Retomo um dos Estudos que Fiz

,,, que permitiria mais justiça na vinculação através do concurso externo e que não tinha valores muito mais elevados dos que ocorreram.

 

Este estudo permitiria resolver a colocação de quem desde 2006/2007 tinha 5 contratos sucessivos e privilegiava a vinculação de quem sucessivamente tinha trabalhado no sistema de ensino público, ao contrário do que aconteceu este ano, onde grande parte dos docentes que entraram em QZP pela 2ª prioridade eram provenientes de escolas com contrato de associação.

Sem sombra de dúvida que preferia uma solução deste género, que pelos números finais era facilmente possível de acontecer do que andar a dizer que todos os com graduação inferior ao último que entrou também deviam entrar, solução esta que só alguém com pouco juízo poderia propor.

A explicação do quadro encontra-se no artigo de 15 de Fevereiro de 2015.

 

Mais um Estudo de uma Vinculação Onde Deviam Entrar nos Quadros 2833 Docentes

 

estudo 5 anos

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23 comentários

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    • João on 23 de Junho de 2015 at 12:40
    • Responder

    Então e os que têm mais de 5 anos consecutivos em mais do que um grupo de recrutamento? Estão agora esquecidos?

    • pedroc on 23 de Junho de 2015 at 12:56
    • Responder

    “Uma solução de pouco juízo”… mas perfeitamente compatível com o pouco juízo com que o MEC nos tem prendado Arlindo!

    1. É pouco juízo de parte a parte.

        • bridge_mat on 23 de Junho de 2015 at 13:29
        • Responder

        Olá Arlindo, quanto dinheiro o estado vai poupar com os colegas dos contratos de associação ?? recomeçam a carreira e mudam para o nível mais baixo.

        • João on 24 de Junho de 2015 at 0:14
        • Responder

        Por falar em avaliação de juízos … Qual foi o motivo da escolha 2006/2007 … Porque não 2000/2001? De quando é a diretiva europeia que se refere a 3 contratos sucessivos?

        1. Está explicado no artigo linkado.

          Até 2005 não havia número de candidato como o que existe agora e por esse motivo não consigo tratar os dados.

          • João on 24 de Junho de 2015 at 0:43

          Mas essa não pode ser a explicação plausível para apresentar tamanha mudança… e contínuo a dizer que quem tem tempo de serviço em mais do que um grupo de recrutamento, tem mais qualificação, pode ser uma mais valia mas é descartável. Isto porque não há dados anteriores a 2006/2007 ou porque não são contemplados nesta lista!

    • pois on 23 de Junho de 2015 at 13:31
    • Responder

    Eu não sei os porquês de tanta complicação mas não seria muito mais simples ver o problema de outra forma: Sempre que uma escola tem um lugar ocupado por um contratado (seja ele quem for) durante mais de 5 anos deveria ser obrigada a que ele lugar fosse automaticamente convertido em QE.

    Os concursos deveriam ser simples, um de 4 em 4 anos e com duas listas únicas, uma para o concurso interno e outra para o concurso externo!

    Nada de extraordinários, normas ou exceções à legistalção. Simplesmente se uma escola tem uma vaga permanente, esta deveria ser convertida em QE!

      • Pois on 23 de Junho de 2015 at 13:37
      • Responder

      E os QZPs deveriam desaparecer. Queriam tanto acabar com este estatuto mas o que se tem verificado é o aumento significativo de professores nessas condições.

      Os QZPs deveriam existir para os professores que, por algum motivo, ficam com horário 0 no seu lugar de QE! Passavam a integrar uma bolsa de professores que seriam colocados com as regras de QZP até obterem um novo lugar de QE!

      O acesso a QZP deveria ser consequência apenas da obtenção de um horário 0 e nunca por acesso direto no concurso!

      É simples esta medida e acabava com este circo…

    • ESPIÃO on 23 de Junho de 2015 at 13:48
    • Responder

    ARLINDO “PORQUE NON TE CALLAS?”
    ESTE “FRETE”, A QUE TE REFERES, É PARA QUEM AGORA?
    SE QUISESSES JUSTIÇA FALAVAS DE TODOS. SIM DE TODOS E NÃO SÓ DAQUELES QUE TE INTERESSA DEFENDER.
    NOS ÚLTIMOS TEMPOS ACHAS QUE DEFINES A LEI (ADAPTADA AOS TEUS INTERESSES) E TENS PREJUDICADO MUITA GENTE.!!!
    – TU QUE SABES TUDO… NÃO FALAS DE 25 DOCENTES QUE DESAPARECERAM DAS LISTAS DO 910?
    – TU QUE SABES TUDO….NÃO FALAS DAS FRAUDES DA DGAE NESTE CONCURSO QUE COLOCOU GENTE DE FORA PARA VINCULAR GENTE “COM INFLUÊNCIA”?
    – TU QUE SABES TUDO… NÃO SABES AS FRAUDES QUE EXISTEM NAS LISTAS?
    – TU QUE SABES TUDO…POUCO FALAS DAS CENTENAS DE PROFESSORES QUE ESTÃO OBRIGADOS A “RECLAMAR” PORQUE FORAM POSTAS DE FORA EM FAVOR DE OUTROS QUE DE OUTRA FORMA NUNCA PODERIAM EFETIVAR?
    – TU QUE SABES TUDO…. NÃO EXPLICAS COMO É QUE FORAM PEDIDAS VAGAS PARA PROFESSORES QUE REUNEM CONDIÇÕES E QUA AGORA APARECEM OCUPADAS POR COLEGAS DA 2ª PRIORIDADE QUE NUNCA ENTRARAM NESSA CONTAGEM? E OS QUE REÚNEM CONDIÇÕES ESTÃO FORA A RECLAMAR?
    – TU AFINAL SÓ SABES O QUE TE INTERESSA…
    AINDA VAIS TER UM DIA DE EXPLICAR ALGUMAS DAS COISAS QUE SABES… MAS NÃO DIZES 😉

    1. ??????

      • scpalways on 23 de Junho de 2015 at 14:04
      • Responder

      Como alguém disse um dia à muitos séculos atrás: Nenhum homem (Arlindo) de merecimento pode ser lesado por quem nada vale.

      O Arlindo neste momento é o maior defensor da escola pública e das injustiças que nela são praticadas diariamente.

      Um bem aja Arlindo

      • Pois on 23 de Junho de 2015 at 19:08
      • Responder

      Algumas perguntas têm resposta fácil. Exemplo: entraram os da 2ª prioridade apenas porque os da primeira NÃO concorreram para essas vagas. Nunca entraria um da 2ª se um da 1ª tivesse escolhido essa prioridade.

      Outras perguntas, o Arlindo até fala delas… As fraudes e desaparecimentos têm artigos próprios!

    • Luís Miranda on 23 de Junho de 2015 at 14:42
    • Responder

    E quem andou a resolver os problemas das escolas em horários temporários e incompletos ? Esses não tem direitos ? Para o Arlindo só tem razão o governo e os colegas do privado. A Directiva não vale nada ? Para evitar o que se passou este ano, devia ser aplicada a Directiva ( 3 contratos ) e vincular todos os colegas com 1825 dias de serviço, no ensino público nos últimos anos.

    • Luís Miranda on 23 de Junho de 2015 at 14:44
    • Responder

    Estive a analisar os números da Fenprof : 19.699 candidatos que foram ultrapassados por causa da norma travão. Eu sou um deles. Destes mais de 4021, são da educação especial. Por isso estão em 2 grupos. Só contam uma vez. Ficam cerca de 15.000. Só o grupo 110 tem 5054. Temos muitos professores nos grupos 230 ( 946 professores), 320 (517) , 400( 490), 500( 1794), 510( 885), 520 ( 674) e 620 ( 998). Estes são os grupos com mais professores . Em outros grupos temos menos professores, como por exemplo no 430, com 3, e 4 no 560.
    Mas como já foi referido neste blogue, pelo Arlindo, só no 1º período deste ano foram colocados 15.493. Por isso, havendo vontade politica, todos os que foram ultrapassados pela referida norma, são necessários. Mas como politicamente não temos qualquer hipótese com este governo, só resta mudar de governo ou recurso ao tribunal. O que eu já fiz .

    • SoVisto on 23 de Junho de 2015 at 17:23
    • Responder

    Pois, porque há professores nem uma hora deram no oficial e entraram diretamente para o quadro, alguns com vinte anos nas escolas com contato de associação. Isto sim são grandes ultrapassagens. No mínimo deveriam ter 365 no publico…ao menos isso. eu por exemplo não mudei de QZP e um desses entrou diretamente par o QZP pretendido por mim.

      • Luís Miranda on 23 de Junho de 2015 at 18:08
      • Responder

      É verdade. Por isso a minha proposta é a mais justa : 3 contratos completos e sucessivos ou 1825 dias no ensino público. Só ensino público. Estes é que deviam ser vinculados.

      • coisinha on 23 de Junho de 2015 at 21:55
      • Responder

      Tem toda razão. Vários professores do privado saíram dos quadros dos colégios direitinhos para os quadros do ensino público. O que quer dizer que ultrapassaram os contratados mais antigos (roubando-lhes a vaga) e nos próximos concursos vão ultrapassar os efetivos que desesperam por mudança de QA ou QZP por estarem desterrados…. disso poucos falam…

    • Hernâni on 24 de Junho de 2015 at 0:10
    • Responder

    Arlindo lá estás tú a tentar vingar algo que está ILEGAL!
    Norma europeia é simples: 3 contratos sucessivos

    Com este quadro ajudas a tese da norma travão.
    Para que serve esse quadro senão para isso?
    Continua o teu excelente trabalho como por exemplo o ficheiro excel dos colocados em 1ª e 2ª prioridade…

    1. A norma europeia fala em tratar por igual os trabalhadores do sector público com o do privado.
      Existem regras excepcionais em vigor para o sector privado que permitem a renovação dos contratos até 5 anos.
      Essa lei entrou em vigor, salvo erro em 2011 e ainda vigora.

        • Luís Miranda on 24 de Junho de 2015 at 9:56
        • Responder

        E até 2011? O SNPL colocou acções em tribunal para professores contratados com um mínimo de 3 anos de tempo de serviço, consecutivos, em horário completo, consecutivos, desde o ano lectivo de 2004/2005. O mesmo se passa com o SPZN. Será que os sindicatos estão errados? Defenda os professores e não o governo. Por isso deve deixar esses argumentos para o MEC.

        • Luís Miranda on 24 de Junho de 2015 at 10:07
        • Responder

        As leis de que fala são a Lei nº 3/2012 e Lei nº 76/2013. Mas já agora pode ver o artigo 148º do Código de trabalho . Mas não se esqueça que as leis não tem efeitos retroactivos. Só em casos excepcionais. É por isso que a Norma travão, é na minha opinião, ilegal e inconstitucional.

        • Aninhas on 24 de Junho de 2015 at 13:58
        • Responder

        Arlindo, “A norma europeia fala em tratar por igual os trabalhadores do sector público com o do privado”. O problema é que não trata de forma igual os professores do setor público, já que os efetivos do privado puderam ficar com as vagas da 2ª prioridade e os efetivos do público não puderam concorrer a elas, certo????? se as vagas foram abertas para os professores contratados, então porque é que “esses” ficaram com elas??? podes explicar, Arlindo? é que eu sou muito loira e não percebi .

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