20 Provas por Escola

Anula qualquer efeito de uma greve à componente específica da PACC.

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Jornal de Notícias (17-03-2015)

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9 comentários

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    • Pois on 17 de Março de 2015 at 13:50
    • Responder

    Seria esta a ocasião perfeita para fazer a sondagem sobre a opinião dos docentes sobre a prova. Numa classe em que a procura excede, em muito, a oferta, porque querem continuar ainda a iludir os jovens que esta profissão tem lugar para todos.

    Não será uma prova de competências o ideal para seriar os proponentes à carreira?

    Já todos sabemos que a formação em algumas instituições deixa muito a desejar e que a média pode ser muito facilmente manipulada. Todos sabemos, apesar de termos dificuldade em admitir, que um licenciado numa Universidade sai com maiores competências mas com menor média que aquele que sai duma instituição menos reconhecida. Como podemos então aferir de outro modo a competência e a vocação?

    Não vejo outro modo. Doe o que doer, é esta a única maneira. Outras classes a aplicam e funciona… Não se esqueçam do problema fulcral, a procura excede em muito a oferta e não se enganem, nunca haverá vagas para todos.

    1. ‘Pois’…eu concordo em parte com o seu argumento. O problema é que, durante décadas, foram muitos os professores que beneficiaram dessas ‘formações’ feitas algures, em instituições menos credíveis ou exigentes e, ao longo dessas décadas, foram ganhando tempo de serviço. Também acho injusto que um professor, com formação académica de uma universidade pública, alguns até com doutoramentos e pós-doutoramentos na sua área, fiquem para trás, tudo porque o que a maioria defende é a graduação profissional. Graduação essa obtida ao longo de décadas, mas com artifícios.
      Sabe…não há nada a fazer. Os melhores, os que se sentem injustiçados por tudo o que está a dizer, acabam por mandar o ensino àquele sítio e, depois… que fiquem nas escolas os tais ‘mais graduados’.
      Um dia, o ensino, a cultura, o conhecimento, será só de alguns…de uma pequena minoria…

      • Sílvia on 17 de Março de 2015 at 18:21
      • Responder

      E porque será que quem está/vai ser avaliado não tem tido colocações e nem sequer está a lecionar? Onde entra aqui a melhoria da qualidade do ensino?

      • anonimo idem on 17 de Março de 2015 at 21:24
      • Responder

      Para os que têm mais de 5 anos de serviço, aparentemente, há.

      De que “classes” fala? Das que não tem cursos orientados especificamente para a profissão? Resulta? Em quê? Um exemplo será pedir muito?

      Fico/ficamos a aguardar.
      Faça o favor de não demorar.

    • Jorge on 17 de Março de 2015 at 15:15
    • Responder

    Já aconteceu isso na comum. Além de divididos pelas escolas, dentro da escola fomos divididos pelos pavilhões da escola, para não haver confusão.

    • Vera on 17 de Março de 2015 at 18:20
    • Responder

    Boa tarde! Peço desculpa pela questão que vou colocar. O tribunal de Coimbra não tinha considerado que a PACC era ilegal? Se isso ocorreu, a realização da componente especifica já não faz qualquer sentido, certo? Obrigada

      • Ana on 17 de Março de 2015 at 19:15
      • Responder

      Não se soube mais nada sobre esse assunto. Os sindicatos andam ocupados com outras coisas muito mais importantes. A minoria, cerca de 1280, não interessa para nada…

        • !!!! on 17 de Março de 2015 at 19:39
        • Responder

        Se estivessem com mais atenção saberiam que o caso está no Tribunal Constitucional. E poupavam comentário infelizes!!!

          • Vera on 17 de Março de 2015 at 22:08

          Esperemos que seja resolvido com a maior brevidade possível. Se possível esta semana ou na próxima! Obrigada.

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