Temos uma classe envelhecida. Cada vez mais “velhos”, fartos, desmotivados financeiramente e com muito, mas mesmo muito mais “carga laboral”.
No dia 20 deste mês, mais uma vez, foi travado o rejuvenescimento da classe. E a “fotografia” da classe está cada vez pior. Já só 1,4% dos docentes têm menos de 30 anos e a maior fatia é a dos que têm mais de 50 anos, 39,5%…
Estamos cada vez mais “velhos”…

Hoje no Público vieram à luz novos dados…
De acordo com o relatório da DGEEC, o nível etário com mais peso entre a classe já é o dos professores com mais de 50 anos, representando 39,5% do total dos que ensinam nas escolas nacionais. Juntando o escalão imediatamente anterior (40 aos 49 anos), verifica-se que 77,3% dos docentes estão nas duas faixas etárias mais velhas.

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Os professores são uma comunidade objectivamente esmagada por políticas e acordos, uns expressos, outros implícitos, entre PS e PSD. Vítimas de mitos sobre a qualidade da Educação, alvos de mentiras cuidadosamente fabricadas pelo politicamente correcto, a maioria trabalha no duro e não tem voz. Os problemas que encaram há mais de uma década não se resolverão com os mesmos que sempre os apontaram como a causa de todos os males. Assim fez o PS de Sócrates, assim continuou o PSD de Passos, assim, disfarçadamente, retoma o PS de Costa.
Nascem constantemente estudos, baterias selectivas de dados estatísticos e observatórios para os interpretar segundo os interesses dos donos. No início deste mês, disseram-nos que em 2014/2015 reprovaram menos 37.000 alunos que no ano passado. E que em 2013/2014 já tinham reprovado menos que em 2012/2013. Mas, e isto é a estatística, as melhorias, aparentemente favoráveis a Nuno Crato, têm por referência os números de 2012/2013 (o segundo ano do seu ministério), que foram os piores da década anterior. Assim, os valores de hoje (9,7% de retenções), que Crato implicitamente aplaudiu como fruto das suas políticas (longa entrevista ao DN de 17/7/16), são piores que os 7,5% que recebeu, no fim de 2010/2011, quando entrou. Como diria o inefável comentador Marcelo, uma coisa é a melhoria da subida das retenções, outra, bem diferente, é a melhoria da descida das retenções.
Conhecidos os resultados dos exames, que temos? No 9.º ano, tomando o ano passado por referência, a taxa de reprovações subiu em Matemática e baixou em Português e as notas desceram em ambas as disciplinas (falando de médias, descida de 48% para 47% em Matemática e de 58% para 57% em Português). A junção dos resultados dos exames (que contam 30% para a classificação final) aos resultados das classificações de cada uma das escolas deu 8% de resultados negativos a Português (10% no ano passado) e 34% a Matemática (32% no ano passado). No ensino secundário, as médias das notas dos exames desceram ligeiramente em Português e Matemática e subiram em Geologia, Física e Química e Biologia. Quanto a reprovações, em Matemática subiram quatro pontos percentuais (15%) e em Português um (7%). Sobre isto, que disse o ministro? Que existem “correlações positivas bastante acentuadas entre as classificações internas atribuídas pelas escolas e as classificações obtidas pelos alunos nas provas finais de Português e de Matemática, respetivamente, muito semelhantes ao ano transato”. Faltou-lhe, e é grave que tenha faltado, ressalvar que são coisas diferentes: a classificação interna considera domínios que não são vistos nem achados nos resultados das classificações externas.
Este contexto tem sido pano de fundo para um recente teatro de sombras, onde os figurantes usam, sem pudor, máscaras de hipocrisia. A primeira cobriu o rosto de Nuno Crato, na entrevista supracitada, quando rejeitou a manipulação da realidade “eliminando avaliações, ou baixando o nível dos exames e das provas”. Ele que, via ensino vocacional precoce, retirou 28.000 alunos problemáticos do ensino regular, logo dos exames e das estatísticas em análise!
A segunda máscara assentou que nem uma luva em Maria de Lurdes Rodrigues, que teve o topete de criticar (PÚBLICO de 15/7/16) o comportamento do seu sucessor, como se ela não tivesse feito idêntica limpeza das pautas com os CEF (Cursos de Educação e Formação).
O terceiro lugar no pódio da hipocrisia pertence a Hélder de Sousa, o patusco ex-diácono dos exames. Foi grotesco vê-lo defender as provas de aferição, com igual convicção e a mesma coluna mole. Só a hipocrisia levada ao extremo pode chamar individuais a relatórios obtidos em massa, mediante um programa informático que distribui pelos alunos frases previamente construídas em “eduquês” reabilitado. Como se a avaliação das aprendizagens, essa sim, individualizada, não fosse feita pelos professores, dia a dia e não numa só prova. Como se os professores não fossem suficientemente competentes para identificar e comunicar, ao longo do ano, as dificuldades dos alunos. Como se não tivéssemos já uma inflação de relatórios produzidos na escola. Como se esta manobra de propaganda barata, feita a propósito de provas desacreditadas e sem continuidade, pudesse ter alguma utilidade.
E assim chegamos ao progresso hipócrita do actual Governo, construído sobre um programa de combate ao insucesso de duas nebulosas vias únicas: ou passam todos ou a culpa é dos professores – enquanto as escolas não têm dinheiro para pagar a água e a electricidade que consomem; enquanto o PS, hipocritamente, votou ao lado do PSD e CDS/PP contra os dois projectos de resolução, recomendando a aposentação sem penalização dos docentes com 40 anos de descontos; enquanto se determina a inclusão em cada turma de vários alunos com necessidades educativas especiais; enquanto se impõem 30 alunos por turma em escolas que irão receber alunos de colégios onde os contratos de associação foram cancelados; enquanto, numa palavra, se promove, hipocritamente, o que se censurou aos outros.
In “Público” de 27/7/16
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[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/Nota-Informativa-Registo-Criminal-Pessoal-Docente-e-não-Docente.pdf”]
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[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/Nota-Informativa-Mobilidade-Interna-2016_2017.pdf”]
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Aviso de abertura de procedimento concursal simplificado destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro, níveis 2.º/3.º CEB e Secundário, língua francesa, para provimento do horário RPA02 H (História), contratação local – 2016.
Aviso de Abertura
Mais Informação
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A FEC, Fundação Fé e Cooperação, convida à apresentação de candidaturas para o provimento de uma vaga para Técnico Formador de Gestão e Administração Escolar, com formação superior em Ciências de Educação ou com experiência comprovada em funções similares (mínimo 2 anos), na Guiné-Bissau, por um período de 12 meses renováveis (ver aqui Termo de Referência).
As respostas e Curriculum Vitae (CV) deverão ser enviadas para [email protected] até ao dia 3 de agosto de 2016 indicando a posição para que se candidata no assunto do e-mail. O CV, preferencialmente em português e em formato europeu, deverá ser acompanhado de uma carta de motivação e da indicação de duas pessoas de referência e o seu contacto.
Em caso de dúvida contactar Etelvina Cardeira para o telefone (00 351) 21 886 17 10.

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Lista dos docentes que obtiveram a certificação para o grupo 120.
A lista está por ordem alfabética e contempla os docentes que obtiveram a certificação em 2014-2016.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/Grupo-de-recrutamento-120-Inglês-1.º-ciclo-do-ensino-básico.pdf”]
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Há muito que venho a acarinhar esta ideia…
Uma Associação de Professores do 1º ciclo, virá colmatar uma grande falha na defesa dos interesses deste grupo de ensino.
Parabéns ao Duílio Coelho que avançou para a sua constituição.
Apelo a todos os colegas interessados em constituir uma associação, para deixarem o nome até ao mês setembro.
Enviem-me um email para duilio.coelho@gmail.com.

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Informam-se os candidatos em reserva de recrutamento para o cargo de leitor que têm 5 dias úteis, contados a partir de 25 de julho de 2016 até ao dia 29 de julho de 2016 – para apresentar, via endereço eletrónico [email protected] a sua manifestação de preferências, por ordem decrescente, para os seguintes Postos vagos na rede de cursos do Ensino Superior e Organismos Internacionais – 2016/2017 e 2017 (Despacho n.º 9397/2016, de 22 de julho de 2016).
Informação Completa
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O prazo para Indicação de Componente Letiva (ICL) foi prolongado até às 18:00 horas do dia 25 de julho, segunda feira.
Com este prolongamento o Concurso de Mobilidade Interna não deve começar antes de dia 26 de julho.
Ainda não é este ano que os professores têm direito a umas férias descansadas e sem se preocupar com concursos…

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Integrado na rede EURES o IEFP tem vagas no Reino Unido através de uma empresa de recrutamento. As vagas estão indicadas abaixo.
Uteach Recruitment recruta Professores do Ensino Secundário com bons conhecimentos de inglês para as seguintes posições:
Candidaturas até 15 de agosto.
(clicar na imagem)

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Informam-se os interessados que, no âmbito do número 2 do capítulo XII do Aviso n.º 13639- A/2015, o prazo de manifestação de preferências é de 5 dias úteis, decorrendo entre as 00h00m de 25 de julho e as 24h00m de 29 de julho. Os candidatos devem manifestar as suas preferências por ordem decrescente. A manifestação de preferências é feita através da plataforma eletrónica.
Informação Completa
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É começar a armazenar, pois no próximo ano letivo podem muito bem ser necessárias muitas velas. Os baldes de água, acho que todos sabemos para que servirão…
O corte no Orçamento de estado que o setor da Educação levou este ano está a começar a dar frutos.
Escolas sem dinheiro para luz e água
A aprovação tardia do Orçamento do Estado teve como consequência o funcionamento das escolas em regime de duodécimos durante metade do ano. Isto é, com verbas fixas mensais atribuídas com base no Orçamento de 2015. Consequência: agora terão de cortar em cinco meses o que deviam ter poupado num ano. Muitas dizem que os recursos para 2016 já estão prestes a esgotar-se.
in JN by Alexandra Inácio e Tiago Rodrigues Alves com Sandra Freitas, Sandra Ferreira e Zulay Costa
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…fica a mensagem que os grupos parlamentares estão disponíveis para discutir um regime especial de aposentação para os professores.
Todos concordaram que é necessário um regime especial de aposentação para os docentes. Todos concordaram que esta profissão é merecedora de tal regime.
Entre elogios aos professores e acusações partidárias ficam as intenções.
Vamos ver se não ficamos só por aí e se alguém se dispõe a, de facto, tomar atitudes.
Propostas chumbadas, como já era de esperar… PS, PSD e CDS votaram contra.
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Com a inexistência de “Notas” não sei como vão elaborar os Rankings…
Creio que esta vertente de “avaliação” trará bons frutos daqui a poucos anos, se for bem aproveitada por nós.
Os relatórios individuais serão automaticamente elaborados entre 8000 possibilidades. Com esses relatórios teremos uma “fotografia” de onde deveremos investir.
Saúdo a coragem de ir contra os Rankings…
As provas de aferição, que já não contavam para a avaliação dos alunos, deixarão também de ter notas. A decisão, já com efeitos nos testes do 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade deste ano, foi anunciada ontem pelo secretário de Estado da Educação, João Costa. O novo modelo substitui as classificações de A a E (sendo o A a nota mais alta) por relatórios onde são dissecadas as prestações dos alunos nos diferentes “domínios de aprendizagem” de cada área disciplinar.
(clicar na imagem) in DN by Pedro Sousa Tavares

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Muito se tem falado sobre a aposentação docente. Lembro que, em junho de 2015, um sindicato foi ouvido por todos os grupos parlamentares sobre o assunto e que todos se mostraram “sensíveis” ao tema. Depois disso não faltaram petições… e poucos foram os que não se mostraram “sensíveis”…
Resta saber se algum grupo parlamentar, por acaso, se lembrou de redigir uma proposta legislativa sobre o tema.
(clicar na imagem para aceder a todos os documentos referentes a este debate)

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Nos últimos tempos o 1º ciclo tem andado “nas bocas do mundo”. Nem sempre pelas melhores razões… É bom “ver” que alguns sindicatos lhe começam a dar atenção…
(clicar na imagem)

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A aplicação para a identificação da componente letiva abriu hoje e termina dia 22 de julho, o concurso para a mobilidade interna deverá começar dia 23 ou depois…
Os docentes devem começar a ser notificados, hoje, da falta de componente letiva.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/Nota-Informativa-–-Indicação-de-Componente-Letiva-2016-2017.pdf”]
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Publicado o novo Decreto Legislativo Regional que regula os concursos para seleção e recrutamento do pessoal docente da educação, dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação e ensino especial da Região Autónoma da Madeira.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/r.pdf”]
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Artigo n.º 68) alínea a).pdf
Estabelecimentos de educação ou de ensino públicos
Artigo n.º 68 alínea b).pdf
Educação extra-escolar
Artigo n.º 68 alínea d).pdf
Escolas europeias
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Mais um trabalho elaborado por Alexandre Henriques na procura de respostas e mais perguntas…
Os dados recolhidos por inquérito online em maio último mostram que 24% dos encarregados de educação ajudam “sempre” os estudantes nas tarefas escolares, 31% ajudam “muitas vezes” e 40% ajudam “algumas vezes”. Note-se que o perfil destes encarregados de educação são pessoas com habilitações literárias superiores (79%).
O pico da ajuda aos estudantes situa-se no 1º Ciclo (100%), mantém-se entre os 96,9% e os 98,6% entre o pré-escolar e o 3º Ciclo e só baixa no Secundário (88%).

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Aberto o procedimento de mobilidade por doença da responsabilidade da Direção-Geral da Administração Escolar, a realizar numa só fase.
Despacho 9004-A/2016 de 13 de Julho
Mobilidade por Doença
Aplicação disponível até às 18.00h de Portugal Continental do dia 1 de agosto

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Teoricamente livres, usamos a nossa liberdade para permitirmos que nos condicionem. Tudo é mercadoria, educação inclusa. Preferimos estar sujeitos a mecanismos de controlo social a criar mecanismos de oposição ao sistema e de desenvolvimento de outro tipo de desejos: o desejo de visitar a vida, de cooperar com os outros.
Os sistemas de educação deixam as nossas crianças sem tempo para serem crianças. Porque lhes definimos rotinas e obrigações segundo um modelo de adestramento que ignora funções vitais de crescimento. O ritmo de vida das crianças é brutalmente acelerado segundo o figurino errado de vida que a sociedade utilitarista projecta para elas. Queremos que elas cresçam depressa. A pressa marca tudo e produz ansiedade em todos. Não lhes damos tempo para errar e aprender com os erros, quando o erro e a reflexão sobre ele é essencial para o desenvolvimento dos jovens. É a ditadura duma sociedade eminentemente competitiva e utilitária, mas pobre porque esqueceu a necessidade de formar os seus, também, pelas artes, pela estética e pela música.
Muitos dizem que temos a geração mais preparada de sempre. Mas será que temos? Ou será que temos, tão-só, uma geração com uma relação elevada entre o número dos seus elementos e os graus académicos que obtiveram? E preparada para quê? Para responder ao “mercado” ou para responder às pessoas? É que há uma diferença grande entre qualificar e certificar, preparar e diplomar.
(clicar na imagem) in Público

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Decorre de 13 a 19 de julho o prazo de candidatura para o concurso de vinculação extraordinária na Casa Pia de Lisboa.
Concurso externo extraordinário para ocupação de 20 postos de trabalho do mapa de pessoal da Casa Pia de Lisboa, I. P. da carreira docente.
(clicar na imagem)

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Após homologação por parte da Direção da EPM-CELP, estão publicadas mais abaixo as listas definitivas de ordenação de candidatos admitidos e as listas definitivas de candidatos excluídos para os horários colocados a concurso dos seguintes grupos de recrutamento: 100, 110, 120, 300 (320), 330, 520, 620 e 910.
AVISO DE ABERTURA N.º 1/2016
GR 100 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 2/2016
GR 100 – H2
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 3/2016
GR 110 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 4/2016
GR 110 – H2
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 5/2016
GR 120 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 6/2016
GR 300 (320) – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 7/2016
GR 330 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 8/2016
GR 520 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 9/2016
GR 620 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 10/2016
GR 620 – H2
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 11/2016
GR 910 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
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Após homologação pela Direção da EPM-CELP, estão publicadas mais abaixo as listas provisórias de candidatos admitidos e excluídos ao concurso de contratação de docentes para horários dos seguintes grupos de recrutamento: 100, 110, 120, 300, 330, 520 e 910.
O prazo de reclamação é de 72 horas após a publicação das listas. A reclamação deverá ser enviada para o mesmo endereço eletrónico que consta nos respetivos avisos de abertura dos concursos ([email protected] ).
Brevemente serão publicadas as restantes listas.
(clique na lista desejada)
AVISO DE ABERTURA N.º 1/2016
GR 100 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)
AVISO DE ABERTURA N.º 2/2016
GR 100 – H2
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)
AVISO DE ABERTURA N.º 3/2016
GR 110 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)
AVISO DE ABERTURA N.º 4/2016
GR 110 – H2
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)
AVISO DE ABERTURA N.º 5/2016
GR 120 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)
AVISO DE ABERTURA N.º 6/2016
GR 300 (320) – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)
AVISO DE ABERTURA N.º 7/2016
GR 330 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)
AVISO DE ABERTURA N.º 8/2016
GR 520 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)
AVISO DE ABERTURA N.º 11/2016
GR 910 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)
Clicar na imagem

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O Arlindo já o tinha referido aqui e aqui. Mas agora é noticia de “primeira página” logo a seguir à passagem de Portugal à final.
Despacho. Ministério ainda não publicou diploma que permite a mobilidade por doença e aponta para dia 15 , quando muitos médicos que acompanham professores já estarão de férias
“João” (nome fictício )é professor de Biologia do Secundário e, desde o ano passado, está destacado numa escola de Lisboa por motivo de doença. “Tenho um problema de rins que tem vindo a agravar-se, a qualquer momento posso ter de fazer hemodiálise, tenho de fazer o controlo frequente da função renal e, por tudo isso, tenho de estar perto do hospital onde sou seguido”, explica ao DN. Este ano, o professor ainda não sabe se ficará na mesma escola, como deseja. Está à espera que o Ministério da Educação publique o despacho sobre os destacamentos por doença. “Costuma sair em maio”, lamenta.
Em causa, explica, não está apenas a incerteza sobre o seu futuro mas o perigo real de ficar sem a justificação médica que lhe permite beneficiar desta condição: “Há o risco professores não conseguirem mobilidade por doença por terem os médicos a gozar férias”, explica. “Como eu somos milhares nessa situação.”
Tendo em conta os números do ano passado, são cerca de 4000 os professores nesta situação. E a avaliar pela resposta do Ministério da Educação ficarão nessa incerteza pelo menos durante mais alguns dias, até à próxima semana.
Clicar na imagem in Dn by Pedro Sousa tavares

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A Escola Portuguesa de Luanda informa que está a recrutar professores dos seguintes grupos/disciplinas para o ano letivo 2016-2017:
- Grupo 110 (1.º ciclo do ensino básico)
- Português (2.º ciclo)
- Educação Visual e Tecnológica (2.º ciclo)
- Educação Musical / Música
- Francês (3.º ciclo)
- Geografia (3.º ciclo)
Formulário de candidatura
(clicar na imagem)

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As condições de organização e funcionamento do 1º Ciclo do Ensino Básico agravaram-se nos últimos anos, com consequências para o exercício profissional da docência e para as aprendizagens dos alunos.
Aspetos mais significativos: a manutenção de um regime de docência que desrespeita o disposto na Lei de Bases do Sistema Educativo e de um horário semanal de 25 horas letivas; a não consideração dos intervalos na componente letiva, como acontece em todos os outros setores de educação e ensino; um inadequado regime de reduções letivas por antiguidade, que em muitos casos provoca uma sobrecarga de trabalho ainda maior nos docentes; a não consideração, para efeitos de aposentação, do elevado desgaste provocado pelo exercício da profissão…
Como se não bastasse, o Ministério da Educação decidiu agora aprovar, pela primeira vez, um calendário escolar mais prolongado do que o aplicável aos restantes ciclos do Ensino Básico, o que, além de mais uma intolerável discriminação, não tem qualquer fundamento pedagógico ou de outra natureza, parecendo tratar-se, apenas, de mais um castigo imposto a professores e alunos deste setor de ensino.
Face ao exposto, os professores abaixo-assinados exigem do Ministério da Educação:
1. A correção do calendário escolar para 2016/17, devendo a atividade letiva terminar a 16 de junho de 2017, tal como acontece nos restantes níveis do Ensino Básico;
2. A consideração dos intervalos na componente letiva dos docentes;
3. O início de negociações com vista a melhorar as condições de trabalho dos professores, incluindo aspetos como o regime e horário de trabalho e o regime de aposentação;
4. A abertura de um debate nacional sobre o futuro do 1.º Ciclo e a sua reorganização, de forma a que sejam atingidos os objetivos de que o sistema educativo necessita e que a Lei de Bases preconiza.
Subscrição Online
FENPROF
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O envelhecimento “crescente e constante” do corpo docente e o desequilíbrio de género são evidências, recentemente abordadas em “Recomendação” do Conselho Nacional de Educação. [1] São estas professoras, a uma década ou menos da reforma, que tratam, na parte que lhes cabe, do futuro das crianças e jovens deste país, o que é muito.
Elas têm, hoje, mais horas de aulas do que quando começaram a trabalhar, foram gato-sapato de todas as experiências com o sistema de ensino, foram vítimas da normalização e do improviso, da burocratização e da desvalorização. Sabem-se muito longe deles e delas: durante muitos anos da sua vida não souberam o que era um computador e viveram as suas experiências escolares entre o Estado Novo e a jovem democracia (vá-se lá ver quais pesaram mais nas suas autorreferências). O que são ou deixam de ser, sem progressão, sem avaliação séria e com a escola cada vez mais anichada, na verdade, não interessa para nada. Há de tudo: as que resistem, as que insistem, as que desistem; as competentes e as incompetentes; as democratas e as autocratas. Às autocratas nada acontece, até porque o esvaziamento da democracia nas escolas, sendo transversal, as legitimou.
O envelhecimento é um bloqueio do sistema com efeitos mal avaliados sobre professores/as e alunos/as. Ele duplica os seus danos quando, à distância evidente e difícil entre gerações, se acrescenta o discurso radicalmente pessimista sobre os e as jovens. Quando o “poder da idade” se consagra em discurso tonitruante que faz de qualquer adolescente um estranho hostil – “eles e elas não sabem”, “não querem saber”, “não são” isto e aquilo, “não chegarão a lado nenhum”. Isto faz sentido, 40 anos depois de Abril? O senhor Ministro da Educação invocará a escola republicana, olhando de frente para estes problemas.
(clicar na imagem) in Público by Cecília Honório

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A Universidade de Poitiers aceita candidaturas para um docente de Língua e Cultura Portuguesas ao abrigo do protocolo de cooperação com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, de acordo com o aviso em anexo.
Aviso de Abertura
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/termos_refer_poitiers.pdf”]
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Orientações
Curriculares
para a Educação
Pré-Escolar
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/Orientacoes_Curriculares.pdf”]
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Já o disse antes. Estou expectante em relação a estas negociações. O que virá substituir a BCE?
O modelo ideal, pelo menos para mim, seria a de uma única lista graduada, mas não sei…
Os sindicatos, os diretores e o Ministério da Educação poderão começar as negociações em outubro. O que virá aí desta vez? Será que a Norma Travão se “finará”? As reconduções, poderão ou não continuar? Nada se sabe e de boas intenções…
Alterações visam garantir “a estabilidade do trabalho nas escolas”, diz Ministério da Educação.
O Ministério da Educação fixou “previsivelmente para Outubro” o arranque das rondas negociais relativas ao novo diploma que regulamentará o concurso de professores. A data foi adiantada ao PÚBLICO, depois de conhecida a lista de colocações dos 100 professores que entraram agora para os quadros do Ministério da Educação, ao abrigo da chamada “norma travão”.
(clicar na imagem) in Público by Natália Faria

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… será desta?
Dia 20 de julho será discutida em plenário a petição sobre o Regime Especial de Aposentação de Educadores e Professores.
Os sindicatos, parecem estar em sintonia…
É justo e urge que seja criado regime especial de aposentação
Debate parlamentar sobre a petição em defesa da aposentação dos docentes aos 36 anos de serviço
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Este ministério ainda não acabou com esta injusta forma de vincular professores, assim como com as reconduções que irão fazer as suas vitimas daqui a uns tempos…
Entretanto as vitimas “amontoam-se” por esse país fora…
Docentes e sindicatos apontam injustiças da norma travão que exclui, por exemplo, docentes que tenham mudado de grupo de recrutamento. As 100 vagas nos quadros contemplaram só os que somam cinco contratos sucessivos, no mesmo grupo de recrutamento e com horário completo.
Sandra Jacob é professora contratada pelo Ministério da Educação desde 1996 e, descontados os três anos em que tentou uma profissão no estrangeiro, leccionou em escolas públicas ininterruptamente nos últimos 16 anos. Mas, porque mudou de grupo de recrutamento (primeiro foi professora de português, depois de francês e, nos últimos anos, de espanhol) não conseguiu integrar o grupo de 100 docentes que vão agora ser agora contratados para os quadros do Ministério da Educação (ME), ao abrigo da chamada “norma-travão”.
A lista de colocações foi publicada esta quinta-feira tendo os colocados até ao dia 7 de Julho para aceitar o lugar ou para entregar o recurso. E, como Sandra Jacob, foram várias centenas os professores que não disfarçam o amargo de boca por se verem preteridos na vinculação ao Estado por colegas com menos anos de serviço. “Há colegas com cinco anos de serviço a ultrapassarem colegas com dezasseis ou mais! O Ministério da Educação tem a obrigação de acautelar estas injustiças”, considera a docente.
(clicar na imagem) in Público by Natália Faria

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Informa-se que estão abertos procedimentos concursais destinados à seleção de docentes com qualificação para lecionação nos horários disponíveis nos grupos de recrutamento 100 (Educação Pré-Escolar), 110 (1.º Ciclo), 120 (Inglês do 1.º Ciclo), 300 (Português), 330 (Inglês), 520 (Biologia e Geologia), 620 (Educação Física) e 910 (Educação Especial).
O prazo para a apresentação das candidaturas termina às 23:59:59 horas (hora de Moçambique) do próximo dia 6 de julho.
Leia a seguir todas as informações e procedimentos detalhados sobre os concursos bem como esta Nota Informativa.
AVISOS DE ABERTURA DOS CONCURSOS
Grupo de Recrutamento 100 – H1: Educação Pré-Escolar
Grupo de Recrutamento 100 – H2: Educação Pré-Escolar
Grupo de Recrutamento 110 – H1: 1.º Ciclo do Ensino Básico
Grupo de Recrutamento 110 – H2: 1.º Ciclo do Ensino Básico
Grupo de Recrutamento 120 – H1: Inglês do 1.º Ciclo do Ensino Básico
Grupo de Recrutamento 300 – H1: Português do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário (horário para seleção de candidato detentor de habilitação profissional nos grupos de recrutamento 300 e 320 para a lecionação das disciplinas de Português e Francês)
Grupo de Recrutamento 330 – H1: Inglês do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário
Grupo de Recrutamento 520 – H1: Biologia e Geologia do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário
Grupo de Recrutamento 620 – H1: Educação Física do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário
Grupo de Recrutamento 620 – H2: Educação Física do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário
Grupo de Recrutamento 910 – H1: Educação Especial
(clicar na imagem para aceder ao site)

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Os autores de 15 blogues na área da educação assinam um post coletivo com a intenção de “recentrar” o debate em torno de questões que consideram pertinentes em matéria de políticas educativas, à parte a polémica instalada.
Uniram ideias na “blogosfera” em defesa da escola pública. Sentiram esse dever, perante os ataques sucessivos por parte dos defensores da manutenção dos contratos de associação que o Ministério da Educação decidiu acabar, face à existência de vagas no ensino público para os alunos que até agora estudavam nos colégios subsidiados pelo Estado.
José Morgado, que escreve no blogue Atenta Inquietude, Paulo Prudêncio (Correntes), Nuno Domingues (Educar a Educação), António Duarte (Escola Portuguesa), Anabela Magalhães (Anabela Magalhães), Ricardo Montes (Professores Lusos), Luís Costa (Bravio), Duílio Coelho (Primeiro Ciclo) e o autor anónimo do Assistente Técnico, aceitaram o desafio do EDUCARE.PT para darem mais corpo ao manifesto que subscreveram.
Pedem autonomia “real” para as escolas, querem menos intromissão do poder político e que o Ministério da Educação acabe com a desconfiança, dizem, instalada ao longo de vários anos na “5 de Outubro” em relação aos professores. Pelo meio ficam à espera de reformas, que consideram essenciais: na revisão curricular realizada pelo anterior ministro Nuno Crato e nas “excessivas” metas de aprendizagem, na carreira docente e no modelo de gestão escolar.
(clicar na imagem para continuar a ler) in Educare

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Já depois do final do ano letivo surge o “problema”, é ou não “permissível” a retenção?
O CNE desaconselha, o Ministério da Educação defende a interpretação livre da lei pelos agrupamentos, cabendo às escolas decidir no âmbito do carácter de excepcionalidade das retenções previsto na lei.
Segundo o ultimo estudo da OCDE, Portugal encontra-se entre os países em que os alunos mais são retidos, encontrando-se em 8º lugar.
Esta prática já se pode verificar em algumas escolas portuguesas, mas faltam os estudos para verificar os “números” e poder comparar. Lá fora, esta prática é corrente em muitos países. Há até países em que os alunos podem começar a frequentar o ano seguinte, antes do ano letivo terminar, desde que os objetivos para esse ano sejam alcançados pelo aluno.
Esta discussão irá prolongar-se pelo tempo, a não ser que, o Ministério tome uma posição mais firme.
O que é que pode acontecer? Pode acontecer, que haja escolas onde alunos com muitas negativas transitem para o ano seguinte, e que em outras escolas sejam retidos alunos com menos negativas.
Quais as consequências? As escolas onde a taxa de retenção seja mais elevada poderão perder alunos. As retenções em anos terminais de ciclo podem aumentar. As retenções em anos não terminais aproximar-se-ão dos 0%.
O que é dado a entender tanto pelo Ministério da Educação, como pelo CNE, é que em anos não terminais de ciclo se erradiquem as retenções, a não ser que seja por faltas.
Estamos perante uma mudança de práticas. Até agora, só os “entendidos” tiveram direito a “opinião”. E os professores? Aqueles que têm a decisão, ou não, sobre a aprovação e a retenção de um aluno. O que pensam eles? Qual a opinião dos profissionais que, todos os dias estão dentro de uma sala de aula e observam em primeira mão a evolução das aprendizagens dos seus alunos? Que dizem eles acerca deste assunto?
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