O IAVE Reconhece o Erro Mas Chuta Para Canto

Erro na prova dos professores

 

Engano foi detetado durante a prova.

 

 

A prova de Português nível 1 realizada esta quinta-feira por 499 professores tinha um erro no enunciado. Os candidatos foram informados do problema quase no fim da prova e foi-lhes concedida mais meia hora, pelo que a prova teve 120 e não 90 minutos. Mas terá havido escolas que não tiveram tempo extra. Foi o caso do Liceu Camilo Castelo Branco, em Vila Real.

O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) confirmou ao CM o erro mas não pretende anular a prova e garante que o engano será tido em conta aquando da correcção das provas.

 

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11 comentários

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    • Afi on 26 de Março de 2015 at 21:02
    • Responder

    Mas ainda mais grave é a prova adulterada que aparece no site do IAVE..isso sim, é mais do que grave. É preciso que esta situação seja denunciada!

    • Carina on 26 de Março de 2015 at 21:10
    • Responder

    Na Escola de Monserrate em Viana do Castelo deram mais 30 min perto do final, mas não disseram porquê!!! Sendo eu do grupo 110 tive mais 30 minutos a tentar elaborar (sim a tentar inventar) uma resposta que era destinada única e exclusivamente a professores do grupo 200 e tal…

  1. Gostaria de saber SE:
    – os iluminados que fizeram as provas receberam formação para isso;
    – foram depois submetidos a um teste de conhecimentos da matéria em prova;
    – trabalharam de borla na elaboração das provas e na sua correção.
    Obrigada.

      • tic0 on 27 de Março de 2015 at 23:15
      • Responder

      Eu gostava de saber quando é que esses iluminados voltam às escolas, para dar aulinhas, porque precisamos de gente “de excelência” a dar aulas, em vez de fugirem para o aconchego dos escritórios dos mangas de alpaca.

  2. A prova de Português n. 2 é um achado… leiam-na!

    • anocas on 26 de Março de 2015 at 21:23
    • Responder

    No agrupamento de escolas de Trancoso (Vila Franca das Naves) não fomos avisados de nada. Tanto que eu acabei por não responder a essa questão.

    • Fátima on 26 de Março de 2015 at 23:33
    • Responder

    Vergonhoso! Nem tenho palavras.

    • Mónica on 27 de Março de 2015 at 8:58
    • Responder

    Têm que fazer queixa! Meios de comunicação social, gabinete do provedor, advogados, sei lá! O Ministro tanto perfeccionismo e deixa escapar coisas destas! A prova de música também foi exemplo: a prova é igual tanto para quem concorre para 250 (ed. musical 2.º ciclo ) como para 610 (música no 3.º ciclo). A maioria dos cursos que habilitaram para 250 (caso das variantes) não podem concorrer para 610. Então porque têm que fazer prova igual? Estão lá conteúdos que não foram abordados na formação. Então a culpa é de quem? Devolvam o dinheiro das propinas!

    1. Tenho conhecimento que na Escola Sá de Miranda em Braga, perto do final da prova, os professores do 1º ciclo tiveram direito a mais 30m, embora não fosse explicado o motivo. Quando li o enunciado do IAVE a minha revolta aumentou. VERGONHOSO.

  3. É sempre bom saber também que continuam a existir filhos e enteados neste país, pois se vários professores tiveram de fazer a prova individualmente, houve um outro grupo que a fez em conjunto. Então, mas afinal a prova foi ou não igual para todos? (já colocando de parte as questões relativas a tempos e alterações de perguntas)….

    • Pedro Sousa on 27 de Março de 2015 at 23:24
    • Responder

    Do que se pode apanhar pelo facebook em relação à prova de Português nível 1:

    – Na escola Martim de Freitas em Coimbra foi concedida meia hora de tolerância com a justificação de que o exame era extenso demais para o tempo estipulado inicialmente e em nenhum momento foi dito aos candidatos que a prova tinha lacunas na já referida questão, sendo que ninguém ficou na sala no período de tolerância para refazer a questão.

    – Na escola Joaquim Gomes Ferreira Alves, em Gaia, avisaram que havia mais 30 min para a realização da prova de Português nível 1 e apenas 10 minutos deste tempo extra terminar é que informaram da “omissão” na questão 1 da parte II.

    – Na escola Inês de Castro em Vila Nova de Gaia não houve a tolerância de 30 minutos, nem qualquer indicação do erro já referido.

    – Na escola de Monserrate em Viana do Castelo deu mais 30 minutos de tolerância perto do final da hora prevista, mas não disseram porquê.

    – Na escola Alves Martins em Viseu não deram tolerância, nem avisaram do erro na questão.

    – Na escola D Maria II em Braga deram o tempo de tolerância mas não explicaram o motivo nem avisaram do erro.

    – Na escola Garcia da Orta deram a tolerância mas não referiram o erro.

    – Na escola D. Pedro V em Lisboa deram a tolerância dos 30 minutos mas não avisaram do erro.

    – Na escola de Vila Franca das Naves em Trancoso não foram avisados de nada.

    – Na escola Rainha Dona Leonor não tiveram tolerância nem foram avisados do erro.

    – Na escola Francisco Sanches em Braga não deram tolerância nem avisaram do erro.

    – Em Castelo Branco e Évora (não sei em que escolas…) deram a tolerância mas não avisaram do erro e os candidatos saíram sem saber de nada….

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