações em reunir com todos e fazer o que ainda não foi feito em defesa de todos que trabalham nas escolas. 

O S.TO.P. pelo superior interesse de quem trabalha nas escolas está disponível, como sempre, a juntar forças e a discutir desde já com todos os sindicatos/federações, o que podemos fazer para inovar as lutas sindicais. Mais alguma estrutura sindical na área da Educação está disponível para isso? Se sim, apesar de nunca termos recebido qualquer convite, estamos disponíveis para reunir com quem quiser juntar forças.

No S.TO.P. o que nos move é exclusivamente a defesa de quem trabalha nas escolas e acreditamos genuinamente na importância da união. Por isso agimos de forma consequente, no passado, sendo o único sindicato a convidar todos os outros sindicatos/federações docentes (por dezenas de vezes em torno de diferentes temáticas) e no presente, considerando que, como sempre, numa greve/luta entre M.E. e quem trabalha nas escolas não deve haver dúvidas: estamos sempre ao lado dos trabalhadores. Claramente consideramos que, apesar das diferenças com a data/forma, é mais positivo para quem trabalha nas escolas que a greve de 5 de novembro tenha o maior sucesso possível (até para permitir que se possa equacionar posteriormente outras formas de luta mais consequentes).

Esperamos que rapidamente nos respondam (ou convidem) para que juntos possamos fazer mais e melhor em prol dos direitos de todos que representamos.

JUNTOS SERÍAMOS + FORTES! 

Com os melhores cumprimentos,

Direção do S.TO.P. “

 

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Viseu tem 13 turmas em isolamento e aumento de casos “é preocupante”

O concelho de Viseu tem 13 turmas com pessoas infetadas com SARS-CoV-2, que provoca covid-19, assim como em empresas e instituições, disse hoje a delegada de saúde Conceição Casimiro, que considera a subida de infeções preocupante.

Viseu tem 13 turmas em isolamento e aumento de casos “é preocupante”

“Atualmente temos várias empresas e instituições com casos e também em estabelecimentos de ensino, desde jardins de infância a todos os ciclos de ensino, inclusive no Instituto Politécnico” de Viseu, afirmou a responsável.

Aos jornalistas, disse que, “no total, são 13 turmas com situações de casos de covid-19 e, em algumas delas, os respetivos colegas têm de estar em isolamento profilático”, sendo que a maioria das turmas são escalões mais baixos.

“As crianças mais pequenas, do primeiro ciclo para baixo, pelo nível etário tão baixo, têm a agravante de, para além de não estarem vacinados, também não usarem máscara e a proximidade ser maior e, realmente, temos aqui o maior número de situações”, especificou.

Conceição Casimiro explicou que também há “pessoal não docente em isolamento profilático, porque são casos”, uma vez que “quem tem a vacinação completa há mais de 10 dias e quem não tenha tido a doença nos últimos 80 dias, não fica em isolamento profilático, mas sim em vigilância, para controlarem os sintomas e, naturalmente, também fazerem o teste”.

 

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A inovação educacional Lusitana vista por um extra-terrestre…

A inovação educacional nas Terras Lusitanas, vista e comentada por um extra-terrestre, oriundo de um planeta ainda por descobrir, através de um Report, apresentado na 1ª Cimeira Educativa do seu planeta, tendo como participantes todos os “olheiros” de Educação destacados para o Sistema Solar e arredores:

Caros colegas, nas Terras Lusitanas apresentam-se e discutem-se frequentemente muitas teorias e expõem-se abundantes reflexões teóricas, que nós, neste nosso planeta por descobrir, costumamos designar por subterfúgios… Teorias têm eles muitas, o pior é a prática…

Bom, e a prática nas Terras Lusitanas parece-me ser esta:

Em nome da “inovação” educacional (enfatizando as aspas com um ilustrativo gesto), a tendência mais recente consiste na apresentação de chusmas infindáveis de projectos… Há projectos para tudo e para todos os gostos, menos para o que é essencial e básico… A esse ror de projectos sem nexo chamam “inovação”, nós apelidamos essa circunstância de repetição ad nauseam… Sim, nós também conhecemos as locuções latinas… (Risos abafados na plateia).

Os Dirigentes Educativos Lusitanos parecem estar em constante “delírio”, bem patente na frequente percepção perturbada e alterada da realidade e no desvario que costuma desnortear grande parte das medidas preconizadas por si, como qualquer colega “olheiro” de Saúde Mental, poderá comprovar na respectiva Cimeira… E, além de não terem consciência da realidade, fazem tudo o que podem para não se verem confrontados com ela… (Ouve-se um certo bruaá na plateia, incrédula perante tal facto).

Os seus pensamentos e as suas acções não apresentam coerência e as medidas educativas, fruto dessa inconsistência, costumam ser atabalhoadas e sem planeamento: em vez de servirem para resolver problemas, sim, para resolver problemas (pausa no discurso, olhando fixamente para a plateia), essas medidas destinam-se a negar a existência destes últimos, ou a inventar outros, como forma de escamotear os primeiros… Confusos? Pois, lamento, mas é precisa muita resiliência para não desistir de tentar decifrar estes Dirigentes…

Caros colegas “olheiros” de Educação, para clarificar, vou dar-vos um exemplo do que afirmei anteriormente: há alguns dias, o Governo das Terras Lusitanas avançou com a ideia de integrar o Ensino Pré-Escolar na escolaridade obrigatória.

Ora, acontece que o ensino obrigatório actualmente existente por aquelas Terras tem ainda tantos problemas por resolver que a sua enumeração obrigaria à realização de uma Cimeira exclusiva para esse fim… Não querendo massacrar-vos com tais vicissitudes, direi apenas que se o Governo Lusitano pretendesse genuinamente resolver esses problemas, não teria sequer tempo nem justificação para alvitrar qualquer alargamento do ensino obrigatório no momento actual… Mas o objectivo não passou despercebido: enquanto durar “o fogo de artifício” lançado pela possibilidade dessa integração, não se pensará nos outros problemas e vão-se distraindo as almas com suposições… Inventar problemas sem resolver os anteriores, parece ser uma prática corrente…

Digo-vos mais, caros colegas, há, até, muitas escolas onde uma verdadeira “inovação” seria:

– Ter casas de banho com condições dignas, sem lavatórios entupidos, sem torneiras desactivadas por falta de manutenção ou com autoclismos a funcionar adequadamente;

– Ter papel higiénico disponível em todas as casas de banho, sem o constrangimento de alguém, se ver obrigado a “mendigar” tal produto ou a ver-se coagido a ter que justificar a quantidade de que necessita;

– Ter computadores em número suficiente para alunos e professores e a funcionar plenamente;

– Ter uma rede de internet devidamente capacitada para fazer face às necessidades de utilização de todos os utentes, sem “solavancos” ou “apagões” frequentes;

– Ter salas de aula sem tectos e paredes corroídos por bolor, consequência de recorrentes e “seculares” infiltrações pluviais;

– Ter quadros eléctricos que não colapsem à mais pequena “sobrecarga” e que não tenham sido instalados à medida de edifícios decrépitos e disfuncionais;

– Ter salas de aula com janelas e com estores a funcionar adequadamente, permitindo controlar o arejamento e, em parte, a temperatura dentro dessas salas;

– Ter salas de aula onde não se registem 39ºC nos meses estivais e -2ºC nos de Inverno ou ter ventoinhas/aquecedores em número suficiente para todas essas salas, de forma a atenuar as amplitudes térmicas (e já nem falo da “loucura” e da fantasia quimérica que seria para os Lusitanos desejar ter ar condicionado nessas salas);

– Ter uma rede de esgotos eficaz e que não entupa assim que ocorram chuvadas mais intensas (não confundir com dilúvios), provocando inundações nauseabundas nas casas de banho ou em alguns corredores dos edifícios escolares;

– Não ter que “mendigar” fotocópias e telefone, imprescindíveis à realização de algumas actividades intrínsecas a determinadas funções e não ser tratado como um “oportunista”, por recusar utilizar os meios próprios em contexto de trabalho…

Isso, sim, seriam verdadeiras inovações…  

Pelas Terras Lusitanas, o essencial e o mais básico continuam por fazer há anos e parece que o esforço é sempre no sentido de esconder a existência desse tipo de problemas e encontrar os mais diversificados “fait-divers”, com o objectivo de desviar as atenções…

Quando algum “bem iluminado” visita determinadas escolas, em certos dias, costuma estar tudo tão “perfeito” e a “funcionar tão bem” que se torna impossível vislumbrar a penúria e a degradação existentes nos restantes dias do ano…

Nessas ocasiões, uns escondem os “podres” e os outros agradecem por assim ser, evitando confrontar-se com situações iminentemente desagradáveis… E como, para todos, seria muito inconveniente estragar a “festa”, impõe-se sempre a ditadura do politicamente correcto e da polidez…

Estes Lusitanos são, realmente, seres muito estranhos e o seu comportamento daria um verdadeiro “estudo de caso” interplanetário…

A começar pelas ilustres figuras que integram o Ministério da Educação das Terras Lusitanas, há quem não faça a menor ideia das carências materiais existentes em grande parte das escolas… Mas, caros colegas, por desagradável que possa ser falar sobre aspectos tão terrenos e mundanos, não nos esqueçamos da sua importância e do que poderão representar no dia-a-dia das escolas, em termos de constrangimentos, limitações e ineficácia…

E, já agora, escusamos de fazer de conta que as coisas terrenas e mundanas não são importantes porque isso não é verdade… Veja-se o exemplo paradigmático do papel higiénico: aparentemente tão básico e tão comezinho, é afinal muitíssimo valorizado por todos os Lusitanos, como se comprovou há alguns meses atrás…

Mas parece que para eles, nós é que somos os “extra-terrestres”…

Pelo que me foi dado a conhecer, deixo esta conclusão: o Governo das Terras Lusitanas acredita e aposta na resignação e na apatia incondicionais dos seus concidadãos e serve-se dessa prerrogativa para os ludibriar… E o mais estranho é que os cidadãos Lusitanos, paulatinamente, deixam que isso aconteça e que tudo passe… Enfim, cada Povo tem o Governo que merece… (“Muito bem!”, ouviu-se repetidamente na plateia).

Seguiram-se muitas palmas e ovações de pé, sobretudo agraciando a imensurável paciência e o estoicismo demonstrados pelo extra-terrestre “olheiro” de Educação nas Terras Lusitanas… Outros teriam rapidamente sucumbido, sem conseguir concluir a sua missão, incapazes de suportar tantas incongruências e tamanhos disparates…

Por fim, um colega “olheiro” de Educação destacado para outro planeta, afamado pela sua boa disposição, pediu a palavra e proferiu a seguinte alegação:

Se as medidas educativas das Terras Lusitanas fossem aplicadas em Marte obter-se-iam resultados verdadeiramente fantásticos: ninguém seria prejudicado por elas! (Risos alardes na plateia)…

 

(Às vezes, também me sinto como um extra-terrestre, oriundo de um planeta por descobrir…).

 

(Matilde)

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Não se sabe quando chegarão 600.000 computadores às escolas

Para cumprir a garantia dada por António Costa em 2020, de que cada aluno teria o seu portátil, faltam ainda 600 mil computadores, a ser entregues por seis fornecedores. Mas sem Internet de qualidade não há escola digital que se aguente. Ministério garante que as escolas deixarão de ter uma rede “obsoleta” até 2023.

Ministério já comprou mais 600 mil computadores mas não se sabe quando chegarão às escolas

 

Os 600 mil computadores que falta ainda distribuir a alunos e professores foram já comprados pelo Ministério da Educação (ME), que, contudo, não avança prazos para a sua entrega. “Serão distribuídos à medida que forem sendo entregues pelos fornecedores, o que evitará também a forte sobrecarga sobre as escolas às quais compete a tarefa de distribuição dos equipamentos para os alunos”, indica apenas o ME em resposta ao PÚBLICO.

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Caderno de encargos do que é preciso mudar – Luís S. Braga

Caderno de encargos do que é preciso mudar imediatamente para mudar isto:

1. Remuneração dos professores (seja salário ou compensações em zonas com falta de docentes).
2. Perspetivas de carreira, sérias e exequíveis.
3. Condições de trabalho nas escolas (número de turmas por professor, burocracia, tamanho de turmas, reforço da autoridade do professor, etc)
4. Cálculo de horas dos horários de substituição, contagem para a segurança social, aumento da duração do tempo das substituições para as pessoas as aceitarem por troca com empregos mais estáveis.
5. Tornar as substituições atractivas como degrau para estabilidade futura (como já aconteceu no passado): acabar com a norma travão e vincular professores pelo tempo total de serviço e não pela sequência aleatória de contratos completos. Esta talvez seja a mais essencial…..

6. Colocar quem perceba a tratar do assunto e não os burocratas do ministério, desligados da ensinagem há muito, e que acham que horários determinados hora a hora são uma forma eficaz de gerir o sistema.

São os verdadeiros aproveitadores do farelo e estragadores da farinha…..

Em vez da política do género “isto é birra dos professores” e “o que interessa são as contas”, uma política de incentivos, para que os que acham a Mercadona ou outras atrativas como local de trabalho as troquem pela escola, e centrada no que interessa, que é “as crianças serem bem ensinadas.”

Este post tem uma natureza: talvez não seja totalmente claro a quem não é professor. E aí está um dos problemas do atual quadro: muitos dos que gerem também não entendem estas nuances.

Eu não falo de carreiras médicas porque não sei. Como há tanta gente a falar de carreiras docentes?

A gestão educacional é uma atividade especializada, que exige conhecimento técnico e estudo e não palpites, guiados por intuições básicas de contabilistas mal formados.

 

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Artigo do Expresso com números do blog

Com dados deste artigo de ontem.

Há uma forma de perceber melhor a dimensão das dificuldades que, pouco mais de um mês após o início do ano letivo, já existem na substituição de professores e que vão agravar-se, em particular nas escolas da região de Lisboa e Vale do Tejo. Basta olhar para a lista de docentes que manifestaram a sua disponibilidade para contratação e que ainda não foram colocados e verificar que há disciplinas para as quais já quase não existem nomes ou até que já esgotaram.

Professores disponíveis para trabalhar na região de Lisboa são cada vez menos

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Assistentes Técnicos com nova carreira em 2023

Em 2023 o SMN passa para 850€….
Os três primeiros escalões da carreira de Assistente Técnico vão ser absorvidos e a carreira será desvalorizada. Uma nova carreira e sem direito a negociação. Estamos nisto.
Em 2030 teremos os professores a auferir pelo SMN…

 

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A estratégia dos 5 dias na Educação

 

Não é novidade nenhuma que as greves que se têm feito, não têm surtido o efeito pretendido. O governo olha para o lado e aproveita para descredibilzar as várias classes de trabalhadores, perante a sociedade.

Os sindicatos vão-se entendendo dentro de uma classe trabalhadora, mas não se entendem de forma a unir as lutas  de várias classes de um setor. Esse seria o caminho da greve dos 5 dias na Educação.

Se os sindicatos das diferentes classes de trabalhadores da Educação se unissem e definissem uma estratégia, como a que vou apresentar, talvez os resultados fossem outros.

Estratégia de greve no setor da Educação:

Os sindicatos dos professores segmentavam os diferentes ciclos de educação/ensino por dias, segunda-feira para as(os) educadoras(es), terça-feira para os docentes do 1.º Ciclo, quarta-feira para os docentes dos 2.º e 3.º Ciclos e secundário. Os sindicatos da Função Pública marcariam greve para os Assistentes Operacionais na quinta-feira e para os Assistentes Técnicos e Técnicos Especializados na sexta-feira.

Uma greve no setor da Educação traria para a praça pública muito mais eficazmente os problemas de todos os trabalhadores do que uma greve por classes profissionais. Mas isso sou eu a pensar alto…

 

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Docentes do 1.º Ciclo exigem direitos iguais

 

Docentes do 1.º Ciclo querem “tentar igualizar a discriminação” de que são alvo, relativamente à redução da carga letiva.

Docentes do 1.º Ciclo exigem direitos iguais

 

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Na maioria dos grupos não há professores disponíveis para Lisboa e Vale do Tejo

Pouco mais de um mês depois do início do ano letivo, deparámo-nos com a praticamente inexistência de professores disponíveis para trabalhar em Lisboa e Vale do Tejo (QZP 7), na maior parte dos grupos de recrutamento.

Para melhor se conseguir interpretar a tabela abaixo, tomemos como exemplo o grupo 520 – Biologia e Geologia:

  • Tinha 1337  professores disponíveis na lista de ordenação, dos quais 322 estão por colocar (24,1%).
  •  No QZP 7, o professor com maior n.º de ordem colocado em horário completo foi o 1216, na RR6. Isto significa que até esse número ninguém concorreu para o QZP 7, para horário completo.
  • Se olharmos para a lista de não colocados (ainda disponíveis para colocação), percebemos que acima de 1216 há apenas 6 professores: os potenciais candidatos a ocupar as vagas que venham a sair.
  • Quase de certeza que, desses 6 candidatos, nem todos  concorreram para essa  zona e muito menos para horários incompletos.

Significa isto, que a ENORME maioria dos professores disponíveis nas listas de não colocados NÃO concorre para os QZP’s a sul e, se excluirmos os grupos do 1º ciclo, pré-escolar e educação física, percebemos que, no máximo, estão disponíveis cerca de 800 professores para ocupar os horários completos de Lisboa e Vale do Tejo.

Os grupos assinalados a vermelho no quadro acima, são aqueles que têm menos de 5% dos professores disponíveis para esse QZP, o que torna a tarefa de substituir os professores de baixa muito difícil (nos horários completos).

Se falarmos de incompletos… O PANORAMA É MUITO PIOR! 

Olhar de relance para as contratações de escola e cruzando esses dados com os retirados das listas de ordenação, é suficiente para perceber que os 74 professores colocados em oferta de escola nem conseguem ocupar os 135 horários completos apresentados na plataforma.

Em suma, independentemente do ponto de vista pelo qual abordemos este problema, a conclusão é a mesma: a situação é grave em todo o país, mas assume contornos irremediavelmente dramáticos em muitas regiões.

Nem no PRR, nem no Orçamento de Estado se avistam medidas concretas para resolver atenuar este problema… pelo que vemos o sistema educativo (público e privado) a caminhar tranquila e serenamente para o abismo!

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940 horários em Contratação de Escola na semana de 18 a 22 de outubro

Sem considerar os técnicos especializados, durante esta semana foram lançados 940 horários na plataforma. 135 são completos e de certeza que nem estes serão ocupados por professores profissionalizados.

 

 

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Faltava esta na coleção que os professores fazem…

Alguém impõe alguma coisa? Só se for a DGS… e o governo.

 

Fonseca e Castro cria minuta de queixa-crime contra professores “por imposição às crianças do uso de máscara”

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Lista Colorida – RR8

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR8. 80 professores estão no seu segundo contrato.

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436 Contratados Colocados na RR8

Foram colocados 436 contratados na Reserva de Recrutamento 8, distribuídos da seguinte forma:

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Compromissos assumidos pelo ME, FNE e FENPROF na Cimeira Internacional sobre a Profissão Docente

Estou para ver…

“De 19 a 21 de outubro realizou-se a 11.ª Cimeira Internacional sobre a Profissão Docente, subordinada ao tema: “Learning from the past, looking to the future: Excellence and equity for all” (Aprendendo com o passado, olhando para o futuro: excelência e equidade para todos).
O ISTP é organizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e a Internacional da Educação, tendo os Estados Unidos da América sido o país anfitrião este ano. As sessões internacionais foram realizadas por via remota.
Como resultado da concertação da delegação portuguesa, constituída pelo Ministério da Educação e por duas organizações sindicais (Federação Nacional de Educação, FNE, e Federação Nacional dos Professores, FENPROF), foram assumidos um conjunto de compromissos relativos à atratividade e formação da carreira docente e mobilização de recursos, com o objetivo de melhor servir as comunidades educativas como um todo (ver documento anexo).
Integraram a delegação portuguesa, além da Secretária de Estado da Educação, Inês Ramires; Joaquim Santos, membro do Secretariado Nacional da FNE; Manuela Mendonça, presidente do Conselho Nacional da FENPROF; e Maria Leonilde Pinto, professora do Agrupamento de Escolas de Alcanena.

Portugal

  • A Profissão Docente como Profissão Enriquecedora:
    Desenvolver estratégias conjuntas e medidas políticas para melhorar a atratividade e o rejuvenescimento
    profissão de docente, nomeadamente através da melhoria das ferramentas regulamentares que amplificam a estabilidade profissional e promovendo uma Campanha Nacional sobre a Relevância da Profissão Docente.
  • Apoio aos Professores desde o início:
    Refletir em conjunto sobre os caminhos de formação iniciais e sobre o papel do professor como tutor, nomeadamente o reforço a dimensão prática da formação inicial dos professores e fomentando condições favoráveis para beneficiar a experiência dos mais velhos e da inovação dos mais novos.
  • O Bem-Estar dos Professores e dos Alunos, duas faces de uma única moeda:
    Uma elaboração de políticas conjuntas, baseadas na multidisciplinaridade e apoio técnico, que potencia a escola autonomia e agência de professores como condição fundamental para prosseguir o bem-estar dos professores e dos alunos, nomeadamente através da redução da burocracia inútil e da promoção de uma maior eficiência e de libertação do tempo procedimentos, permitindo que os professores se concentrem no ensino.”

 

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Reserva de Recrutamento n.º 08

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 8.ª Reserva de Recrutamento 2021/2022.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 25 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 26 de outubro de 2021 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 8

Listas – Reserva de recrutamento n.º 8

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A falta de professores é um velho problema.…

 

 

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Aluna de 15 anos queixa-se de ter sido forçada a sexo oral sob ameaça de faca na Escola

Se os rácios fossem adequados às reais necessidades das escolas não haveria locais não vigiados onde situações destas pudessem ocorrer. Se a autoridade da escola fosse reforçada, estas situações poderiam não acontecer. O se…


A rapariga terá sido levada pelo agressor para uma zona isolada da escola, onde foi ameaçada com uma faca e forçada a fazer sexo oral. A violação parou quando outros alunos viram o que estava a acontecer e interromperam.

Jovem forçada a sexo oral sob ameaça de faca por colega na escola 

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O Tiago a preparar o futuro pós-ministro

Tiago Brandão Rodrigues foi eleito, juntamente com o ministro francês da Educação, Juventude e Desportos, “para representar o grupo regional da UNESCO designado ‘Europa Ocidental e América do Norte'”. Comité terá um total de 28 membros.

Ministro Tiago Brandão Rodrigues integra Comité de Alto Nível da UNESCO

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115 surtos activos nas escolas

Há 115 surtos activos em estabelecimentos de educação e ensino dos sectores público e privado e 42 em lares de idosos. DGS diz que dados contrastam drasticamente com os máximos registados no início do ano.

Há 223 surtos de covid-19 activos em Portugal, mais de metade em estabelecimentos de educação

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Os sindicatos convergem e marcam greve para 5 de novembro, mas…

 

Parece que a “plataforma de sindicatos” ressuscitou.  Uma luta, de um dia apenas, efémera e sem sentido, por isso mesmo.

Outras classes profissionais estão em luta pelos direitos que julgam justos e mostram estar dispostos  a ir bem mais longe que, apenas, marcar posição, estão a cerrar fileiras.

Os professores já perderam demais para estarem a marcar posição numa luta, à partida, perdida. O que este e outros governos têm gozado com os professores não merece apenas um dia de luta, merece muito mais e não necessita de ser, necessariamente, uma greve.

Não sou muito apologista de ir para a rua, mas neste momento necessitamos de lutar na rua e dentro das escolas. Uma greve às avaliações intercalares vinha a calhar (deixem de encher pneus com greves ao sobretrabalho), marquem a greve e deixem-nos vir com as portarias. Organizem concentrações e motivem os colegas a participar. Já que alguns sindicalistas têm muito tempo livre, vão para a frente da AR e montem acampamento em vez de ir para o abrigo do rés-do-chão do ministério queixarem-se das casas de banho fechadas e façam lá uma greve de fome como o tal cozinheiro. Sejam inovadores… seja os tais radicais de outros tempos.

A luta sindical e as ações de luta têm que evoluir ou ,no mínimo, ser recicladas em outros produtos finais. A não ser que queiram voltar ao pós 25 de abril e tomar à força as escadarias da AR como fizeram os operários da construção civil.

Posto isto, se a luta não muda tenho que concordar com o Guinote, “não há luz ao fundo do túnel… desenganai-vos”

 

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Ainda Bem Que Há Quem Tenha Tanto Tempo Para (Não) Negociar…Pois

Ainda Bem Que Há Quem Tenha Tanto Tempo Para (Não) Negociar | O Meu Quintal

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FNE avança com Pré-aviso de greve para o dia 5 de novembro

 

FNE avança com Pré-aviso de greve para o dia 5 de novembro

A Federação Nacional da Educação (FNE) acabou de entregar um Pré-aviso de Greve para o dia 5 de novembro de 2021, data em que o Ministro da Educação estará na Assembleia da República a defender o seu Orçamento de Estado 2022 que, como a FNE já referiu na primeira apreciação que dele fez, “ignora a realidade e esquece os profissionais da Educação”.

Mais uma vez, e agora de uma forma ainda mais gravosa, o Orçamento de Estado esquece a educação, as escolas, os alunos e os professores. É, na prática, um orçamento que prossegue uma política de falta de investimento na Educação e que não prevê soluções para os principais problemas que afetam o sistema educativo e os seus profissionais.

Como temos vindo a defender em múltiplas oportunidades, a exemplo do Roteiro para a Legislatura que a FNE entregou ao Ministro da Educação em janeiro de 2020, consideramos imprescindível que o Orçamento de Estado para 2022 atribua à Educação os recursos financeiros adequados, no sentido de se conseguir que estes venham a representar 6% no quadro orçamental.

Mas, para além deste objetivo, a FNE considera incontornável a concretização de um efetivo diálogo social no setor da Educação, com o reconhecimento do direito à participação das organizações sindicais na determinação e acompanhamento das políticas educativas, assim como a promoção de uma escola de qualidade, com políticas de reconhecimento e valorização de todos os Profissionais da Educação – Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Superior, Investigadores, Técnicos Superiores e Especializados, Formadores, Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais – em termos de remuneração, desenvolvimento de carreiras, condições de trabalho e de bem-estar e mecanismos específicos de acesso à aposentação.

São cada vez mais urgentes medidas que tornem a carreira atrativa, tanto em apoios à mobilidade, como de combate ao envelhecimento e da promoção do rejuvenescimento de educadores e professores.

Este pré-aviso de greve serve de alerta para o Governo, e particularmente para o Ministério da Educação, que tem vindo sistematicamente a desvalorizar o diálogo social, recusando sucessivamente a apreciação das propostas apresentadas, em nome dos Trabalhadores da Educação, negando também a promoção de políticas, em contexto de negociação coletiva, capazes de responder aos grandes constrangimentos da condição docente e aos desafios educativos e transformacionais que temos pela frente.

Acresce ainda que o Ministério da Educação não apresenta propostas que correspondam a esta necessidade, como ainda recusa a apreciação das propostas que lhe são apresentadas, revelando uma indiferença inaceitável em relação a todos os estudos que apontam para a necessidade de se combater o excessivo desgaste associado à profissão docente, nomeadamente através de medidas que assumam uma clara e inequívoca distinção do conteúdo das componentes letiva e não letiva do trabalho docente e que respeitem os limites do tempo de trabalho, promovendo a indispensável conciliação do tempo de trabalho com o tempo de vida pessoal e familiar.

Por todas estas razões, a FNE avança com o Pré-Aviso a convocar uma greve nacional de Docentes em funções públicas, representados pelos seus sindicatos, a realizar entre as zero horas e as 24 horas do dia 5 de novembro de 2021.

A FNE vai ainda fazer chegar aos Grupos Parlamentares, com assento na Assembleia da República, uma Carta Aberta denunciando o esquecimento dos trabalhadores da Educação e os sucessivos pedidos de reuniões, para apresentar as suas críticas às insuficiências do Orçamento de Estado para 2022.

Já no dia 3 de novembro, dirigentes sindicais da FNE vão dirigir-se ao Ministério da Educação para entregar uma carta crítica sobre o Orçamento de Estado 2022.

 

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Greve do Pessoal Docente a 5 de novembro – SINAPE

 

 

 

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Morreram dois alunos em 3 dias nas escolas portuguesas

 

Não é um problema que tenha preocupado muito a comunidade educativa, não acontece com frequência, logo, não é discutido. O ME, por sua vez, mantém o habitual silêncio. Fosse num campo de futebol e já estaria legislada uma qualquer solução de “ataque” para minimizar os casos.

Há muito que se fala de equipar as escolas com profissionais devidamente formados em primeiros socorros e na utilização de desfibrilador cardíaco, mas, em vez disso, ocupa-se o pessoal não docente com umas formações básicas sem se quer se avaliar a capacidade emocional dos mesmos para tal tarefa.

O resultado tem estado à vista. Quando acontece algum acidente ou situação mais grave chama-se o INEM e espera-se que o aluno ou adulto resista até à sua chegada (pelo meio entra-se em pânico).

Dois jovens morreram, esta semana, em escolas portuguesas, e ainda hoje é quarta-feira…

 

 

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A comunidade escolar de Espinho entristeceu com esta perda

 

Os nossos sinceros sentimentos à família, amigos e a toda a restante comunidade educativa da EB 2,3 Sá Couto, em Espinho.

Quando se perde um aluno, perde-se um pedaço de nós…

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Nova negociação sobre aumentos na função pública

 

Será que desta vez vem a proposta de aumentos de 1,5% para vencimentos inferiores a 1.000€ e 0,9% para vencimentos superiores a 1.000€?

Nunca se sabe…

 

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OE 2022 da Educação, o que nos está reservado? (Já estava apresentado antes da apresentação do OE)

Na escola pública, vai ser concretizado o Plano de Recuperação das Aprendizagens, que prevê um investimento de 900 M€ em dois anos letivos para o reforço de recursos humanos (mais professores e técnicos especializados, através do reforço de créditos horários e do alargamento dos programas de tutoria), a sua formação contínua, a aposta em novos recursos digitais e o apetrechamento das escolas, a par de uma maior autonomia na organização do calendário escolar, na adaptação do currículo e na gestão flexível das turmas para fins pedagógicos.

  1. Recuperar as Aprendizagens
    Em resposta aos desafios criados pelos efeitos da Pandemia da Covid-19, o ano de 2022 será pautado pelo investimento na recuperação e melhoria das aprendizagens dos alunos, através do Plano 21|23 Escola+, iniciado em setembro de 2021, que dedica mais de 900 M€ ao reforço dos meios ao dispor das escolas para o desenvolvimento de medidas para a consolidação de aprendizagens, assentes numa autonomia sem precedentes conferida às escolas.
  2. Investir no bem-estar social e emocional dos alunos
    O apoio aos alunos de contextos socioeconómicos mais vulneráveis será reforçado, num trabalho de articulação com a comunidade, através do apoio tutorial específico, da expansão do programa TEIP, da formação para o desenvolvimento de competências sociais e emocionais, do Plano Nacional das Artes e da continuidade dos Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário, que permitiram reforçar o número de técnicos especializados (psicólogos, assistentes sociais, mediadores, artistas) nas escolas.
  3. Desenvolver as competências digitais e as ciências experimentais
    Dando sequência aos investimentos do programa Escola Digital, iniciados no ano transato, as comunidades educativas verão reforçados os meios para a integração transversal das tecnologias no currículo, através da melhoria da qualidade da internet ao serviço das escolas e da instalação de equipamentos nas salas de aula e de Laboratórios para a Educação Digital, com recursos especializados para projetos nas áreas digitais, de robótica, de computação experimental, entre outros, com vista ao desenvolvimento de competências digitais. Em 2022, será alargada a Rede de Clubes Ciência Viva na Escola, em articulação com outros programas de reforço do ensino experimental e das competências nas áreas STEAM.
  4. Modernizar o ensino profissional
    Apoiar o desenvolvimento económico e a criação de emprego especializado, através do início da instalação, em 2022, de centros tecnológicos especializados do ensino profissional, para a formação e certificação de qualificações e competências em áreas emergentes tecnológicas, nomeadamente na indústria, transição climática, informática e digital, respondendo de forma mais adequada às necessidades dos territórios e das empresas.
  5. Promover a prática desportiva e hábitos de vida saudável
    Em 2022, prosseguem os programas de apoio à retoma da atividade das associações e clubes desportivos, fortemente afetada pela pandemia da Covid 19, iniciando-se também uma ação abrangente de promoção da atividade física e desportiva, através do alargamento do Desporto Escolar à comunidade, do incentivo à prática de atividade física em contexto laboral e do aumento do conhecimento dos cidadãos sobre os benefícios da prática regular de atividade física.

 

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Como estão a ser organizadas as reuniões intercalares por aí?

 

“Arrisquei experimentar reuniões intercalares por ano de escolaridade, para além de reduzir 26 reuniões a 5 reuniões, este funcionamento vai permitir uma maior colaboração entre todos os professores de cada ano de escolaridade para a planificação do trabalho na disciplina de oferta complementar da escola que incide em projetos colaborativos nos temas da cidadania e desenvolvimento.
Se funcionar bem será para continuar.
Para além disso estas reuniões estão no horário de trabalho colaborativo que é o mesmo para todos os professores.”

 

Já agora, serão presenciais ou à distância?

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Bullying nas escolas: há menos agressões físicas mas mais ameaças

Os dados são revelados pela Polícia de Segurança Pública no Dia Mundial de Combate ao Bullying.

A PSP explica que redução do número de casos dentro dos recintos escolares parece revelar que a comunidade reage mais rapidamente, havendo menos situações de agressão física entre os estudantes.

Até dia 29, a polícia vai estar em várias escolas do 1º, 2º e 3º ciclos em operações de sensibilização destinadas aos jovens entre os 6 e os 15 anos.

Bullying nas escolas: há menos agressões físicas mas mais ameaças

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Estudar compensa cada vez menos

E ando eu a dizer aos garotos que têm de estudar para ter uma vida melhor…

Estudo da Gulbenkian conclui que cada ano a mais de estudos sobe o salário dos jovens em 4,8%, metade do que se verificava para os nascidos nos anos 40. E alerta para “efeito cicatriz” da pandemia.

Estudar mais ainda compensa para os jovens de hoje, mas impacto nos salários é cada vez menor

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