“Trabalhar”, mas de Borla

Jornal de Notícias e Diário de Notícias, respectivamente (13-07-2015)
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14 comentários

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    • Anónima on 13 de Julho de 2015 at 13:12
    • Responder

    Mas não esqueceram de mencionar a idade limite da escolaridade obrigatória, ou seja, aos 18 anos, quer tenham terminado ou não… RUA…

      • Fernanda on 13 de Julho de 2015 at 16:19
      • Responder

      Essa legislação só veio esclarecer dúvidas com a integração destes alunos no ensino secundário. A escolaridade é de 12 anos, o que não quer dizer que frequentem até o 12º ano. Inicia logo que complete 15 anos de idade ou no seu 10º de frequência escolar, o que não implica que esteja no 10º ano. No entanto acho que, mesmo assim, ainda vai haver situações menos corretas de aplicação?
      Outra situação que está causando muita confusão é que grupo de docencia vai lecionar português e matemática. O que lecionará o docente de educação especial? Aguardemos..

      1. Era engraçado colocar os do 910 a lecionar Português e Matemática…

          • Fernanda on 13 de Julho de 2015 at 20:13

          Sinceramente não sei porquê?
          Foram os únicos que até aqui foram capazes de os ter em contexto turma. Os colegas de port e mat dos outros níveis de ensino até aqui, mas se calhar o desemprego mudou-lhes prespectivas(?), nem queriam imaginar semelhante cenário. Até o próprio ME recomendava só aulas de expressão em contexto turma na transição para o 2º ciclo.

          • Je on 14 de Julho de 2015 at 10:10

          Se é para ensinar o ba-ba, até a funcionária da cantina é capaz mas se for para ensinar os programas próprios do ensino secundário, acha mesmo que a esmagadora maioria dos “especialistas” do novecentos e tal tem capacidade?
          Se é só para “os ter em contexto turma” então qualquer guardador de rebanhos serve.

          • on 15 de Julho de 2015 at 22:03

          Não consegue dizer 910 !!!????? Limitações, não? ??? ( novecentosssss eeee dezzz)!

          • Je on 14 de Julho de 2015 at 10:22

          O barrete da perspetiva de desemprego não me serve.
          Há quem pense que uma pseudo-especialização comprada num tasco qualquer lhe confere capacidades de génio da lamparina mas as noites do Aladino eram mil e uma, não novecentas e pico.

          • Fernanda on 14 de Julho de 2015 at 18:04

          Já percebi que a colega não sabe que tipo de população usufrui dessa medida, mas vou-lhe dizer- Défices cognitivos moderdo/grave.
          Agora que está esclarecida, será que continua a achar que passa pela cabeça de alguém, minimamente equilibrado, ensinar-lhes programas de ensino secundário?

          • Je on 14 de Julho de 2015 at 18:51

          Se não saõ capazes de enfrentar os programas do ensino secundário ( e eu bem sei que não…), o que fazem os desgraçados em turmas do ensino secundário? Acha que um professor com uma turma de 30 alunos pode dar dois programas de uma vez ou está a delirar?

          • on 15 de Julho de 2015 at 22:10

          Ainda não sabe dizer??? Fazemos avaliações a alunos, também podemos fazer a professores. Vá, devagarinho… no-ve-cen-tos-e-dez. Já aprendeu ou o caso é mais sério? ?? Diagnostico arrogância com comorbilidade de sobranceria. Lamento informá-la, mas não há recuperação!

          • on 15 de Julho de 2015 at 22:01

          Não era engraçado!!! É engraçado mesmo. Somos gente divertida e bem disposta. Aliás somos assim desde o tempo em que lecionavamos Português e Matemática!!!

    • Domingos on 13 de Julho de 2015 at 23:48
    • Responder

    Vão trabalhar? Só lhes faz é bem. Antigamente começava-se a bulir aos 14 e não havia cá a mama dos coitadinhos que são NEE. Uma treta burocrática que só serve para passá-los de qq maneira e dar aos DT uma carga de trabalhos.

      • Fernando on 15 de Julho de 2015 at 17:09
      • Responder

      Se esta linguagem é verbalizada por professores/educadores muito longe está a sua capacidade para perceber a dimensão do seu trabalho. Pena…

        • Domingos on 15 de Julho de 2015 at 19:09
        • Responder

        Mais um que julga que sabe mais do que os outros.

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