João Gonçalves vai ser o novo Diretor Geral da DGEstE

Apesar de ter estado pouco mais de um ano no cargo de Delegado Regional do Norte, João Gonçalves, foi um delegado regional bastante acarinhado na Zona Norte.
O seu trabalho foi reconhecido e levou-o agora a ser convidado para substituir a Dr.ª Maria Manuela Pinto Soares Pastor Fernandes Arraios Faria.

Depois de César Israel Paulo ter rumado a Lisboa para um cargo de destaque na DGAE, segue agora outro elemento do Norte para um cargo na DGEstE.

 

João Gonçalves vai ser o novo Diretor Geral da DGEstE

 

Exerce atualmente o cargo de Delegado Regional do Norte, depois de vários anos ligados à Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses.

O professor João Gonçalves será o novo Diretor Geral da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), apurou este sábado o Jornal A VERDADE.

DGEstE é uma entidade governamental, dependente do Ministério da Educação, e que tem por missão “garantir a concretização regional das medidas de administração”, contando com delegações no Porto, Coimbra, Lisboa, Évora e Faro.

João Gonçalves exerce atualmente o cargo de Delegado Regional de Educação da Região Norte da DGEstE, cargo que assumiu em outubro de 2018.

Até àquela data, contava com um percurso profissional intimamente ligado à Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses (EPAMAC), na qual exercia o cargo de Diretor, desde julho de 2013.

Antes ainda foi subdiretor e diretor pedagógico da EPAMAC, tendo sido também presidente da assembleia constituinte da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses, no ano letivo 2000/2001.

Licenciado em Filosofia, foi professor na escola de Marco de Canaveses desde 1997.

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14 comentários

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    • N. Ribeiro on 13 de Junho de 2020 at 17:11
    • Responder

    Degeste, IaVe, Dgae, Igeste, IgE e ainda ME!!!

    É preciso tanto?

      • Alecrom on 13 de Junho de 2020 at 17:47
      • Responder

      São muitos.

      • Realidades on 13 de Junho de 2020 at 17:49
      • Responder

      Se tivesse a noção da complexidade que é um sistema educativo e da sua gestão saberia a resposta.
      Experimente olhar para a micro realidade que é a sua escola e veja quantaas estruturas são necessárias.

      • Alexandra S on 13 de Junho de 2020 at 21:37
      • Responder

      DGESTE + 5 delegações
      IGEFE
      DGAE
      IGE
      IAVE
      ME
      DGE (faltava esta)
      Parque escolar (também ainda é viva)
      ANQEP (uns modernaços)

      Vendo bem já foi pior quando existiam 5 direções regionais que funcionavam como direções gerais.

    • Matilde on 13 de Junho de 2020 at 18:11
    • Responder

    Os “Mouros” que se cuidem!… A malta do Norte está a tomar conta disto tudo… 🙂

    • Albertina on 13 de Junho de 2020 at 20:04
    • Responder

    Se o trabalho desse senhor for tão bom na Dgeste foi na Epamac, construirá mais umas quantas mansões à custa dos nossos contribuintes. A desonestidade compensa no nosso país! Vergonhoso!

      • Alexandra on 13 de Junho de 2020 at 21:11
      • Responder

      Ó Albertin@, a EPAMAC tal como todas as escolas profissionais públicas é financiada pela UE.
      Passou por lá e se apercebeu disso?
      Se prefere escolas abarracadas tem uma séria deles pelo país fora.

        • Albertina on 14 de Junho de 2020 at 16:59
        • Responder

        Barracadas como lá, só mesmo lá. Uma escola nunca devia representar o avesso daquilo que visa ensinar: tolerância, transparência, clareza de práticas e ideologias. Nunca o oposto: maneirismos, prepotência, práticas de ensino questionáveis…todas inculcadas pelo grupo de professores lá prevalecentes, os da “casa”. Soubessem eles o que era o Ensino e os Valores humanos seriam uma escola como as outras. Não o sabendo são a escolinha que são e os pseudoprofissionais que são. Uma verdadeira comédia @

          • António on 19 de Junho de 2020 at 1:33

          As suas palavras revelam um profundo desconhecimento do ensino profissional, alias deveria falar sobre aquilo conhece, que neste caso concreto, aposto que é uma profunda desconhecedora da realidade da EPAMAC… antes de falar de forma desbocada tente saber o que se faz! e não atire um foguetório doentio.

    • José Marques on 13 de Junho de 2020 at 20:35
    • Responder

    Da escola rural para a capital, com enxada e foice para o que der e vier.
    Nunca se sabe se esse material rural é preciso para pôr o pessoal em ordem!

    • Alexandra S on 13 de Junho de 2020 at 21:29
    • Responder

    Para a Cristina Oliveira, a delegada do centro que serve a causa há 12 anos (deu aulas 6 anos em 26 de profissão, ufa!!), não há nada?

    • Dinis Cardoso on 13 de Junho de 2020 at 22:11
    • Responder

    Fui aluno da EPAMAC entre 2008 e 2011 e membro do Conselho Geral da EPAMAC entre 2009 e 2011. Trabalhei em vários projectos com o Professor João Gonçalves. Um grande humano e de grande competência.
    EPAMAC é das melhores escolas profissionais do Pais.
    Parabens. Muito sucesso e bom trabalho

      • DinisII on 14 de Junho de 2020 at 15:36
      • Responder

      Obrigado, Dinis. Mas não é preciso desejar sucesso.
      Ele leva a foice e a enxada para o que der e vier.

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