Este esclarecimento foi-me pedido para colocar após publicação do anterior que coloquei aqui.
Esclarecimento aos sócios do S.TO.P.
“Perante o anúncio publicado no jornal diário Correio da Manhã, hoje, dia 27 de setembro, da responsabilidade da Presidente da Mesa da Assembleia Geral, cabe-nos fazer a seguinte informação e repor a verdade dos factos. No referido anúncio é dito que a presidente da Mesa da Assembleia Geral não teria recebido o requerimento dos sócios para convocação da Assembleia Geral de 30 de Setembro, em Coimbra. Conforme se documenta abaixo, essa informação é falsa. A Presidente da Assembleia Geral recebeu no dia 15 de setembro do email oficial do S.TO.P. ([email protected]) a informação de que nesse dia foi recebido na sede oficial do S.TO.P. em Lisboa o original de um requerimento de 203 associados para uma Assembleia Geral de sócios com a seguinte ordem de trabalhos: Ponto 1) Destituição dos Corpos Gerentes (Mesa Assembleia Geral, Direção e Conselho Fiscal) e subsequente eleição de comissões provisórias para a substituição de cada um dos órgãos (conforme Artigo 30º dos estatutos) ; Ponto 2) Situação da Luta dos Profissionais da Educação e a sua continuidade. Passados 2 dias, dia 17 de setembro, a própria Presidente da Mesa da Assembleia Geral enviou um email (do mesmo email que recebeu a referida informação a 15 setembro) para esse mesmo email oficial do S.TO.P., o que revela que o seu email estava operacional. Se a Presidente da Mesa da Assembleia Geral por algum motivo não quis ir à sede do S.TO.P. , nem providenciou outros membros da Mesa para irem buscar essas 203 assinaturas é da sua inteira responsabilidade e colocou-se em situação de incumprimento dos seus deveres. Lamentamos esta (e eventuais futuras) tentativas infrutíferas de não permitir dar voz e poder aos sócios do S.TO.P., sócios que (e bem) estão habituados a um sindicalismo realmente diferente, democrático, independente e combativo. Reafirmamos que o S.TO.P. é dos sócios e eles é que, com a sua participação na Assembleia Geral de sócios a 30 de setembro em Coimbra, irão legitimar esta importante Assembleia Geral que será determinante para o futuro do sindicato e da luta em defesa da Escola Pública e de todos que lá trabalham e estudam. TODOS OS SÓCIOS A COIMBRA, 30 SETEMBRO, ÀS 14H, À ASSEMBLEIA GERAL DE SÓCIOS! Os primeiros requerentes: João Afonso (Albufeira) Luísa Brandão (Póvoa do Lanhoso) Ernestina Tiago (Mira) Ana Rita Baptista (Albufeira) Tânia Silva (Odivelas) Sofia Neves (Vila Nova de Famalicão) João Rodrigues (Figueira da Foz) André Pestana (Coimbra)
p.s. Anexamos o comprovativo de que o responsável pela sede do S.TO.P. recebeu a 15 de setembro o referido requerimento de uma Assembleia Geral assinada por 203 associados e que informou por email o sindicato através do seu email. oficial [email protected] . O sindicato, nesse mesmo dia 15 de setembro através do seu email oficial, reencaminhou esse email recebido da sede para o email da Presidente da Mesa da Assembleia Geral.”





5 comentários
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É que vai aqui uma lavagem de roupa….
Apoiei o STOP desde o início, tornei-me sócia e em nenhum momento, qualquer elemento do sindicato me tentou convencer, influenciar ou a apoiar qualquer partido ou movimento político (nunca tinha ouvido falar de MUDAR/MAS/…) . O foco da luta esteve sempre no direito dos professores. O que está a destruir o sindicato e a luta pela educação são estes posts (aqui no blog, no Facebook, e-mails enviados, páginas do sindicato…) que estão a provocar uma guerra interna nos órgãos dirigentes do sindicato e estão a destruir a imagem do STOP e a luta dos professores. Esta atitude só beneficia os sindicatos do sistema e o Ministério da Educação. É vergonhosa a atitude dos elementos do STOP que estão a fazer isto. As divergências resolvem-se internamente. Quem divulga estes posts não é amigo dos professores nem da causa. Tenham vergonha!
Toda a razão, mesmo não sendo STOP. Sei que foi i STOP que virou a mesa, pois andávamos, há muito, adormecidos.
“Foi por isso com espanto que, ao mesmo tempo que nos sequestraram os meios, vimos ser lançado nas redes sociais o partido MUDAR, cujos subscritores iniciais correspondem em grande medida aos mesmos professores que nos tinham sido apresentados por este grupo minoritário de dirigentes como motores para a construção do tal “sujeito político” e cuja linha de argumentação é em tudo semelhante ao que nos tinham descrito como a abordagem a adotar, isto é, um “movimento de cidadãos”, sem definição ideológica, que se junta para defender que, através da eleição de uma grande “voz” para a Assembleia da República, todos os problemas que o país vive passariam magicamente a ser muito mais fáceis de resolver”. in setor da PROF.ª RENATA CAMBRA
– Qual a diferença entre o oportunismo político de extrema-direita e o oportunismo político de extrema-esquerda?…
– Qual a diferença entre o populismo de um André e de outro?…
Um quis servir-se da justa luta dos polícias, outro quer servir-se da justa luta dos professores. Ambos precisam de “carne para canhão” para as suas carreiras pessoais e partidárias.
Filipe do Paulo