Faltam médicos por todo o país. Nas negociações com o Ministério da Saúde é proposto um aumento de mais de 900€ de aumento para esses profissionais.
Faltam professores por todo o país. Nas negociações com o Ministério da Educação é proposto baixar o nível de habilitações para dar aulas.
A precaridade é solução para a educação.
A diferença entre a saúde e a educação é a distancia temporal das consequências a que o desinvestimento leva. Na saúde o desinvestimento pode levar a consequências imediatas para os doentes. Na educação as consequências demoram anos a sentir-se. Mas o desinvestimento na educação, é desinvetimento no futuro do país. A economia vai sentir ao longo de décadas este desinvestimento.
O desinvestimento na educação está estritamente ligado à economia.
A maioria dos intervenientes politicos está preocupado com o momento atual, mas o problema será muito mais à frente.
Não invistam num aumento das condições de trabalho e na carreira dos professores e no futuro não terão médicos para lhes oferecer aumento de 900€.
Não motivem os jovens com um vencimento que lhes permita ter uma vida digna e fazer face às despesas inerentes à profissão e continuarão a baixar o nível de habilitações até aos níveis do pós-25 de abril.




18 comentários
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Tudo dito. Muito bem. Os professores devem lutar.
… continuando já na próxima segunda!
A diferença é que os políticos um dia serão atendidos por médicos e não por professores.
Muito bem.
Faço minhas as suas palavras.
Mas são os professores que formam médicos.
Conheço muitos professores de baixa médica, devido à prepotência, falta de cultura, ética e sensibilidade dos diretores. Urge mudar este modelo de gestão.
Desde quando existiu ética e sensibilidade entre os kapos?????
Nas próximas legislativas mantenham a memória fresca na hora de votar!
Todos os que direta ou indiretamente governaram ou deram a mão à governação (geringonça) são responsáveis pelo estado da nação…
E, pouca gente fala, mas a continuar assim, com baixa natalidade e envelhecimento da população, desinvestimento no ensino e investimento da importação de mão de obra estrangeira, estamos falados.
Os nossos especialistas saem do país e entram menos qualificados… rumo a um futuro cada vez pior.
Vota nos amigos do palerma que vem para aqui o insultar (António, etc) e depois chora com a destruição total da escola pública com dinheiro desviado para cheques-ensino, contratos de associação e padrecos
Continua a votar no PS Sócrates/ Costa… vais ver onde vais parar.
Só um pormenor: um médico formado a pressão morreriam logo pessoas. Num professor à pressão, essas mortes acontecerão mais tarde e com maior abrangência!
Os nossos índices de desenvolvimento vão diminuir porque só vamos ficar com mão de obra imigrante indiferenciada. Não podemos importar outra porque não a podemos pagar.
Até os diferenciados/ especialistas que formamos vão embora por melhores salários e melhores condições de vida na Europa e nos Estates.
Portugal terá turismo nas grandes cidades estufas. E vinhas no interior.
No meio os merceeireos exploradores com os seus hipermercados.
Exatamente, a revolta é grande.
Vejo o meu e muitos outros qualificados a saírem e pergunto para quem é este país? Quem permanece neste país?
Velhos, corruptos, doentes e incompetentes.
Mas o que estavam à espera de um partido sem visão para o país. Um partido de poucochinho, de atraso de vida. Um partido que, desde 1995 só vem atrasando o país (honra seja feita na Educação a Marçal Grilo). Do ponto de vista económico é sempre um navegar à vista, à espera que o turismo tudo resolva.
Um país sem professores bem remunerados é um país a morrer, porque só terá professores desmotivados ou os piores. Com gente assim a ensinar, terá alunos mal preparados e, seguidamente, maus profissionais e incompetência grassa.
Mas o que esperavam de um bando de incompetentes, que nunca fez mais nada a não ser meter-se na política e mamar de lá?!
Não se aflijam os srs. professores, com a falta de profissionais do vosso setor. O Dr.António Costa depressa resolve o problema: reconhece automáticamente os diplomas dos brasileiros, conta-lhes o tempo de serviço no Brasil e dá-lhe a primeira prioridade nos concursos.Não se preocupem deixa de haver falta de professores, deixava de haver vagas para professores portugueses.A solução do Dr. António Costa depressa vem.
Não existe falta de professores mas existe falta de professores logo existe falta de professores.
É de lamentar que se continue a permitir neste blogue de referência comentários com uma linguagem do mais rasca possível, (” minha vacarrona” !!!!!!), assim como comentários de “gente” que não acrescenta nada ao blogue.
Agradecia que o blogue tivesse uma política de linguagem para aceitar a publicação de comentários.
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