Versão Final do Diploma de Concursos?

Será que esta é mesmo a versão final do novo diploma de concursos, ou nas próximas reuniões ainda há alguma margem para alguma mudança?

 

REVISÃO DO DECRETO – LEI N.º 132/2012, DE 27 DE JUNHO

 

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PROJETO DE PORTARIA – VINCULAÇÃO EXTRAORDINÁRIA

 

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12 comentários

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    • João on 31 de Dezembro de 2016 at 9:34
    • Responder

    Considero que para a vinculação extraordinária, não deveriam ser considerados contratos temporários como parece que é possível… então não são os contratos anuais e completos que justificam necessidades permanentes? Temporários???
    Estão a brincar aos concursos?!! Também acho que o número de contratos (5), no mesmo grupo de recrutamento, é exagerado… 3 anuais e completos deve ser o exigido, eventualmente, 4 como será futuramente para a norma travão.

      • lia on 31 de Dezembro de 2016 at 12:26
      • Responder

      João, os professores que tiveram horários temporários e/ou incompletos não são necessários? E pensa que alguém prefere ficar nos temporários e/ou incompletos? Nos concursos somos OBRIGADOS a concorrer, em 1º LUGAR, a horários completos. Na sua perspetiva, quem teve o azar de não conseguir horários completos( mesmo tendo concorrido para eles) deve ficar de fora, independentemente de ter servido a escola pública durante 15 ou 20 anos. Que pensamento deplorável. Quem parece estar a brincar com profissionais que sempre serviram a escola pública, é o João.

    • Luciana on 31 de Dezembro de 2016 at 10:20
    • Responder

    Os docentes de Qzp ficam muito prejudicados com este diploma….vão continuar a saltitar numa zona geográfica extensa. .e a mudar de escola 2ou 3 vezes ao longo do ano…agora ainda vêm os colegas das regiões autonomas passar para uma prioridade à sua frente. . Quem é QA já tem um lugar para o resto da carreira…não tem direito a ultrapassar os desgraçados sem escola.

      • JP on 31 de Dezembro de 2016 at 10:28
      • Responder

      Ainda acho que o diploma vai ser alterado, caso contrário grande parte dos QZPs sairia dos respetivos sindicatos, por não ver a sua posição defendida, pois a atual proposta é, de facto, muito injusta.

      • Assim não, Geringonça! on 1 de Janeiro de 2017 at 17:52
      • Responder

      De facto, esta proposta é muito injusta para os QZP´s. A grande maioria dos QZP´s são “antigos” e se conseguirem uma vaga libertam a sua para outro colega que queira mudar de ou para esse QZP. A ficar assim nunca mais conseguirão um QA/QE. No interno só concorrem detentores de um lugar de quadro, é a chamada dança das cadeiras, para quê 2 prioridades?! O ME deu alguma explicação??? E na MI, para quê duas prioridades, dando preferência aos Ho, mas porquê???? Os QZP´s têm de concorrer a todas as escolas do seu QZP e os H0 não têm essa obrigação!!!! Se são todos H0 porque razão estão em prioridades diferentes? Qual a justificação? Se a versão final não sofrer alterações temos de sair à rua. Quando os sindicatos pediram a revisão do diploma dos concursos era para alterar o que estava a criar injustiças e não para mudar o que estava a gerar consensos e aumentar as injustiças! O que estava no interno estava bem: qualquer QA/QE poderia mudar para QA/QE OU QZP e qualquer QZP poderia mudar para QZP/QA/QE, havendo vaga, claro.

      • BIS on 2 de Janeiro de 2017 at 13:17
      • Responder

      QZP “a mudar de escola 2 ou 3 vezes por ano”? O seu discurso é de uma desonestidade intelectual ofensiva. Conheço muitos QZP e a maioria ficou 4 anos na mesma escola; outros foram à MI, mas continuaram perto de casa.
      E quando diz “Quem é QA já tem um lugar para o resto da carreira”, realmente, por este andar, se continuar a ter horário, quem está longe nunca mais aproxima, fica lá ad eternum!!! A Luciana acha que os QA “não têm direito a ultrapassar os desgraçados sem escola”? 1.º, a maioria dos QA é que está a ser ultrapassada pelos QZP, ano após ano; 2.º, os QZP não são desgraçados sem escola, porque chamar Horário 0 a um QZP, sendo ele uma necessidade permanente do sistema (por isso é que é Quadro!) é uma falácia que dá jeito a muita gente.
      Considero que o correto seria abrir as vagas de QA realmente necessárias e reduzir o número de QZP. Também deveria ser reduzida a área dos QZP, regressando-se à divisão anterior.
      Defendo uma prioridade única para QA e QZP, TANTO no concurso interno, COMO na mobilidade interna. É uma questão de justiça respeitar a graduação nas duas fases do concurso.

    • croc on 31 de Dezembro de 2016 at 11:24
    • Responder

    Dever- se- á criar uma alínea para quem tem horários em diferentes grupos.

      • Tiago on 31 de Dezembro de 2016 at 13:46
      • Responder

      Se não alterarem, pelo menos a não contagem do tempo antes da profissionalização, que cria muitas ultrapassagens de colegas com menor graduação vai dar azo a muitos processos judiciais. É que este requisito é totalmente ilegal e coloca de fora muitos professores com mais do que doze anos de serviço. Escandaloso.

        • disqus_vyV9g4nfp9 on 31 de Dezembro de 2016 at 14:44
        • Responder

        Completamente. Mas eu já começo a perder a esperança, sou-lhe sincera.

          • croc on 31 de Dezembro de 2016 at 17:16

          Boa tarde, colegas,
          estou a pensar colocar uma providência cautelar, porque me sinto extremamente injustiçado, contra este concurso, caso não seja retirada a obrigação de ter 5 contratos no mesmo grupo de recrutamento, nos últimos 6 anos de serviço. Vou fazer 15 anos de serviço, no final deste ano letivo, porque tenho horário completo e anual, só que estive os últimos três anos a lecionar no 2º ciclo, no qual me mantenho, e os três anteriores no 1º ciclo. Alguém interessado? Assim seria menos dispendioso para quem se sente injustiçado como eu.
          O advogado é do Porto e é bastante experiente em direito do trabalho. Quem estiver interessado, pode-me contactar através do número 966311502.
          Bom ano!

      • ?? on 31 de Dezembro de 2016 at 20:57
      • Responder

      E outra para aqueles a quem só faltam 60 dias para o tempo exigido…
      E outra para quem trabalha há mais 20 dias…
      E outra para quem só tem 4 contratos… em 5 anos…
      E outra… E outra… E outra…
      Era o ideal.
      Ou será que a injustiça, quando nasce, é como o sol?

    • Somos todos tolos... on 31 de Dezembro de 2016 at 17:01
    • Responder

    Que confusão…

    Isto não são versões, são novas propostas. Qual é a intenção? Simplesmente, gerar mais e mais confusão, sem resolver a criada pelas novidades anteriores.
    Atirar areia para os olhos com o exceder de expectativas dos doze anos mal contados, não resolver as prioridades com a assunção só e apenas da graduação profissional e lançar, como sempre, colegas contra colegas (ou pseudocolegas), por causa de ultrapassagens mais do que injustas, quer no concurso externo quer no interno, quer nos critérios para as prioridades e para a vinculação.
    A graduação é um (aliás, é o único) critério objetivo e justo para ordenar e colocar candidatos. Conjuga a classificação profissional (valorizando, pois, quem conseguiu melhores médias) com todo o tempo de serviço (antes e após a profissionalização), nas devidas proporções. Mas, claro, transparência não é (não foi, desde o início), de todo, um termo que se aplique a este governo. Dividir, segregar, discriminar uns em prol de outros, sem justificação ou fundamento. É tão só brincar aos concursos, para dizer que se mexeu, que se desfez, como, aliás, tem sido apanágio deste governo.
    Alguém que pague a fatura daqui a uns tempos.

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