Essa legislação só veio esclarecer dúvidas com a integração destes alunos no ensino secundário. A escolaridade é de 12 anos, o que não quer dizer que frequentem até o 12º ano. Inicia logo que complete 15 anos de idade ou no seu 10º de frequência escolar, o que não implica que esteja no 10º ano. No entanto acho que, mesmo assim, ainda vai haver situações menos corretas de aplicação?
Outra situação que está causando muita confusão é que grupo de docencia vai lecionar português e matemática. O que lecionará o docente de educação especial? Aguardemos..
Sinceramente não sei porquê?
Foram os únicos que até aqui foram capazes de os ter em contexto turma. Os colegas de port e mat dos outros níveis de ensino até aqui, mas se calhar o desemprego mudou-lhes prespectivas(?), nem queriam imaginar semelhante cenário. Até o próprio ME recomendava só aulas de expressão em contexto turma na transição para o 2º ciclo.
Se é para ensinar o ba-ba, até a funcionária da cantina é capaz mas se for para ensinar os programas próprios do ensino secundário, acha mesmo que a esmagadora maioria dos “especialistas” do novecentos e tal tem capacidade?
Se é só para “os ter em contexto turma” então qualquer guardador de rebanhos serve.
O barrete da perspetiva de desemprego não me serve.
Há quem pense que uma pseudo-especialização comprada num tasco qualquer lhe confere capacidades de génio da lamparina mas as noites do Aladino eram mil e uma, não novecentas e pico.
Já percebi que a colega não sabe que tipo de população usufrui dessa medida, mas vou-lhe dizer- Défices cognitivos moderdo/grave.
Agora que está esclarecida, será que continua a achar que passa pela cabeça de alguém, minimamente equilibrado, ensinar-lhes programas de ensino secundário?
Se não saõ capazes de enfrentar os programas do ensino secundário ( e eu bem sei que não…), o que fazem os desgraçados em turmas do ensino secundário? Acha que um professor com uma turma de 30 alunos pode dar dois programas de uma vez ou está a delirar?
Ainda não sabe dizer??? Fazemos avaliações a alunos, também podemos fazer a professores. Vá, devagarinho… no-ve-cen-tos-e-dez. Já aprendeu ou o caso é mais sério? ?? Diagnostico arrogância com comorbilidade de sobranceria. Lamento informá-la, mas não há recuperação!
Não era engraçado!!! É engraçado mesmo. Somos gente divertida e bem disposta. Aliás somos assim desde o tempo em que lecionavamos Português e Matemática!!!
Vão trabalhar? Só lhes faz é bem. Antigamente começava-se a bulir aos 14 e não havia cá a mama dos coitadinhos que são NEE. Uma treta burocrática que só serve para passá-los de qq maneira e dar aos DT uma carga de trabalhos.
14 comentários
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Mas não esqueceram de mencionar a idade limite da escolaridade obrigatória, ou seja, aos 18 anos, quer tenham terminado ou não… RUA…
Essa legislação só veio esclarecer dúvidas com a integração destes alunos no ensino secundário. A escolaridade é de 12 anos, o que não quer dizer que frequentem até o 12º ano. Inicia logo que complete 15 anos de idade ou no seu 10º de frequência escolar, o que não implica que esteja no 10º ano. No entanto acho que, mesmo assim, ainda vai haver situações menos corretas de aplicação?
Outra situação que está causando muita confusão é que grupo de docencia vai lecionar português e matemática. O que lecionará o docente de educação especial? Aguardemos..
Era engraçado colocar os do 910 a lecionar Português e Matemática…
Sinceramente não sei porquê?
Foram os únicos que até aqui foram capazes de os ter em contexto turma. Os colegas de port e mat dos outros níveis de ensino até aqui, mas se calhar o desemprego mudou-lhes prespectivas(?), nem queriam imaginar semelhante cenário. Até o próprio ME recomendava só aulas de expressão em contexto turma na transição para o 2º ciclo.
Se é para ensinar o ba-ba, até a funcionária da cantina é capaz mas se for para ensinar os programas próprios do ensino secundário, acha mesmo que a esmagadora maioria dos “especialistas” do novecentos e tal tem capacidade?
Se é só para “os ter em contexto turma” então qualquer guardador de rebanhos serve.
Não consegue dizer 910 !!!????? Limitações, não? ??? ( novecentosssss eeee dezzz)!
O barrete da perspetiva de desemprego não me serve.
Há quem pense que uma pseudo-especialização comprada num tasco qualquer lhe confere capacidades de génio da lamparina mas as noites do Aladino eram mil e uma, não novecentas e pico.
Já percebi que a colega não sabe que tipo de população usufrui dessa medida, mas vou-lhe dizer- Défices cognitivos moderdo/grave.
Agora que está esclarecida, será que continua a achar que passa pela cabeça de alguém, minimamente equilibrado, ensinar-lhes programas de ensino secundário?
Se não saõ capazes de enfrentar os programas do ensino secundário ( e eu bem sei que não…), o que fazem os desgraçados em turmas do ensino secundário? Acha que um professor com uma turma de 30 alunos pode dar dois programas de uma vez ou está a delirar?
Ainda não sabe dizer??? Fazemos avaliações a alunos, também podemos fazer a professores. Vá, devagarinho… no-ve-cen-tos-e-dez. Já aprendeu ou o caso é mais sério? ?? Diagnostico arrogância com comorbilidade de sobranceria. Lamento informá-la, mas não há recuperação!
Não era engraçado!!! É engraçado mesmo. Somos gente divertida e bem disposta. Aliás somos assim desde o tempo em que lecionavamos Português e Matemática!!!
Vão trabalhar? Só lhes faz é bem. Antigamente começava-se a bulir aos 14 e não havia cá a mama dos coitadinhos que são NEE. Uma treta burocrática que só serve para passá-los de qq maneira e dar aos DT uma carga de trabalhos.
Se esta linguagem é verbalizada por professores/educadores muito longe está a sua capacidade para perceber a dimensão do seu trabalho. Pena…
Mais um que julga que sabe mais do que os outros.