Não é um problema que tenha preocupado muito a comunidade educativa, não acontece com frequência, logo, não é discutido. O ME, por sua vez, mantém o habitual silêncio. Fosse num campo de futebol e já estaria legislada uma qualquer solução de “ataque” para minimizar os casos.
Há muito que se fala de equipar as escolas com profissionais devidamente formados em primeiros socorros e na utilização de desfibrilador cardíaco, mas, em vez disso, ocupa-se o pessoal não docente com umas formações básicas sem se quer se avaliar a capacidade emocional dos mesmos para tal tarefa.
O resultado tem estado à vista. Quando acontece algum acidente ou situação mais grave chama-se o INEM e espera-se que o aluno ou adulto resista até à sua chegada (pelo meio entra-se em pânico).
Dois jovens morreram, esta semana, em escolas portuguesas, e ainda hoje é quarta-feira…



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Estavam picados?