A resolução para o novo ano é repetida, uma vez que por esta altura, em 2023, Marcelo Rebelo de Sousa já a tinha anunciada, assumindo agora uma ênfase mais efetiva: querer voltar a ser professor.
Dez 25 2024
A resolução para o novo ano é repetida, uma vez que por esta altura, em 2023, Marcelo Rebelo de Sousa já a tinha anunciada, assumindo agora uma ênfase mais efetiva: querer voltar a ser professor.
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22 comentários
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É compreensível. Ele deve ficar maníaco se parar por mais de 5 minutos… Cada um à sua maneira e não esqueçamos que é professor universitário de elevado estatuto.
Não é com certeza professor do básico ou do secundário.
Na universidade a coisa é diferente, embora não para quem é mais novo ou de meia-idade.
Até lá só singram os “espertalhões” e amiguinhos dos reitores e trupes.
E depois metem-se na pulhítica.
No ensino secundário ou básico só se metem dois tipos de pessoas. Os que vão ao engano e os que vão para mamar.
Os segundos juntam-se às grupetas do costume, dos amiguismos e interesseirismos para flagelar os outros, afastá-los e denegri-los perante os próprios alunos e encarregados de educação.
E enquanto assim for, nunca alguém de jeito virá para a Educação. Só um louco.
Os que vêm ao engano cedo ou tarde saem.
Eu própria irei sair em breve. Não para a reforma, porque ainda me faltam 20 anos, mas para uma profissão de jeito onde sou minimamente valorizada (porque aqui só sou roubada, enganada e ultrapassada há 20 anos).
Os pulhíticos nojentos que fiquem com o que andaram a construír. Uma Escola feita por gente aproveitadora e chupista, onde chegam agora centenas de maiores chupistas que estiveram nos últimos 20 anos a trabalhar em empresas e a ganhar do bom, e agora vêm dar ordens a quem andou a trabalhar a sério para aguentar o barco nas últimas duas décadas.
Pois eu quero deixar de o ser.
Eu também.
Mal posso, saio. E sem saudades.
Tenham juízo.
Ser professor?
Ficar a trabalhar de dia e de noite, em tarefas sem sentido (não pensem que é a preparar aulas ou materiais).
Fazer as loucuras que as direções querem?
Tratar de burocracias infindáveis (as promessas de que a simplificação e a IA vai resolver isto, são mentira)?
Andar a arranjar equipamentos (esta é a pensar nos colegas de Informática, ou pelo menos, nalguns deles)?
Ser roubado?
Ser ultrapassado por quem entra na carreira depois de nós?
À primeira coisa que aconteça no país, leva-se o corte de vencimento e congelamento?
Andar a trabalhar anos e anos, para ser reposicionado num escalão abaixo do que se já está?
Ser maltratado por colegas sem o mínimo de ética?
E já não falo em mais nada, que é o que habitualmente se fala.
Só parvalhões vêm para a Educação. Ou então quem quer fazer coisas por fora e deixar os outros a fazerem o trabalho deles na escola.
Vão-se encher de moscas.
Eu vou sair da carreira quando vier a notícia do novo estatuto, que nos vai roubar o tempo de serviço a recuperar ou já recuperado.
Deve ser em meados do próximo ano letivo. Exatamente quando já preparei a minha saída deste país de miséria e de mentira.
Prefiro ir trabalhar para Espanha ou Inglaterra e até ganhar um pouco menos, se for preciso, do que continuar a ser roubado e enganado.
Deixo a profissão para os que agora vêm de outros empregos e passam a ter tudo.
Já fui ultrapassado duas vezes. Não o vou ser a terceira.
Passem bem.
Se for como diz, que o ECD revisto ainda vai roubar mais a quem já passou 20 anos a ser roubado, só tenho uma coisa a dizer.
Passarei a votar em quem realmente nos defende. Nunca mais em quem nos rouba (diga-se, nos que nos governam há 20 anos).
O Votante só agora é que teve este pensamento!
Que lentidão
Vai ver se chove!!
Conto os dias para a reforma, eu quero sair, se quando comecei há 40 anos soubesse que ia ter que trabalhar até aos 67, ser despresada e maltratada por tudo que é político, baixar na condição social, de remediada para pobre, a minha escolha não teria sido esta. Todo o dia faço contas para sair com a menor penalização possível. Comeram-me a carne e ainda querem os ossos?
*desprezada
Se já trabalhas há 40 anos ainda te falta muito para os 66 anos e sete meses?
Que é isso, começaste aos 15 anos?
Faz lá bem as contas e deixa-te desses lamentos.
Pois , o ET diz que trabalha há 40 anos, mas não diz a idade que tem.
Que aldrabão!
Pode ter sido há 36 anos. A maioria de nós faz “arredondamentos”.
Se não forem 40 anos, pode estra lá perto.
*estar
eu então ando a ver quando deixo de o ser
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Com a idade, a energia tem diminuído. Mas o trabalho da escola está sempre a aumentar.
Redução pela idade não há. Claro, há falta de professores.
Os que estão têm de trabalhar por dois.
Um dia dá – me um AVC em plena aula.
Se pudesse, ia já para a reforma.
Stop e fenprof não respondem a emails de futuros professores,sem quotas não se toca guitarra
Os professores têm mesmo o que merecem !
Aqui o que deviam estar a avaliar era o comportamento do kapolíder, vejam se ele quer ser professor…
Bai trabalhar cumu pressor, ó flintu! a ber se gostas … cunibente ca degradasson!