Rui Cardoso

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Matrículas submetidas estão salvaguardadas

 

Matrículas submetidas estão salvaguardadas

Para não haver mais mal-entendidos, em jeito de esclarecimento, o Ministério da Educação sublinhou que não existe qualquer problema com as matrículas que foram feitas antes de se ter anunciado que haviam passado para um regime automático.

“As matrículas efetuadas no portal das matrículas estão salvaguardadas”, explicou ao i, garantindo que apenas uma nota foi enviada aos estabelecimentos escolares – e só essa tem de ser cumprida. “As escolas deverão assegurar-se que os encarregados de educação são informados pelo meio mais célere de que as renovações de matrícula passam a processar-se de forma automática, nos mesmos termos em que acontecia no ano letivo transato”, pode ler-se no comunicado enviado, no qual é referido também os impactos da covid-19. “Dado o atual contexto de pandemia, todos estes procedimentos devem ser realizados, preferencialmente, através de meios digitais, evitando-se, por esta via, a necessidade de deslocação à escola por parte dos encarregados de educação”, esclareceu.

Fonte: Ionline

 

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A Educação disse presente nos momentos difíceis. Agora é o tempo da valorização dos seus profissionais.

 

RESOLUÇÃO

A Educação disse presente nos momentos difíceis.
Agora é o tempo da valorização dos seus profissionais

O Secretariado Nacional da FNE, reunido em 8 de julho de 2020:

– considera que o ano letivo que agora está a terminar, embora marcado por acontecimentos extraordinários e por condições excecionais, com impactos sociais muito fortes neste momento e no futuro, demonstrou que a Educação – com todos os seus profissionais docentes e não docentes – é uma instituição insubstituível para a promoção da equidade social.

– assinala que foi no decurso deste ano letivo que pela primeira vez na história portuguesa foi possível atingir uma taxa de abandono escolar inferior a 10%, faltando agora verificar o impacto efetivo das circunstâncias em que este ano terminou, para se saber se mantemos esta situação, devendo constituir de qualquer modo um objetivo nacional para o futuro a redução para taxas residuais esta dimensão do abandono escolar precoce.

– insiste na necessidade de se determinarem políticas consistentes de aumento dos níveis de qualificação escolar e profissional de toda a população, promovendo uma cidadania democrática ativa, através do acesso de todos ao sistema de educação e formação e da concretização do direito de todos ao sucesso, com o estabelecimento dos mecanismos diversificados que forem essenciais para a qualidade e a equidade.

–  reconhece o tremendo esforço que foi realizado no quadro da excecional situação que vivemos desde março deste ano, através do contributo das escolas para o enquadramento de crianças e jovens filhos de muitos profissionais que tiveram de se manter a trabalhar nos mais diversos setores, desde a saúde, à produção alimentar, aos transportes, ao comércio e serviços essenciais, à segurança, às comunicações.

–  sublinha a importância do trabalho desenvolvido pelos Educadores e Professores portugueses para que se pudesse, primeiramente, manter a ligação com os Alunos, confinados em casa, distantes das dinâmicas relacionais do ensino-aprendizagem, em situações de extrema dificuldade, e depois, assegurando a atividade letiva presencial desde maio, e agora os exames.

– regista que genericamente a sociedade e muitos membros do Governo afirmaram em várias oportunidades que neste difícil momento foi essencial o setor da Educação – educadores, professores, trabalhadores não docentes da Educação para a infância, dos ensinos básico e secundário e superior –, assinalando que todos se desdobraram em profissionalismo, dedicação, empenho e inovação, para que o maior número possível de alunos se mantivesse em ligação com as suas escolas e os seus educadores e professores.

–  recorda que nas atuais circunstâncias, apesar das palavras tantas vezes ditas e reditas, educadores, professores e trabalhadores de apoio educativo se sentiram muitas vezes desamparados e confusos com orientações contraditórias, e tantas vezes em situações desconfortáveis em relação aos seus alunos e respetivos pais e encarregados de educação, as mais das vezes em resultado da insuficiência de orientações claras por parte da Administração.

–  assegura que o esforço realizado foi intensíssimo, em muitas circunstâncias com encargos financeiros acrescidos, e que chegamos ao final do ano letivo com muitos educadores, professores e trabalhadores não docentes completamente esgotados.

delibera atribuir a todos os Educadores e Professores e Trabalhadores Não Docentes Portugueses um LOUVOR, por ser da mais elementar justiça reconhecer e louvar o seu elevado empenho, profissionalismo exemplar e esforço com que particularmente neste ano letivo de 2019/2020 garantiram aos alunos as ações de suporte e de apoio que foram promovidas em substituição da atividade letiva presencial, interrompida por efeito da pandemia do COVID-19, saudando desta forma o seu trabalho e dedicação em prol de uma educação de qualidade e pela promoção da equidade educativa e social.

– sustenta que é essencial que seja estabelecido, em sede de diálogo e concertação social, um programa concreto de estabilização e reconstrução social e económica do País que esteja dotado dos financiamentos indispensáveis para que em todos os setores se promova o desenvolvimento, o emprego e a coesão social e em que para uma oferta de Educação pública de alta qualidade e justa sejam alocados os recursos indispensáveis.

–  entende que é essencial que o próximo ano letivo comece em condições o mais próximo possível das normais e preferencialmente em situação presencial, e que, sobretudo, sejam reunidas as condições para que se possa trabalhar para atenuar as perdas educativas acumuladas que são consequência destes tempos difíceis, e que não foi possível evitar, apesar de todo o esforço que foi desenvolvido por milhares de educadores e professores por todo o país.

– manifesta as suas profundas preocupações em relação às condições em que vai decorrer o processo de ensino-aprendizagem em resultado da fragilidade instalada na sociedade portuguesa e que se traduz na diminuição dos rendimentos e no crescimento do desemprego.

reafirma que a FNE tem propostas concretas e que intervirá construtivamente na identificação das soluções que forem ajustadas para a situação que se vai viver no próximo ano letivo, com a flexibilidade que vai ser indispensável em função do desenvolvimento da situação sanitária, para o que aprovou um documento que integra essas propostas, designado A EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE EMERGÊNCIA – Na defesa intransigente da educação, no combate às desigualdades sociais”.

– sublinha a necessidade de serem adotadas as medidas que forem necessárias para garantir que as escolas sejam efetivamente espaços seguros, em nome do respeito que nos merecem os Alunos e as suas Famílias, os Educadores e Professores e os Trabalhadores Não Docentes das nossas escolas.

discorda inteiramente do Ministério da Educação em relação ao calendário escolar determinado para o ano letivo de 2020/2021, porque entende que não há qualquer efeito direto em termos de resultados escolares do aumento do número de dias letivos em relação aos anos anteriores, e porque desrespeita as pausas que são imprescindíveis, quer para Docentes, quer para Alunos, ao longo do ano letivo, estas sim com efeitos na melhoria do processo ensino-aprendizagem.

– exprime também total discordância e preocupação sobre as orientações que a DGEstE publicitou para o próximo ano letivo, por se resumirem, entre outros aspetos ao uso obrigatório da máscara nos recintos escolares, e registando negativamente que se assuma um distanciamento físico “sempre que possível” de apenas 1 metro, contrariando outras orientações que assumem um mínimo de 1,5 metros.  De qualquer forma a generalidade das salas de aula das escolas portuguesas não suportará turmas com 24, 26, 30 alunos, mesmo com o distanciamento de 1 metro.

acusa o Ministério da Educação de desrespeito pelo direito à participação dos parceiros sociais da área da Educação na informação, consulta e negociação das políticas educativas, ao ter determinado o enquadramento da organização do ano letivo de 2020/2021, sem a sua consulta adequada.

–  assinala que as políticas para o setor da Educação deverão garantir às escolas e aos seus profissionais as condições e os meios que lhes permitam trabalhar com autonomia e flexibilidade, em termos de desenvolvimento do currículo e de organização pedagógica da escola, para que nenhum aluno fique para trás, pelo que se manterá atento ao desenvolvimento do ano letivo, denunciando todas as circunstâncias em que a insuficiência ou inadequação de meios e recursos estejam a prejudicar os diferentes intervenientes.

– considera manifestamente insuficientes as verbas previstas no Orçamento Suplementar para as respostas na área da Educação para garantir as responsabilidades das escolas no próximo ano letivo, quer em termos de recursos humanos, quer em termos de recursos financeiros, não podendo haver constrangimentos de ordem orçamental para que todas as necessidades concretas estejam asseguradas.

– acusa o Ministério da Educação de continuar a não querer olhar para a dotação dos quadros das escolas, adequados às necessidades permanentes do sistema educativo, sublinhando que o resultado do concurso externo divulgado esta semana demonstra, por exemplo, que o número de vagas que permitiu a vinculação de 872 docentes para o próximo ano escolar, corresponde apenas a cerca de 10% do total da renovação dos contratos que as direções das escolas autorizaram, para o preenchimento das necessidades sentidas no presente ano escolar.

– reafirma a exigência feita ao Ministério da Educação, ao longo dos últimos anos, de alterar as regras da norma travão, uma vez que esta continua a não responder à necessidade de recursos docentes estáveis, nos quadros das escolas, mantendo em precariedade, anualmente, milhares de docentes, para além de se manter uma regra geradora de injustiças entre os professores contratados.

–  reitera, por outro lado, a necessidade de que, para além das palavras, haja ações concretas de reconhecimento e valorização de todos quantos trabalham em Educação, através de políticas que tenham em conta as suas legítimas aspirações.
 
– em nome dos Educadores, Professores e Trabalhadores de Apoio Educativo (Não Docentes) de todos os Setores de ensino, considera indispensável que haja respostas para os problemas concretos sistematicamente identificados e que têm sido sucessivamente apresentados ao Governo, até agora sem qualquer disponibilidade para os resolver, em termos de carreiras, rejuvenescimento, precariedade, formação, qualidade de vida, saúde, aposentação.

A FNE não desiste de, sem deixar de respeitar as especiais e difíceis circunstâncias que o País vive, trabalhar no sentido da promoção de:

– carreiras dignificadas e atrativas, sem quaisquer perdas de tempo de serviço
– limites para o tempo de trabalho
– conciliação do tempo de trabalho com o tempo de vida pessoal e familiar
– proteção na saúde e segurança no trabalho
– aposentação digna
– formação contínua ajustada aos interesses e necessidades de cada um
    
O Secretariado Nacional da FNE considera inadiável que Educadores, Professores e Trabalhadores de Apoio Educativo, sejam reconhecidos e valorizados, para continuarmos a garantir um serviço público de Educação de qualidade.

 

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Calendário Escolar 2020/2021 em Excel

 

Tal como habitualmente o site economiafinancas  publica o  Calendário Escolar 2020/2021 em excel , para baixar e trabalhar de acordo com as necessidades e um calendário das provas de aferição e exames nacionais para imprimir ou consultar.

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Escolas que não fornecem máscaras aos professores…

 

Quanto mais uma pessoa se baixa, mais se lhe vê o …

Chegou-nos como uma duvida de um colega: Um professor é obrigado a levar máscara de casa para as vigilâncias dos exames e outros serviços na escola, ou é a escola que as fornece?

O  hábito faz o monge. Quando o professor começou por levar a sua caneta, o seu lápis, o seu caderno, começou por pagar as fotocópias para fornecer aos seus alunos, as resmas de papel… o monge habituou-se e o voluntarismo passou a obrigação.

Será que as operárias das fábricas têxteis e alimentares, ou de armazéns e hipermercados também levam as máscaras de casa para exercerem a sua atividade profissional?

Ainda não há verba disponível para a compra de máscaras para os professores, AO’s e AT’s?

“Balha-me adeus”…

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Pela Blogosfera: Intervalos 6 x Matrículas 0

 

Intervalos 6 x Matrículas 0

Como o ministro da Educação integra os fóruns que decidem o futebol e as aulas em Setembro, é natural que confunda intervalos dos jogos com os escolares e até o tempo de presença de jogadores nos balneários com o dos alunos nas salas de aula. Se impressiona que o ministro diga que “os alunos vão caber todos na mesma sala; não haverá desdobramento de turmas; a única obrigatoriedade é a máscara a partir do 2º ciclo; o distanciamento não”, e mais ainda no momento que a OMS conclui que “em espaços fechados, os aerossóis do vírus podem viajar dezenas de metros” torna-se mais surreal que decida pela eliminação dos intervalos escolares. Francamente: 30 crianças e jovens podem estar horas a fio dentro de uma sala e não podem usar o espaço de ar livre? E se há anos que os mais variados especialistas criticam severamente, e muito bem, a falta de tempo para brincar e socializar, vem o titular da pasta eliminar intervalos depois de meses de confinamento? E enunciá-lo para a globalidade do território não é um atestado de menoridade (mas convenhamos que o modelo vigente foi criado exactamente para certificar esse atestado) quando passa o tempo a repetir que “as nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.?

O estado em que estamos é cansativo, mas há o dever de repetição. Escrevi o seguinte em 21 de Abril de 2020 no texto “Tecnologias na sala de aula“:

“A crise escolar provocada pela Covid-19 acentuou a conhecida prevalência das redes de recursos educativos sobre as de gestão e administração. (…)Portugal é um caso, e em grande parte acompanhado pelo ocidente, que evidencia o que falta fazer em termos escolares e é até estranho que assim seja porque é um país com muito boas provas dadas onde a sociedade em rede permite desempenhos organizacionais únicos: rede multibanco, via verde ou critical software. Por exemplo, na origem das declarações do ministro da educação – “é impossível saber quais os alunos que não têm internet e computador” – estão mais de vinte anos em que essas perguntas são repetidamente feitas no acto da matrícula e perdidas na incapacidade de se gerar um sistema de dados que se aproxime sequer dos três citados. E essa “impossibilidade”, que gera desorganização, tem duas causas: governantes escolares centrados nas indústrias de recursos educativos e deslocalização da produção tecnológica para a China com o objectivo neoliberal de exibir o supérfluo, inibir o substancial e gerar ganhos financeiros muito significativos e pouco taxados. E esse desequilíbrio nas aprendizagens essenciais, que se tornou avassalador no ocidente, é a conclusão de que para a produção de lápis em qualidade e quantidade é necessária a simbiose da forma com o conteúdo associada ao valor precioso de muito bons desempenhos organizacionais.”

Hoje, acrescento mais uma evidência ao triste desfile de competências prioridades: Intervalos 6 x Matrículas 0.

Por Paulo Prudêncio, em Correntes

 

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Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – Filosofia

 

714  |   Filosofia   |  08-07-2020

Versão 1  |  Versão 2   |  Prova Adaptada  |  Critérios de classificação

 

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Recurso Hierárquico, Verbete e Aceitação da Colocação do Concurso Externo

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação do Concurso Externo, das 10:00h do dia 8 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 14 de julho de 2020.

Pode consultar o verbete definitivo do candidato.

Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 8 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 14 de julho de 2020.

 

SIGRHE

 

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Nanismo político e idadismo digital – Santa Castilho

Nanismo político e idadismo digital

1. Todas as epidemias têm períodos mais ou menos longos de novos surtos intermitentes e nenhum país tem, por enquanto, uma solução para a actual pandemia. Mas o futuro ficará mais difícil nos que são governados por políticos que torturam a realidade com o seu nanismo político. Não há muito tempo, o presidente Marcelo exultava com um pindérico orgulho nacional, que nos comparava com espanhóis e italianos. Não lhe ocorreu, na altura, comparar-nos, por exemplo, com o Vietname, com uma população dez vezes maior que a nossa e uma longa fronteira com a China, que não registava, então, um só morto. Agora, António Costa e Santos Silva não entendem porque vale mais para os ingleses o nosso segundo pior rácio europeu de novos casos de covid-19 por 100 mil habitantes que o que foi escrito no Tratado de Windsor, em 1386.

Desde a cena confrangedora, que reuniu no Palácio de Belém nada menos do que o Presidente da República, o presidente da Assembleia da República, o primeiro-ministro, o ministro da Economia e a ministra da Saúde, para anunciarem ao país a realização de meia dúzia de jogos de futebol, que não dava pela existência do ministro da Educação, que também lá esteve. Reapareceu, finalmente, em entrevista ao Expresso. Do que disse e do que consta nas orientações oficiais para a organização do próximo ano lectivo, resulta um caderno de encargos irreal para as escolas e para os professores que, em nome de uma autonomia inexistente mas hipocritamente invocada, acabarão responsabilizados por tudo o que possa correr mal. O que antes era imperativo (dois metros de distanciamento por altura da reabertura das aulas, em Maio, e um metro de distanciamento aquando das primeiras orientações para 2020/21) deu lugar ao “sempre que possível” e ao “preferencialmente”, até chegarmos à seguinte insólita afirmação do ministro:

“Os alunos vão caber todos na mesma sala. Não haverá desdobramento de turmas. A única obrigatoriedade é a máscara a partir do 2º ciclo. O distanciamento não.”

É preciso cara dura para dizer isto, depois de termos sido literalmente massacrados, meses seguidos, com a necessidade de respeitar o distanciamento social, como a medida profiláctica mais eficaz de combate à pandemia.

2. A adesão pouco reflectida a fenómenos da moda acaba sempre alimentando mecanismos de constituição de poderes. Foi assim com as pedagogias salvíficas para o século XXI, começa a ser idêntico com o fluxo de ideias alternativas às aulas presenciais e a obsessão pela escola digital, seja lá o que isso for, que não é, isso sei, o gatilho mágico que resolve os atrasos acumulados dos nossos alunos.
Os professores reorganizaram-se para que, numa situação de excepção, se minorasse o prejuízo dos alunos. Entregaram-se abnegadamente a um desafio que não foi fácil, lhes pediu mais do que o muito que já se lhes pedia, e foi vencido. Apesar disso, têm vindo a ser alvo de várias prosas, que glosam o que apelidam de iliteracia digital dos professores mais velhos, numa onda de idadismo estigmatizante. Entendamo-nos: os professores utilizam, uns mais, outros menos, naturalmente, os meios informáticos, desde que eles se democratizaram. Não precisam, novos ou velhos, de serem peritos em informática para resolver todos os passos processuais de utilização da tecnologia disponível. Não fosse ela desenvolvida para ser utilizada em massa, por isso mesmo ao alcance de utilizadores universais. Outra literacia, não digital, que abunda no seio dos professores portugueses, desiderato difícil de conseguir numa escola de massas e numa sociedade consumista, é a que permite tocar o coração dos alunos, estabelecendo um vínculo afectivo essencial para que a aprendizagem resulte.

3. Nos últimos dias falou-se de rankings, falou-se do que se perdeu no ano em curso e falou-se, sobretudo, de como vai ser o próximo ano. Mas pouco se tem prognosticado sobre as classificações que, provavelmente, certificarão um paradoxo: o ano em que menos se aprendeu terminará com resultados gerais bem acima da média. Porque todos os critérios formais cederão paço ao critério de não penalizar, ainda mais, todos os alunos coercivamente privados da escola e, particularmente, aqueles que, sem equipamentos necessários, ficaram impossibilitados de acompanhar as soluções de recurso.

In “Público” de 8.7.20

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Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – Francês/Espanhol

 

517  |   Francês   |  07-07-2020

Prova  |   Áudio   |   Critérios de classificação

547  |   Espanhol   |   07-07-2020

Prova  |  Áudio  |  Critérios de classificação

 

 

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Webinar – Avaliação Formativa, Quando e Como? Pró-Ordem

 

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Ministério da Educação dispensa a maioria dos alunos da renovação de matrícula

 

Apenas os alunos que transitaram, ao 5.º, 7.º e 10.º anos vão ter que fazer a matrícula através do Portal das Matrículas. O Governo tomou este decisão devido aos constrangimentos que o site tem tido nas últimas semanas devido ao elevado tráfego registado, alega também que o site foi alvo de ataque informático. Além dos alunos que iniciam um novo ciclo de ensino,  as transferências de escola também estão obrigados a efetuar todo o processo online.

As renovações de matrícula para os 2.º, 3.º, 4.º, 6.º, 8.º, 9.º, 11.º e 12.º anos passam a processar-se de forma automática, com exceção das transferências de estabelecimento de ensino.
Todos os anos de início de ciclo – 5.º, 7.º e 10.º anos –, bem como as transferências, continuarão a ser tramitadas no Portal das Matrículas.
Apesar de vários dias em que foram ultrapassadas as 100 mil matrículas diárias, e de já terem sido concluídas cerca de 70% do total, este procedimento vem aliviar o fluxo do Portal das Matrículas e, por conseguinte, poder melhorar a acessibilidade da página, para quem tenha de efetuar a matrícula por essa via.
Além do fluxo de acessos, associado a páginas conexas ao Portal das Matrículas que estiveram em baixo, registaram-se ataques informáticos de elevada complexidade, que estão a ser acompanhados pelo Centro Nacional de Cibersegurança, e que provocaram graves bloqueios no sistema.

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Educação com mais 872 docentes vinculados aos quadros

Educação com mais 872 docentes vinculados aos quadros

Estão publicadas no site da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) as listas definitivas do concurso externo, tendo 872 docentes reunido as condições para vincular, o que representa a vinculação de mais 330 docentes do que no ano anterior.
O número de docentes candidatos a este concurso voltou a subir – passando de 34 mil para quase 37 mil candidatos, do ano passado para este ano.
Todos os candidatos admitidos ao concurso externo ordinário, e que não reuniram as condições para a vinculação, mantêm-se para o concurso de contratação inicial, cujas listas serão publicadas nos prazos previstos no calendário do concurso, bem como para as sucessivas reservas de recrutamento, ao longo do ano letivo.
Publicada a lista definitiva referente ao concurso externo (o qual teve este ano mais tempo para validação de candidaturas, atendendo à situação causada pela pandemia de Covid-19), inicia-se agora o período de aceitação da colocação e apresentação de recurso hierárquico.
De recordar que, ao longo dos quatro anos da última legislatura, vincularam cerca de 8 mil docentes aos quadros do Ministério da Educação – quer através de vinculações extraordinárias, quer pela “norma-travão” revista, que passou a exigir apenas três contratos sucessivos, em qualquer grupo de recrutamento, para que os docentes possam vincular.

 

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Governo cria condições para a retirada de amianto em 578 escolas

Governo cria condições para a retirada de amianto em 578 escolas

Abrem a partir de hoje as linhas de financiamento para que os Municípios possam iniciar o processo de remoção de amianto nas escolas públicas dos seus territórios.
O financiamento destas obras, no valor de 60 milhões de euros, é assegurado a cem por cento por fundos europeus dos Programas Operacionais Regionais Norte 2020, Centro 2020, Lisboa 2020, Alentejo 2020 e CRESC Algarve 2020.
Depois de um trabalho de diagnóstico e identificação, foram assinaladas 578 escolas da Educação Pré-Escolar e dos ensinos básico e secundário passíveis de intervenção para a retirada de placas de fibrocimento com amianto.
Este levantamento foi feito pelas áreas governativas da Educação e da Coesão Territorial em articulação com as Autoridades de Gestão dos cinco Programas Operacionais Regionais do Continente e com as Comunidades Intermunicipais, Áreas Metropolitanas e Municípios de todo o país.
A medida insere-se no Programa de Estabilidade Económica e Social, permitindo a retirada do amianto destas instituições de ensino enquanto promove a dinamização económica do emprego ao nível local. É também o culminar de um trabalho iniciado na legislatura anterior, que, com fundos europeus do Portugal 2020, e num contexto de requalificação de edifícios escolares, permitiu já substituir coberturas com amianto em mais de 200 escolas públicas.

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Concurso Externo – Listas Definitivas

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de ordenação, colocação, não colocação, exclusão e desistência do Concurso Externo para o ano escolar 2020/2021.

Consulte a nota informativa.

 

Nota informativa

Listas definitivas

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Informação Conjunta n.º 2 JNE/IAVE/2020

 

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Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – Português

 

138  |   Português Língua Segunda   |   06-07-2020

Prova  |   Critérios de classificação

639  |   Português   |   06-07-2020

Prova Versão 1   |    Prova Versão 2  |   Prova Adaptada   |   Critérios de classificação

839  |   Português Língua Não Materna – B1   |   06-07-2020

Prova  |  Áudio  |  Critérios de classificação

 

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Calendário Escolar 2020/21 para imprimir

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12 casos de COVID-19 em Infantário das Caldas da Rainha

A este ritmo e já só estão a funcionar infantários. Como será o cenário em setembro?

Confirmados 12 casos de Covid-19 num surto em infantário das Caldas da Rainha

As autoridades locais esperam o resultado de dezenas de exames.

“Há uns dias uma criança com sintomas fez um teste e foi detetado covid-19”, explica o presidente da Câmara Municipal de Caldas da Rainha.

“Neste momento já foram detedas situações em cinco crianças, três colaboradores, e quatro familiares de crianças (…) Foram realizados mais 40 testes e ainda não temos os resultados”, explica ainda o autarca.

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Como (re)organizar o 1º ciclo… Ideias?…

Este artigo já é de 2015, mas a reivindicação que traz a público é, hoje, mais atual que nunca…

Como (re)organizar o 1º ciclo… Ideias?…

O fim da monodocência aproxima-se a largos passos, será o fim de uma era que, no nosso país, dura desde sempre.

Fomos caminhando, com pequenos passos, para o estado em que nos encontramos hoje, fomos aceitando as mudanças, adaptando-nos às desventuras de um nível de ensino em constante mudança, qual tubo de ensaio…

Os “illuminatum” nunca tiveram em consideração os interesses de todos os intervenientes, nunca viram o 1º ciclo como um todo.

Na última década as mudanças têm-se agudizado, são constantes, todos os anos se enfrentam novos desafios novas arbitrariedades. Se se têm em conta os interesses dos alunos? A meu ver, eles, só têm servido de desculpa para tais mudanças.

No próximo ano letivo, o do 1º ciclo irá sofrer uma das mais drásticas mudanças dos últimos anos. Não pelo seu conteúdo, mas pelo número de mudanças impostas. Um novo programa de Português, depois de verem implementadas as metas e um novo programa de matemática, a introdução do Inglês como disciplina obrigatória, o que lhes aumentará a carga letiva e para alguns, a disciplina de Iniciação à programação virá sobrecarregar ainda mais o seu horário, já por si, pejado de horas fechados dentro de quatro paredes. E isto das 9h às 17h:30m. É o horário chamado normal… mas muitos ainda frequentam outras instituições, seja para a prática de desporto, seja para a ocupação de tempos livres, pois os pais não têm horários que coincidam com a vida académica dos seus educandos. Tudo isto vai tornar as vidas das crianças ainda mais complicadas.

Isto tudo para dizer o quê?

Para dizer que o sistema de ensino no 1º ciclo, tal como está, e tal como está a ser projetado para o próximo ano letivo, não vai beneficiar os interesses da “bandeira”, leia-se alunos, que alguns usam como desculpa para tentar deixar marca. O sistema de ensino necessita de ser totalmente revisto e não estou a falar em termos de conteúdo, de número de disciplinas, do que deve ser ou não lecionado, estou a falar na sua organização.

O horário do 1º ciclo encontra-se, na maior parte das escolas, no espaço temporal das 9h até às 17h:30m. Isto, porque se entendeu ser mais benéfico no que diz respeito, à ocupação do tempo das crianças e à necessidade dos encarregados de educação de terem de exercer uma profissão e de a conciliar com os horários escolares. Mas será que beneficia as aprendizagens? A meu ver, não. O período do dia em que o cérebro está mais apto a exercer qualquer tipo de atividade que envolva a aprendizagem, isso está mais do que provado, não sou eu que o afirmo, eu só o constato todos os dias, é a parte da manhã. Não cabe na cabeça de ninguém lecionar uma aula de matemática ou português das 16h:30m às 17h:30m. Então, porque não organizar as atividades letivas exclusivamente nessa parte do dia?

A organização do sistema de ensino no 1º ciclo, e em qualquer outro, deve ter em atenção todos os fatores e intervenientes no processo. Os alunos devem poder aproveitar, da forma mais eficaz, a sua estadia na escola para que o processo ensino/aprendizagem se realize. Aos encarregados de educação, deve ser assegurado que os seus educandos têm um ensino de qualidade e que explore todas as suas capacidades. Deve também ser assegurada a escola a tempo inteiro, uma vez que, nos dias de hoje e na sociedade em que vivemos, Assim o exige. Deve também garantir aos profissionais de educação, vulgo, professores, o exercício da profissão aproveitando os períodos de maior concentração para as crianças desta faixa etária. E nisto devemos estar todos de acordo. Se os níveis de aprendizagem subirem, todos os intervenientes ganharão.

Mas porque é que o sistema se mantém? Porque é que, os responsáveis e os políticos, não olham com mais atenção para os tais países que tantas vezes usam como termo de comparação para outras matérias e veem que somos dos poucos países a persistir com este sistema? Isso, como se diz, “cada um sabe de si”… Só sei que este sistema está dado por adquirido, mais vale não se discutir porque, mudar dá muito trabalho, nem que seja para melhor.

Pois, muitos de nós, professores de 1º ciclo, temos a nossa opinião de como o sistema podia mudar e melhorar, mas não temos palavra nos órgãos decisivos. Uma coisa é certa, quase todos sabemos que a mudança é possível. E isso, tem sido assunto de conversa ao longo de muitos destes anos. Pessoalmente, também tenho a minha opinião…

Uma organização possível seria a que já é utilizada em outros países, atividades letivas da parte da manhã e não letivas da parte da tarde, como na Alemanha (ver aqui). Mas como operacionalizar? Como faze-lo sem aumentar a despesa com a educação? E é claro, sem ferir os princípios de uma escola a tempo inteiro? Vou tentar explicar da melhor forma.

Da parte da manhã, que passaria a ter inicio às 8h, ou perto dessa hora, nunca antes. Os professores titulares de turma organizariam as áreas curriculares, Português, Matemática, Estudo do Meio e as Expressões, constantes no programa curricular deste ciclo, durante este período. Terminaria, esta importante parte do dia, pelas 13h.

A hora de almoço decorreria das 13h às 14h:30m.

O período da tarde situar-se-ia entre as 14h:30m e as 17h:30m. Neste espaço de tempo, os alunos beneficiariam de atividades complementares e de enriquecimento curricular. Seria durante a parte da tarde que disciplinas como, o Inglês, obrigatório para os alunos do 3º e 4º anos, a partir do próximo ano letivo, a nova disciplina de Introdução à programação para o 1º CEB, o projeto de educação para a saúde, PASSE, aulas PRESSE, EMRC, orientação do estudo, bem como outros projetos ao nível de escola (hora do conto) ou concelhio e as AEC’S já existentes.

Como já foi mencionado acima, o horário letivo da parte da manhã seria mais produtivo para os alunos, embora a mancha letiva tenha um início “vespertino”, as crianças teriam a vantagem de assimilarem melhor as matérias lecionadas. Os “números” a que tanta importância é dada pelas organizações “observadoras”, isso espelhariam.

Na parte da tarde, o horário seria composto de atividades “mais” lúdicas, mas de igual importância no desenvolvimento das crianças. Dariam aos encarregados de educação a segurança de uma escola a tempo inteiro sem interferir nas atividades letivas e na performance académica dos alunos.

De seguida apresento dois horários possíveis, um de uma turma e outro de um professor, para que se possa visualizar a possibilidade apresentada.

 

Horário Turma
2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:00 Português Matemática Português Matemática Português
8:30 Português Matemática Português Matemática Português
9:00 Português Matemática Português Matemática Português
9:30 Português Matemática O.C. A.E. Expressões
10:00 E. M E.M. O.C. A.E. Expressões
10:30 Intervalo
11:00 E. M. E. M. E.M. Português Matemática
11:30 E.M. Português E.M. Português Matemática
12:00 Matemática Português Matemática Português Matemática
12:30 Matemática Português Matemática E.M. Inglês
13:00 Matemática Expressões Matemática E. M Inglês
Almoço
14:30 O. Estudo In. Prog. Inglês PASSE/PRESSE In. Prog.
14:50 O. Estudo In. Prog. Inglês PASSE/PRESSE In. Prog.
15:00 Proj. Escola EMRC Proj. Escola O. Estudo Expressões
15:50 Proj. Escola EMRC Proj. Escola O. Estudo Expressões
16:10 Ed. Física Musica Expressões Ed. Física Musica
17:00 Ed. Física Musica Expressões Ed. Física Musica
Horário Professor
2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:00  

 

Horário Letivo

8:30
9:00
9:30
10:00
10:30
11:00
11:30
12:00
12:30
13:00
Almoço
14:30 Reservado a reuniões Trabalho individual Atendimento Enc. Educ. Trabalho individual Trabalho individual
15:00
15:30 Hora de estabelecimento
16:00
16:30 Trabalho individual Trabalho individual
17:00

Nota: sexta feira das12h:00m às 13h:00m o professor cumpre uma hora de estabelecimento (não consegui formatar a tabela)

Em termos económicos, não creio que o orçamento do ministério da educação sentisse muita diferença, é tudo uma questão de maximizar recursos. É claro que tal mudança vai envolver alterações na organização dos agrupamentos. Mas somos todos professores, não é por ser professor do 1º ciclo, que deixo de ser professor para os alunos dos outros ciclos. Se tiver que exercer a profissão com esses outros alunos, dentro das minhas competências, vou faze-lo. A colaboração dos professores de EVT, dos professores bibliotecários, dos professores de apoio e até dos professores de Matemática e Português em coadjuvação, em apoio educativo ou em orientação ao estudo, professores de Ciências em atividades experimentais… Isto seria uma quase revolução…

Revolução! Revolução, seria os professores do 1º ciclo, na sua totalidade ou quase, terem condições dignas de trabalho nas escolas para efetuarem todo o tipo de trabalho a que estão obrigados. Mas isso é uma utopia.

E agora puxando a corda, a escola a tempo inteiro podia ir além das 17h:30m. Quando possível ainda se poderia acrescentar uma hora ao horário dos alunos, que disso necessitassem ou por razões académicas ou por impossibilidade de coordenação de horários Pais /Alunos. Já me estou a “esticar” muito. Mas se a organização for a adequada, até se poderia colmatar a falta de apoio que as nossas crianças tê na realização dos famigerados TPC. Um professor de apoio, uma hora por dia, a alunos que necessitassem mesmo da tal hora, o que já acontece em alguns agrupamentos e sempre existiu nos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo.

É claro que este modelo não é consensual, é claro que as crianças vão estar fechadas dentro de quatro paredes o dia inteiro, é claro que o tempo para brincadeiras individuais será reduzido, é claro que, fora as disciplinas de carater obrigatório, as outras serão de carater facultativo, caberá aos encarregados de educação, como até hoje, optar ou não, pela sua frequência.

As vozes começam a levantar-se. O certo é que o sistema, conforme está, deixou de funcionar, deixou de dar respostas às exigências da sociedade atual. Os responsáveis têm andado a tapar buracos ao longo dos anos sem resolverem o problema. Só o têm piorado. Chegamos ao ponto que, ou o sistema se modifica, ou o sistema cai. É urgente a mudança, resta-nos saber para onde nos levará…

 

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6 Casos de infeção por COVID-19 em escola de Paços Ferreira

Se com todas as precauções, máscaras, afastamento social, circuitos definidos para minimizar contactos, poucos alunos nas escolas, acontece a transmissão, que acontecerá em setembro com as escolas a funcionar em regime presencial em pleno? A prova da irresponsabilidade surgirá a seu tempo. A culpa será imputada ao ministro da educação que nada teve a ver com a elaboração deste plano de regresso e o primeiro ministro virá lamentar a situação e desviar as atenções com a crise financeira e outras medidas que ficarão para a história como a melhor forma de combater a pandemia.

 

Covid-19: escola e empresa de Paços de Ferreira encerradas depois de nove casos positivos

Seis dos nove casos de infecção foram detectados em alunos, professores e assistentes operacionais na Escola Básica n.º 2 e os restantes três numa fábrica de móveis na freguesia de Eiriz.

As autoridades de saúde encerraram, este sábado, o Centro Escolar de Paços de Ferreira (Escola Básica n.º 2) depois de serem detectados seis casos positivos de covid-19.

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Já temos premiados nas festas COVID

Da estupidez humana sem fim…

Estudantes do politécnico da Guarda infetados em “festas covid”

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Orientações da DGEstE 2020/21 – Apresentação e Vídeo resumo no YouTube

 

 

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A reforma do currículo do 1º ciclo e a reversão da escola/casa impunha-se neste quadro de incerteza

 

A reforma do currículo do 1º ciclo e a reversão da escola/casa impunha-se neste quadro de incerteza

Os alunos do 1.º ciclo deveriam ter apenas aulas no periodo da manhã, deixando as tardes para:
– Atividades Extra-Curriculares;
– Estudo;
– Atividades Desportivas;
– Atividades Culturais;
– Atividades Musicais;

Não tenho qualquer dúvida em afirmar que a aprendizagem dos alunos seria bem superior, os níveis de motivação e concentração de manhã são muito superiores ao periodo da tarde.
O segundo aspeto era reduzir a gordura curricular, pois o atual currículo é reconhecidamente desadequado para a maioria dos alunos, não dando tempo para trabalhar consistentemente os aspetos mais importantes do desenvolvimento do aluno.

A continuação do trabalho do professor poderia ser de forma remota, de tarde, para os alunos com dificuldades de aprendizagem, que recebiam lições extra em casa ou na escola acompanhados de adultos.

Este horário permitia acionar mais facilmente um plano de emergência “COVID” sem os sobressaltos da última interrupção lectiva presencial. Reduzia os tempo de presença de alunos e professores nas escolas e diminuía o risco de contágios, quer da gripe quer do Covid e outros problemas relacionados com permanência excessiva em ambiente escolar.

In Primeiro Ciclo

 

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“Os alunos vão caber todos na mesma sala”

Não sei se isto vai ou não ser uma coisa “inconseguida”…

 

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Estudantes com covid-19 podem ir à 2.ª fase de exames sem prejuízos

Já abordei este tema AQUI. Finalmente a solução surgiu.

Estudantes com covid-19 podem ir à 2.ª fase de exames sem prejuízos

A medida abrange todos os problemas relacionados com a doença como ter um familiar próximo doente, por exemplo. Nota ainda conta para a 1.ª fase do concurso de acesso ao superior.

 

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Vamos ter um “momento amostral de aferição a nível nacional” para os 3.º 6.º e 9.º anos

Ministério da Educação vai aferir quais as aprendizagens que ficaram para trás

Trata-se de um “momento amostral de aferição a nível nacional”, como classificou o secretário de Estado e Adjunto da Educação, João Costa, que explicou só alguns alunos dos 3.º, 6.º e 9.º anos de escolaridade vão realizar estas provas, sem precisar a dimensão da amostra.

O objetivo é perceber quais foram os efeitos do ensino à distância, durante o 3.º período e quais as aprendizagens que ficaram por consolidar, adiantou o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, durante a conferência de imprensa em que anunciou algumas das medidas para o próximo ano.

Essas aprendizagens terão de ser recuperadas no próximo ano letivo e, conforme já tinha sido anunciado pelo ministro da Educação, as primeiras cinco semanas serão dedicadas a esse trabalho.

Para facilitar esse trabalho, o Ministério da Educação vai publicar um documento de apoio ao diagnóstico e à recuperação das aprendizagens, com um enfoque nas aprendizagens essenciais.

“Teremos instrumentos para apoiar o diagnostico daquelas aprendizagens que poderão ter ficado para trás, e para identificar aquilo que são dimensões curriculares que não podem deixar de ser consolidadas e aqueles conteúdos que não permitem progressão”, explicou João Costa.

O ministro da Educação anunciou ainda a generalização dos programas de mentorado, para que os alunos com menores dificuldades possam apoiar os colegas na consolidação de aprendizagens.

Por outro lado, no próximo ano letivo será reforçada a formação de professores em áreas como avaliação, tutorias, competências digitais e metodologias de ensino não-presencial.

Pensando nas consequências do ensino a distância, que aprofundaram desigualdades e acentuaram as dificuldades de muitos alunos, o Ministério da Educação vai criar uma equipa dedicada à prevenção, deteção e intervenção no abandono escolar precoce.

Esta equipa será responsável por apresentar estratégias para responder ao problema do abandono escolar, depois de uma altura em que “o período de confinamento tornou ainda mais difícil chegar a alguns alunos”, sublinhou João Costa.

 

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Tudo o que precisa saber sobre o próximo ano letivo

Como vai ser o próximo ano letivo? – Tudo o que precisa saber

 

MAIS DIAS DE AULAS

As aulas começam entre 14 e 17 de setembro para todos os níveis de ensino e acabam a 9 de junho para os anos com exames (9º, 11º e 12º), a 15 do mesmo mês para 7º, 8º e 10º e apenas a 30 de junho para a educação pré-escolar e do 1º ao 6º ano do básico. As férias da Páscoa são encurtadas e decorrem entre 25 de março e 5 abril.

TODOS NA ESCOLA

O regime presencial é a regra para todas as escolas e níveis de ensino. Se a pandemia obrigar a reduzir a lotação das escolas, mantêm-se em aulas presenciais os alunos do pré-escolar ao 6º ano, assim como os mais carenciados, os que têm necessidades especiais e as crianças em risco e ainda todos aqueles que a escola considere não se adaptarem ou terem condições para o ensino remoto.

E SE O ENSINO PASSAR PARA O REGIME MISTO?

Caberá às direções das escolas adequar o horário semanal de cada disciplina, repartindo entre aulas presenciais, aulas online e trabalho autónomo. Sempre com a ressalva de que os mais novos e com mais dificuldades com o ensino remoto devem manter-se na escola. No caso dos cursos profissionais, as aulas práticas também serão presenciais.

LAVAR AS MÃOS, USAR MÁSCARA

À entrada da escola, antes e após as refeições e com frequência ao longo do dia, todos devem lavar/desinfetar as mãos, lembra-se no código de conduta. A máscara deve ser usada por todos os que frequentam o espaço escolar, incluindo os alunos a partir do 2º ciclo (5º ano).

A MESMA SALA, INTERVALOS MAIS CURTOS

Os intervalos entre as aulas devem ter a menor duração possível, devendo os alunos permanecer ao máximo em zonas específicas definidas pela escola. As turmas devem manter-se nas mesmas salas e evitar o contacto com outras. Por exemplo, não é suposto os alunos do 8º A se cruzarem ou contactarem com os colegas do 8º B. Para isso devem ser desfasados os intervalos e os horários de refeição. Se for preciso as escolas podem estender o horário de funcionamento e reorganizar o horário escolar, dividindo as turmas em turnos de meio-dia. Podem até fazer parcerias com outras entidades para que sejam dadas aulas noutros espaços.

MAIS PROFESSORES, TUTORES E FUNCIONÁRIOS

Serão contratados mais 600 funcionários e 200 assistentes técnicos e ainda alguns milhares de professores. O reforço varia de escola para escola (até em função do número de turmas) mas o total de horas a mais equivale a 2500 professores a tempo inteiro. O programa de tutorias, que prevê um apoio de quatro horas semanais para alunos que já tenham chumbado duas vezes, é alargado aos estudantes do ensino secundário e a todos os que não transitaram este ano. Haverá ainda psicólogos e mediadores para trabalhar com as famílias.

AVALIAR O QUE FICOU PARA TRÁS

Ao longo do 1º período vai ser feito um estudo nacional por amostra (alunos do 3º, 6º e 9º anos) para avaliar o impacto do ensino à distância que ocorreu durante todo o passado 3º período. O Ministério também vai produzir um guião para escolas e professores fazerem o diagnóstico das dificuldades no início do próximo ano letivo.

FAMÍLIAS NÃO TÊM DE DEVOLVER MANUAIS

A proposta do CDS-PP que suspende a devolução dos manuais escolares no final do ano letivo foi aprovada na sexta-feira no Parlamento, já que apenas o PS votou contra. A medida, muito criticada pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, terá um impacto financeiro que não estava previsto de mais cerca de 150 milhões de euros, já que implica comprar os manuais todos de novo. “Não comento as decisões da Assembleia da República. Mas a sustentabilidade deste programa de empréstimo dos manuais assenta na reutilização que é agora posta em causa. O impacto orçamental é muito grave”, Tiago Brandão Rodrigues em entrevista ao Expresso.

Fonte: Expresso

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Sim, consegui! Matriculei o meu educando

Um dia inteiro à frente do computador. Entre uma ata e outra, entre um registo e uma grelha, lá ia fazendo um “refresh” à página do Portal das Matrículas.

O raio da página, ou não carregava, ou “502 Bad Gateway”, ou “Error 404″… de vez em quando lá “abria”. Há que efetuar o login. Lá começava o site a engasgar com a rodinha a rolar e ia “abaixo”. Página em branco sem nada para mostrar. Outras vezes, lá “andava” mais um bocadinho, conseguia ver o meu nome na página, mas quando clicava no ícone “Matricula”, lá começava outra vez a roda a girar ao solavanco até ficar com a página em branco. Uma, duas, três… vinte… quarenta… o desespero não me assistiu, continuei no “refresh”, dia a dentro dia a fora. Almocei com o computador, lanchei com ele por companhia, jantei a dois à luz dos leds do teclado e o site continuava emperrado.

O sono chegou muito antes da madrugada, de tão fraca companhia. Nos lençóis cai dormindo ao fechar os olhos já cansados da luz que a máquina erradia. Com a pressa de dormir, nem aliviei a bexiga, às três horas da matina já ela mais não podia. Acordei assarapantado, alivei o órgão inchado, quando de repente me lembrei e com esforço lá tentei, matricular o cachopo. Qual o meu espanto não foi, quando à primeira me achei no interior do portal. Uma alegria sem fim, se escorreu por mim abaixo, quando finalmente vi surgir à minha frente, o comprovativo de matrícula.

Acordei estremunhado, pela manhã bem fresquinha, pensei que tinha sonhado, com o raio da matrícula!

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Calendários Escolares, para o ano letivo de 2020-2021 (oficiais)

 

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Calendário escolar 2020/21

 

 

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Como se vai organizar a sala de aula? Furamos paredes…

Com os espaços que temos como salas de aulas vai ser necessário recorrer a uma marreta para cumprir as medidas… mas é só “sempre que possível… e ninguém se vira para trás.

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O Tiago anunciou as novas regras para 2020/21

Calendário escolar mais longo. menos interrupção na Páscoa e a acabar mais tarde.

Ano com aulas presenciais, com regime misto e não presencial no caso de contingência.

Aulas no Pré-escolar., 1.º ciclo e 2.º ciclo manter-se-á em presencial mesmo em contingência.

Mais crédito horário e professores para suplementar a Educação Especial, psicólogos e outros técnicos.

Mais tutorias para todos os alunos que ficaram retidos este ano.

O Tiago confia em nós todos…

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Medidas “excepcionais” para o próximo ano lectivo anunciadas esta sexta-feira

Vamos preparar as pipocas…

 

Medidas “excepcionais” para o próximo ano lectivo anunciadas esta sexta-feira

O Governo vai anunciar esta sexta-feira as medidas para a organização do próximo ano lectivo, num contexto em que a pandemia de covid-19 obrigou à suspensão das aulas durante quase quatro meses. O Conselho de Ministros desta quinta-feira aprovou uma resolução que inclui alterações à gestão do currículo e um reforço dos instrumentos para a recuperação das aprendizagens.

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Recomendação ao Governo para que crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância.

Resolução da Assembleia da República n.º 34/2020

Sumário: Recomenda ao Governo que crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância.

Recomenda ao Governo que crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:

1 – Crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância, iniciando o respetivo processo negocial.

2 – Promova a colocação dos professores por concurso.

3 – Aplique a este grupo de recrutamento as regras de acesso e colocação dos professores já existentes para os restantes grupos de recrutamento, considerando a formação específica nesta área.

Aprovada em 5 de junho de 2020.

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Como professor te respondo, João Miguel Tavares (a ler e reler)

Caro João Miguel Tavares,

Tenho 57 anos e sou professor desde os 22. É conjeturável a hipótese de me ter incluído no escalão dos professores envelhecidos e, acredite, às vezes até eu me sinto assim, em particular quando os meus olhos se afadigam a ler os dislates de tanta comunicação social. Curioso como estes ferem mais do que eventuais erros de expressão escrita dos alunos! Creia também que utilizo meios informáticos desde que eles se democratizaram. Ainda me recordo das peças desalinhadas que montaram o primeiro computador que tive. Ah! Sou professor de Português, convém dizer, ou o João Miguel (perdoe a familiaridade) ainda julgará tratar-se o autor destas letras de um perito em informática quando, afinal, sou igualzinho a tantos professores por este país fora.

Sou tão pouco dotado de literacia digital que, acredite, andava o jornal em que V. Exa. trabalha a bloquear os acessos à leitura digital, impondo assinaturas, e eu, destituído de toda essa literacia, cedo sorri quando compreendi que um utilizador informático que entrasse em modo anónimo conseguia ler o seu jornal de fio a pavio. “A pavio” talvez seja expressão incorreta, se pensarmos que este serve para alumiar e isso é algo que há muito desapareceu dessa casa. Mesmo assim, dir-lhe-ei que muito tempo terão tardado os experts do jornal a detetar o problema e a inviabilizar essa opção (longos dias têm cem anos, já o dizia a Agustina). O que até se torna engraçado, se considerarmos que o Público alberga gente que adora opinar sobre a literacia digital dos professores. Por outro lado, pouco me doeu a restrição de leitura porque a perda de qualidade do Público já anteriormente me dissuadira de desperdiçar o meu tempo de leitura. Digamos que se salva, com honra, o Ípsilon.

Saiba ainda que a minha insuficiência na literacia digital não me inibiu, ao longo dos muitos anos de via-sacra que levo no ensino (e sirvo-me do nome feminino escrito atrás apenas para não destoar do último parágrafo do seu texto), de ser utilizador de quadros interativos, de plataformas como o Moodle e de inúmeras outras ferramentas que têm o condão de ser úteis aos professores, mas à custa, quantas das vezes, de infindas horas de trabalho que passam despercebidas aos fazedores de opinião. Descubro que é a contragosto que recorro à palavra “fazedor” no preciso instante em que me lembro de um título de Jorge Luis Borges – como se escrever a palavra neste contexto aviltasse a nobreza da literatura – e, também, quando penso no próprio significado do vocábulo (fazedor – que ou aquele que faz ou costuma fazer alguma coisa, diz a Infopédia). Enfim, para abreviar, direi apenas que nem imagina a quantidade de novas ferramentas que descobri durante a pandemia. E muito menos imaginará as horas que gastei a aprender a lidar com elas.

Poderia ainda acrescentar que lá voltei, apesar da minha provecta idade, às salas de aula quando o ensino presencial foi retomado. Gostei do que vi à minha frente? Acredite que não. Para quem está habituado a ver os rostos dos alunos, ter máscaras à frente não foi imagem muito animadora. No fundo, no fundo, talvez o tempo ideal para privar com avós do Alentejo ou da Beira fosse mesmo este, obviamente que apenas no caso de isso não disseminar a covid-19.

Atentamente,

Jorge Pinho

(elemento de uma classe docente extremamente envelhecida e com falta de literacia digital)

 

 

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4 dicas para confirmar a segurança do seu filho na escola

 

Crianças mais jovens podem ser muito avassaladoras para cuidar durante os dias de escola. Essas crianças precisam navegar adequadamente em seus estudos e estar no ambiente certo para o desenvolvimento adequado. Mas você pode estar preocupado com o que está acontecendo na vida deles.

Você pode estar preocupado se eles estão sofrendo bullying, se há alguma emergência ou se estão na escola. Enquanto você aprende como rastrear celular para garantir que eles estejam na escola quando deveriam estar, você pode seguir estas quatro dicas para garantir que permaneçam seguros.

Entenda as políticas da sua escola

Você deve entender todas as políticas da escola. Especificamente, você deve descobrir como eles lidam com situações de emergência e as regras que todos os alunos devem seguir.

A escola do seu filho provavelmente distribui manuais no início de cada ano escolar. Se você não comprou o seu ou perdeu um, solicite-o para lhe dar outro. Consiste em todas as suas políticas e deve responder a todas as perguntas que você possa ter em relação à segurança do seu filho.

Se o manual não responder a algumas de suas perguntas ou você tiver outras dúvidas, fale com a administração da escola e esclareça as dúvidas.

Converse com o professor regularmente

Você também deve manter-se atualizado com todas as políticas e questões da escola, encontrando-se com os professores e os administradores o mais rápido possível.

Essas reuniões podem ajudá-lo a descobrir se seu filho está tendo problemas na escola, seja em atividades acadêmicas ou extracurriculares.

Antes de você participar dessas reuniões, seria sensato anotar algumas perguntas que deseja fazer com antecedência. Isso pode incluir:

  • Meu filho está participando de todas as aulas?
  • Meu filho está tendo problemas com outras crianças?
  • Como posso ajudar meu filho a fazer melhor?

 

Fazer todos os registros serem atualizados

Quando seu filho começou a estudar, o governo provavelmente pediu que você preenchesse toneladas de papelada. No entanto, isso pode ser há muito tempo, e algumas coisas podem ter mudado entre então e agora.

É por isso que você precisa revisar os registros escolares de seu filho todos os anos para garantir que todos os detalhes estejam em ordem. Isso incluiria alergias, restrições alimentares e contatos de emergência, entre outras coisas.

Incentive seu filho a procurar problemas com você

Muitas crianças hesitam em conversar com os pais sobre os problemas que podem estar enfrentando na escola ou fora dela. Isso geralmente ocorre porque eles têm medo de um resultado específico ou de sua reação geral. Mas às vezes eles podem se sentir muito envergonhados para falar.

No entanto, você precisa incentivar seu filho a procurar todos os problemas dele. Pode ajudar a construir sua confiança e auto-estima, bem como promover o respeito mútuo.

Você pode tentar elogiar suas realizações e ser muito sensível sobre seus problemas. Dessa forma, eles podem ser mais abertos a você com seus medos e preocupações

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Aprovada a resolução que estabelece medidas excecionais e temporárias para a organização do ano letivo 2020/2021

Mais uma vez sem qualquer negociação…

Foi aprovada a resolução que estabelece medidas excecionais e temporárias para a organização do ano letivo 2020/2021, no âmbito da situação de pandemia.
Atendendo à incerteza da evolução da pandemia, há que definir um quadro de intervenção que garanta uma progressiva estabilização nos planos económico e social, sem descurar a vertente da saúde pública. Neste contexto, torna-se necessário estabelecer medidas de organização e funcionamento dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básicos e secundário, incluindo escolas profissionais, no ano letivo 2020/2021, que garantam a retoma das atividades educativas e formativas, letivas e não-letivas, em condições de segurança para toda a comunidade educativa.
As medidas aprovadas dizem respeito aos regimes do processo de ensino e aprendizagem; à gestão do currículo; aos deveres dos alunos; e ao reforço das condições conducentes à recuperação das aprendizagens, sendo ainda identificadas medidas excecionais de promoção e acompanhamento das aprendizagens.

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Dr.ª Susana Amador contrate novo serviço para o Portal das Matrículas

 

Hoje a Dr.º veio defender o Portal das Matrículas na sua página de Facebook, mas fique a saber que a pouca vergonha continuou durante todo o dia.

Durante todo o dia de hoje tentei aceder ao  portal e não consegui passar da certificação, ou seja do login.

A resolução deste problema é fácil e não muito cara, basta  migrar o portal para um servidor mais potente, mas parece que não há 500€ para que isso se faça.

A imagem dos serviços do ME estão em causa, imagine se tivesse a afluência do site das finanças…

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Rever os currículos escolares é uma necessidade para o próximo ano letivo, de acordo com professores e pais

 

Rever os currículos escolares é uma necessidade para o próximo ano letivo, de acordo com professores e pais

O ano letivo está a chegar ao fim, mas os professores já estão à procura de mau humor para o próximo ano letivo. Será impossível retomar as aulas como se nada tivesse acontecido. Os alunos vão precisar de melhoramentos. É por isso que há pedidos para que os conteúdos do programa sejam adaptados no início do ano letivo.

No início do confinamento, o ministério tinha instruído a não abordar novos conceitos e simplesmente a aprofundar o que os alunos já tinham visto no primeiro e segundo trimestres. Mas a educação à distância continuou e o fim dos programas tem sido por vezes sobressaio.
Daí a necessidade de organizar o conteúdo dos cursos no início do ano letivo. É isso que o sindicato de professores e a federação de pais dos alunos da FCPE estão a pedir. Na Escola Secundária Gabriel Fauré, em Paris, os seus representantes locais enviaram uma carta ao Ministério da Educação Nacional e ao Conselho Superior de Programas.
“Aquisição do essencial”
Para Daniel Cassiaux, professor de História e Geografia nesta escola, é essencial assumir os conceitos discutidos no final do ano, mesmo que isso signifique facilitar o resto do programa para que todos os alunos saiam
todos no mesmo pé. “Os representantes eleitos do conselho de administração, sejam professores ou representantes dos professores, partiram da observação de que havia condições muito diferentes para os alunos na continuidade do ensino, em termos de material, em termos de tempo, disponibilidade, etc. No entanto, existem questões de consistência, por exemplo entre a Segunda Classe e a Primeira Classe, entre a Primeira Classe e a Classe Sénior. As últimas semanas do ano letivo deste ano não permitiram necessariamente que todos os alunos adquirissem o essencial.”
O professor dá alguns casos concretos na sua disciplina: “Por exemplo, na história, temos de terminar a Segunda com uma abordagem ao questionamento do absolutismo em Inglaterra no século XVII e à guerra da independência nos Estados Unidos, que são noções indispensáveis no início da Primeira, quando temos de abordar o estudo da Revolução Francesa. Assim, um layout de programa significaria iluminar ou redesenhar o início do primeiro ano, para que os alunos que chegam do 2º ano possam realmente tomar posse de todo o conhecimento necessário.”

Outro exemplo entre o Primeiro e o Terminal, segundo Daniel Cassiaux: “O fim da Primeira É dedicado à Primeira Guerra Mundial, às condições dos tratados de paz que a seguiram. E no programa terminal temos de começar com o período inter-guerra e, mais uma vez, penso que as acomodações são possíveis e necessárias para permitir que os estudantes, que nem todos foram capazes de abordar os tratados de paz da Primeira Guerra Mundial nas mesmas condições, possam compreender alguns destes conceitos.”

 

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As explicações de Susana Amador sobre o funcionamento do Portal das Matrículas

Matrículas !

No portal das matrículas foram já submetidas mais de 300 mil matrículas … um número que duplica o do ano anterior em período homólogo .

Com situações de 40 mil pedidos de acessos por segundo ( picos completamente inéditos ) por vezes o sistema fica mais lento , mas está a funcionar, com pequenas paragens técnicas , tal como acontece com outros portais , designadamente o das Finanças .

Este ano mudou- se o paradigma e são 85% de submissões on line, e são residuais as realizadas pelas secretarias das escolas , poupando – se muito trabalho às escolas .

Os pais têm até dia 12 de julho para fazerem as renovações … erroneamente eclodiu a ideia que terminaria ontem ( foi só para o Pré – escolar e 1 ano que cessou, e nesses casos o prazo iniciou a 4 de maio ).

A vantagem do alargamento de funcionalidades on line ( renovações eram efectuadas em suporte papel ) é que ficaremos com os dados que nos permitem melhor monitorizar o abandono escolar e a escolaridade obrigatória !

 

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