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Jun 08 2020
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3 comentários
Em cada escola, ao bibliotecário designado por concurso juntar -se -á uma luzidia plêiade de ocasionais “parabibliotecários” : os docentes em MpD sem horário lectivo.
É um assunto que há muito quero ver clarificado porque o processo de concurso está viciado e é portanto, extremamente injusto e faccioso. É uma das situações, em que a autonomia e a parcialidade das Direções dos Agrupamentos, consegue frustrar os docentes e criar uma verdadeira situação de assédio moral no trabalho.
É-se menosprezado e rebaixado porque se investiu na formação académica na área e isso não convém a quem favorecido pelas Direções/Diretores ao ponto de nem se ser incluído na equipa da BE com respostas literalmente “A HABILITAÇÂO ACADÉMICA NÃO É TUDO”. Pergunta-se: então como é que se chegou
a professor de um determinado grupo disciplinar (e isto aplica-se a diretores que necessitaram da habilitação académica para lecionar e para desempenhar as funções diretivas…)
A legislação em vigor é extremamente vaga e ambígua, criadora de injustiças gravissimas. Permite criar múltiplas variações em torno do que mais convém a alguém…
O processo de concurso para professor/a bibliotecário/a impede que aqueles que investem
na sua formação (no meu caso Pós Graduação em Gestão de Bibliotecas Escolares) sejam
impedidos de exercer, por concurso, a função para a qual se prepararam e que tanto os motivava.
Porquê? Porque a portaria que rege o concurso estabelece um processo de classificação baseado em três parâmetros (formação académica, experiência no desempenho do cargo e formação contínua específica na área). A ausência de experiência penaliza altamente a classificação de concurso. Pode ter-se habilitação académica com classificação elevada e perder o lugar a concurso porque Fulano/a, sem qualquer formação na área foram designados pelas direções dos agrupamentos
a “vida inteira” como membros das equipas de BE e foram, todos os anos letivos, em que isso aconteceu
ganhando pontos que lhe permitem ultrapassar quem tem a formação académica e chegar ao cargo de Coordenador/a da BE.
É urgente que sindicatos e não só olhem com olhos de ver esta vertente.
Não estamos dispostos a ser ultrapassados por quem não revela competências naquilo para que foi nomeado e, pelo contrário manifesta uma verdadeira ausência de conhecimento e criatividade para o que faz, adota postura arrogante e usufrui da posição porque não tem horário.
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