Rui Cardoso

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Procedimento Concursal Externo – Professores Bibliotecários – Ano escolar de 2020-2021

 

Procedimento Concursal Externo de Recrutamento de Professores Bibliotecários para o ao escolar 2020-2021.

 

Lista atualizada em 02 de julho de 2020

 

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Tiago pronuncia-se sobre os manuais e a consolidação de aprendizagens…

Do seu profundo conhecimento sobre consolidação de aprendizagem… O mais engraçado é que o respeito por um lei aprovada na AR à espera de publicação em DR não diz nada ao ME.

Consolidação de aprendizagens vai acontecer com ou sem manual”

O ministro da Educação assegurou hoje que a recuperação e consolidação das aprendizagens prejudicadas durante o 3.º período letivo vão ser possíveis com ou sem manuais escolares, mas com o recurso a licenças digitais.

Aconsolidação das aprendizagens vai acontecer naquelas cinco semanas iniciais com ou sem manuais escolares”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues durante a audição regimental na Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto.

O ministro da Educação respondia à deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa que criticou a tutela pelo despacho publicado em 16 de junho que prevê a devolução dos livros no final do ano letivo.

“Não deixa de ser curioso que, não havendo um plano para o regresso às aulas, mas sabendo que vai ser preciso uma recuperação, que a única coisa que seja decidida é exatamente tirar o instrumento que permite parcialmente fazer essa recuperação”, acusou a deputada centrista.

O ministro da Educação lamentou, no entanto, a posição da deputada, afirmando que a proposta do CDS-PP aprovada hoje pelo parlamento, que suspende a devolução dos manuais escolares entregues aos alunos para o ano letivo de 2019-2020, põe em causa uma operação complexa.

“São cerca de 150 milhões de euros que custa esta operação, que estavam baseados numa reutilização e que foi posta em causa”, acusou o ministro, acrescentado que, por outro lado, as questões ecológicas e de sensibilização e cidadania “não importam nada ao CDS“.

Também a secretária de Estado da Educação, Susana Amador, assegurou existem outras ferramentas, referindo a possibilidade de recorrer a licenças de manuais digitais e os bancos de livros disponíveis em todas as escolas, e considerou que reverter o processo já em curso da devolução dos manuais não seria “racional nem equilibrado”.

Sobre as licenças digitais, o ministro da Educação adiantou ainda que os prazos para a sua utilização serão estendidos durante as primeiras cinco semanas do ano letivo, dedicadas à recuperação do 3.º período.

A deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa lamentou, no entanto, que a tutela não esteja mais preocupada com os alunos e com os prejuízos de um 3.º período atípico, que acentuou dificuldades e desigualdades.

“Estamos num ano excecional e o senhor ministro, quando fala do tema dos manuais escolares, fala em ambiente e fala em 150 milhões de euros, quando deveria estar a olhar para as desigualdades dos alunos”, acrescentando que para os alunos mais desfavorecidos, o recurso aos manuais é particularmente importante.

Ana Rita Bessa acrescentou ainda em resposta ao ministro da Educação que a alegada preocupação com o ambiente justifica, então, a transição para o digital, cumprindo o programa que foi anunciado pelo primeiro-ministro no início de junho.

“Em relação a esta oportunidade, acho que era muito importante fazer uma avaliação do que foi este período do ponto de vista da utilização do digital, para perceber o que se pode aprender em proveito do processo de ensino-aprendizagem e dos alunos”, concluiu

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139 Milhões para o ensino artístico nos privados

 

As escolas privadas vão receber um cheque público de 139 milhões de euros para assegurar nos próximos seis anos letivos os cursos de dança, música, artes visuais e audiovisuais, da iniciação ao nível secundário.

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Alteração ao Decreto-Lei n.º 14-G/2020, que estabelece as medidas excecionais e temporárias na área da educação

 

Com as reuniões de avaliação já a decorrer… e mais não digo.

 

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Baixas por infeção com COVID-19 pagas a 100%

 

A maratona de votações para alterar o Orçamento Suplementar na especialidade arrancou ontem com onde houve aprovação das baixas médicas pela infeção covid-19 serão pagas a 100 por cento.

Não pagará o sofrimento, mas sempre é melhor que levar um corte no salário por estar infetado sem culpa nenhuma.

 

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Está o circo montado nas escolas por causa dos Manuais Escolares…

 

Na sequência das recentes notícias difundidas pela comunicação social, solicita-me o Senhor Diretor-Geral, Dr. João Gonçalves, que transmita a seguinte orientação:

 

A  votação de hoje, realizada na especialidade, terá ainda de ser aprovada à posteriori,  neste contexto, ainda não é aplicável no imediato. Assim, os procedimentos devem continuar a ser operacionalizados conforme previsto até receberem informação da nossa parte, o que só acontecerá, naturalmente, quando a proposta passar a Lei, e caso isso venha mesmo a acontecer.

Ou seja, vão as escolas recolher os manuais e depois ficarem com eles sem os entregarem aos alunos?

O circo está montado…

“Balha adeus”…

 

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Mau! Depois de 3 meses lembraram-se que necessitamos de formação…

Os professores não estão preparados para ensinar à distância

As  escolas fechadas desde março, a adaptação de professores e de alunos a uma realidade desconhecida, e que apanhou o país e o mundo desprevenidos, obrigaram a uma mudança súbita nas rotinas e nos hábitos de ensino. Sem receitas e sem soluções, a comunidade escolar avançou para uma aventura sobre a qual ainda é cedo fazer um balanço, como acredita David Justino, professor na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa e ex-ministro da Educação: “Tivemos que caminhar tacteando, pelo que o risco de não correr bem é maior”, disse esta tarde durante a conferência ‘Parar Para Pensar a Educação’, a quarta de um ciclo de oito que decorrerão ao longo das próximas semanas

O debate, organizado pelo Expresso em parceria com a DECO Proteste, reuniu um conjunto de especialistas no sector da educação, e contou ainda com a presença de Alexandre Homem Cristo, co-fundador e presidente da QIPP, organização sem fins lucrativos que atua na área da educação, Nuno Almeida, IM B2B manager da Samsung Ibéria, Rita Coelho do Vale, professora de marketing na Católica Lisbon, e Teresa Calçada, comissária do PNL 2027 (Plano Nacional de Leitura). A moderação ficou a cargo de Marta Atalaya, jornalista da SIC Notícias, que conduziu a conversa online, a partir da sede da Impresa.

FORMAR PROFESSORES E PREPARAR ESCOLAS É PRIORIDADE

  • Seja pela idade avançada, seja pela falta de preparação técnica, os professores não estão preparados para ensinar à distância. Esta é uma das conclusões de um estudo realizado pela Universidade Nova de Lisboa – ainda não divulgado por não estar concluído – e citado por David Justino. Já as escolas estão, na opinião de Rita Coelho do Vale, mais preparadas agora do que há quatro meses. Opinião partilhada por Nuno Almeida que arrisca dizer que “evoluiram mais em poucos meses do que nos últimos 40 anos. Ainda assim, acrescenta que “é fundamental formar os professores para esta nova realidade e dar-lhes as ferramentas necessárias”. Teresa Calçada também acredita que, não obstante todas as limitações de escolas e de professores, houve uma resposta de emergência boa, mas “o ponto de partida era muito frágil”. Agora, é preciso aproveitar o momento para “preparar as escolas para que a igualdade seja uma realidade”.

O DESAFIO DAS DESIGUALDADES

  • Desigualdades educativas, sociais e materiais agravaram-se com o ensino à distância. “Alguns alunos não tiveram qualquer contacto com as escolas, outros não conseguiram manter o ritmo de aprendizagem, e outros ainda não contaram com o apoio familiar essencial”, disse Alexandre Homem Cristo, para quem o grande desafio do próximo ano letivo será perceber a situação dos alunos e avaliar os danos. Rita Coelho do Vale reconhece as desigualdades mas destaca que estão menos visíveis no Ensino Superior, uma vez que os alunos estão mais preparados para lidar com a tecnologia do que, por exemplo, no 1.º Ciclo onde existem mais desafios que exigem maior capacidade de adaptação.

A CAMINHO DA EDUCAÇÃO DIGITAL

  • A tecnologia é uma parte integrante do ensino à distância mas deve ser usada apenas pontualmente e como complemento, acredita Nuno Almeida. Na sua opinião, ainda há muito a fazer para chegarmos a um modelo de educação digital, com projetos mais abrangentes e participados por alunos, professores, pais, Governo e sociedade. Para Rita Coelho do Vale há muitas oportunidades a explorar na tecnologia ao serviço do ensino e, acredita a professora, “a pandemia vai obrigar a repensar a educação”. Mas o ensino presencial será sempre o mais eficaz e não deverá ser totalmente substituído pelas plataformas de ensino à distância, pois “não substitui os professores nem o contacto social”, acrescenta Alexandre Homem Cristo.

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Ministro da Educação anuncia 125 milhões de euros em contratações para as escolas

Ministro da Educação anuncia 125 milhões de euros em contratações para as escolas

Tiago Brandão Rodrigues afirmou que, apesar de a prioridade do ministério que tutela ser a do regresso ao regime presencial, haverá condições que possibilitem os regimes mistos ou não presenciais, caso seja necessário.

O ministro da Educação anunciou, esta terça-feira, que o programa de tutorias será reforçado. O programa de apoio tutorial abrange atualmente cerca de 20 mil alunos, do 2.º e 3.º ciclos, e começou por ser dirigido a alunos com um histórico de retenções. Agora, o programa será triplicado e irá abranger também os alunos do ensino secundário.

De forma a garantir a recuperação de aprendizagens que ficaram em falta este ano, devido à pandemia de covid-19, serão também mobilizados 125 milhões de euros. Segundo Tiago Brandão Rodrigues, este montante visa “proceder a um reforço muito significativo de recursos humanos nas escolas”, ou seja, haverá as contratações de “mais professores, pessoal não docente e técnicos especializados”, como psicólogos. O ministro da Educação deixou ainda o alerta de que é preciso reforçar as equipas com assistentes sociais e mediadores.

O governante voltou a insistir que a prioridade do Governo é a do regresso às aulas no regime presencial. “Mas teremos normativos que possibilitem termos um regime misto ou não presencial, caso necessário”, garantiu.

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A escola “Pirilampo” chega em setembro

 

A escola “Pirilampo” é uma modalidade de ensino que poderá ser adotada no próximo ano letivo.

Esta escola consiste num preceito básico, o ensino presencial de todos os alunos, de todos os anos de escolaridade ou apenas de alguns. Se se verificar a segunda hipótese, os anos de início de escolaridade serão aos que esta modalidade será aplicada.

Este modelo é bastante simples. As escolas abrem o ano letivo de 14 a 17 de setembro normalmente, com todos os alunos, professores,  assistentes operacionais e técnicos. A DGS emitirá as medidas a respeitar dentro das escolas, circulação de pessoas, entradas e saídas, ajuntamentos no espaço exterior, uso obrigatório de máscara, higienização de mãos, turnos de almoço e por aí a fora… Mas nas salas de aula tudo funcionará como estamos habituados há tantos anos. O uso de máscaras e mais algumas medidas de pormenor terão de ser respeitadas, fora isso lá estaremos a dar o corpo às balas.

Até agora ainda não expliquei o nome “Pirilampo”, é o que vou fazer agora. Os “pirilampos têm uma luz intermitente e é assim que a escola vai funcionar, intermitentemente. Vamos à explicação prática. Numa escola, numa turma surge um caso positivo por COVID-19, essa turma é enviada para casa para cumprir o período de quarentena passando a Ensino Remoto de Emergência durante esse período. A restante comunidade escolar continua a frequentar, normalmente, a escola depois da mesma ser devidamente higienizada. No caso de surgirem vários casos de COVID-19, em várias turmas, a escola encerra para a devida higienização, os alunos e professores entram em “modo” de Ensino Remoto de Emergência pelo período de quarentena estipulado. neste segundo caso, os assistentes operacionais e técnicos entram em trabalho por turnos reduzidos podendo, nos casos possíveis, passar a teletrabalho. Quando o período de quarentena acabar, os elementos sãos da comunidade escolar regressam à escola, enquanto os que terão de permanecer confinados continuam em ERE.

Por mais que esta hipótese vos possa parecer rebuscada, as possibilidades de ser posta em prática devem estar no TOP dos cenários que o ministro diz estarem a ser criados.

Boa sorte a todos…

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Aprovada proposta do CDS que suspende devolução de manuais escolares

Entregas… não entregas… já ninguém sabe o que fazer!

Aprovada proposta do CDS que suspende devolução de manuais escolares

O parlamento aprovou hoje a proposta do CDS-PP que suspende a devolução dos manuais escolares entregues aos alunos para o ano letivo de 2019-2020, numa votação que apenas teve os votos contra do PS.

“Fica suspensa a obrigatoriedade de devolução dos manuais escolares gratuitos entregues no ano letivo de 2019-2020, a fim de serem garantidas as condições para a recuperação das aprendizagens dos alunos, a ter lugar no início do ano letivo de 2020-2021”, refere a proposta.

A medida teve os votos contra do PS e os favoráveis dos restantes partidos e integra o conjunto de alterações à proposta de Orçamento do Estado Suplementar que hoje começou a ser discutida e votada na especialidade.

Os deputados viabilizaram também uma outra proposta do CDS-PP no âmbito do reforço dos cuidados paliativos que prevê que o Governo apresenta até 31 de julho um cronograma onde “identifica prazos e montantes” para a concretização desta medida que consta do Orçamento do Estado para 2020 (OE2020).

A proposta teve os votos contra do PS e os votos favoráveis dos restantes partidos.

In CM

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Primeiro orçamento suplementar da Assembleia da República para 2020

 

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Um novo blogue para os Monodocentes

 

MPM – Movimento Professores Monodocentes

 

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Quem subiu de escalão a 01/06 só vão ter esse aumento salarial em agosto

 

Recebemos uma informação que me deixa deveras pouco perplexo… já é recorrente este tipo de constrangimentos.

“Dado que a plataforma da DGAE sobre a progressão na carreira vai estar disponível até 17 de julho, o docente que progride de escalão por força do faseamento só vão ter esse aumento salarial e agosto.”

Se o trabalhador não cumpre os prazos de qualquer pagamento à administração central ou local, é presenteado com uma coima. Se a administração central não cumpre os prazos estabelecidos na lei para pagamento aos trabalhadores, os mesmos são presenteados com um aumento de escalão de IRS.

“Balha-m’ adeus”…

 

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Reabrir as escolas para a realização de exames foi um erro

 

Reabrir as escolas para a realização de exames foi um erro

No contexto da atual pandemia da covid-19, a reabertura das escolas do ensino secundário, com o propósito da realização de exames nacionais, impede a igualdade de oportunidades dos alunos no acesso à educação e ao sucesso escolar.

É um facto que o ensino à distância penalizou os alunos portugueses de modo profundamente desigual. Contudo, as aulas presenciais para preparação dos exames nacionais de 11.º e 12.º anos, a partir de 18 de maio, tal como foi decidido pelo Ministério da Educação (ME), traduziram-se no agravamento da desigualdade entre os alunos candidatos ao ensino superior, como infelizmente a realidade demonstra.

Entre os mais penalizados encontram-se os alunos pertencentes a grupos de risco devido a comorbidades várias, os que se incluem em meios socioeconómicos mais desfavorecidos, os que habitam ou estudam em freguesias abrangidas pelo estado de calamidade, os alunos com necessidades educativas especiais e os alunos institucionalizados. Existem ainda os estudantes que habitam com familiares em situações de saúde extremamente frágeis ou com profissionais de saúde que trabalham na linha da frente.

Vamos a factos

Uma vez que o ME não definiu uma carga letiva igual para todas as escolas, os alunos em regime presencial receberam uma preparação para os exames nacionais muito desigual, que pode ser reduzida a 50% das horas letivas previstas numa situação regular.

Os alunos que coabitam com familiares de grupo de risco ou habitam longe da escola e utilizam vários transportes públicos, por vezes sobrelotados como se tem verificado por exemplo na linha de Sintra, foram forçados a decidir entre ir à escola para a preparação dos exames a que têm direito e permanecer em casa para proteger a família.

Muitos destes alunos pertencem a meios socioeconómicos carenciados, sem alternativa à deslocação em transportes públicos, habitam em freguesias que estão novamente em confinamento, estão sobrecarregados por deveres familiares agravados pelo desemprego crescente e ficaram sem apoio na preparação para os exames nacionais.

Os alunos que não puderam frequentar as aulas presenciais, devido a doenças diversas por vezes associadas a necessidades educativas especiais, ficaram impedidos de aceder aos mesmos recursos educativos dos colegas em regime presencial. Outros ficaram sem qualquer rede de acesso à educação, uma vez que não dispõem dos meios tecnológicos ou de Internet em casa.

Mesmo nas escolas públicas em que os alunos beneficiaram de mais aulas presenciais e onde se procurou cumprir escrupulosamente as normas sanitárias enviadas às escolas pelo ME/DGS, várias turmas ficaram sem aulas presenciais e regressaram ao regime de ensino à distância, devido a situações de jovens infetados em contexto familiar ou comunitário externo à escola.

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Procuram-se soluções inovadoras para o ensino em casa

 

Procuram-se soluções inovadoras para o ensino em casa

O desafio é lançado a designers, makers e educadores, de forma a repensar a escola e o ambiente doméstico como espaço de aprendizagem. Candidaturas até 15 de Setembro.

As inscrições para propostas de design de produtos ou recursos educativos que promovam o ensino em ambiente doméstico estão abertas, numa iniciativa promovida pelo Fablab Benfica da Escola Superior de Educação do Politécnico de Lisboa, a Distributed Design Platform e a Fab Foundation. O prazo das inscrições encerra a 15 de Setembro de 2020.

Tendo em conta a recente crise sanitária, o fecho de escolas e o confinamento das famílias devido à pandemia da covid-19, os designers, makers e educadores são convidados a submeter os seus projectos online, numa open call que tem como principal objectivo realçar o potencial de resposta à situação vivida por parte da comunidade de fazedoresEsta urgência do momento motivada pela crise pandémica despertou o interesse desta comunidade e dos espaços colectivos que lhes estão associados. Muitos estiveram na primeira linha de resposta à falta de equipamentos de protecção hospitalar.

Procuram-se produtos e recursos educativos abertos em qualquer fase de desenvolvimento: desde soluções previamente testadas até conceitos. O objectivo deste desafio é ajudar os educadores a adaptarem-se a novos contextos de forma divertida e útil, fruto de uma “vontade de mapear e incentivar a criação de projectos e práticas educativas que potenciem o ambiente doméstico enquanto lugar de crescimento e aprendizagem”, como referido em comunicado, promovendo o repensar da escola enquanto “elemento integrante de um ecossistema em constante mudança”

Nas propostas, deve ser claro este questionamento relativo à adaptação da escola, bem como o que poderá constituir uma evolução em termos educativos daqui em diante, através de estratégias de integração de familiares e cuidadores numa nova dinâmica de aprendizagem. Também deve ser claro o acesso material aos recursos ou produtos e à sua materialização.

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Pedido de anulação da Junta Médica da ADSE nas situações de apresentação ao serviço

 

Ex.mo(a) Senhor(a) Diretor(a) de Escola /Agrupamento de Escolas

Ex.mo(a) Senhor(a) Presidente de CAP

Em cumprimento do Despacho n.º 4460-A/2020, de 13 de abril que define orientações no âmbito da eventualidade doença, enquanto se mantiverem as restrições por motivo do Covid-19, prevê na alínea g) “Nas situações previstas no n.º 1 do artigo 28.º da Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, na sua redação atual, quando o trabalhador se apresentar ao serviço antes de ser submetido à junta médica, fica dispensado de o fazer futuramente, considerando-se justificadas todas as faltas que apenas seriam justificáveis pela referida junta;”.
Neste sentido, aos docentes ou não docentes que foram submetidos à junta médica e que, entretanto, regressaram ao serviço, deve ser solicitada a anulação da junta médica da ADSE, no respetivo Portal, conforme informação veiculada através da Newsletter da ADSE do mês de junho, que se transcreve:
Retoma da atividade das Juntas Médicas
As juntas médicas da ADSE retomam a sua atividade no dia 29 de junho. Por conseguinte, serão designadas novas datas e emitidas novas convocatórias aos Beneficiários cujas juntas médicas foram objeto de cancelamento por motivo do SARS-CoV-2.
Se, entretanto, reiniciou a atividade laboral assegure-se que a sua Entidade Empregadora requereu a anulação da junta médica à ADSE, conforme o disposto na alínea g) do nº 1, do Despacho nº 4460-A/2020, de 13 de abril.
Com os melhores cumprimentos,
João Miguel Gonçalves
Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares

 

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Nota Informativa da CONFAP sobre o próximo ano letivo

Fica aberto uma ponta do pano para começar a imaginar o que virá aí no DOAL…

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Dispensas sindicais

Encontra-se disponível a aplicação para as dispensas sindicais, disponível de 30 de junho até às 18h00 de 08 de julho de 2020.

 

Manual
SIGRHE

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Análise da Reclamação e Classificação das Candidaturas do concurso de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança

Encontra-se disponível entre o dia 29 de junho e as 18:00h de Portugal continental do dia 7 de julho de 2020, a funcionalidade que permite aos estabelecimentos de ensino efetuarem a análise das reclamações dos candidatos e a classificação das candidaturas ao Concurso Externo do Ensino Artístico Especializado da Música e da Dança.

 

SIGRHE

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Diretores querem decidir ano letivo 2020/21

Em relação aos primeiros anos concordo em absoluto com o que os diretores defendem. Já o propus…

Por agora só há duas certezas em relação ao próximo ano letivo: as aulas devem arrancar entre 14 e 17 de setembro, de acordo com o que foi já anunciado pelo ministro da Educação, e a vida nas escolas continuará a ser feita de forma muito diferente do normal, com máscaras na cara, pouco convívio nos recreios, encerramentos pontuais à medida de eventuais surtos provocados pelo novo coronavírus e medo entre pais, professores e funcionários.

A ideia será ter soluções mais consistentes do que o improviso a que foram obrigadas escolas e docentes, surpreendidos por um vírus que obrigou a fechar todos os estabelecimentos de ensino quase de um dia para o outro. O anúncio do primeiro-ministro aconteceu quinta-feira 12 de março e na segunda-feira seguinte todos encerraram. A maioria assim ficou durante o 3º período, com exceção dos estudantes do 11º e do 12º, que puderam voltar às salas a 1 de junho. Mas para o próximo ano letivo, defendem os diretores, a prioridade em garantir aulas presenciais não deve ser dada aos finalistas do secundário, mas antes aos mais novos que estão no início da escolaridade obrigatória.

“A experiência que temos destes meses indica-nos que tudo devemos fazer para garantir que os alunos do 1º e do 2º anos possam ter aulas presenciais. O ensino à distância nestas idades, de 6 e 7 anos, provoca enormes perdas. Se não garantimos já a recuperação do que ficou para trás, vão ser precisos muitos mais anos para o conseguir”, diz Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares.

Também José Lemos, presidente do Conselho das Escolas, órgão consultivo do Ministério da Educação, defende que a prioridade tem de ser sempre o ensino presencial. “Também não vejo com bons olhos o ensino híbrido (parte presencial, parte à distância). Porque tudo o que for fora da escola agrava as desigualdades”, acrescenta. Mas como o decurso do ano não dependerá apenas da vontade do Ministério, José Lemos admite quatro cenários, que só devem ser percorridos se a evolução da pandemia assim o exigir: turmas normais, embora com todos de máscara; desdobramento de turmas com metade do horário presencial e a outra parte à distância; turmas mais pequenas na escola apenas em algumas disciplinas e o resto online; e ensino remoto como aconteceu durante o 3º período.

O ministro da Educação já começou a ouvir diretores e sindicatos, mas das reuniões desta semana pouco foi adiantado. É sabido que vão existir €400 milhões de Bruxelas para a compra de computadores e entrega aos muitos alunos que ainda não o têm, acesso à Internet e recursos digitais. A contratação de professores, para permitir desdobrar turmas de forma a garantir distâncias mínimas de 1,5 metros entre os alunos ou ainda para reforçar tutorias para os que têm mais dificuldades, também já foi admitida. Só que para esta eventualidade não foram colocadas verbas específicas no orçamento suplementar.

O REGRESSO À ESCOLA DE 1,5 MILHÕES DE ALUNOS

Outra das questões que pode levar à necessidade de mais contratação tem a ver com os professores que se incluem em grupos de risco para a covid-19. Se não lhes forem atribuídas turmas, para evitar o contacto próximo com alunos, então será preciso um reforço. Quanto aos estudantes, será também preciso pensar em formas de garantir que todos podem ir à escola, sem provocar concentrações. Foi fácil neste 3º período gerir umas dezenas de milhares de presenças, já que só os estudantes do 11º e do 12º regressaram. Mas em setembro é suposto voltarem 1,5 milhões de crianças e jovens.

Mais do que soluções uniformes e aplicáveis a todas as escolas, Manuel Pereira quer que a tutela garanta aos diretores autonomia e poder de decisão para serem eles a definir, em função do seu perfil de alunos, instalações e recursos, se é necessário ou não dividir turmas, reforçar apoios, reorganizar horários. “O Ministério não pode continuar a legislar para uma escola média que não existe. A realidade de Cascais é diferente da de Fornos de Algodres. Pedimos que confiem nas escolas e que deem autonomia aos diretores”, defende, frisando não acreditar que seja possível as escolas funcionarem com alguma normalidade durante o próximo inverno.

Quanto à data do regresso às aulas — a mesma para todos os níveis de ensino —, o presidente do Conselho das Escolas admite que o 1º período poderia arrancar uma semana mais cedo para os alunos do 1º ciclo, até para começar logo o trabalho de recuperação das matérias. No entanto, assegura, o calendário não permite muito maior flexibilidade, já que a 2ª fase dos exames do secundário foi atirada este ano para a primeira semana de setembro. “Quase todas as escolas funcionam do 5º ao 12º e é impossível arrancar o ensino básico mais cedo sem conflituar com a realização dos exames.”

In Expresso

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É melhor ter Rankings? Ó Mendes!!!

 

Marques Mendes acabou de afirmar que: “Mais vale ter estes rankings, que rankings nenhuns.

“Balha-m’ adeus”, mais vale estar calado que dizer disparates…

 

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Ensino online – de salvação a “bicho papão”, por Patricia Labandeiro

Ensino online – de salvação a “bicho papão”

O ano lectivo mais desafiante e atípico das nossas vidas, terminou. Se as nossas crianças aprenderam todos os conteúdos os previstos para o 2º e 3º períodos? Muito provavelmente não. Se evoluíram significativamente em termos de competências académicas? Muito provavelmente não. Mas aprenderam que vivem num País que perante a exigência de proteger a sua saúde, soube o que priorizar. Aprenderam que os professores também têm os seus desafios mas estiveram disponíveis para ir ao encontro das necessidades que se impuseram. Por vezes com excesso de zelo, outras vezes com alguma distância, mas mantiveram-se comprometidos com a missão de os acompanhar nesta jornada cujo destino ninguém conhecia.

Da minha parte, agradeço aos professores que diariamente lhes perguntaram como estavam a lidar com estes tempos, se estava tudo bem com eles e suas famílias, que lhes dedicaram palavras de incentivo e de apoio. Que tiveram a imensa paciência para lidar com atrasos, com turmas incompletas, com “fugas” ao trabalho… que toleraram algumas falhas e erros, dos alunos e das famílias mas, mesmo assim, estiveram sempre do outro lado. E sabemos que, desse lado, muitas vezes, existia também uma família, filhos alunos e muitas tarefas a gerir diariamente.

Se alguns professores resvalaram para atitudes de pressão exagerada ou prescrição excessiva de trabalhos? Sim, alguns, algumas vezes. Se alguns professores resvalaram para uma atitude mais desligada face aos objetivos académicos? Sim, alguns, algumas vezes. Como acontece em tempos de aulas presenciais, uns e outros não representam a maioria dos professores. A maioria que equilibrou necessidades de trabalho/estudo com as necessidades emocionais das crianças. Que falaram com eles de forma mais afectiva, que os incentivaram, que lhes disseram que tinham saudades, que a saúde é o mais importante, que lhes mostram as suas casas, os animais de estimação, os filhos… que quiserem genuinamente saber deles e que tiveram curiosidade e abertura em perceber como eram as suas dinâmicas em casa, que não se zangaram quando os pais gritavam “anda para a mesa!” ou quando o irmão mais novo “invadia” a aula!

   Estes foram a maioria: flexíveis, criativos, abertos, preocupados, comprometidos e verdadeiras figuras de suporte e de superação! A todos eles, OBRIGADA.

Se foram tempos fáceis ou rentáveis em termos de aprendizagem? Já ninguém se “agarra” a falsas expectativas ou visões sobrevalorizadas do sistema de aulas online. Mas seria isso o mais relevante a ficar na memória das nossas crianças numa fase destas? Não creio.

Se sentiram que o seu país está capaz de flexibilizar metas económico-financeiras para privilegiar a proteção da sua saúde; se sentiram que os professores se preocuparam genuinamente consigo; se sentiram que as famílias se esforçaram para os apoiar; já levaram algo de positivo desta pandemia.

   Sabemos que não é um modelo ajustado às necessidades da educação nem das famílias. Terá sido um “mal necessário” e todos esperamos que no próximo ano letivo possamos voltar ao conforto da presença real, aos abraços, às rotinas que lhes trazem independência! Mas, como em tantas outras situações de vida, se tivemos de passar por isso e se queremos também deixar sementes de uma atitude mais proactiva e optimista às nossas crianças, não deixemos que a pressão a que todos estivemos expostos, que os momentos de desânimo e aqueles em que sentimos que não seríamos capazes de lidar com tudo isto, engulam dimensões não menos relevantes do que vivemos em termos de ano escolar. As nossas crianças estiveram protegidas, os nossos professores fizeram um esforço imenso para se ajustar, as famílias tornaram-se mais híbridas e criativas… com mais ou menos conteúdo, com mais ou menos momentos de irritação, com mais ou menos cansaço, acabamos um ano em que, ainda assim, prevaleceram valores relevantes. Saúde, flexibilidade, superação!

Não sabemos como será o próximo ano lectivo e a perspectiva de uma segunda vaga da pandemia pode ser um cenário realista (basta olharmos para a história evolutiva das pandemias anteriores). Se ficarmos agora numa energia de raiva e revolta com aquilo a que fomos expostos, que sentimento se apoderará de nós (e das nossas crianças) se em Setembro, na eventualidade de uma segunda vaga com gravidade que justifique as mesmas medidas de contenção, nos anunciarem mais alguns meses de ensino online ou um modelo misto?

    Se esta situação gerou emoções e momentos de caos que podem ter tido um impacto traumático? Sim, para algumas famílias, isso aconteceu. Mas diz-nos a vida e todas as disciplinas que se dedicam ao estudo do comportamento humano e do desenvolvimento das sociedades, que mesmo com base no caos, na dor e no trauma, é possível construir significados, criar narrativas que integrem os pontos de crescimento e de superação, atingir visões e estados de consciência mas flexíveis sobre a nossa realidade e quiçá, redefinir valores e prioridades.

Tentemos manter as nossas crianças com uma visão realista e equilibrada do que foi receber a escola em casa, com as suas dificuldades e angústias, com os erros e derrapagens mas também com os seus significados e descobertas positivas. Ansiemos todos pelo regresso à escola real, mas foquemos que, se isso não for garantido, estaremos capazes de tirar aprendizagens da experiência anterior e fazer um pouco melhor. Se deixarmos de acreditar na nossa capacidade de crescimento e criar melhores soluções, que esperança nos resta?

Obrigada Professores, parabéns alunos, força famílias!

(Nota: existem muitas desigualdades das condições em que cada família se viu e consequentemente nos recursos para lidar com todas as exigências, mas isso, isso não é nenhum novo resultado da pandemia, é o prolongamento das desigualdades anteriormente instaladas e, no contexto de cada família, fazermos mais e melhor continua a ser possível pois para as situações que agora ficaram devidamente sinalizadas, haverá mais hipóteses de mobilização preventiva de apoios) 

In Patrícia Labandeiro Blogue

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Governo vai dar computador a 300 mil estudantes? Não sabia…

Vai dar ou emprestar? (o título deixa-me confuso)

Em Portugal temos cerce de 2 milhões de alunos, ou seja serão necessários 466 milhões para se poder chegar a todos, tirando os do ensino particular, lá andaremos pelos 400 milhões anunciados. Restará quanto para o resto que foi anunciado? Estes números parecem-me não bater certo… cheira-me a politiquices.

Governo vai dar computador a 300 mil estudantes

Fundos regionais desembolsam 70 milhões de euros nesta fase para famílias carenciadas. Câmaras que já compraram equipamentos serão ressarcidas.

Durante o próximo ano letivo, cerca de 300 mil alunos vão receber um computador com acesso à Internet. Os equipamentos vão custar 70 milhões de euros, que sairão da reprogramação dos fundos europeus geridos pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

O Governo quer que todos os estudantes tenham acesso a um computador, mas numa primeira fase só serão incluídas as crianças e jovens oriundas de famílias com carenciadas, beneficiárias dos escalões A e B de ação social escolar, disse ao JN Ana Abrunhosa, ministra da Coesão, que tem a seu cargo a tutela das CCDR, após uma reunião com os autarcas da Área Metropolitana do Porto.

 

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Escolas escocesas pretendem reabrir a tempo inteiro em agosto

 

Escolas escocesas pretendem reabrir a tempo inteiro em agosto

 

As escolas preparavam-se para regressar com um modelo de ensino presencial e de aprendizagem em casa.
Mas o secretário de educação disse que tinham sido feitos progressos significativos no controlo da propagação do vírus.
O sr. Swinney disse que os ministros estavam agora a preparar-se para que todas as escolas abrissem a tempo inteiro em agosto.
Ele já tinha visado anteriormente ter os alunos a passar pelo menos metade do seu tempo fisicamente na sala de aula, o que levou a preocupações dos pais.
Os partidos da oposição disseram que a mudança foi uma “volta”u-turn” e uma “descida”, que tinha sido forçada pela pressão pública.
E os patrões do sindicato disseram que seriam necessárias outras medidas para manter o pessoal e os alunos seguros, como o uso de coberturas faciais e testes de rotina dos professores.

As escolas têm enfrentado dificuldades em descobrir como trazer os alunos de volta em agosto, mantendo a atual regra de distanciamento físico de 2m (6ft 6in), levando aos planos de aprendizagem misturados.
A Primeira-Ministra Nicola Sturgeon ordenou aos funcionários que revissem se a regra do afastamento poderia ser descontraída em algumas circunstâncias. A Irlanda do Norte deverá usar uma regra de 1 m para os alunos da escola, enquanto a Inglaterra passará para uma regra de “um metro mais”,” a partir de 4 de julho.
O sr. Swinney disse que o plano de aprendizagem misturado era um plano de contingência “necessário”, elaborado numa altura em que a perspetiva era “sombria”, mas que “a imagem parece mais positiva”.
Ele disse: “Quando preparámos os nossos planos em maio, sinceramente, não teria imaginado que teríamos feito tantos progressos na supressão de vírus como nós fizemos.
“É esta perspetiva mais positiva que permite ao governo escocês fazer esta mudança no planeamento das escolas.””

 

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Há famílias sem acesso ao Portal das Matrículas

Será que o Me não tem os dados dos recursos tecnológicos das famílias e não sabe que os únicos dispositivos que a grande parte das famílias têm são os dispositivos móveis? Para não falar das famílias que simplesmente não têm nenhum recurso tecnológico, nem sabem usar a tecnologia.

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Afinal, não há plano A, B ou C, apenas o “logo se vê”!

Afinal, não há plano A, B ou C, apenas o “logo se vê”!

Começo a perder a esperança! Sim, ainda tinha esperança que o Governo estivesse a tratar do regresso às aulas em setembro. Mas depois do projeto de lei da redução do número de alunos por turma, proposto pelo BE, ter sido chumbado no Parlamento, a esperança desvaneceu-se!

Tive a oportunidade de assistir em direto à maior parte das intervenções no debate do dito projeto e o que vos tenho a dizer é que não, afinal, não há plano A, B ou C, apenas o “logo se vê”!

Com o argumento de que ninguém no mundo sabe o que acontecerá em setembro, o Governo e o grupo parlamentar do PS fogem das perguntas a esse respeito como diabo fugia da cruz. O que sabemos, até agora, é que o Programa de Estabilização Económica e Social destinou 400 milhões de euros para comprar computadores, um por aluno, dizem, visa garantir a modernização da conexão das escolas à Internet, pretende substituir os manuais escolares por licenças digitais e quer dar formação a docentes.

Não está aqui em causa a necessidade de dar este passo rumo à Escola Digital. O que está em causa é que isso só por si não resolve nada. Absolutamente nada!

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A Entrevista Completa ao Ministro da Educação, por Paulo Prudêncio no Correntes

 

A Entrevista Completa ao Ministro da Educação

Pergunta: Não considera muito penalizador para os jovens realizar exames nestas condições?

Resposta: “As nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.”

Pergunta: Ainda a pensar no ânimo dos jovens, o que acha do momento escolhido, tão em cima dos exames, para a publicação de rankings de escolas?

Resposta: “As nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.”

Pergunta: No dia em que se publicam rankings, um dos SE da educação pública um texto contra os rankings. O que acha disso?

Resposta: “As nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.”

Pergunta: Houve quem defendesse o final do ano lectivo no 2º período para evitar tanto descontrole emocional. Por que é que o Governo decidiu doutro modo?

Resposta: “As nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.”

Pergunta: Sabe-se há muito que o índice sócio-económico das famílias é determinante nos resultados escolares. O que acha disso?

Resposta: “As nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.”

Pergunta: Foram os interesses privados, que querem rankings para publicidade e este acesso ao superior para controlarem os numerus clausus, quem exigiu o que se vai assistindo. O que acha disso?

Resposta: “As nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.”

Pergunta: Um SE da Educação declarou em Espanha que a flexibilidade curricular preparou melhor as nossas escolas para o êxito do ensino a distância. Concorda e acha mesmo que houve êxito?

Resposta: “As nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.”

Pergunta: Como é que sabe o que pensam as mais de 800 comunidades educativas e o que é exactamente uma comunidade educativa?

Resposta: “As nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.”

Nota: esta entrevista é uma ficção do autor do blogue.

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O próximo ano escolar será muito duro. Para todos.

Um ano letivo muito difícil

O próximo ano escolar será muito duro. Para todos. Quando retomarem as aulas, os alunos da mesma turma estarão em níveis muito diferentes. Porque o ensino a distância desequilibrou aprendizagens.

Esse desnivelamento não constitui o problema mais difícil de resolver. O maior tormento será criar condições que protejam a comunidade escolar da permanente ameaça de sucessivos focos de covid-19.

O sistema de ensino, do pré-escolar ao universitário, não está preparado para enfrentar uma pandemia, como esta que poderá continuar a ameaçar-nos. Fazer regressar os estudantes às aulas impõe-se no contexto de uma nova normalidade, mas isso pressupõe outra organização das turmas, ajustamentos horários e planos de contingência suficientemente flexíveis para se adaptarem a situações inimagináveis no presente. É obra.

Com o distanciamento físico que a covid-19 impõe, é preciso desdobrar turmas. Não é simples. A multiplicação de grupos exige mais salas e mais professores. Há escolas sem esse espaço extra. Por outro lado, não será fácil acomodar em orçamentos contidos mais despesa com recursos humanos. Poder-se-á dividir uma turma em dois grupos e fazê-los circular pelo mesmo professor, reduzindo assim a carga horária presencial, preenchendo o restante tempo letivo com o ensino a distância. Talvez essa alternativa não suscite entusiasmo dos professores e dos pais, mas convém ter presente dois dados: há uma aprendizagem tecnológica que deve ser continuada e é preciso acautelar novos surtos que poderão atirar para casa vários estudantes por tempo indeterminado. E, nesses casos, a escola não poderá ser suspensa.

Há também o problema dos horários. Começar e terminar as aulas à mesma hora implica juntar no mesmo espaço muita gente. O arranque das manhãs e das tardes terá de ser faseado. Também os intervalos não podem ser coincidentes. Se assim fosse, quando a meteorologia se tornar mais agreste, teríamos numerosos grupos em espaços cobertos e pouco ventilados. O funcionamento das cantinas também tem de ser desencontrado e os bares devem ser organizados de outra forma.

Será com muita precaução que regressaremos à escola em setembro. Nos primeiros anos de ensino, todos devem ter presente que os avós são o apoio de muitos netos que, por sua vez, poderão ser veículos de transmissão do vírus para os mais velhos. Esses mesmo que tanto quisemos proteger em estado de emergência. É preciso, pois, planear, planear, planear. E acreditar sempre que conseguimos.

  1. Felisbela Lopes in JN

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Questionário sobre o PREVPAP – AProTED

 

A Associação de Professores de Teatro-Educação tem vindo a debater, com alguns sindicatos, a situação dos professores professores (“técnicos especializados para formação”) que se candidataram ao PREVPAP.
Este questionário é anónimo, tem o intuito de recolher dados estatísticos (que não serão utilizados para outros fins) e destina-se apenas a professores (“técnicos especializados para formação”) que se candidataram ao PREVPAP.
Solicitamos que responda até 28/06/2020.
Clique no link abaixo

Questionário sobre o PREVPAP

 

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Quer saber o que faz uma escola? Não vá pelos rankings

Quer saber o que faz uma escola? Não vá pelos rankings

“Ele anda numa boa escola”. Qual o significado desta frase? Não tenho a menor hesitação em responder. A escola boa é a que tem poder transformador, por receber todos e levar todos por um caminho de desenvolvimento pessoal e humano, em que o conhecimento, a arte, a cultura, a cidadania e o bem-estar são o instrumento para um sucesso pleno.

A escola boa não seleciona alunos à entrada. Acolhe todos e gosta de todos. A escola boa é um lugar vivo, em que as paredes com as produções dos alunos refletem o envolvimento de todos. A escola boa é a que estimula pensamento e curiosidade, a que ajuda a saber fazer perguntas antes de procurar se as respostas estão certas. É a que estabelece relações positivas com os que chegam sem acreditar em si próprios, vestindo demasiado cedo a camisola da incapacidade. É também uma escola em que há entreajuda à frente da competição desmesurada. Em que a presença do aluno com dificuldades ou problemas sociais é vista como uma responsabilidade de todos os alunos e de todas as famílias e não como uma questão só dele.

E eis que, no ano em que se tornam mais absurdos, nos aparecem os rankings. Se acha que refletem uma avaliação clara da qualidade da escola, desengane-se.

Os rankings são o resultado de uma lista ordenada a partir dos resultados dos exames nacionais. Ponto. É mesmo só isto.

Se procura qual a escola que mais consegue prevenir o abandono de crianças ciganas, não a vai encontrar no topo da lista. É, contudo, geralmente das que mais trabalha.

Se procura qual a escola que investe na saúde mental e harmonia como instrumento para a aprendizagem, não sabemos onde está na lista.

Se procura qual a escola em que se consegue cativar pais para a valorização do saber, inclusive trazendo-os para a formação nos Centro Qualifica, também não sabemos onde está.

Se procura a escola em que os alunos mais se desenvolvem na criatividade, pela arte, pelo desenvolvimento da sensibilidade estética, continuamos sem saber onde está.

Se procura a escola que desenvolve projetos de intervenção comunitária, formando verdadeiros cidadãos participativos e esclarecidos, aquele número que aparece em frente ao nome da escola não está a dizer nada sobre isso.

Se procura uma lista que não espelhe assimetrias territoriais e socioeconómicas, também não é esta a lista certa.

Se procura saber a qualidade do trabalho desenvolvido nos Cursos Profissionais, estas listas tendem a ser omissas.

Avaliar uma escola e o seu desempenho é muito mais do que ordenar um ficheiro Excel por ordem descendente de resultados.

O Ministério da Educação tem vindo a disponibilizar um manancial de informação, presente no Infoescolas, que permite olhares muito mais abrangentes e esclarecidos. Refiro o indicador Percursos Diretos de Sucesso, que compara realidades comparáveis e mede o progresso efetivo dos alunos, não construindo avaliações que anulam o ponto de partida. Os vários estudos produzidos pela Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência, muitos deles sob a responsabilidade do Doutor João Baptista, permitem estabelecer correlações entre sucesso e qualificações, mostrar que a pobreza não é uma fatalidade, detetar assimetrias regionais, medir o desempenho dos cursos profissionais, perceber assimetrias entre escolas dentro do mesmo agrupamento, conhecer o perfil de resultados de todas as disciplinas.

Os relatórios individuais e de escola das provas de aferição dão informação detalhada, descritiva e qualitativa, sobre desempenhos e têm servido de base ao desenho de respostas em função das dificuldades específicas.

O Programa Nacional para a Promoção do Sucesso Escolar tem divulgado estudos de eficácia de estratégias pedagógicas que permitem a melhoria sustentada de resultados.

A Rede de Bibliotecas Escolares avalia e disponibiliza os dados das suas intervenções, centrando-se no impacto dos seus programas.

Todos estes instrumentos permitiram construir, ao longo dos dois últimos anos, um novo referencial para a Avaliação Externa das Escolas, que tem sido reconhecida nacional e internacionalmente como um dos fatores que tem possibilitado a melhoria do nosso sistema educativo.

O novo referencial não descarta resultados, mas inclui vários outros domínios que se traduzem em respostas a perguntas como: Quão inclusiva é a escola? Que resultados consegue a escola na mobilidade social dos alunos? Como se estabelece a relação construtiva com as famílias? Que projetos e instrumentos se promovem para que as aprendizagens sejam perenes?

Estas são as perguntas que ajudam o sistema educativo a crescer. Muito mais do que a glória fútil de ser a número um da lista ou o olhar paternalista e desmobilizador sobre a escola do fundo da lista.

Quer saber o faz uma boa escola? Visite-a. Fale com os alunos, veja-a como um todo. Se não quer que o seu filho se transforme numa média, aposte numa educação centrada no humanismo e na valorização de todos. Porque é isso e não uma centésima o que lhe dará asas para chegar mais longe.

 

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Declaração de situação de calamidade, contingência e alerta, no âmbito da pandemia da doença COVID-19

 

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Os rankings do nosso descontentamento

Os rankings do nosso descontentamento

Vale a pena, em plena pandemia, dizer que estas listas não honram o trabalho feito nas escolas. As melhores escolas do país — não hesito em afirmá-lo — foram aquelas que, em bairros problemáticos, mantiveram todos os alunos ligados, foram aquelas em que a proteção contra a violência e negligência nunca falhou, foram aquelas em que a proximidade potenciou aprendizagem.

Os últimos meses, em que o vocabulário da educação se alterou, passando a incluir palavras como distanciamento, síncrono, Zoom ou a fazer renascer outras como telescola, foram pontuados — e ainda bem — por preocupações em notícia ou comentário com aquele que é o principal papel da escola: promover a mobilidade social através do conhecimento e da cultura. Esta terrível crise acelerou desigualdades, apesar do esforço de todos. Os vulneráveis ficaram ainda mais vulneráveis.

Foram meses de trabalho intenso. Os professores reinventaram-se para tentar não perder os alunos. As escolas reconfiguraram-se para garantir refeições, terapias, acolhimento aos mais desprotegidos. Os municípios foram parceiros da inclusão. O Ministério da Educação trabalhou em conjunto com as escolas, disponibilizando orientações, recursos, estabelecendo parcerias nesta corrida injusta em que a aprendizagem se viu mais comprometida.

Todos comentámos as principais dificuldades e conquistas e abrimos os olhos para aspetos fundamentais do sistema educativo: a proximidade, a proteção, o apoio, a relação estabelecida.

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Ranking das escolas

EM QUE LUGAR ESTÁ A SUA ESCOLA?

O PÚBLICO em parceria com a Católica Porto Business School disponibiliza um conjunto de dados sobre as escolas do ensino básico e secundário. Saiba aqui que lugar ocupam no ranking dos exames, como estão no ranking do sucesso, a que contexto socioeconómico pertencem e em que disciplinas têm melhores desempenhos.

Ver o Ranking aqui

 

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Resultados de Estudo no âmbito do E@D

Estudo promovido por João Marôco e que está neste momento a ser apresentado em https://youtu.be/ZKeBI8UqjTE

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Flash Live Event #somossolução. E depois do Ensino Remoto de Emergência?

 

Clica na imagem a partir das 17 horas

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Procedimento Concursal Externo – Professores Bibliotecários – Ano escolar de 2020-2021

Procedimento Concursal Externo de Recrutamento de Professores Bibliotecários para o ao escolar 2020-2021.

Mais se informa que às 18h a aplicação – 1ª fase encerra, sendo possível extrair lista atualizada que deverá igualmente ser disponibilizada.

 

 Lista

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Live Flash Event – É hoje! Contamos com a sua presença

 

Participar no evento

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Hoje termina o 3.º período e o ano letivo

 

Hoje fazem-se as despedidas. Os alunos e professores vão dar por findo o ano letivo mais atipico de que há memória.

Quando no dia 12 de março foi anunciado o encerramento das escolas, cresceu um nervoso miudinho em toda a comunidade escolar. No dia 13 de março, as salas de aula encheram-se pela ultima vez e a incerteza do que poderia acontecer de seguida cresceu. Ninguém estava preparado para o que viria a seguir. foram duas semanas de desenrancanço, todos puxaram pela imaginação e tentaram fazer o seu melhor, o que importava era não deixar os alunos à deriva.

Durante a interrupção da Páscoa, começou-se a trabalhar a organização do 3.º período. As soluções encontradas variaram em forma, mas todas tinham o mesmo objetivo, fazer a escola chegar a casa dos alunos. No dia 14 de abril inicia-se o 3.º periodo, devagar para uns em força para outros. As soluções foram as mais variadas e a que as escolas encontraram como possíveis. As plataformas de ensino, de repente, viram-se repletas de professores e alunos a frequentá-las e deram a resposta desejada.

A incerteza deu lugar ao desespero, a falta de formação para trabalhar desta forma foi um dos maiores entraves para que o período começasse sereno. Professores, alunos e encarregados de educação transformaram-se em autodidatas e exploraram as potencialidades destas ferramentas que embora existissem há muito não eram uma prioridade. A mudança deu-se devagar e cheia de imperfeições. Num instante todos se deram conta que o ensino a distância não era uma solução que pudesse substituir a escola tradicional, mas mesmo assim, transformou-se um complemento numa forma de ensino.

Nem tudo correu bem. Cada um fez o que pode e o que não pode. Todos se transformaram em peritos de plataformas de ensino. Todos sofreram um desgaste imenso durante este período. A ninguém vai ser atribuido um Louvor pelo esforço, porue na cabeça de muitos só fizemos o que nos foi requerido. Levamos umas palmadinhas nas costas e já é muito.

Todos merecemos descansar.

No próxima semana embrenhar-nos-emos nas grelhas e papeis para dar um feedback de tudo isto aos alunos e encarregados de educação. A maior parte dos alunos descansará, mas os professores começam a ficar preocupados com o próximo ano letivo. Como funcionará, como será? Esperam-nos mais umas semanas de trabalho intenso onde a incerteza de como vamos voltar às salas de aula e a incerteza de como poderá funcionar o próximo ano letivo. Mais uma vez teremos que encontrar uma serie de soluções para que tudo funcione de forma celere e organizada e acima de tudo uma nova forma de ver a vida na escola.

Aos alunos, boas férias, porque as dos professores ainda vêm longe.

 

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FNE apresenta propostas para lançamento de novo ano letivo em condições adequadas

 

 

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Prioridade aos alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo no regresso presencial às aulas

As propostas não ficam muito longe da apresentada por mim e pelo Alexandre Henriques…

Directores querem prioridade aos alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo no regresso presencial às aulas

Da redução do número de alunos por turma à concentração dos horários das aulas durante a manhã ou durante a tarde, consoante os anos de escolaridade. Foram várias as hipóteses lançadas sobre a mesa pelos sindicatos e pelos representantes dos directores das escolas nas reuniões que vêm sendo mantidas com o Ministério da Educação para preparar o arranque do ano lectivo 2020/2021. Depois de o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, ter apontado 14 a 17 de Setembro como datas de arranque das aulas, e que as primeiras cinco semanas serão para recuperação das aprendizagens, os directores das escolas defenderam que, na eventualidade de nem todos os alunos poderem voltar às aulas presenciais, a prioridade deve ser dada aos alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo do básico.

“Os mais novos foram os mais prejudicados com as aulas à distância. Precisam de muito acompanhamento e atenção e percebemos que, sobretudo no 1.º e no 2.º ano, houve situações de regressão em termos de aprendizagem”, justificou ao PÚBLICO Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE). “São os meninos com menos autonomia e que precisam de estar o mais próximo possível dos professores”, concordou Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

Quanto aos restantes anos lectivos, e admitindo que em Setembro estejamos numa situação de saúde pública semelhante à actual por causa da pandemia, os directores enfatizaram a necessidade de as escolas se prepararem para conciliar aulas presenciais com aulas à distância. “Os alunos poderão eventualmente ir à escola alguns dias por semana ficando outros em casa, de modo a reduzir a presença de muitos alunos na escola em simultâneo”, precisou Manuel Pereira. A concentração dos horários das aulas, em que uns alunos têm aulas das 8h às 13h e os restantes das 13h às 18h, “não sendo ideal, é uma solução antiga que poderá ser recuperada” para responder ao distanciamento ditado pela crise sanitária, ainda segundo o presidente da ANDE.

Em uníssono, os representantes dos dirigentes escolares reivindicaram mais autonomia para as escolas. “Cada escola e cada professor é que sabem em que é que os alunos estão a falhar e se precisarão de quatro, cinco ou seis semanas para recuperar aprendizagens”, justificou Filinto Lima, adiantando que outras das reivindicações foram “o reforço dos créditos horários que dão às escolas e a actualização da portaria que define os rácios de funcionários”, sem o que não será possível garantir mais assistentes operacionais.

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